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Archive for 2 de dezembro de 2019

Segredos Vaticano, manipulação da educação, sociedades secretas, história escondida, nobreza negra, governo oculto, nova ordem mundial, extraterrestres, conspirações, mistérios revelados, templários, sistema financeiro, religiões monoteístas e o poder sinistro da ordem dos Jesuítas. Junte-se à nós em mais essa incrível investigação! Increva- se no canal: https://www.youtube.com/c/OzziePena Instagram: https://www.instagram.com/ozziepenareal/ CLUBE GALÁCTICO: https://www.youtube.com/channel/UCcge… EVENTO NO RIO DE JANEIRO Curso Despertar Galáctico (1º de Dezembro) https://fabsantos.com/dg1

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OBRIGADA PELAS AMÁVEIS VISITAS!!!
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BOA NOITE!

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AUTO-CONHECIMENTO, SIMPLES DEMAIS…

7 coisas que puxam todo ser humano para baixo,
SE ele não estiver lúcido:


1.) querer prazer sensível demais;
2.) gula;
3.) avareza;
4.) preguiça;
5.) Ira;
6.) inveja;
7.) soberba.
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CARREGAR MÁGOA DESEQUILIBRA SEU SISTEMA
IMUNOLÓGICO. Quem nunca?
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R E F L E X Ã O:

O que a correria pode nos causar: Peça a Deus o equilíbrio!!!!!

Olá amados irmãos! Como pensar a correria diária e ainda cuidar do nosso tempo com Deus? Está é a proposta desta nova postagem, levar a reflexão sobre a rotina diária através das palavras sábias do Padre Joãozinho, SCJ.

“Encontro muitas pessoas que me perguntam: “E aí, padre, correndo muito?”. No começo, eu sentia a obrigação de fazer um relatório completo das mil e uma atividades que me roubavam preciosas horas de sono e ocupavam minha escrivaninha com montes e montes de pastas a considerar e agendas que eu deveria cumprir. Aos poucos, fui percebendo que a sociedade moderna está doente da síndrome da dispersão. Sim, já virou doença. Oestresse e a depressão são apenas sintomas dessa causa mais profunda.
Até o que seria um momento de lazer torna-se estressante naquele trânsito parado na descida ou na subida da serra, na padaria que não dá conta dos clientes de fim de semana ou na corrida por aquele pequeno lugar da disputada praia. Estamos doentes. As igrejas multiplicam pastorais e movimentos, nos quais, necessariamente, os cristãos devem estar engajados. Tudo bem. Mas acontece que muitos pertencem a duas, três e até quatro pastorais e simplesmente vivem a semana toda na igreja, muito mais do que com suas próprias famílias.
Padres resolvem serem políticos e médicos pretendem serem gurus; psicólogos querem ser sacerdotes e políticos imaginam ser “deuses”.

Todos sentem a obrigação de saber quase nada sobre quase tudo. A superficialidade é filha primogênita da dispersão. Fazemos um amontoado de coisas sem qualidade. Somos obrigados a atingir metas de qualidade total… Ou seria de quantidade total?! Nesse caminho, a modernidade enlouquecerá.

Vamos acelerando o carro e, quando percebemos, já passamos, e muito, da velocidade máxima permitida.Reduzir para os 100 quilômetros por hora chega a ser frustrante para aquele que está contaminado pela “síndrome da dispersão”. Parar, então, é simplesmente uma tortura. A ausência da adrenalina pode provocar até doenças físicas.Pasme: estamos viciados em trabalho, perigo e violência. O refrão dessa tragédia é sempre o mesmo: não tenho tempo, não tenho tempo, não tenho tempo! Esta é a cantilena que escutam filhos carentes, namoradas com saudades, esposas e maridos, aquela vovó que espera ansiosa a visita de seus filhos e netos.

Sei que estou sendo radical, mas também sei que apenas uma surra da vida costuma tornar possível a cura da síndrome da dispersão. Existem os que ficam realmente doentes e procuram um médico. O problema é que muitos profissionais da saúde têm a mesma doença e resolvem seu próprio problema receitando, irresponsavelmente, uma quantidade enorme de medicamentos que irão tapar o sol com a peneira. É o milagre instantâneo provocado por medicações recentes. Mas sabemos que administrar essa medicação exige criar condições para que o paciente mude suas condições de vida. O terapeuta também deverá ser “paciente”.

Refleti muito sobre a raiz mais profunda dessa síndrome e percebi que é aquele mesmo desejo humano relatado já nas primeiras páginas da Bíblia e que originou os outros pecados: “Vós sereis deuses”.

Deixe Deus ser Deus. Somos apenas humanos, feitos de terra e um sopro; somos frágeis. Os sábios não sabem tudo nem fazem tudo, mas saboreiam aquilo que fazem. Sabedoria é saber com sabor. Faça poucas coisas, mas as faça bem. 

Teresinha do Menino Jesus, santa das pequenas coisas, rogai por nós! 

Colaboração Edla

https://ministeriodepregacaoogovidanova.blogspot.com/2013_04_23_archive.html
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RESUMO

O transtorno de escoriação é definido por um excesso de comportamentos de arranhar, ferir ou esfolar a pele. Os comportamentos não estão relacionados a problemas no neurodesenvolvimento e provocam sofrimento emocional e prejuízos na vida social de quem os apresenta. Além de ser considerado um problema dermatológico, por afetar diretamente a pele e seus anexos, esse transtorno também apresenta características psiquiátricas, recebendo atenção de pesquisadores da área. Conduziu-se uma revisão bibliográfica em periódicos da saúde com os objetivos de identificar pesquisas aplicadas ou relatos de casos realizados com indivíduos com desenvolvimento típico que apresentassem escoriação, descrever as intervenções comportamentais empregadas e relatar os métodos e os resultados dos procedimentos. Uma pesquisa eletrônica foi realizada nas bases de dados PsycINFO, Web of Science, PubMed/MEDLINE e BVS com os seguintes descritores: ‘escoriação’, ‘neurotic excoriation’ ou psychogenic excoriation’. Esses foram combinados com ‘behavioral treatment’. Dezoito artigos foram recuperados, catalogados e analisados qualitativamente a partir dos objetivos, métodos empregados e resultados das intervenções. Constatou-se que a maioria das pesquisas foi conduzida com adultos e adotaram-se estratégias e métodos da terapia de reversão de hábito e da terapia de aceitação e compromisso. Observou-se que essas intervenções foram efetivas para garantir redução da frequência da escoriação, porém com dificuldade na manutenção dos resultados na avaliação de seguimento. Sugerem-se futuras pesquisas com maior diversidade de variáveis e de participantes, bem como a avaliação funcional do comportamento de escoriação. Palavras-chave: transtorno de escoriação, escoriação psicogênica, skin picking, terapia de reversão de hábito, intervenção comportamental

ABSTRACT

Excoriation disorder is defined by excessive and recurrent behavior of scratching or injuring the skin. It is not related to neurodevelopment problems, it causes emotional suffering and it negatively affects the social life of those who present the condition. Besides being considered a dermatological problem, as it directly involves the skin and its attachments, the disorder is also a psychiatric condition that has been receiving attention from mental health researchers. A bibliographic review was conducted in health journals in order to identify applied studies and case reports with typically developing individuals that excoriate the skin, to present behavioral interventions employed as treatment, and to report the method and results of the adopted procedures. It was carried out an electronic search at PsycINFO, Web of Science, PubMed / MEDLINE and BVS databases using ‘excoriation’, ‘neurotic excoriation’ or ‘psychogenic excoriation’, combined with ‘behavioral treatment’, as descriptors. Eighteen articles were retrieved, cataloged and qualitatively analyzed based on their objectives, methods and results. It was found that most of the studies involved adults and used habit reversal therapy and acceptance and commitment therapy. It was observed that these interventions were effective in reducing excoriation frequency, however follow-up evaluation indicated difficulty in maintaining the effects. It is suggested future research on excoriation disorder with more diversity regarding variables and patients. Functional analysis of excoriation behavior is also recommended. Key words: excoriation disorder, psychogenic excoriation, skin picking, habit reversal therapy, behavioral intervention.

O transtorno de escoriação é caracterizado por comportamentos repetitivos e compulsivos de picar, escoriar, coçar, arranhar ou furar determinadas regiões da própria pele, que resultam em danos no tecido da pele (Grant & Odlaug, 2009; Odlaug & Grant, 2010). O indivíduo é parcialmente consciente da emissão desses comportamentos e o admite, se lhe for perguntado (Harth, Taube, & Gieler, 2010). É um comportamento que pode ter como consequências o surgimento de cicatrizes e deformações na pele (Wetterneck, Teng, & Stanley, 2010) e acomete, em média, 3% da população adulta, especialmente mulheres (Flessner, Busch, Heideman, & Woods, 2008). Por esta razão é considerado um problema dermatológico, compondo a categoria denominada dermatite paraartefacta e dermatite factícia (Harth et al., 2010; Shah & Fried, 2006). As doenças da pele factícias são caracterizadas por lesões que não são explicadas por condição dermatológica orgânica e são produzidas pelo próprio indivíduo (Shah & Fried, 2006). Movimentos mecânicos (e.g., friccionar, esfregar, morder, cutucar a pele), uso de substâncias tóxicas (e.g., ácidos), indução de infecção por não deixar ferimentos cicatrizarem e uso de medicações que afetam a pele (e.g., injeções de heparina e insulina) são exemplos de comportamentos que produzem dermatites de autolesão. Um tipo especial dessa condição é a escoriação da acne, que ocorre quando o comportamento de escoriação é realizado na face, nos locais de lesão da acne (Harth et al., 2010).

CIENTÍFICO!!!
PROCURE, PARA LER INTEGRALMENTE:

REVISTA BRASILEIRA DE ANÁLISE DO COMPORTAMENTO / BRAZILIAN JOURNAL OF BEHAVIOR ANALYSIS, 2017, Vol. 13, No .2, 28-39. INTERVENÇÕES COMPORTAMENTAIS PARA O TRANSTORNO DE ESCORIAÇÃO: REVISÃO DE ARTIGOS PUBLICADOS EM PERIÓDICOS DE SAÚDE BEHAVIORAL INTERVENTIONS FOR EXCORIATION DISORDER: REVIEW OF PAPERS PUBLISHED IN HEALTH JOURNALS MARISA RICHARTZ MÁRCIA CRISTINA CASERTA GON UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA, BRASIL ROBSON ZAZULA UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA, BRASIL

https://periodicos.ufpa.br/index.php/rebac/article/viewFile/5903/4782
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Transtorno faz com que pessoas não consigam parar de se cutucar

Distúrbio é relativamente novo entre médicos e psicólogos, mas estima-se que atinja 3,4% da população, o que equivale a 7 milhões de brasileiros

Cutucar a pele de maneira repetitiva a ponto de provocar lesões caracteriza um tipo específico de distúrbio psiquiátrico chamado dermatotilexomania ou transtorno de escoriação.
A classificação desse problema no Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) é recente, de 2013. Esse é um dos motivos que fazem com que o transtorno de escoriação ainda seja pouco compreendido, até mesmo entre profissionais da saúde.

De acordo com o DSM-5, “os locais mais comumente beliscados são rosto, braços e mãos, porém, muitos indivíduos beliscam múltiplas partes do corpo. Podem beliscar pele saudável, irregularidades menores na pele, lesões como espinhas ou calosidades ou cascas de lesões anteriores. A maioria das pessoas belisca com as unhas, embora muitas usem pinças, alfinetes ou outros objetos. Além de beliscar a pele, pode haver comportamentos de esfregar, espremer e morder.”

Leia também: Entenda o transtorno bipolar

Autor de um estudo de mestrado sobre o tema, o psicólogo Daniel Carr Ribeiro Gulassa, do IPq (Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP), explica que alguns fatores são usados para fechar o diagnóstico do transtorno de escoriação.

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“A pessoa precisa cutucar a pele resultando em lesões clinicamente verificáveis; precisa ter tentado cessar ou diminuir o comportamento sem sucesso; precisa gerar sofrimento significativo; e prejudicar alguma área social da vida dela. Além disso, o ato de se cutucar não pode ser justificado por problemas dermatológicos, uso de remédios ou drogas e também não pode ser explicado por outro transtorno mental.”

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Segundo o psicólogo, um estudo feito em 2018 mostra que 3,4% da população brasileira, ou seja, cerca de 7 milhões de pessoas, sofrem com esse tipo de transtorno. É comum que elas apresentem também ansiedade ou depressão.
O transtorno de escoriação pode surgir acompanhado de outros comportamentos repetitivos focados no corpo — como a tricotilomania (arrancar pelos e cabelos) e a onicofagia (roer unhas). Os hábitos de morder lábios e bochechas, embora não classificados como distúrbios específicos, também podem estar presentes.

Alguns pacientes nem sequer percebem que se cutucam, que é a forma de manifestação automática do distúrbio. Por outro lado, existem pessoas que tiram um momento do dia para se beliscar (tipo focado). Há também o tipo misto, que varia entre consciente e inconsciente das lesões autoinduzidas.
Parentes e amigos que percebem esse comportamento podem ajudar. No entanto, repreender tende a ser pior em muitos casos, explica Gulassa.
“A própria pessoa sofre por não entender por que ela faz isso. […] As pessoas chegam ao consultório, em geral, com muita raiva e frustração de serem chamadas atenção. Ao longo do processo terapêutico a gente vai trabalhando que as pessoas que chamam atenção são as mais preocupadas com elas, mas a forma como chamam atenção é de uma maneira que não favorece a ajuda.”

Leia também: Viver em lar com agressividade pode desencadear transtorno explosivo
Fundo emocional

Em comum, os pacientes portadores desse tipo de distúrbio têm dificuldades em lidar com as emoções, explica o psicólogo do IPq.

“São pessoas de maneira geral bastante perfeccionistas, com expectativa de produtividade muito alta, não se permitem muito descansar e têm dificuldade em planejar e executar tarefas. Esses ingredientes são um convite à frustração, porque elas costumam ter um perfil controlador.”

Gulassa acrescenta que o hábito de se cutucar é, mesmo sendo inconsciente, uma maneira de a pessoa sentir “como se estivesse fazendo alguma coisa até mesmo quando está descansando”.

“Ela encontra uma saliência na pele, isso incomoda. Quando ela tira aquilo, é como se ela tivesse resolvido um problema. […] Todo mundo faz vez ou outra isso, mas nesses casos, ocupa um longo período do dia. Tem gente chega a passar a noite se cutucando.”

O psicólogo chegou a resultados positivos ao desenvolver terapia de grupo com pacientes com transtorno de escoriação. Ele avalia que a possibilidade de falar sobre o problema e ouvir pessoas que vivem uma situação semelhante é algo muito significativo durante o tratamento.

Apesar disso, a terapia individual também pode fazer parte do tratamento. Em alguns casos, o uso de medicamentos é associado à psicoterapia.
A principal recomendação de Gulassa é que pessoas com o transtorno de escoriação não façam tratamentos dermatológicos agressivos na expectativa de melhorar as lesões na pele. O fundamental, segundo ele, é antes de qualquer coisa buscar ajuda psicológica.

“A cutucação é uma manifestação de que algo não está sendo percebido, tampouco sendo saudavelmente cuidado na vida daquela pessoa. Um exercício constante de parar e prestar atenção em como você está se sentindo é um instrumento muito importante para todos nós. Você tem uma informação que pode te explicar o que você precisa.”

https://noticias.r7.com/saude/transtorno-faz-com-que-pessoas-nao-consigam-parar-de-se-cutucar-31102019
Transtorno de escoriação
A relação entre as doenças da pele e o nosso estado emocional é evidente. Um exemplo disso é o transtorno de escoriação, ou dermatilomania, que consiste em uma necessidade incontrolável de se arranhar, se beliscar ou tirar crostas de acne até causar lesões cutâneas.
É possível que nunca tenhamos ouvido falar da dermatilomania. Pelo contrário, pode ser que tenhamos acabado de ser diagnosticados ou que, talvez, pertençamos a essa parte da população que ainda não é plenamente consciente de que talvez sofra deste mesmo problema. Por mais estranho que pareça, é algo muito comum, um efeito associado muito frequentemente à depressão, aos transtornos de ansiedade ou os transtornos obsessivos compulsivos (TOC’s).

Se há algo evidente, é a necessidade de que os dermatologistas desenvolvam a habilidade de ver mais além da pele nos pacientes com escoriações psicogênicas.
É interessante saber, além disso, que a literatura médica inclui há mais de um século este tipo de condição patológica em sua lista. Surgiu pela primeira vez em 1875 com o nome de “escoriação neurótica”. Mais tarde, o dermatologista francês Brocq descreveu o chamativo caso de um paciente adolescente que, de forma quase constante, coçava as áreas onde tinha acne até o ponto de deixar seu rosto quase desfigurado.

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Há casos extremos e há pacientes com uma sintomatologia mais leve, onde se evidencia, uma vez mais, que uma boa parte dos problemas dermatológicos têm uma base psiquiátrica que é preciso detectar e tratar. Por isso, há quem costume passar por uma odisseia de tratamentos caros para esses problemas na pele sem que lhe diagnostiquem previamente a autêntica raiz do problema: um excesso de estresse, talvez, uma alta ansiedade ou uma depressão encoberta…

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Transtorno de escoriação: o que é?

O transtorno de escoriação ou dermatilomania aparece no DSM-V (Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais) na seção de transtorno obsessivo-compulsivo e transtornos relacionados. O que isso quer dizer? Significa que estamos diante de alguém que tem uma necessidade constante de se machucar, se beliscar, morder ou arrancar acne sem que possa controlar essa conduta em nenhum momento.
Há especialistas que veem o transtorno de escoriação como um tipo de vício, uma necessidade incontrolável de coçar a região do corpo onde percebe um defeito. Seja como for, o que está claro é que estamos diante de uma condição psiquiátrica, diante de uma conduta onde o paciente não vê que está causando danos, feridas que derivam em infecções e que, pouco a pouco, desfiguram a sua aparência.
Quem costuma ser afetado?
Os dados não deixam de ser chamativos: estima-se que o transtorno de escoriação afete 9% da população. Aparece em ambos os sexos, porém, costuma prevalecer muito mais nas mulheres. Ainda, a idade na qual mais costuma aparecer é entre os 30 e os 45 anos.
Por que essa conduta é mantida?
Atualmente a dermatilomania ainda não é profundamente compreendida. Uma das hipóteses é de que coçar a pele proporciona calma ou serve para canalizar o estresse, a ansiedade, os pensamentos negativos, os medos, as frustrações… Porém, esse costume é realizado de forma automática, até o ponto de poder ser feito enquanto a pessoa lê, estuda, assiste televisão, etc.
Ainda assim, é comum que o transtorno de escoriação venha acompanhado por outros tipos de condições psiquiátricas:

Ansiedade generalizada.
Transtornos de alimentação.
Traumas de infância associados ao abuso sexual.
Depressão.

Por outro lado, algo que convém ter em conta é que em 40% dos casos existe um componente genético. Ou seja, este transtorno apresenta um padrão hereditário muito similar ao da tricotilomania.

https://amenteemaravilhosa.com.br/transtorno-de-escoriacao/
Transtorno de escoriação
Tratamento para o transtorno de escoriação
Pode ser que, à primeira vista, pareça apenas uma mania qualquer, algo inócuo e inclusive inocente. É necessário incidir mais uma vez que estamos diante de um transtorno psiquiátrico em que a conduta aparentemente inocente do paciente acaba causando lesões graves. Há quem use as unhas ou os dentes, outros acaba usando as pinças de depilar ou inclusive agulhas. O objetivo (a necessidade) sempre é o mesmo, retirar a pele.
A estratégia terapêutica nestes casos, como podemos deduzir, é multidisciplinar.
Por um lado, será realizado um tratamento dermatológico para curar essas feridas cutâneas.
Ainda, e uma vez que for feito um bom diagnóstico, serão aplicadas no paciente terapias farmacológicas e não farmacológicas para abordar o aspecto psicoemocional.
A terapia cognitivo-comportamental, por exemplo, é a que mais obtém sucesso nesses casos.
Por outro lado, também foi demonstrada a efetividade de tratamentos farmacológicos à base de antidepressivos, antipsicóticos e ansiolíticos. Porém, tudo dependerá, sem dúvidas, das características pessoais de cada paciente.
Pessoa com luva para não se coçar
Este é só um exemplo de como esse tipo de realidade psicológica vem se tornado cada vez mais comum. São complexidades pessoais que são compreendidas cada vez melhor e que têm ao seu alcance estratégias, tratamentos e terapias mais eficazes.

Referências bibliográficas
Arenas R. (2005) Dermatología. Atlas, diagnóstico y tratamiento. México: McGraw-Hill; pp. 263-269.
Arnold L, Auchenbach M, McElroy S. (2001) Psychogenic excoriation. Clinical features, proposed diagnostic criteria, epidemiology and approaches to treatment. Central Nervous System Drugs. 15(5): 351-9.
Como curiosidade: nos últimos anos teve início o comércio de luvas para pessoas com transtorno de escoriação. É um complemento cotidiano simples que pode canalizar a vontade, e a pessoa pode se acalmar coçando os ornamentos incrustados na própria lã.

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