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Posts Tagged ‘Economia’

Biblioteca Nacional – Rio de Janeiro

(Crédito: MARCOS D’ PAULA/AGÊNCIA ESTADO/AE/Codigo imagem:22320 AE)

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Imagem definida mostra o solo de Marte, parecido com deserto de Mojave, nos EUA

(Foto: Nasa/JPL-Caltech)

Ao todo, o Curiosity leva consigo dez instrumentos científicos, com uma carga 15 vezes maior que os veículos Spirit e Opportunity, que estão em Marte desde 2004 – o primeiro foi desativado em 2010 e o segundo se concentra em procurar água.

Um dos instrumentos do novo jipe-robô funciona a laser e serve para analisar, a distância, a composição química das rochas. Além disso, uma broca e uma colher no braço dele vão ajudá-lo a recolher amostras, peneirá-las e avaliá-las no laboratório em seu interior.

Por conter todo esse kit científico, o Curiosity é duas vezes mais comprido e cinco vezes mais pesado que seus antecessores.

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Sombra do Curiosity surge no chão nesta foto em alta resolução tirada pelo robô

(Foto: Nasa/JPL-Caltech)

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O modelo Motomachine da Gurgel produzido com
várias cores

Depoimento de quem tem um Gurgel:

A linha Gurgel também investiu nos carros fora-de-estrada. Sabrina Saito dirige pelas ruas de Campinas um modelo X-12, ano 1976, que está na família desde que saiu da concessionária.

“Minha família tem um sítio em Itanhaém, no litoral paulista, e nenhum carro com tração quatro por quatro chegava até lá. Somente o Gurgel”, conta Sabrina, que está reformando o carro, que deixou de ser branco e foi pintado de vermelha, a cor predileta da herdeira do X-12. O carro é “pau para toda obra”. “Passo pelos buracos das ruas, mando ver. Agora, estou planejando uma viagem por alguns estados, porque ele é muito forte”, completa.

(Foto: Divulgação/Gurgel Campinas)

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Ricardo Gurgel, sobrinho do fundador da Gurgel, lembra que a marca também apostou nos carros elétricos, uma realidade presente na indústria automobilística atual. “Esse reconhecimento do Gurgel hoje é bem legal. O que ele fez não foi em vão. Ele era um homem à frente do seu tempo”, comenta o sobrinho, proprietário de um BR-800, de um Motomachine e de um Xef.

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“Nós somos muito assediados. É tipo assim, o cara já chega perguntando se você vende carro. Quando trafego pelas rodovias Anhanguera e Bandeirantes, os motoristas de caminhões buzinam e me perguntam por que o carro anda tanto”, afirma um dos fundadores do Clube Gurgel Campinas João Domingues da Fonseca Filho, o Tatá, proprietário de um BR-800, carro de dois cilindros que é menor do que um Ford K, mas que chama a atenção por onde passa.

“Quando paro perto de uma van escolar, a criançada fica louca porque ele parece de brinquedo”, conta o gráfico André Fontes Seixas, também proprietário de um BR-800. O carro chama mesmo a atenção por onde passa. Em uma volta rápida pelas ruas do Jardim Eulina, em Campinas, duas mulheres interromperam a caminhada para ver o BR-800 passando.

O BR-800 de Seixas foi exposto até da Bienal de Design, em Curitiba (PR). “O Gurgel fez o carro certo no país errado”, lamenta o gráfico. Hoje rodam pelas ruas do País carros pequenos e importados, um conceito que Gurgel não conseguiu implantar com tanto sucesso no Brasil nas décadas de 1980 e 1990.

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A montadora Gurgel, em Rio Claro (SP), fechou as portas em 1994, mas os carros da marca genuinamente brasileira, fruto do sonho do empresário João Augusto Conrado do Amaral Gurgel rodam firmes e fortes pelas ruas, estradas e trilhas do Brasil. E os modelos ganham cada vez mais assédio de novos fãs e o reconhecimento em um país onde carros importados ocupam cada vez mais espaço nas ruas. Como uma amostra da importância, os automóveis Gurgel serão os homenageados do encontro de carros antigos no domingo (29), organizado pelo V8&Cia, no Galleria Shopping, em Campinas (SP).

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Luciano Calafiori Do G1 Campinas e Região

27/07/2012 10h29 – Atualizado em 27/07/2012 11h06

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Da coleta da castanha-do-Pará (também chamada de castanha-do-Brasil) embaixo de árvores que ultrapassam 40 metros de altura – entre as mais altas da Amazônia – à luta pela abertura de mercados consumidores no Brasil e no exterior, as comunidades indígenas Kayapó são testemunhas de que o fortalecimento dos pilares da sustentabilidade é o caminho mais viável para garantir o futuro da floresta. Mas, reconhecem, também, que essa não é uma tarefa nada fácil, nem mesmo para povos assim tão guerreiros.

Apoiadas por ONGs desde o início desta década, quando foi vislumbrado o potencial de geração de renda no longo prazo oferecido pela castanha, as comunidades Kayapó vêm lutando para agregar valor ao produto que tem a cara do Brasil. Desde então, um longo caminho tem sido trilhado para o fortalecimento dessa cadeia produtiva que é considerada extremamente promissora, embora tenha inúmeros obstáculos pela frente. Participam desse esforço, organizações como a Associação Floresta Protegida (AFP), Conservação Internacional Brasil (CI-Brasil), Instituto Raoni, e Instituto Kabu, entre outras.

Entre as dificuldades a superar, Adrian Garda, diretor do Programa Amazônia, da CI-Brasil destacou a necessidade de armazenagem adequada, garantia de certificação, além de atendimento às exigências fitossanitárias para a castanha, seja in natura, em óleo, além de outras formas. Os produtos têm forte apelo no exterior, diz ele, onde existe mais espaço para orgânicos, fair trade (comércio justo), além de outros diferenciais, mas chegar lá não é fácil.

A busca por atendimento às exigências dos importadores, no caso do óleo de castanha, muito usado pela indústria de cosméticos, está no caminho certo e tem grande capacidade de alcance social, segundo Garda, embora o processo exija mais ações de longo prazo. Para ele essa é uma importante alternativa de manutenção da floresta de pé, que foge ao modelo de exploração madeireira e mineral que impera na região. “Nossa intenção é que esse projeto sirva de modelo para replicar”, explica.

Adriano Jerozolimski que, coordena a AFP desde janeiro de 2007, conta que a associação indígena é parceira local da CI-Brasil e representa, atualmente, oito comunidades Kayapó localizadas no sul do estado do Pará. “O desenvolvimento de alternativas econômicas sustentáveis, baseado no uso de produtos florestais não madeireiros, é uma das principais estratégias implementadas pela AFP para diminuir a vulnerabilidade das comunidades Kayapó quanto ao envolvimento com atividades ilegais e predatórias, que resultam em grande impacto ambiental e social”, explica.

A preocupação tem um grande motivo: espalhadas ao longo de 11 milhões de hectares, as aldeias Kayapó representam a maior área de floresta em boas condições de conservação que restaram entre o sul do Pará e norte do Mato Grosso, região conhecida como o Arco do Desmatamento da Amazônia. Nessas Terras Indígenas, que resguardam grande riqueza ambiental, social e cultural, vivem mais de 7 mil pessoas, das quais cerca de 1,7 mil são beneficiadas com as ações da AFP focadas na produção de castanha in natura.

Guerreiros lutam pela sustentabilidade
O caminho para garantir o futuro da floresta Por Elizabeth Oliveira*
Foto Cristina G. Mittermeier

(http://www.sergipe.com.br/balaiodenoticias/elizabeth_120.htm)

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Laboratório onde o Bóson de Higgs foi detectado – Genebra – Suíça

Vista da superfície sobre o LHC.

Comprimento: 27 km, visto no círculo maior da imagem.

Hoje o euro está em R$ 2,59. Mesmo o euro tendo entrado em circulação em 1999, e o valor dele ter flutuado muito,

vamos usar o valor dele no dia de hoje para calcular.

8 bilhões de Euros = 20,7 bilhões de reais.

Sendo assim o LHC gastou 1,035 bilhão de reais por ano, enquanto nossos políticos desviaram:

10,5 bilhões por ano.

Ou seja 10 (DEZ) vezes mais do que um investimento para avanço da ciência que trará benefícios a todos nós.

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Garrafas de CERVEJA REUTILIZADAS…

Loja com teto de GARRAFAS RECICLADAS…

De EMBALAGENS DE OVOS…

De TAMPINHAS DE GARRAFA…

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