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Archive for 16 de março de 2020

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Goiânia – Um forte debate tem se desenrolado nas escolas, lares, meios de comunicação e nas redes sociais sobre como proceder com relação a aulas, ter ou não ter aulas em decorrência da pandemia do corona vírus (covid-19), e, em caso de suspensão das aulas por um período, o que deverá ser feito? Considerar tal período como férias antecipadas ou simplesmente excluir o período do calendário escolar?
 
Tudo tem um começo!
Para os menos familiarizados explico que a Educação Pública e Privada é regulamentada pela LDB – Lei de Diretrizes e Base da Educação, Lei número 9.394 de 20 de dezembro de 1996 e que vem sofrendo alterações no decorrer do tempo. 
 
O que diz a lei?
A LDB, em seu Capítulo II, Seção I – Das Disposições Gerais, Artigo 23 determina em seu parágrafo 2 que “O calendário escolar deverá adequar-se às peculiaridades locais, inclusive climáticas e econômicas, a critério do respectivo sistema de ensino, sem com isso reduzir o número de horas letivas previsto nesta lei”, ainda, o Artigo 24, item I define: “a carga horária mínima anual será de oitocentas horas para ensino fundamental e médio, distribuídas por um mínimo de duzentos dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado aos exames finais, quando houver;”, essa redação foi dada pela Lei número 13.415 de 2017.

Traduz por favor?
Ao ser criada, a LDB determinou que a flexibilidade é um dos seus principais mecanismos, que foi pautada para assegurar a autonomia escolar, mas, que exige a regulação do sistema de tal forma que a qualidade do ensino seja garantida. Desta forma, o planejamento e a execução das atividades do ano letivo, devem ocorrer, sempre que possível, atentando as conveniências de ordem climática, econômica ou outras que justifiquem a medida, sem redução da carga de oitocentas horas anuais
 
Fica claro assim, que é dever dos gestores educacionais, seja ele na escola ou na rede, organizar o calendário, de tal forma que as horas mínimas sejam praticadas. 
 
Tá, mas e o vírus?
O vírus é uma questão de saúde pública e é dever de cada cidadão se prevenir e observar os orientações e regulações dos órgãos de saúde dos governos, e, é dever do Estado garantir a saúde da população. 
 
A escola é um ambiente seguro?
Não, quando se analisa os dados registrados no censo escolar, percebe-se que os serviços públicos de saneamento não são universalizados, ou seja, 11% das escolas públicas e privadas no Estado de Goiás não possuem água encanada de via pública, somente 53% das escolas possuem rede de esgoto conectada à rede pública, que a coleta de lixo periódica não ocorre em 6% das escolas, que 6% das escolas não possuem sanitários dentro do prédio principal e que 67% das escolas não possuem sanitários fora do prédio principal. E não existem profissionais capacitados em saúde nas escolas, o risco de contágio em ambientes assim é altíssimo.
 
Então é só liberar os alunos e professores!
Não, os governantes e gestores não podem executar ações isoladas para o enfrentamento da pandemia, no caso da educação, é preciso observar que muitos alunos da rede pública só se alimentam, ou fazem a sua principal alimentação na escola, e, o seu fechamento poderá gerar outros problemas de cunho social, como a fome e o aumento da miséria e da criminalidade. Há ainda, os casos em que os pais precisam trabalhar e contam com o apoio das escolas para deixar seus filhos enquanto trabalham, e o fechamento das escolas geraria também um grave problema de ordem econômica.
 
É o fim?
Deste artigo sim, de tudo não – e quanto ao grau de evolução da pandemia eu não faço ideia! – os governantes, a sociedade civil e os segmentos organizados da sociedade precisam em conjunto encontrar soluções para o problema, e espero que cenários como este, possam contribuir para que os cidadãos escolham melhor seus governantes já nas próximas eleições e que os eleitos cumpram o que foi determinado na carta magna do país. 
 
 
*Ralph Rangel é especialista em educação e tecnologia e foi superintendente na Secretaria de Educação, Cultura e Esporte do Estado de Goiás.

https://aredacao.com.br/artigos/131043/a-educacao-em-tempos-de-pandemia

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Os belos cogumelos
O fotógrafo Slava Mishchenko encontrou nos cogumelos sua segunda paixão depois da fotografia, ambas instiladas por seu pai. Ele se considera um privilegiado em poder capturar essas imagens elegantes, delicadas e oníricas que fazem parte do imenso círculo da vida no reino da Mãe Natureza.
Fazendo suas imagens cercado por paz e sossego, ele assiste ao despertar da floresta. Primeiro, os sons dos pássaros, o barulho dos sapos, a batida de um pica-pau. Sentindo pura alegria e felicidade de ter a sorte de ver a natureza como um mundo especial mágico.
Convidamos você a uma emocionante jornada através das lentes de Slava para experimentar um novo mundo povoado por cogumelos e pequenos insetos.
Mais informações: www.vmishchenko.com | Facebook

https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=15482
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IMAGENS MA*RA*VI*LHO*SAS:

Este ano, os juízes do Prêmio Internacional de fotos Siena de 2018 tiveram a tarefa invejável de peneirar nada menos que 48.000 envios de 156 países. No entanto, os resultados estão aqui, e as 20 imagens que você está prestes a ver abaixo são algumas das melhores. Aprecie!

MAIS:
https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=12705
Siena Photo Awards
Camelos no deserto, Mongólia (2º Lugar Na Categoria Geral De Cores)
Siena Photo Awards
A Onda, Águas Antárticas (3º Lugar Na Categoria Viagens E Aventuras)
Siena Photo Awards
O pulo, Canadá (menção honrosa aos animais em sua categoria ambiental)
Siena Photo Awards
Amor em cima das pedras (prêmio notável aos animais em sua categoria de ambiente)
Dois leopardos-da-neve mostram afeição um pelo outro. Localização desconhecida.
Siena Photo Awards
Cuidado com o vão, Antártica (menção honrosa aos animais em sua categoria de ambiente)
Siena Photo Awards
Voando na praia, Países Baixos (menção honrosa na categoria de cor geral)
Siena Photo Awards
Garoto com artesanato de mãos, Etiópia (1º Lugar em Faces Fascinantes e Categoria de Personagens)

https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=12705
Siena Photo Awards
Compartilhando Emoção (Prêmio Notável em Faces Fascinantes e Categoria de Personagens)
Siena Photo Awards
El Calbuco, Chile (1º lugar na categoria beleza da natureza)

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Sobre DOHA – CATAR

O Catar
é um país peninsular árabe cuja paisagem abrange um deserto árido e um longo litoral no Golfo Pérsico (Árabe) repleto de praias e dunas. Também na costa, fica a capital Doha, conhecida pelos arranha-céus futuristas e pela arquitetura ultramoderna inspirada no antigo design islâmico, com exemplos como o Museu de Arte Islâmica, feito de calcário e localizado no calçadão à beira-mar da cidade, chamado de Corniche.

CapitalDoha
ContinenteÁsia
Moeda: Rial catarense
População: 2,639 milhões (2017) Banco Mundial
Língua oficial: Língua árabe

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