Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘Descoberta’

A Confeitaria Colombo localiza-se no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro,

no Brasil, sendo um dos principais pontos turísticos da Região Central da cidade.

A confeitaria foi fundada em 1894 pelos imigrantes portugueses Joaquim Borges de Meireles e Manuel José Lebrão,

tendo um extenso rol de clientes célebres entre a sociedade brasileira.

Sua arquitetura e ambiente permitem ter uma idéia

de como terá sido a Belle Époque na capital da República. Entre 1912 e 1918 os salões do interior da confeitaria
foram reformados, com um toque Art Nouveau, com enormes espelhos de cristal trazidos da Antuérpia, emoldurados por elegantes
frisos talhados em madeira de jacarandá. Os móveis de madeira do interior foram esculpidos na mesma época pelo artesão Antônio Borsoi.

Em 1922 as suas instalações foram ampliadas com a construção de um segundo andar, com um salão de chá.

Uma abertura no teto do pavimento térreo permite ver a clarabóia do salão de chá, decorada com belos vitrais.

Entre os clientes famosos da confeitaria estão Chiquinha Gonzaga, Olavo Bilac, Rui Barbosa, Villa-Lobos, Lima Barreto, José do Patrocínio, Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, entre muitos outros.

Anúncios

Read Full Post »

(Porto de Galinhas / Pernambuco – Brasil – Face)

*

CAJU

*

MANDACARU

*

O mandacaru (Cereus jamacaru), também conhecido como cardeiro, é uma planta da família das cactáceas.

É comum no nordeste brasileiro e não raro, atinge até mais de 5 metros de altura.

Existe uma variedade sem espinhos, usada na alimentação de animais. A variedade comum é altamente espinhenta

e também é usada na alimentação de animais, quando seus espinhos são queimados ou cortados. 
O mandacaru resiste a secas, mesmo das mais fortes.

As flores desta espécie de cactos são brancas, muito bonitas e medem aproximadamente 30cm de comprimento. 

Os botões das flores geralmente aparecem no meio da primavera e cada flor dura apenas um período noturno,

ou seja, desabrocham ao anoitecer e ao amanhecer já começam a murchar. Seu fruto tem uma cor violeta forte. 

A polpa é branca com sementes pretas minúsculas, e é muito saborosa,

servindo de alimento para diversas aves típicas da caatinga, como a gralha-cancã e o periquito-da-caatinga.
*

Read Full Post »

O CAMINHO DO CORAÇÃO

Na década de 1960/1970 o antropólogo estadunidense, Carlos Castanheda, conviveu com o xamã mexicano, Dom Juan Matus, numa instigadora odisséia para os buscadores espirituais. Tentando entender o efeito das plantas alucinógenas na vida dos nativos, embrenhou-se numa jornada de autoconhecimento, de encontros e desencontros que mobiliza todos que entram em contato com esta expe

riência. A partir do encontro com Dom Juan Matus, Castanheda passa a enfocar a luz interior em detrimento da exterior. E nessse percurso vamos transcrever um texto dele sobre o ‘caminho do coração’.

“Tudo é um entre quantidades de caminhos. Portanto você deve ter sempre em mente que um caminho não é mais do que um caminho. Se achar que não deve seguí-lo, não deve permanecer nele sob nenhuma circunstância. Para ter uma clareza destas é preciso levar uma vida disciplinada. Só então você saberá que um caminho não passa de um caminho e não há afronta, nem para si nem para os outros, em largá-lo se é isto que seu coração o manda fazer. Mas sua decisão de continuar no caminho ou largá-lo deve ser isenta de medo e de ambição. Eu lhe aviso. 

Olhe bem cada caminho de perto, deliberadamente e com propósito. Experimente tantas vezes quanto julgar necessário. Então faça a si mesmo, e só a si mesmo, uma pergunta. Esta pergunta é uma que só os muito velhos fazem. Meu benfeitor certa vez me contou a respeito quando eu era jovem, mas meu sangue vigoroso demais para que eu a compreendesse. Agora eu a compreendo. Eu te direi qual é essa pergunta: 

Esse caminho tem coração? 
Todos os caminhos são os mesmos, não conduzem a lugar algum. São caminhos que atravessam o mato ou que entram no mato. Em minha vida posso dizer que já passei por caminhos compridos, compridos, mas não estou em lugar algum. A pergunta de meu benfeitor agora tem um significado. 

Esse caminho tem um coração? 

Se tiver o caminho é bom, se não tiver é inútil. Ambos os caminhos não conduzem a parte alguma, mas um tem coração e o outro não. Um torna a viagem alegre, enquanto você o seguir, será um com ele. O outro o fará maldizer sua vida. Um o torna forte, o outro o enfraquece. 

Você acha que há dois mundos para você, dois caminhos, mas só existe um. O único mundo possível para você é o mundo dos homens, e esse mundo você não pode resolver largar. É um homem. O protetor, Mescalito, lhe mostrou o mundo da felicidade, onde não há diferença entre as coisas, porque lá não há ninguém que indague pela diferença. Mas este não é o mundo dos homens. O protetor o sacudiu dali para fora e lhe mostrou como é que o homem pensa e luta. Este é o mundo do homem. E ser um homem é estar condenado a este mundo. Você tem a presunção de crer que vive em dois mundos, mas isto é apenas vaidade. Só existe um único mundo para nós. Somos homens e temos que seguir o mundo dos homens satisfeitos. 

Como saberei se ao certo se o caminho tem ou não tem coração?

Qualquer pessoa sabe disto. O problema é que ninguém faz a pergunta, e quando afinal o homem descobre que tomou um caminho sem coração o caminho está pronto para matá-lo. Neste ponto muito poucos homens conseguem parar para pensar e deixar o caminho. 

Um caminho sem coração nunca é agradável. Tem-se de trabalhar muito até para seguí-lo. Por outro lado um caminho com coração é fácil, não o faz trabalhar para gostar dele.

O desejo de aprender não é ambição. É nosso destino como homens querer saber. Querer o poder é que é ambição. Não deixe que a erva do diabo o cegue. Já o fisgou. Engoda os homens e lhes dá uma sensação de poder. Ela os faz sentir que podem fazer coisas que nenhum homem comum pode fazer. Mas isto é a armadilha dela. E em seguida o caminho sem coração se volta contra os homens e os destrói. Não custa muito morrer, e procurar a morte é não procurar nada.” ( A Erva do Diabo- Carlos Castaneda)

***
Cara pálidas!
Esse ensinamento do índio, fala do encontro de um caminho com o coração, de experimentar uma trilha que nos transcenda e, nos toque no centro do nosso ser. Fazê-lo é encontrar um caminho de prática que permite viver no mundo plenamente à partir do nosso coração. E somente o caminhante pode saber qual é o caminho do coração. Ninguém pode definir pra nós qual deveria ser o nosso caminho, pelo contrário, devemos deixar que o mistério e a beleza dessa pergunta ressoem dentro do nosso ser. Então em qualquer lugar dentro de nós, surgirá a resposta e a compreensão vai aflorar. Se aquietarmos e ouvirmos profundamente, mesmo que por um só momento, saberemos se estamos seguindo um caminho com o coração. 

É possivel falar diretamente com o nosso coração. Muitas culturas antigas sabem disso. Podemos realmente falar com o nosso coração, como se ele fosse um bom amigo. Mas estamos muito ocupados com a correria da vida agitada que esquecemos essa arte essencial de fazer uma pausa e conversar com o nosso coração. 

Quando lhe perguntamos sobre o nosso caminho atual, precisamos observar os valores pelos quais escolhemos viver. Onde empregamos o nosso tempo, nossa força, a nossa criatividade, o nosso amor? Precisamos olhar nossa vida sem sentimentalismo, exageros ou idealismo. Aquilo que estamos escolhendo reflete aquilo que estamos valorizando mais profundamente. 

É preciso prescrutar a memória de todas experiências que estamos vivendo, e quando tiver uma reflexão concluída, olhe com muito cuidado para a qualidade dessas situações, veja bondade nos atos, nas palavras. Essas ações nós não colocamos num ‘curriculum vitae’. 

Eu fiz essa ‘meditação com coração’ e reflexionei profundamente sobre algumas vivências minhas. Uma experiência especial ficou marcada: Nas duas últimas semanas em que minha mãe fez a passagem, ela houvera caído no banheiro e foi hospitalizada. Então eu passei a tarde toda no hospital e comecei cantar músicas animadas pra ela, como ela era musicista acompanhava toda sorridente. Quando médico chegou, elogiou muito a alegria das cantantes. E eu disse para o médico que ela era a melhor mãe do mundo, ela chorou e disse que eu era a melhor filha do mundo. Ao terminar essa meditação, eu pude acessar a bondade presente naquele ato de ‘cantar’ que contagiou nós duas. Era verdadeiramente o ‘caminho do coração’. 

Esse ‘caminho do coração’ é para ser aplicado e questionado cotidianamente, construindo a maturidade espiritual. Deve tornar-se uma chave sonora para acordar o ser adormecido mentalmente, pois o coração é intuitivo, dizem que é um caminho feminino, por isso ele tem uma leveza e uma suavidade impar. 

Para Dom Juan Matus, sempre há dois caminhos: o caminho do ego e do self; da simplicidade e a complexidade; da fragmentação e da inteireza; da confusão e da harmonia; da sombra e da luz; do bem e do mal. Hás caminhos que gastamos energias infinitas e outros são levíssimos. 

Para Roberto Crema, nenhum está errado, todo caminho leva a algum lugar, pois as experiências vividas são elementos basilares para a maturidade. Mas, somente um tem o coração, esse é o segredo.

Confúcio ensinava ‘vá onde está o seu coração’. Siga em frente, não crie obstáculos para chegar ao seu coração, admitido que a bondade e o amor genuino podem brilhar livremente a partir de nosso coração. Permitindo que o sabor a bondade impregne nossa vida. 

No mundo da vida, os seres humanos sempre perguntam: Quanto tenho na conta corrente ou poupança? Quantos carros encontra-se em minha garagem? O que eu construí? ou coisas semelhantes… 

Deviam perguntar a si mesmo: Eu amei plenamente? Vivi plenamente? Aprendi a me desapegar? Creio que foram essas perguntas que os venerando seres fizeram a si mesmo. Eu rogo aos mestres que essa leitura toque seu coração e vibre em sua alma. Encerro desejando a todos força para seguir na trilha do coração. Vida em plenitude! Abraços ricos de coração. 

Norma Villares

***

Read Full Post »

Real Gabinete Português de Leitura – Rio De Janeiro, Brasil

*

*

Real Gabinete Português de Leitura une Brasil e Portugal há 175 anos.
Biblioteca, no centro do Rio, possui 270 mil obras, incluindo livros raros.
Salão do Real Gabinete Português de Leitura (Foto: Edu Mendes)
Uma dica de passeio cultural aos cariocas: Como uma jóia escondida, o Real Gabinete Português de Leitura resiste ao
tempo e ergue-se imponente no Centro do Rio. 
Fundada em 1837 por um grupo de 43 imigrantes portugueses dispostos a perpetuar a cultura natal no Brasil,
a instituição cresceu em importância ao longo dos anos, e é considerada atualmente como a maior
biblioteca de autores portugueses fora de Portugal, com um acervo riquíssimo composto por 270 mil obras.
Em suas prateleiras repousam livros raros, como um exemplar da edição princeps
(primeira impressão de uma obra originalmente manuscrita) de “Os Lusíadas”, de Camões (1572) e manuscritos do
 “Amor de Perdição”, de Camilo Castelo Branco e do “Dicionário da Língua Tupy”,
deGonçalves Dias, além centenas de cartas de escritores. E todo esse material está à disposição do público no local ou na Internet,
uma vez que o acervo foi todo informatizado.
Algumas obras, como a edição princeps de “Os Lusíadas”,
ficam guardadas em lugares especiais e precisam de autorização prévia para serem consultadas.
(doseliteraria.com.br)
*

Read Full Post »

Read Full Post »

Shot on location throughout Alberta. This spot features some of the breathtaking landscapes

and authentic experiences from across the province.

Read Full Post »

Na imagem Optimus Prime e Bumblebee feitos inteiramente de material reciclado.
Uma artista da Tailândia, está usando peças recicladas de automóveis e caminhões para criar esculturas gigantes dos Transformers.

Durante a estação, suas esculturas serão expostas em Nova York, Londres, Myrtle Beach, Carolina do Sul e Coreia do Sul, além é claro em Hollywood.

Simplesmente fantástico!

*

Read Full Post »

Older Posts »