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Archive for 19 de março de 2020

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O impacto de uma quarentena na saúde mental
Pesquisa realizada durante a epidemia de Sars mostra que a situação provoca reação semelhante ao estresse pós-traumático

Apesar de todos saberem sobre a necessidade de evitar qualquer convívio social para conter o novo coronavírus, controlar a vontade de ir para a rua ou encontrar outras pessoas é uma tarefa difícil. Enfrentar uma quarentena pode ter impacto na saúde mental dos indivíduos.

É o que mostra uma revisão de pesquisas, publicada este mês na revista científica “The Lancet”, sobre os efeitos psicológicos da quarentena durante o período da epidemia de SARS, a síndrome respiratória aguda que surgiu em 2002. De acordo com o levantamento, 29% apresentaram sintomas de estresse pós-traumático, enquanto 31% tiveram depressão depois do isolamento.

Os efeitos psicológicos da quarentena incluem depressão e estresse pós-traumático  — Foto: Leo2014 por Pixabay

Os efeitos psicológicos da quarentena incluem depressão e estresse pós-traumático — Foto: Leo2014 por Pixabay

Portanto, esse efeito colateral da pandemia que vivemos também tem que ser objeto de atenção da saúde pública. O período de quarentena pode desencadear um estado permanente de ansiedade. Além do medo de contrair a doença, quase sempre há perdas financeiras, por isso é tão importante que o governo disponibilize um canal de informações eficiente e permanente.

Numa entrevista para a revista eletrônica “Quartz”, o psicólogo e escritor Frank McAndrew disse que uma quarentena pode ser especialmente angustiante porque as pessoas se veem à mercê de outros e de forças incontroláveis, como é o caso de uma pandemia. Como a médica geriatra Claudia Burlá afirmou na coluna de terça deste blog, já que os idosos devem ficar em casa, esta pode ser uma oportunidade para introduzir ou ampliar o alcance do mundo digital em seu dia a dia. Além de conversar com amigos e parentes, eles podem fazer exercícios e se divertir com jogos que ajudam a passar o tempo.

Os efeitos do isolamento ainda são tímidos no Brasil, mas pedi depoimentos sobre a experiência e agradeço a todos que compartilharam suas impressões. Fernando Adas percebe um aumento da solidariedade: “gente compartilhando álcool gel, conselhos, serviços”. Daniel Marques está há uma semana em casa e, para combater o tédio, visita museus virtuais e aproveita para arrumar todas as gavetas.

Eduardo Zugaib escreve uma série de crônicas sobre o diário da quarentena, tentando abordar o tema de forma bem-humorada: “a escrita é terapêutica”, avalia. Já Alberto Monteiro Netto se preocupa com os profissionais liberais, autônomos e pequenos comerciantes: “esses não terão salário e ainda temo que depois haja um movimento de demissões”. A consultora de RH Claudia Fernandes divide com ele a inquietação: “os boletos vão continuar chegando”.

Juliana Peixoto dos Anjos está em Portugal e assume: “estou tendo crise de pânico e ansiedade. Passo o tempo todo comendo, fumando ou na janela”. Elizabete Antunes também mora em Portugal, com o marido e a enteada, e reconhece que ficar trancada a angustia: “não vejo a hora de isso acabar. Minha casa é um QG animado de encontros, mas todos estão levando o isolamento a sério”. Teresa Cas vive em Cannes e afirma que normalmente é caseira, “mas estar proibida de sair vem me causando mal-estar e sinto fome à toda hora, o que não é normal. Preciso sair para alimentar os gatos de uma amiga, que não conseguiu voltar para a França, e sempre tenho que preencher um formulário para provar a necessidade de estar fora de casa, caso seja interpelada pela polícia”. Vamos precisar muito de uma corrente de solidariedade.

https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2020/03/19/o-impacto-de-uma-quarentena-na-saude-mental.ghtml

TOPO
Por Mariza Tavares
Jornalista, mestre em comunicação pela UFRJ e professora da PUC-RIO, Mariza escreve sobre como buscar uma maturidade prazerosa e cheia de vitalidade.

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Que legal!

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Para alertar sobre combate ao coronavírus, Turma da Mônica coloca Cascão para lavar as mãos — Foto: Reprodução/Twitter

A Turma da Mônica se reuniu para alertar sobre a importância da higiene pessoal no combate à disseminação do coronavírus. Para isso, colocou Cascão para lavar as mãos.
Em uma imagem publicada na página oficial da história em quadrinhos, Mônica, Cebolinha, Magali e outros personagens da famosa turminha colocam Cascão diante de uma torneira e alertam: “Lavar as mãos salva vidas”. O personagem é famoso por seu medo de água.
“Já lavaram as mãos? Esta é a principal forma de se prevenir contra o novo coronavírus”, destaca o post no Twitter oficial da Turma da Mônica.

Para alertar sobre combate ao coronavírus, Turma da Mônica coloca Cascão para lavar as mãos
‘Lavar as mãos salva vidas’, incentiva Mônica, Cebolinha, Magali e outros personagens da história em quadrinhos.


Para alertar sobre combate ao coronavírus, Turma da Mônica coloca Cascão para lavar as mãos  — Foto: Reprodução/Twitter
DJ Pedro Sampaio faz remix de ‘Lavar as mãos’ após cancelar shows

CADA UM OFERECENDO O QUE SABE E O QUE PODE!!!!
FRATERNO!

https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2020/03/19/para-alertar-sobre-combate-ao-coronavirus-turma-da-monica-coloca-cascao-para-lavar-as-maos.ghtml

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Sobrevida do coronavírus em cinco superfícies e materiais — Foto: Arte/G1
Sobrevida do coronavírus em cinco superfícies e materiais — Foto: Arte/G1

A pesquisa simulou pessoa tossindo ou espirrando usando um nebulizador, e descobriu que o vírus se tornou uma espécie de poeira – suas partículas ficam suspensas no ar – tornando-o detectável por quase três horas.

Segundo a AFP, um artigo feito por cientistas chineses descobriu que uma forma aerossolizada do novo coronavírus estava presente nos banheiros de pacientes de um hospital de Wuhan. Segundo estudos, o novo coronavírus é eliminado nas fezes.
Ainda segundo a agência, uma forma aerossolizada de SARS foi responsável por infectar centenas de pessoas em um complexo de apartamentos em Hong Kong, em 2003, quando uma rede de esgoto vazou para um ventilador de teto, criando uma fumaça carregada de vírus.

Tecidos e itens congelados

Flavio Fonseca, virologista e integrante do centro de pesquisa em vacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), explica que não há estudos sobre a viabilidade dos vírus em diferentes tipos de tecidos. Os estudos apontam que de forma geral os vírus podem ter sobrevida de 72 a 96 horas.

“Como os tecidos são poroso, muitas vezes os materiais orgânicos – gotículas de saliva, secreções respiratórias – ficam retidos nos poros e às vezes fica limitada a acessibilidade do sabão e da água. A proteção desses poros aumenta a sobrevida do vírus de 72 a 96 horas” – Flavio Fonseca, virologista e integrante do centro de pesquisa em vacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Fonseca explica que os vírus são estruturas muito simples, que têm mais facilidade em sobreviver do que uma célula, por exemplo. Isso reflete na capacidade que eles, em geral, tem em se manter mesmo em itens congelados, como sobre a superfície de objetos colocados no freezzer ou congelador.


“Normalmente, se você pega uma amostra e congela e depois descongela, o vírus se mantém viável. A gente costuma congelar as amostras de vírus a -20º, ao descongelar, maior parte dessas partículas continuam viáveis. Com muito pouca perda” – Flavio Fonseca, virologista


Comparativo entre Sars

Por isso, o estudo norte americano, comparou o tempo de sobrevivência do vírus SARS-CoV-2 e do SARS-CoV-1. O primeiro é o coronavírus, responsável pela Covid-19. O segundo, é o vírus que provoca a Influenza. Os vírus foram testados por 7 dias em diferentes superfícies a uma temperatura entre 21 e 23ºC, com 40% de umidade.

A comparação entre os dois vírus demonstrou que eles possuem características semelhantes, apesar de, em algumas superfícies, variar o tempo de sobrevivência.

“Isso indica que as diferenças nas características epidemiológicas desses vírus provavelmente surgem de outros fatores, incluindo altas cargas virais no trato respiratório superior e o potencial de pessoas infectadas com SARS-CoV-2 transmitirem o vírus enquanto assintomáticas”, aponta o estudo.
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Sobre os velhos coronavírus e suas resistências

Em um outro trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade de medicina de Greifswald, na Alemanha, foi feita a revisão de estudos já divulgados sobre os outros tipos de coronavírus o SARS-CoV e o MERS-CoV.

Neste estudo, foi verificado que estes vírus sobrevivem da seguinte maneira as superficies:

Aço – a 21°C – 5 dias
Alumínio – a 21°C – 4 a 8 horas
Vidro – a 21°C – 5 dias
Plástico – temperatura ambiente – 2 a 6 dias
PVC – a 21°C – 5 dias
Borracha de silicone – a 21°C – 5 dias
Luva de latex – a 21°C – 8 horas
Cerâmica – a 21°C – 5 dias
Teflon- a 21°C – 5 dias

Segundo o estudo, que ainda não tem os resultados do novo coronavírus, em diferentes tipos de materiais, ele pode permanecer infeccioso por entre 2 horas e até 9 dias. Como o estudo considerou diferentes tipos de coronavírus, observou-se que alguns deles têm menos resistência a temperatura mais alta, como 30°C ou 40 °C.

Entendendo o vírus

Flavio Fonseca, virologista e integrante do centro de pesquisa em vacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) explicou ao G1 que o tempo de sobrevida do vírus depende, também, do material orgânico que ele tem contato.

“Uma gotícula de saliva, por exemplo, ela não tem só água, ela tem proteínas da saliva. Uma gotícula de secreção respiratória tem muco, que tem proteína, tem resto de célula. Todo esse material orgânico protege o vírus. Esse material orgânico consegue formar uma capa ao redor do vírus. Quando tem muco, catarro, essas coisas, o vírus fica viável por muito tempo, em qualquer superfície, é claro que se a superfície for porosa ele pode durar muito mais” – Flavio Fonseca, virologista e integrante do centro de pesquisa em vacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

O professor Júlio Borges, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos, explica que o tempo de sobrevivência dos vírus é variável e depende do tipo, da superfície e das condições ambientais.

“Quando o vírus é exposto ao ambiente ele sofre desidratação e isto pode ocasionar danos à estrutura das biomoléculas e levá-lo ao desmonte e à sua inviabilidade em infectar as células do hospedeiro” – Júlio Borges, do Grupo de Bioquímica e Biofísica de proteína da Universidade de São Paulo(USP) de São Carlos.

O professor ressalta a importância da constante higienização das superfícies com desinfetantes em geral:
álcool em gel 70%, água sanitária, sabão.


https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/03/19/quanto-tempo-o-coronavirus-sobrevive-nas-superficies-estudo-aponta-que-plastico-e-aco-ampliam-a-sobrevida.ghtml

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