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Archive for 13 de dezembro de 2019

Matando a vontade… rs

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Panceta à mediterrânea

A carne suína curada e seca, feita com o corte de Panceta Suína Frimesa, servida com berinjela fatiada, tomate, cebola-roxa, cogumelos e molho inglês.


Ingredientes
Confira os ingredientes para preparar a receita de Panceta à mediterrânea.
Panceta Suína Frimesa
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
3 colheres de cheiro-verde picado
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto
2 ramos de alecrim
1 taça de vinho branco
2 berinjelas cortadas em lâminas finas
Tomates cortados em fatias finas
2 maços de manjericão
2 cebolas-roxas cortadas em fatias finas
1 xícara de cogumelos fatiados finamente
2 colheres de molho inglês
200 g de Queijo Mussarela Frimesa
Azeite

Modo de preparo de Panceta à Mediterrânea

Tempere a Panceta Suína Frimesa com cebola, alho, cheiro-verde, sal, pimenta, alecrim e vinho branco. Deixe pegar tempero de um dia para o outro e depois reserve.
Coloque a panceta em uma forma untada com azeite e leve ao forno preaquecido a 200ºC por 30 minutos.
Em seguida, retire a panceta do forno e coloque por cima o Queijo Mussarela Frimesa, as berinjelas fatiadas, as fatias de tomate, as cebolas-roxas, os cogumelos e o molho inglês.
Retorne a Panceta Suína Frimesa para o forno e asse por mais 30 minutos.
Depois disso, retire, corte em pedaços e salpique o manjericão fresco por cima. Regue com azeite, sal e pimenta.

https://acarnequeomundoprefere.com.br/receitas/panceta-a-mediterranea
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Receita de Panceta com bacalhoada
Panceta com bacalhoada
Uma mistura inusitada de carne suína com peixe e ingredientes refinados torna esta receita diferente e extremamente saborosa.


Ingredientes
Confira os ingredientes para preparar a receita de Panceta com bacalhoada.
Panceta Suína Frimesa
300 g de bacalhau dessalgado
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
3 colheres de cheiro-verde picado
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto
2 ramos de alecrim
1 taça de vinho branco
2 batatas grandes
½ xícara de azeitonas picadas
1 xícara de Creme de Leite Frimesa
Azeite de oliva a gosto
2 ovos cozidos
Barbante

Modo de preparo de Panceta com bacalhoada

Tempere a Panceta Suína Frimesa com cebola, alho, cheiro-verde, sal, pimenta, alecrim e vinho branco.
Deixe pegar tempero de um dia para o outro. Reserve.
Bacalhoada: cozinhe as batatas e reserve. Refogue a cebola e o alho no azeite de oliva.
Quando estiverem bem dourados, adicione o bacalhau e ajuste o sal.
Depois de refogado, junte o Creme de Leite Frimesa, as azeitonas, as batatas e um pouco mais de azeite.
Misture tudo e salpique cheiro-verde.
Retire do tempero a panceta e recheie com o bacalhau e os ovos cozidos.
Enrole e amarre com barbante.
Leve ao forno preaquecido a 180ºC por 50 minutos.
Vire o preparo a cada 10 minutos, regando com azeite para que todos os lados fiquem bem dourados e, se possível, crocantes.
Retire do forno, deixe esfriar por alguns minutos e corte em fatias.
Sirva em um prato com bastante azeite.

https://acarnequeomundoprefere.com.br/receitas/panceta-com-bacalhoada
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Suculento e crocante, o prato faz o maior sucesso entre a clientela
(Vanessa Rodrigues/AT)


Torresmo de rolo é estrela de restaurante
Recanto do Nenê é um espaço bem familiar e com comida boa inaugurado em outubro na Vila Valença, em São Vicente


Imagina uma panceta bem crocante, saborosa e que derrete na boca… Delícia, não? Pois ela pode ser encontrada no Recanto do Nenê, um espaço bem familiar e com comida boa inaugurado em outubro na Vila Valença, em São Vicente.

Apaixonado por carne de porco, Luiz Roberto Magalhães de Menezes, o Nenê, sempre quis abrir um restaurante, que acabou viralizando no Instagram @recantodonene com um vídeo do suculento e crocante torresmo de rolo (R$ 60, o quilo), que virou a maior estrela da casa e sucesso entre os clientes. 

Na verdade, trata-se de uma panceta preparada no capricho pelo proprietário, que testou diversas receitas. “Demorei meses até ficar do jeito que eu imaginei. Testei mais de 300 quilos de panceta e descobri várias maneiras de deixá-la temperada mas de um jeito que não roubasse o sabor dos outros alimentos. O porco é saboroso quando bem preparado”, explica Nenê, contando que eles os amigos adoram carne de porco. 

Além do torresmo, o Recanto tem um bufê variado por quilo (R$ 39,90), com opções de carnes, frangos, peixes legumes, verduras e saladas. 
Aos sábados, o lugar serve a tradicional feijoada e Nenê explica que os richôs dos acompanhamentos são separados. “Tem o do lombo, o da costela, da carne seca…”. 
Serviço: O Recanto do Nenê (Rua Brás Cubas, 256, Vila Valença). Funcionamento de segunda a sábado das 11h às 15h. 

Thaís Lyra
Da Redação
22.11.19 14h31
 – Atualizado em 13.12.19 20h51

https://www.atribuna.com.br/variedades/boamesa/torresmo-de-rolo-%C3%A9-estrela-de-restaurante-1.76772
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Foto: Shutterstock

Receita de Panceta à moda
Por Irene Sanches


Ingredientes
1kg de panceta de porco em uma única peça
1 1/2 xícara (chá) de vinho branco seco
1 cebola média ralada
4 dentes de alho amassados
1/2 colher (chá) de sal
Suco de 2 limões
Modo de preparo

Em uma travessa, cubra a panceta com o vinho e deixe descansar na geladeira por 24 horas.
Retire do vinho e adicione a cebola, o alho, o sal e o suco de limão, esfregando por toda a carne.

Deixe descansar por 20 minutos.
Leve à churrasqueira com o lado da gordura voltado para baixo e asse por 20 minutos ou até ficar pururucando.

Vire e grelhe por mais 10 minutos.
Fatie e sirva em seguida, acompanhado de arroz e salada de rúcula.

Rendimento: 4 porções

https://www.comidaereceitas.com.br/carnes/panceta-a-moda.html

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Cuidemos das crianças…

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Açúcar não combina com criança e nos primeiros dois anos deve ficar longe delas
POR JULIANA CARREIRO

Dados recentes do Ministério da Saúde revelam que 49% das crianças brasileiras, com menos de 2 anos, têm metade da sua alimentação diária composta por ultraprocessados, como farináceos, bebidas lácteas, refrigerantes e biscoitos. Ainda segundo o órgão federal,15,9% das crianças com menos de 5 anos já apresentam excesso de peso no País. A obesidade infantil é uma das possíveis consequências desse consumo excessivo e precoce, mas certamente não é a única. 
 
O Guia Alimentar Para a População Brasileira, publicado em 2014 pelo Ministério da Saúde, já tinha entre suas principais orientações a redução do consumo de produtos  ultraprocessados e o aumento da ingestão de alimentos naturais. Recentemente foi lançada uma nova versão do documento: o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 anos. A publicação traz entre as atualizações a recomendação de que as crianças menores de dois anos não tenham nenhum contato com açúcar, nem com ultraprocessados. 
 
É fato que o excesso de peso aumenta a predisposição à doenças crônicas não-transmissíveis, como diabetes tipo 2, hipertensão, colesterol alto, problemas cardíacos e até câncer, males normalmente relacionados os adultos, mas cada vez mais comuns entre os pequenos. De acordo com o nutricionista da Fiocruz, Cristiano Boccolini:  “O cenário de obesidade infantil é muito preocupante, com índices cada vez mais altos de diabetes e hipertensão. Cada vez mais as crianças estão recebendo produtos ultraprocessados em vez de comida de verdade. Temos de desembalar menos e descascar mais”.
 
O Guia segue uma recomendação do Programa dos Mil Dias, da Organização Mundial da Saúde, a OMS, que também sugere o que deve, ou não, frequentar a rotina alimentar das crianças. Esta preocupação acontece porque os alimentos oferecidos neste período irão interferir diretamente na formação dos sistemas endócrino, imunológico e neurológico. O pico de formação do sistema nervoso central se dá entre o terceiro trimestre de gestação e o décimo oitavo mês de vida, nesta fase há, portanto, uma grande necessidade de nutrientes. É também uma fase na qual as crianças ingerem pequenas quantidades de alimentos por vez, então, se as refeições forem compostas de produtos formados por calorias vazias, como: açúcar, sódio e gordura, que estão na composição dos ultraprocessados, eles irão deixar os pequenos saciados e ocuparão o espaço das vitaminas, fibras e minerais, presentes nos alimentos naturais. Essa substituição faz com que as crianças fiquem mal nutridas e tenham seu desenvolvimento prejudicado.
O açúcar é prejudicial aos consumidores de todas as idades. Ele serve de alimento para fungos e más bactérias, que atrapalham o funcionamento do intestino, consequentemente, prejudica a absorção de vitaminas e minerais e rouba energia do sistema nervoso central, gerando cansaço, sonolência, irritabilidade, falta de concentração, enxaqueca e aumento da gordura corporal, entre muitos outros  sintomas, que variam de acordo com a predisposição genética de cada indivíduo. Além dos problemas ligados diretamente a ele, o seu consumo está quase sempre associado ao dos ultraprocessados, produtos como: bolachas recheadas, refrigerantes, bolos prontos, margarina, caldos, molhos e temperos prontos, macarrão instantâneo, gelatina etc, ricos em aditivos químicos, que são comprovadamente bastante nocivos ao cérebro e ao intestino em todas as fases da vida, muitos deles já são proibidos em outros países. Os efeitos negativos destes alimentos permanecem com o passar dos anos, portanto, o contato com eles deve ser sempre moderado.
 
O Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 anos apresenta orientações de consumo com base no nível de processamento dos alimentos, dicas de culinária, inclusive para vegetarianos e informações sobre os direitos relacionados à alimentação infantil, entre outras informações.

O documento pode ser acessado por meio do link: http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/guia_da_crianca_2019.pdf

https://emais.estadao.com.br/blogs/comida-de-verdade/acucar-nao-combina-com-crianca-e-nos-primeiros-dois-anos-deve-ficar-longe-delas/
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Esta criança pesa 191kg e come cinco grandes refeições por dia
Com apenas 10 anos, Arya Permana é considerado o menino mais obeso do mundo. Começou agora a fazer dieta por ordem médica


Uma criança natural de Cipurwasari, na Indonésia, é uma atração turística por causa do próprio peso. Arya Permana pesa 191 quilos e tem apenas 10 anos. Não consegue ir à escola, pois tem dificuldade em movimentar-se.
Depois de vários médicos locais terem tentado descobrir o porquê da obesidade mórbida do menino e dessas investigações terem sido inconclusivas, um outro grupo de médicos deslocou-se à vila de Cipurwasari e recorreu a uma panóplia de exames com o objetivo de traçar o perfil genético de Arya. Os investigadores concluíram que a genética da criança não é razão para a obesidade de que sofre e por isso decidiram desenvolver um plano de dieta para o menino.
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Em entrevista à BBC, a mãe da criança revela que Arya Permana come dois pratos de massa por dia e mais duas porções de sopa de almôndegas, sendo que se alimenta como um adulto. Durante o Ramadão (nono mês do calendário islâmico durante o qual os muçulmanos praticam o jejum ritual) Arya só consegue estar sem comer metade do total das horas em que deveria estar em jejum. Numa tentativa de fazer cumprir a tradição islâmica, os pais de Arya não o alimentaram nas primeiras horas da manhã, mas o resultado não foi o melhor. O menino começou a ter dores intensas no estômago, vendo-se obrigado a comer.
Estou preocupada porque ele não consegue andar”, confessou Rokaya, a mãe do menino.
Para além de não conseguir ir à escola, a criança não consegue fazer outras atividades habituais para os mais novos, como brincar. Arya passa os dias deitado a jogar num tablet e só brinca quando outras crianças o vão visitar.

https://tvi24.iol.pt/internacional/obesidade-infantil/esta-crianca-pesa-191kg-e-come-cinco-grandes-refeicoes-por-dia
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Com 10 anos de idade
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Com apenas 13 anos, Arya Permana pesava 191 quilos. Apelidada como “a criança mais gorda do mundo”, Arya foi submetido a uma cirurgia para receber uma banda gástrica, que o ajudou a perder metade do peso.

Segundo avança o jornal The Sun, a criança alimentava-se de noodles, refrigerantes e batatas fritas. O excesso de peso estava a colocar em risco a sua própria vida, mas foi uma dieta rica em peixe e vegetais que permitiu Arya perder cerca de 95 quilos.
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Transformação incrível! ‘Criança mais obesa do mundo’ perde 100 kg
Arya Permana, 12, chegou a pesar 200 kg. Agora mais magro, o garoto indonésio sonha se tornar jogador profissional de futebol


Arya Permana, 12 anos, passou por uma incrível transformação. O garoto indonésio, que chegou a ser considerado a criança mais obesa do mundo com 200 kg, agora está 100 kg mais magro e até sonha se tornar um jogador profissional de futebol. As informações são do tabloide britânico The Sun

“Nós estamos muito felizes em vê-lo viver uma vida saudável”, afirmou Rokayah Somantri, mãe do menino
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Os pais reconheceram que tiveram alguma culpa pelo que aconteceu e revelaram que o excesso de peso do filho foi muitas vezes motivado pelo excesso de mimos que lhe davam, suportado pela incapacidade de dizer ‘não’ a todos os pedidos da criança.

Para os pais de Arya a operação tornou-se a melhor coisa que poderia ter acontecido na vida do filho. Arya prepara-se para uma nova cirurgia, desta vez para remover o excesso de pele com que ficou após perder tanto peso.

https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/crianca-mais-gorda-do-mundo-perde-metade-do-peso-apos-dieta-saudavel
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Bebê de OITO meses!
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Pesa quase TRINTA quilos…
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Tem 3 anos de idade… e pesa SESSENTA quilos!
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Como a obesidade infantil afeta o corpo?
Excesso de tecido adiposo pode comprometer vários órgãos e sistemas

Por Gabriela Portilho
access_time25 jul 2018, 17h21 – Publicado em 6 nov 2017, 18h35
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A obesidade infantil é a doença crônica que mais prevalece na população infantil, atingindo uma em cada três crianças no Brasil. Nos EUA a situação é ainda mais grave, e talvez, pela primeira vez na história, as crianças norte-americanas poderão ter uma expectativa de vida menor do que a dos seus pais devido aos quadros de obesidade. Apesar de as causas poderem ser genéticas, 95% dos casos estão ligados à falta de atividades físicas e à alimentação incorreta, com excesso de gorduras e açúcares. Filhos de pais obesos possuem muito mais chances de desenvolver o problema, já que podem adquirir dos pais os maus hábitos alimentares. Mas a questão vai além dos quilinhos a mais, que atrapalham a vida social da criança. “A obesidade pode trazer uma série de fatores de risco associados a ela e reduzir a qualidade e a expectativa de vida dos pacientes”, explica Maria Edna de Melo, doutora em endocrinologia pela USP e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

1) CÉREBRO
Crianças obesas têm mais chances de desenvolver um quadro em que o fluido que envolve o cérebro aumenta em quantidade, o que eleva, por consequência, a pressão no órgão. Ainda não se sabe ao certo por que isso acontece, mas o problema pode causar dores de cabeça severas, visão embaçada e náuseas. Alguns estudos sugerem também que crianças obesas são mais propensas a apresentar lesões cerebrais similares às de pacientes com Alzheimer

2) OLHOS

Pessoas obesas têm o dobro de chances de se tornarem completamente cegas devido à maior propensão em desenvolver diabetes tipo 2. Pacientes obesos também têm maior dificuldade em combater os radicais livres, o que prejudica a capacidade de regeneração das células. Na retina, isso pode levar à degeneração da mácula – uma pequena região responsável pela visão de detalhes

3) CORAÇÃO

O excesso de peso pode expandir o volume total de sangue, forçando o coração a trabalhar mais. Conforme envelhecemos, isso vai se tornando ainda mais difícil. Em alguns casos, o tamanho do músculo cardíaco e do átrio esquerdo pode ser maior entre as crianças obesas, o que afeta a capacidade do coração de se encher de sangue, levando a um aumento no bombeamento cardíaco

4) PULMÕES

A gordura na região do tórax pode pressionar os pulmões contra o diafragma, dificultando sua expansão durante a absorção de oxigênio. É por isso que crianças obesas podem sentir falta de ar, mesmo estando paradas. Elas também têm de duas a cinco vezes mais chances de desenvolver apneia do sono, uma interrupção da respiração enquanto dormem. Isso aumenta os riscos de infarto e AVC

https://super.abril.com.br/mundo-estranho/como-a-obesidade-infantil-afeta-o-corpo/
OLHOS, acima
CORAÇÃO, acima
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Obesidade infantil pode surgir do mau exemplo dos pais para os filhos
Estudo feito em seis países mostra que os hábitos e a genética da família podem influenciar em até 60% do índice de massa corporal de uma criança. Segundo especialistas, as atitudes do dia a dia são as principais responsáveis pelo ganho de peso


Em um mundo cada vez mais pesado, as crianças estão herdando dos pais um triste legado: a obesidade. Estudos recentes evidenciam o papel crucial da família nesse fenômeno crescente, estimado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 42 milhões de casos — e isso considerando apenas a faixa etária até os 5 anos. Uma nova pesquisa da Universidade de Sussex, na Inglaterra, mostrou que, no geral, 20% da composição do índice de massa corporal (IMC) de meninas e meninos vem do pai e da mãe. Entre os pequenos que estão muito acima do peso, contudo, essa proporção aumenta para 55% a 60%. Isso significa que mais da metade do risco de ser obeso é determinado pela combinação de genética e ambiente familiar.

O estudo foi realizado com 100 mil crianças e seus pais no Reino Unido, nos Estados Unidos, na China, na Indonésia, na Espanha e no México. “Nossas evidências vieram de dados coletados por diversos locais do mundo, com diferentes padrões de nutrição e obesidade — de uma das populações mais obesas do mundo, os Estados Unidos, aos dois países mais magros, a China e a Indonésia”, diz Peter Dolton, professor da Universidade de Sussex e principal autor do trabalho. “Descobrimos que o processo de transmissão intergeracional (da obesidade) é o mesmo em todos esses diferentes países”, observa.

Embora quando se fale em herança e transmissão de características seja irresistível associá-las à genética, o problema é muito menos dos genes e bem mais dos hábitos ruins. “A obesidade é multifatorial. Mães obesas tendem a gerar filhos que serão obesos, e há doenças genéticas que podem alterar o apetite”, reconhece a endocrinologista pediatra Fabiana de Luccas, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria. “Mas isso é exceção. Os hábitos têm um peso muito grande. A sociedade moderna trouxe muitas vantagens, mas também trouxe comida de caixinha, falta de tempo para cozinhar em casa, sedentarismo…”, enumera.

A culpa não é só do hambúrguer com batata frita ingerido eventualmente, depois do cinema. O problema, de acordo com um estudo da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, está nos hábitos familiares, repetidos no dia a dia. Para investigar a influência dos lanches rápidos e altamente calóricos na incidência da obesidade infantil, cientistas da instituição examinaram dados da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (Nhanes), realizada nos Estados Unidos entre 2007 e 2010. Os dados revelavam a ingestão dietética diária e a origem do alimento e da bebida consumidos (fast food, restaurante, casa etc).

No total, houve informações de 4.466 crianças e adolescentes de 2 a 18 anos, categorizados como não consumidores de fast food, consumidores pouco frequentes (menos de 30% das calorias vinham desse tipo de lanche) ou consumidores excessivos (mais de 30% das calorias provenientes). Em seguida, os pesquisadores determinaram quais fatores estavam mais associados ao risco de obesidade. As análises estatísticas mostraram que o consumo exagerado de lanches gordurosos é apenas parte de um padrão alimentar muito maior, adquirido pelas crianças obesas ainda muito pequenas, na família. Essa receita inclui poucas frutas e vegetais, muito alimento processado e abundância de bebidas açucaradas.

“É isso que está levando à obesidade infantil. Comer fast food é apenas um comportamento a mais que resulta desses maus hábitos. Só porque as crianças que comem mais fast food são as mais propensas a se tornar obesas, isso não prova que as calorias desses lanches sejam as culpadas”, disse, em nota, Barry Popkin, professor de nutrição da universidade e principal autor do estudo. “O trabalho apresenta fortes evidências de que a dieta infantil está mais fortemente associada à má nutrição e à obesidade. Enquanto que reduzir esse tipo de alimento (fast food) é importante, o resto da dieta da criança não deve ser subestimado”, completou Jennifer Poti, coautora do artigo.


Mudança coletiva

Autora do livro Por que não posso comer besteiras todos os dias?, voltado a alunos do ensino fundamental, a nutricionista Joana Lucyk chama a atenção para o envolvimento de toda a família na mudança de hábitos. “Crianças seguem exemplos, e os pais devem mudar de atitude com elas, para que a reeducação seja eficaz. Ter um comportamento alimentar e cobrar outro diferente é incoerente e ineficaz”, observa. A especialista, que não participou do estudo, também ressalta a importância de políticas públicas nesse sentido. (Leia Três perguntas para.) “Deve-se sempre trabalhar o conhecimento, tanto em campanhas governamentais quanto em casa e no privilegiado ambiente escolar.” Mãe de um menino de 10 anos que é obeso, Eloá Batista, de 39, reconhece a influência do ambiente familiar no ganho de peso do filho. “Eu sou obesa mórbida. A última vez que pesei, estava com mais de 120kg, e a vida diária é uma luta para mim. Meu filho sempre me ajudou bastante, porque meu peso faz tudo ser mais difícil, mas, infelizmente, ele também adotou meus maus hábitos alimentares”, reconhece. O menino, segundo ela, tem 88kg, dor nas costas e no joelho frequentemente, além de dificuldades para respirar. “Na idade dele, eu não pesava nem 50kg. Dói muito ver meu filho tão obeso e não conseguir controlar nem o que eu como”, diz a servidora pública.

Dependência e poucas regras

O tratamento da obesidade infantil não pode se limitar à criança nem a um profissional. “A família é muito importante, não só porque é nesse ambiente que a criança aprende a se alimentar, mas é onde ela desenvolve todos os seus hábitos. A obesidade surge no contexto familiar e, por isso, a família toda precisa ser tratada”, defende a psicóloga Maria Alexina Ribeiro, professora da Universidade Católica de Brasília (UCB), onde coordena a pesquisa “Atendimento a crianças e adolescentes com transtornos alimentares e obesidade e suas famílias: consolidação de uma metodologia psicossocial”.

Nesse projeto, que envolve alunos de mestrado e doutorado da instituição, os profissionais usam diversas estratégias terapêuticas para tentar provocar mudanças nos hábitos e na dinâmica familiar. O psicólogo Vladimir Melo, que assina com Maria Alexina Ribeiro o livro Obesidade infantil: interações familiares e ciclo de vida numa perspectiva sistêmica, explica que esse transtorno alimentar não está associado apenas ao excesso de ingestão calórica. “Nós observamos que essas famílias têm um padrão, com dois aspectos. Um é a falta de regras, os limites são fracos. O outro é o grau de coesão familiar, que é muito grande. Às vezes, isso prejudica a autonomia e a individualidade. Quando a família é muito coesa, é muito difícil para a criança ser diferente do grupo. Geralmente, são crianças mais dependentes e inseguras”, observa Melo, que pesquisou esse tema para o mestrado. Agora, no doutorado, ele investiga o papel dos avós no processo.

O psicólogo explica que, muitas vezes, a própria família cria situações — consciente e inconscientemente — para boicotar a dieta das crianças. De acordo com ele, há um mecanismo de negação muito forte, a ponto de prejudicar a saúde dos pequenos. “A família resiste o quanto pode a tomar conhecimento da obesidade da criança”, diz. Melo afirma que apenas quando um exame comprova que os filhos estão com a saúde comprometida é que os pais costumam tomar alguma providência. “Por isso o ideal é, primeiro, conhecer as dificuldades dessa família, ver como ela trabalha as regras e limites, o excesso de coesão… É um processo lento e difícil”, reconhece.

A professora da UCB lembra que os hábitos a serem mudados, muitas vezes, fazem parte da própria cultura. “Ainda há uma valorização da criança gordinha, que é vista como saudável”, lamenta. Ela conta que, no projeto da universidade, uma mulher admitiu que dava Coca-Cola na mamadeira para uma criança de 1 ano e 3 meses. “Nessa família, tinha outra criança de 12 anos que pesava 80kg”, relata. “O que as pessoas precisam ficar atentas é que ter saúde e alimentação saudável é um direito da criança. Inclusive, trabalhamos no projeto com o Estatuto da Criança e do Adolescente”, revela Maria Alexina Ribeiro.”

TRÊS PERGUNTAS PARA…
JOANA LUCYK, nutricionista

1) A influência dos hábitos familiares é maior do que o da genética na obesidade infantil? De uma forma simples, a genética carrega a arma, e o estilo de vida aperta o gatilho; ou seja, os hábitos alimentares são determinantes para o desencadeamento da obesidade infantil. A alimentação quando inflamatória, isto é, carregada em açúcares, farinhas refinadas, gordura trans e aditivos químicos, favorece o desequilíbrio orgânico, e uma das principais consequências é a obesidade. Os hábitos de vida são determinantes para a expressão das características genéticas.

2) Hoje, o acesso à informação é grande, as pessoas aparentemente sabem o que leva à obesidade. Por que os maus hábitos ainda persistem? Pela praticidade, muitos indivíduos recorrem a produtos industrializados que são carregados em farinhas refinadas, açúcares, gordura trans e aditivos químicos e, muitas vezes, não se dão conta disso. Há uma informação simples que vem em todo produto industrializado e que pode ajudar na tomada de decisão na hora da compra: a lista de ingredientes de todos os produtos vem em ordem decrescente, ou seja, o primeiro é o que está em maior quantidade no produto. Diante dessa informação e sabendo quais as substâncias que causam mais desequilíbrio no organismo, poderíamos decidir por melhores opções na hora de comprar. Tem muito pão integral em que a farinha refinada é o primeiro ingrediente, e o açúcar o segundo. Inúmeros biscoitos integrais e derivados de leite, como iogurtes e leites fermentados, têm o açúcar na dianteira da lista. Muita granola e cereais matinais são altamente inflamatórios. Muitas vezes, as pessoas não se dão conta da quantidade de substâncias inflamatórias que ingerem em produtos ditos saudáveis. E se os indivíduos optassem por consumir com mais frequência alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias em vez de produtos industrializados, certamente a prevalência de obesidade infantil diminuiria.

3) Você acredita que campanhas governamentais podem ajudar nesse processo de educação das famílias? Sim, as campanhas governamentais são parte do processo. Em todas as esferas, a educação nutricional deve ser trabalhada para que os resultados sejam duradouros. Deve-se sempre trabalhar o conhecimento, tanto em campanhas governamentais quanto em casa e no privilegiado ambiente escolar. A criança tem de vivenciar esse conhecimento para que o processo de educação nutricional seja eficaz. 

https://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2017/03/13/noticias-saude,203309/obesidade-infantil-pode-surgir-do-mau-exemplo-dos-pais-para-os-filhos.shtml
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ENTÃO…
VAMOS CUIDAR DAS CRIANÇAS?
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Soube que ela não resistiu… e adotou esse bebê!
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A tocante recuperação de uma das crianças abandonadas na Nigéria por ser considerada “bruxa”

Algumas notícias que vamos recebendo pelo Brasil e um pouco por todo mundo têm o condão de quebrar um pouco mais nossa confiança e esperança na humanidade. Mas logo chega outra que restaura essa fé. A história deste menino de 2 anos, que desde o dia 31 de janeiro recebeu o nome Hope (“Esperança”, em português), é uma delas.
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Tal como milhares de outras crianças, este menino de apenas 2 anos de idade foi abandonado nas ruas da Nigéria, onde muitas pessoas, incluindo os próprios pais, estão acusando crianças de serem “bruxas”. Uma situação que nos parece tão fora da realidade que custa até acreditar. Mas está acontecendo.

A enfermeira dinamarquesa Anja Loven – criadora da Fundação para o Desenvolvimento e Educação de Crianças Africanas com Aids – encontrou a criança deambulando pelas ruas, subnutrida e doente com a invasão de vermes pelo corpo. Afinal, Hope estaria há cerca de 8 meses sozinho.
A imagem abaixo, de Loven dando água para o menino, rapidamente se espalhou pela internet (o encontro aconteceu no dia 31) e a enfermeira tem vindo a compartilhar no Facebook da Fundação a evolução dessa e de outras crianças nigerianas.

Poucas semanas depois, Anja : uma criança em recuperação que está sendo muito amada e cuidada, finalizou a mulher.

Sobre Hope, a enfermeira usou sua conta pessoal no Facebook para agradecer as doações entretanto recebidas e contou que o garoto respondeu bem aos tratamentos médicos e alimentação e está melhorando gradualmente sua saúde. “Sua condição está estável agora. Hoje, ele conseguiu sentar sozinho e até sorriu para nós. Ele é um pequeno e forte garoto“. E o mundo ganhou mais uma heroína.
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Todas as fotos © Anja Loven
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Confeiteira doa bolo para criança e mãe reclama: "dê algo que preste"
Confeiteira doa bolo para criança e mãe reclama: “dê algo que preste”
Reprodução/Record TV

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CONCLUO: ” – SÓ PODE SER!”

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VEJAM ESSA HISTÓRIA BRUTAL!!!


Confeiteira doa bolo para criança e mãe reclama: “dê algo que preste”
Cida Guilherme fez um bolo, 100 salgados e 50 doces para ajudar família. Na internet, mãe humilhou confeiteira e disse que esperava um bolo maior.

Depois de fazer uma doação para uma festa infantil, a confeiteira Cida Guilherme foi humilhada pela mãe da criança nas redes sociais. A mulher, que havia feito o pedido alegando que não tinha condições de comprar um bolo, achou a doação ruim e usou a internet para expor suas críticas marcando a benfeitora na publicação.

A confeiteira conta que não conhecia a mulher antes de ver sua postagem com o pedido. Cida disse também que a mãe explicou que ela e o marido estavam desempregados e pediam um bolo para não deixar o aniversário da filha passar em branco, e que só pretendiam cantar parabéns com outras quatro pessoas. 

Cida entregou, além de um bolo decorado, 100 salgados e 50 doces para a mãe. No entanto, ao invés de agradecer, a mulher reclamou e disse que esperava um bolo maior e mais comida, já que havia convidado 50 pessoas para a reunião.
Ao verem a postagem, clientes, amigos e familiares de Cida saíram em defesa da confeiteira. A publicação chegou a mais de 7 mil compartilhamentos e 5 mil reações.

Depois da repercussão, a mulher que fez a publicação já excluiu sua rede social, mudou o número de telefone e não se desculpou. Porém, algumas semanas atrás uma parente dela entrou em contato com Cida para dizer que ela estava arrependida e pedia a doação de outro bolo.
Cida disse que doaria o bolo desde que a mãe levasse a criança na casa dela para que cantassem parabéns lá. A mulher não aceitou.

Rotina de ajuda
A confeiteira demorou para ver a publicação porque na época tinha sofrido três paradas cardíacas e ficou 15 dias em coma.
Cida conta que sempre fez doações e montou um projeto no qual dá aulas de culinária para as crianças da sua comunidade. Atualmente o projeto está parado pois o marido de Cida, quem comprava todos os mantimentos da aula, ficou desempregado.

https://noticias.r7.com/sao-paulo/confeiteira-doa-bolo-para-crianca-e-mae-reclama-de-algo-que-preste-13122019

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Dói! VERGONHA IMENSA!

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ღೋ♡✿♡ POR UM MUNDO MELHOR! ღ♡✿♡
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Boris Johnson: Rohingya refugees need safe way back

Myanmar must find a safe and dignified way for Rohingya Muslims to return, the UK foreign secretary has said, after meeting the government of Bangladesh.
Boris Johnson has been visiting camps on the Bangladesh border that hold the refugees who fled Myanmar to escape a military crackdown.
Nearly 700,000 people have left since the action began last August.
Mr Johnson will now fly to Myanmar, where he is due to meet de facto leader Aung San Suu Kyi on Sunday.
More than 500,000 refugees are currently living in Cox’s Bazar camp in Bangladesh – equivalent in size to Leicester.
International oversight
Mr Johnson toured the camp and afterwards said the “horrendous living conditions” further strengthened his commitment to finding a solution.
Boris Johnson
Boris Johnson visited Cox’s Bazar refugee camp as part of the first official trip to Bangladesh by a foreign secretary in a decade
The foreign secretary paid tribute to the “hospitality and compassion” of the Bangladeshi government in providing humanitarian assistance to the Rohingya community, but emphasised refugee rights must be respected.
“It is vital that the Rohingya refugees must be allowed to their homes in Rakhine voluntarily, in safety and with dignity, under international oversight, and when the conditions in Burma are right,” he said.
Rohingya crisis: Repatriation timeframe agreed
Seeing through the official story in Myanmar
What you need to know about the crisis
Earlier Mr Johnson met Bangladeshi Prime Minister Sheikh Hasina and Foreign Minister Abul Hassan Mahmud Ali.
“I was really struck by how Bangladesh and the UK really share a common analysis of what needs to be done. We need to make those points together to the government in Nay Pyi Daw,” he said.
The United Nations has described the exodus of Rohingya people from Rakhine state, and the military offensive which provoked it, as a “textbook example of ethnic cleansing”.
Two-year plan
Neighbouring Bangladesh has agreed a timeframe with Myanmar for repatriating Rohingya people.
But aid agencies have expressed concern over the projected figures for the transfer – Myanmar has agreed to accept 1,500 Rohingya each week; Bangladesh says it aims to return everyone within two years.
And the refugees are worried about the conditions and their rights upon their return.
Boris Johnson with refugees
Mr Johnson met young refugees at the camp ahead of diplomatic talks to attempt to resolve the crisis
When Mr Johnson meets Ms Suu Kyi on Sunday he is expected to discuss the Rakhine crisis and press for the safe return of refugees.
Mr Johnson will also meet the chair of the Advisory Board on the Rakhine Advisory Commission, Surakiart Sathirathai. It is looking at the problems in Rakhine state.
Britain is one of the biggest direct donors of aid for the humanitarian effort to help the refugees.
The foreign secretary’s trip to Bangladesh is the first such official visit in a decade.
He will go on to Bangkok, Thailand, for talks with Thai Prime Minister Prayut Chan-o-cha.

https://www.bbc.com/news/uk-43014858
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Tenho vergonha de ser gente.
Gente que vê, sabe, não é sem cultura e está consciente desses horrores
e
não posso fazer nada!
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Alguém dirá: – Então, por que fazem tantos filhos?
Eu também, enquanto digo, penso: por que somos humanos e quando estamos bem mal, bem tristes, fazemos amor com alguém em quem acreditamos…
Estou errada?
Me corrijam…
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Aqui, no Ocidente… tantas famílias
PAGAM
para ter uma gestação…
e caro…
NÃO DEVERÍAMOS ENTRAR EM MEDITAÇÃO E PENSAR EM TUDO ISSO?


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NÃO DEVERÍAMOS RENDER GRAÇAS A DEUS, PAI TODO PODEROSO, QUE NOS DEU UM PAÍS, UM LAR, AMIGOS, FAMÍLIA?


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NÃO DEVÍAMOS FAZER ALGUMA COISA PARA ABRANDAR A DOR DESSAS PESSOAS?
MAS…
NOS TORNAM

IMPOTENTES DE TODOS OS LADOS…

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QUEM?
AH, QUE PERGUNTA: – OS DONOS DO MUNDO, ORAS…
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Quem são os ‘Rohingya’ e por que fogem da Birmânia?

Os migrantes abandonados em barcos na zona do Estreito de Malaca pertencem a esta minoria étnica.
Os ‘Rohingya’ são um dos povos mais perseguidos do mundo. É assim que as Nações Unidas apresentam este grupo étnico (de mais de um milhão de pessoas), que não é reconhecido pelo país onde tem as suas raízes. 
Esse país, que conhecemos por Birmânia, mas cujo nome oficial é República da União de Myanmar, fica no sul do continente asiático e vê-os como imigrantes ilegais do Bangladesh. 
O governo de Myanmar nega-se a conceder o estatuto de cidadãos aos cerca de 800 mil ‘Rohingya’ que habitam há séculos na costa ocidental do país, na região de ‘Rakhine’. Ao fazê-lo, impede-os por exemplo de votar, de circular livremente ou de ter acesso à educação.
‘Rakhine’ é não só o nome da região onde vive o povo ‘Rohingya’, como de uma outra etnia que com eles partilham o mesmo território. Os ‘Rakhine’ (que são budistas enquanto que os ‘Rohingya’ são muçulmanos) têm, no entanto, o reconhecimento do governo de Myanmar que os vê como cidadãos de pleno direito.
A tensão entre ‘Rakhine’ e ‘Rohingya’ tem provocado episódios de grande violência. Muitos milhares de membros da minoria étnica vivem em campos de refugiados das Nações Unidas, em Myanmar e no vizinho Bangladesh (como os que vemos nas fotos que ilustram este artigo). 
No seu site, a organização ‘Refworld’, que reúne toda a informação respeitante aos refugiados, fala em 200 mil ‘Rohingya’ a viver nestes campos. 
Como se percebe, a vida para este povo é tudo menos fácil. Muitos tentam emigrar para outros países, o que os torna alvo fácil de redes de tráfico humano que lhes vendem viagens para países vizinhos, cobrando-lhes elevadas quantias e, como sucedeu recentemente, abandonando-os muitas vezes à sua sorte em barcos no meio do mar. 
Por ser um país muçulmano onde muitos milhares de ‘Rohingya’ conseguiram já refúgio ao longo dos últimos anos, a Malásia é um dos destinos principais destes migrantes. Muitos tentam, também, chegar por terra à Tailândia, aventurando-se pela selva. 
António Guterres, o Alto-Comissário da ONU para os Refugiados, já veio pedir uma intervenção urgente dos governos asiáticos para que se ponha fim ao abandono de migrantes ‘Rohingya’ na zona que faz a ligação entre os oceanos Índico e Pacífico.  

https://www.jornalissimo.com/atualidade/251-quem-sao-os-rohingya-e-por-que-fogem-da-birmania
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Refugiados rohingyas atravessam de barco de Myanmar para Bangladesh, nesta segunda-feiraDANISH SIDDIQUI (REUTERS)

“Limpeza étnica” faz 370.000 muçulmanos fugirem de Myanmar para Bangladesh em duas semanas. ONU exige que o Governo birmanês encerre operação contra o povo rohingya que já deixou 400 mortos

A atual onda de violência no Estado birmanês de Rajine, iniciada em agosto, já levou 370.000 muçulmanos do povo rohingya a fugirem de Myanmar para o vizinho Bangladesh, segundo estimativas da Organização Internacional para as Migrações (OIM). O alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos denunciou que Myanmar está promovendo uma “limpeza étnica de manual”.
O novo balanço da OIM representa um claro aumento com relação à estimativa anterior, de 313.000 rohingyas refugiados em Bangladesh desde 25 de agosto. “O sistema está claramente no máximo da sua capacidade e necessita todo o apoio possível”, afirmou nesta terça-feira o porta-voz da OIM, Leonard Doyle, em Genebra (Suíça). Ele evitou fazer um prognóstico sobre o aumento do fluxo de refugiados esperado pela organização.
“As estimativas foram claramente superadas em várias ocasiões”, afirmou. “Sou relutante em dar uma cifra, mas obviamente as pessoas temem que possa ser muito maior”, afirmou. Vivian Tan, porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), também confirmou a cifra de 370.000 refugiados rohingyas chegados a Bangladesh.
A última onda de violência no Estado de Rajine começou em 25 de agosto, com uma série de ataques de milicianos rohingyas contra as forças de segurança e o Exército de Myanmar (antiga Birmânia). A contraofensiva militar birmanesa e os confrontos posteriores deixaram pelo menos 400 mortos e, desde aquele dia, o fluxo de civis rohingyas que fugiram para Bangladesh não parou de crescer, até superar nesta semana as 300.000 pessoas.
O alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad al Husein, denunciou nesta segunda-feira ao Conselho de Direitos Humanos da ONU que está ocorrendo em Myanmar uma “limpeza étnica de manual” contra os rohingyas, e exigiu que o Governo birmanês ponha fim à operação militar em Rajine. O Conselho de Segurança da ONU deve se reunir nesta quarta-feira para discutir essa crise.
China, por sua vez, declarou que apoia as autoridades birmanesas em seu esforço de “preservar a estabilidade de seu desenvolvimento nacional”, segundo um porta-voz da chancelaria em Pequim. A conselheira de Estado (primeira-ministra) de Myanmar, Aung San Suu Kyi, símbolo da defesa da democracia na Ásia e ganhadora do Nobel da Paz, recebeu críticas, entre elas do Dalai Lama, por sua inação.

https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/12/internacional/1505207979_181915.html
Indianos foram às ruas nesta sexta (13) para protestar contra o projeto de emenda à lei da cidadania do país, que não dá a muçulmanos os mesmos benefícios que membros de outras religiões.  — Foto: Adnan Abidi/Reuters
Indianos foram às ruas nesta sexta (13) para protestar contra o projeto de emenda à lei da cidadania do país, que não dá a muçulmanos os mesmos benefícios que membros de outras religiões. — Foto: Adnan Abidi/Reuters

Confrontos violentos entre polícia e manifestantes ocorreram nesta sexta-feira (13) em Nova Déli, na Índia, por causa da aprovação de uma lei que garante a cidadania indiana a membros de 6 religiões minoritárias perseguidas em países vizinhos, mas não dá o mesmo direito a muçulmanos.
O texto, aprovado na quarta-feira (11), oferece um caminho para a nacionalidade indiana a cristãos, budistas, hindus, parsis, jains e sikhs que escaparam do Paquistão, de Bangladesh e do Afeganistão por perseguição religiosa antes de 2015.

A regra, entretanto, não foi estendida aos muçulmanos.Isso faz com que osrohingya de Mianmar – que, segundo a ONUvivem sob ameaça de genocídio – não sejam incluídos.
Índia teve protestos contra nova lei de cidadania — Foto: G1
Índia teve protestos contra nova lei de cidadania — Foto: G1

O escritório de direitos humanos da entidade manifestou preocupação de que a nova lei seja “de natureza fundamentalmente discriminatória” e pediu que ela fosse revisada.
Durante os protestos desta sexta (13), a polícia usou gás lacrimogêneo e cassetetes para dispersar as dezenas de estudantes que protestavam na universidade Jamia Millia Islamia, em Nova Déli. Segundo a Reuters, um funcionário da enfermaria da universidade disse que mais de 100 estudantes foram levados até lá com ferimentos, mas todos foram liberados.
Indianos foram às ruas nesta sexta (13) para protestar contra o projeto de emenda à lei da cidadania do país, que não dá a muçulmanos os mesmos benefícios que membros de outras religiões.  — Foto: Ajit Solanki/AP
Indianos foram às ruas nesta sexta (13) para protestar contra o projeto de emenda à lei da cidadania do país, que não dá a muçulmanos os mesmos benefícios que membros de outras religiões. — Foto: Ajit Solanki/AP

Barricadas policiais foram derrubadas e ruas ficaram cheias de sapatos e tijolos quebrados.
Um estudante de doutorado, Zakir Riyaz, disse à Reuters que a nova lei zombava da abertura religiosa da Índia.

“Vai contra toda a ideia de uma Índia secular”, disse Zakir, que conversou com a Reuters por telefone de um hospital em Nova Déli aonde 15 de seus colegas foram levados após serem feridos em uma agressão policial.
Indianos foram às ruas nesta sexta (13) para protestar contra o projeto de emenda à lei da cidadania do país, que não dá a muçulmanos os mesmos benefícios que membros de outras religiões.  — Foto: Francis Mascarenhas/Reuters
Indianos foram às ruas nesta sexta (13) para protestar contra o projeto de emenda à lei da cidadania do país, que não dá a muçulmanos os mesmos benefícios que membros de outras religiões. — Foto: Francis Mascarenhas/Reuters
Os estudantes disseram que era para ser um protesto pacífico, mas a polícia os interpelou, levando aos confrontos. Parvez Hashmi, um político que foi ao local do protesto falar com a polícia, disse que cerca de 50 alunos foram detidos.

Polêmica

Críticos do primeiro-ministro Narendra Modi dizem que o governo está promovendo uma agenda hindu para a Índia e que a lei de cidadania, ao excluir os muçulmanos, mina a Constituição secular do país e mostra um viés profundo contra os 170 milhões de muçulmanos da Índia.
O partido de Modi, o Bharatiya Janata, nega qualquer viés religioso e afirma que a nova lei visa a ajudar os grupos minoritários que enfrentam perseguição nos três países muçulmanos vizinhos.

Mortes
Na quinta (12), duas pessoas morreram no estado de Assam, no nordeste do país, quando a polícia abriu fogo contra a multidão, que incendiou prédios e atacou estações ferroviárias em protesto contra a legislação. O estado faz fronteira com Mianmar.

As manifestações fizeram com que o premiê japonês, Shinzo Abe, cancelasse uma visita à região que estava prevista para começar no domingo (15).
Um movimento contra imigrantes de Bangladesh se arrasta em Assam há décadas. Os manifestantes dizem que conceder a nacionalidade indiana a mais pessoas sobrecarregará ainda mais os recursos do Estado e levará à marginalização das comunidades indígenas.

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/12/13/india-tem-protestos-contra-lei-que-garante-cidadania-a-membros-de-6-religioes-perseguidas-mas-nao-inclui-muculmanos.ghtml


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Animais e a primeira neve
Este bebê urso polar viu neve pela primeira vez
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Este gato persa descobre neve pela primeira vez
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Filhote de panda descobre neve pela primeira vez
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Ophie curtindo um pouco de neve
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Daisy em sua primeira nevasca
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A primeira neve de King
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Primeira vez de Sophie na neve
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Um buldogue inglês em sua primeira neve
Animais e a primeira neve
 “Olhe pra trás!”

MAIS: https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=15070

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