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REFORCE A SUA BASE…

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alimentos proibidos para crianças pequenas

As nozes podem facilmente ficar presas nas vias aéreas de uma criança devido ao seu tamanho. Além disso, os dentes ainda são muito pequenos para mastigar nozes inteiras, então nunca dê uma noz inteira à criança. O ideal é que crianças acima de 4 anos as consuma, pois é uma fase na qual elas já aprenderam a mastigar completamente.

2. Doces
Muitas crianças já foram vítimas de engasgamento por causa de doces mais duros, como balas e pirulitos. Mesmo um doce pequeno, ou até mesmo algo macio como marshmallow, pode ficar preso na garganta ou vias respiratórias da criança. Por isso, o ideal é que esses doces sejam consumidos por crianças acima de 5 anos, e mesmo assim com cautela.

3. Uvas
Por ser um alimento escorregadio, a uva pode deslizar facilmente pela garganta da criança e causar engasgamento. Pediatras sugerem que pais ou responsáveis só deem uvas aos pequenos acima de 4 anos, ou que corte cada uma delas ao meio antes de servir à criança. O mesmo vale para cerejas.

 

4. Cachorro-quente
alimentos proibidos para crianças pequenas

Este sanduíche pode parecer inofensivo, mas já causou diversos problemas em crianças com menos de 3 anos de idade. A textura mais firme da salsicha junto com a maciez do pão pode ficar presa na garganta quando a criança tenta engolir o alimento. Mesmo pedaços pequenos podem ser perigosos. Se a criança insistir em comer o sanduíche, corte em pedaços bem pequenos e diga para ela mastigar bem antes de engolir.

5. Pedaços de queijo e carne
Assim como o cachorro-quente, a carne e o queijo podem ser difíceis para a criança quando ela tenta engolir. Por isso, devem ser cortados em pedaços bem pequenos, e é importante que os responsáveis a observem enquanto ela está comendo.

6. Pasta de amendoim
Por ter uma consistência bem pastosa, a pasta de amendoim pode ficar presa na garganta. Por isso, é melhor evitar que crianças com menos de 2 anos de idade não consumam este alimento. E caso elas queiram comer, o ideal é passar uma camada bem fina sobre uma fatia de pão macio.

7. Chiclete
Este é um dos itens mais perigosos. A criança pode engolir o chiclete acidentalmente enquanto mastiga. Por isso, o chiclete deve ser banido.

8. Frutas e vegetais

alimentos proibidos para crianças pequenas

É claro que esses alimentos devem ser servidos às crianças por causa de suas propriedades saudáveis. No entanto, o ideal é que, no caso dos vegetais, estejam bem cozidos para ficarem macios, evitando problemas para engolir. Amassar com um garfo também é uma boa opção. No caso de frutas, opte por aquelas com texturas mais macias, como banana e mamão, também amassados. Frutas mais duras como maçã e pera podem ser servidas. Basta raspar com uma colher e oferecer à criança.

9. Pipoca
Crianças amam pipoca, mas o ideal é que somente pequenos acima de 4 anos de idade comam este alimento. Muitas crianças já foram parar no pronto-socorro por causa de engasgamento com pipoca.

Fonte: tiphero | Imagens: depositphotos

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=10592

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Essa criancinha tem 2 anos… que fofa!

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P   E   R   I   G   O ! ! !

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Salsichas estão matando crianças de até 5 anos há décadas

e ninguém divulga isso!

salsicha é sem dúvida um dos alimentos que as crianças mais pedem. Além disso, o preparo é rápido e, por muitas vezes, a mãe, na correria do dia a dia, opta por fazer o lanchinho usando salsicha. Fácil de cozinhar, fácil de comer, gostosa. No entanto, milhares de crianças morrem todos os anos por sua culpa. Sim, culpa das salsichas!

Um estudo da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, identificou os alimentos que mais provocaram engasgos em crianças de até 14 anos. Especialistas analisaram os dados obtidos a partir de milhares de visitas ao pronto-socorro causadas por engasgos não-letais, entre 2001 e 2009, e listaram os alimentos mais propícios a causarem esse tipo de incidente. A salsicha está em décimo lugar, e levou nada mais nada menos que 6.771 crianças engasgadas ao pronto-atendimento.  Outro estudo, desta vez envolvendo crianças com idade de 0 a 9 anos, enfocando os casos de morte, mostraram que a asfixia por salsichas causou mortes de crianças, sendo que, sete de dez mortes foram registradas com crianças até 3 anos.

Segundo o estudo, quando o engasgo é provocado por uma rodela circular de uma salsicha, não há nada o que fazer. Mesmo no Brasil, estes acidentes acontecem. Recentemente (2017) uma criança de 7 anos de idade que vivia em Apucarana, Paraná, morreu após se engasgar com um pedaço de salsicha e sofrer parada cardiorrespiratória durante a festa de comemoração de seu sétimo aniversário.

O PROBLEMA DA SALSICHA

 O problema é a forma como cortamos uma salsicha: cortada em rodelas. Durante uma demonstração assistida pela redatora do GuiInfantil Estefanía Esteban, uma equipe de emergências explicou às crianças do perigo de comer uma salsicha cortada em rodelas. O diâmetro circular de uma salsicha tem o tamanho que se acopla perfeitamente à traqueia de uma criança menor de três anos (até 5 anos em algumas). Se o pequeno não mastiga e a rodela fica na horizontal tampando a traqueia, além de impedir a entrada de ar terá um efeito ‘ventosa’. Ou seja, é muito difícil tirar esse pedaço de salsicha circular.

Por isso, alguns pediatras já recomendam extremar a precaução na hora de cortar certos alimentos e postergar a introdução deste tipo de alimento até os quatro ou cinco anos.  De acordo com um estudo de 2008,

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AS DEZ COMIDAS QUE TRAZEM MAIS RISCOS

DE ASFIXIA PARA CRIANÇAS PEQUENAS, INCLUEM:

SALSICHAS – UVASCENOURASOSSOS DE FRANGODOCESCARNEPIPOCA  e MAÇÃS

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salsichas estão matando crianças de até 5 anos há décadas e ninguém divulga isso

Este é o pior jeito de oferecer salsicha para seus filhos, o certo é cortar em cubinhos.

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Amoy é norte-americana e, graças ao Facebook, se transformou em

Amoy Antunet Shepherd tem 7 anos

e, ainda que esteja na escola primária, suas ambições são grandes: quer ser neurocirurgiã.

E até já começou a dar aulas pela internet. “Hoje vamos ver como funciona um neurotransmissor chamado GABA”, anuncia em um dos seus vídeos mais populares no Facebook.

“Não, não me refiro a Yo Gabba Gabba (série de televisão infantil norte-americana) , mas sim ao ácido gamma-aminobutírico”, complementa, exibindo um sorriso.

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Com uma explicação teórica digna de um professor universitário, mas com as palavras que usaria uma menina, Amoy também mostra seu laboratório.

“Estes são meus tubos de ensaio”, diz, apontando para pequenos cilindros. “E estes são meus béquers (recipientes de vidro usados em laboratório)”, acrescenta, mostrando os instrumentos para a câmera.

“Aqui estão minhas provetas. E estes são alguns dos meus microscópios”, detalha ainda, enquanto seu pai registra tudo no vídeo.

O interesse da menina pela ciência surgiu quando descobriu o microscópio que o pai usava para estudar biologia (Foto: Amoy Antunet/Facebook)

O interesse da menina pela ciência surgiu quando descobriu o microscópio que o pai usava para estudar biologia

(Foto: Amoy Antunet/Facebook)

“Eu gosto de ciência porque sempre há algo a aprender. Sempre está mudando”, conta a pequena à BBC.

Amoy vive em Atlanta, Geórgia, no sudeste dos Estados Unidos, e sua paixão pela ciência começou, aos três anos, descobriu o microscópio com o qual seu pai estudava biologia.

Em 2015, ele começou a publicar os vídeos da filha no Facebook. Alguns deles viralizaram, superando 2 milhões de visualizações e 5 mil comentários.

“Uau! essa pequena professora está me ensinando muito sobre neurotransmissores”, comenta um de seus seguidores na rede social.

“Excelente, senhorita! Siga em frente com esse bom trabalho!”, diz outra seguidora.

“Eu deveria ter ouvido isso antes do meu exame final de neuroteorias”, observa um terceiro internauta.

“Adorável”, “brilhante”, “um gênio”, dizem outros.

Futuro brilhante

A menina não só fala sobre neurotransmissores. Também explica em seus vídeos como funcionam o cérebro, o coração, os nervos e que é arco reflexo – a resposta imediata que temos à excitação de um nervo.

“Gostaria de um dia virar neurocirurgiã, para ajudar a pessoas com transtornos neurológicos, e também de ter meu próprio programa para que as crianças aprendam sobre ciência”, diz, em frente à câmera.

É incontestável que o talento da menina desperta surpresa e fascinação por parte de muitos.

Apesar disso, alguns comentários na rede social sugerem que seu pai, Davin Antonio Shepherd, talvez tenha feito pressão demais para transformá-la em uma estrela da internet.

Ele se defende das críticas.

“Não se pode pressionar alguém a aprender algo que não quer aprender”, disse ele à BBC.

“Ela é muito apaixonada por ciência. Se quisesse ser cozinheira, eu cozinharia com ela. Mas quer fazer experimentos científicos. E sempre foi muito fácil para mim ajudar a alimentar sua paixão.”

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Esperança…

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