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Archive for 11 de setembro de 2019

A competição de fotografias Comedy Wildlife Photography Awards acaba de anunciar seus 40 finalistas da edição de 2019, e uma delas é esta imagem, 'Oh My' (algo como 'Meu Deus'), de Harry Walker — Foto: Harry M. Walker/Comedy Wildlife Photografy Awards
A competição de fotografias Comedy Wildlife Photography Awards acaba de anunciar seus 40 finalistas da edição de 2019, e uma delas é esta imagem, ‘Oh My’ (algo como ‘Meu Deus’), de Harry Walker — Foto: Harry M. Walker/Comedy Wildlife Photografy Awards

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O concurso que reúne as fotos mais cômicas de animais selvagens
Comedy Wildlife Photography Awards selecionou 40 finalistas entre imagens “irreverentes, alegres e possivelmente despretensiosas de animais selvagens fazendo coisas engraçadas”; veja algumas delas.


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Criado por dois fotógrafos e conservacionistas, o concurso almeja, "além de oferecer um pouco de irreverência, destacar a importante mensagem de conservação da vida selvagem"; aqui, a foto "Guerra de cócegas de lontras marinhas", de Andy Harris — Foto: Andy Harris/Comedy Wildlife Photography Awards
Criado por dois fotógrafos e conservacionistas, o concurso almeja, “além de oferecer um pouco de irreverência, destacar a importante mensagem de conservação da vida selvagem”; aqui, a foto “Guerra de cócegas de lontras marinhas”, de Andy Harris — Foto: Andy Harris/Comedy Wildlife Photography Awards
"A cada ano em que realizamos a competição, torna-se mais e mais empolgante ver como as pessoas visualizam o lado engraçado da vida selvagem", afirma Paul Joynson-Hicks, um dos criadores da premiação. Esta foto, de Eric Fisher, foi batizada de "Melancolia da segunda-feira" — Foto: Eric Fisher/Comedy Wildlife Photography Awards
“A cada ano em que realizamos a competição, torna-se mais e mais empolgante ver como as pessoas visualizam o lado engraçado da vida selvagem”, afirma Paul Joynson-Hicks, um dos criadores da premiação. Esta foto, de Eric Fisher, foi batizada de “Melancolia da segunda-feira” — Foto: Eric Fisher/Comedy Wildlife Photography Awards
Os vencedores da premiação serão anunciados em 13 de novembro. Aqui, "Esconda-se", de Marion Vollborn — Foto:  Marion Vollborn/Comedy Wildlife Photography Awards
Os vencedores da premiação serão anunciados em 13 de novembro. Aqui, “Esconda-se”, de Marion Vollborn — Foto: Marion Vollborn/Comedy Wildlife Photography Awards
As fotos finalistas também serão reunidas em um livro. Entre elas, a foto "Veado? Que veado?", de Mike Rowe — Foto:  Mike Rowe/Comedy Wildlife Photography Awards
As fotos finalistas também serão reunidas em um livro. Entre elas, a foto “Veado? Que veado?”, de Mike Rowe — Foto: Mike Rowe/Comedy Wildlife Photography Awards
Aqui, a foto "Marcando território - prossiga sob seu próprio risco", de TilakRaJ'NagaRaJ — Foto:  TilakRaJ'NagaRaJ/Comedy Wildlife Photography Award
MeoDeos! kkkkkkkkkkkkk

Aqui, a foto “Marcando território – prossiga sob seu próprio risco”, de TilakRaJ’NagaRaJ — Foto: TilakRaJ’NagaRaJ/Comedy Wildlife Photography Award
O Comedy Wildlife Photography Awards tenta, também, incentivar o público a aderir a um estilo de vida mais sustentável, com menos consumo de plástico. — Foto: Vicki Jauron/Comedy Widlife Photography Awards
O Comedy Wildlife Photography Awards tenta, também, incentivar o público a aderir a um estilo de vida mais sustentável, com menos consumo de plástico. — Foto: Vicki Jauron/Comedy Widlife Photography Awards
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Volkswagen Fusca elétrico — Foto: André Paixão/G1
Fusca clássico vira elétrico no Salão de Frankfurt, e pode custar até R$ 450 mil
Adaptação é feita em parceria com a Volkswagen, e utiliza conjunto do Up elétrico. Motor de 82 cv garante autonomia de 200 km e velocidade máxima de 150 km/h.


ID.3 é considerado uma revolução pela Volkswagen. Mas outro carro elétrico da marca chamou atenção no Salão de Frankfurt: um Fusca, clássico, exatamente como nós, brasileiros, conhecemos.
Aparentemente, a única “excentricidade” do modelo é a carroceria conversível – mas não é só isso. Um Fusca com motor elétrico foi lançado no evento pela empresa alemã eClassics, parceira da Volkswagen nesta empreitada.
O eKäfer está exposto em um pavilhão destinado aos carros clássicos no Salão de Frankfurt. O nome vem da junção de Käfer, nome dado ao Fusca na Alemanha, e do prefixo “e”, que remete à propulsão elétrica.
Recarga utiliza padrão mais comum entre carros elétricos, o Type  2 — Foto: André Paixão/G1
Recarga utiliza padrão mais comum entre carros elétricos, o Type 2 — Foto: André Paixão/G1

A empresa afirma que o motor elétrico e a bateria são originais da Volkswagen, os mesmos que equipam as versões elétricas do Up na Europa. Por outro lado, eles utilizam carrocerias clássicas, preparadas pela própria empresa, a partir de Fuscas de várias épocas.
O motor possui 82 cavalos de potência, enquanto as baterias de 36,8 kWh garantem autonomia superior a 200 km. A recarga utiliza o padrão Type 2, o mais comum para elétricos, e carregar o suficiente para rodar até 150 km leva apenas uma hora.
Segundo números de fábrica, o Fusca eletrificado acelera de 0 a 50 km/h em menos de 4 segundos, e chega aos 80 km/h em 8 segundos. A velocidade máxima é de 150 km/h.
eKafer tem autonomia de até 200 km — Foto: André Paixão/G1
eKafer tem autonomia de até 200 km — Foto: André Paixão/G1

Quer comprar um?

Há 3 formas de adquirir um Fusca elétrico – ou um eKafer. A primeira, e mais barata delas, sai por 39,9 mil euros (R$ 178,7 mil, na cotação do dia), e inclui apenas a plataforma, equipada com motor elétrico, bateria, freios, suspensão e transmissão. Cabe ao dono fazer o “casamento” com a carroceria desejada.
O segundo pacote sai por 49.900 euros (R$ 223,5 mil), e inclui a plataforma e a carroceria, sem equipamentos opcionais. A empresa também falou que, por este preço, realiza a união da plataforma com uma carroceria do próprio cliente.
No pacote mais barato, apenas a plataforma é entregue ao comprador — Foto: André Paixão/G1
No pacote mais barato, apenas a plataforma é entregue ao comprador — Foto: André Paixão/G1

Por fim, o pacote mais caro e completo sai por 99,9 mil euros, ou R$ 447,5 mil, e contempla um veículo completo, já com opcionais como faróis de LED, central multimídia, capota de tecido e até bancos de couro. Provavelmente é um dos Fuscas mais caros à venda, mas também um dos mais legais.
A eClassics afirmou que fez modificações na estrutura do Fusca para aguentar o peso extra das baterias. “Não poderíamos usar os conjuntos originais de suspensão e freios do modelo original, então fizemos reforços, com material mais resistente, e que também torna a dirigibilidade melhor”, disse Martin Acevedo, diretor da eClassics.
Volkswagen Fusca elétrico chega a 150 km/h — Foto: Divulgação/Volkswagen
Magina… kkkkkkkkkkkkkkk

No total, o veículo pesa 1.280 kg, contra cerca de 800 kg de um modelo convencional. Por outro lado, a potência também é aproximadamente 50% maior do que as configurações tradicionais a combustão.
Também é possível realizar a conversão para elétrico a partir de outros modelos, como Karmann-Ghia e Porsche 356, ou até o clássico brasileiro SP2.
A Volkswagen também afirmou que estuda estender a parceria para conversões usando sua nova plataforma para veículos elétricos, chamada de MEB. É o futuro e o passado se encontrando.
Fusca elétrico é batizado de eKäfer - unindo o nome alemão do modelo e sua propulsão elétrica — Foto: Divulgação/Volkswagen
Fusca elétrico é batizado de eKäfer – unindo o nome alemão do modelo e sua propulsão elétrica Foto: Divulgação/Volkswagen

. https://g1.globo.com/carros/salao-de-frankfurt/2019/noticia/2019/09/11/fusca-classico-vira-eletrico-no-salao-de-frankfurt-e-pode-custar-ate-r-450-mil.ghtml

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Cartuns perspicazes e inteligentes - biblioteca
Vivemos numa sociedade de aparências

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Nem sempre os cartuns veiculam piadas ou acontecimentos divertidos. Muitas vezes, servem para chamar-nos a atenção para certos aspectos da realidade que permanecem encobertos, mas não deveriam. Esse é o caso dos desenhos a seguir. Cada um deles tem uma lição a ensinar, uma mensagem a transmitir, uma crítica a fazer. Aprecie estes desenhos engenhosos e perspicazes. E reflita sobre eles.

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Cartuns perspicazes e inteligentes - abandono
A solidão do descaso é a pior de todas
Cartuns perspicazes e inteligentes - fuga
Nem sempre escapar é a solução
Cartuns perspicazes e inteligentes - guerra
Mesmo durante a guerra, a vida continua
Cartuns perspicazes e inteligentes - matemática
Alguém desistiu da Matemática
Cartuns perspicazes e inteligentes - exploração
Os tempos mudaram mas a exploração permanece
Cartuns perspicazes e inteligentes - lealdade
A verdadeira lealdade permanece além do fim
Cartuns perspicazes e inteligentes - paz
A paz deve triunfar sobre tradições de longa data
Cartuns perspicazes e inteligentes - ameaça nuclear
É importante sabermos com o que estamos lidando
Cartuns perspicazes e inteligentes - burrice
Ter os recursos corretos não significa saber usá-los
Cartuns perspicazes e inteligentes - prioridades
Antes de “solucionar” um problema, verifique o que é prioritário
Cartuns perspicazes e inteligentes - poder e perigo
O poder tem seus próprios perigos
Cartuns perspicazes e inteligentes - sacrifício
Às vezes, é preciso sacrificar algo para obter algo
Cartuns perspicazes e inteligentes - desespero
Existe muita diferença entre o que se quer e o que se faz

. https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=14660

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Um presente!

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Anatólio, de 57 anos, criou o personagem Homem de Aço para vender produtos para a casa na rua — Foto: Marcos Serra Lima/G1
Anatólio, de 57 anos, criou o personagem Homem de Aço para vender produtos para a casa na rua Foto: Marcos Serra Lima/G1

Anatólio não é o único morador do Rio que tenta se sustentar na informalidade. De acordo com dados do IBGE, o Estado do RJ fechou o primeiro trimestre de 2019 com 1,3 milhão de pessoas desempregadas.
Dentre os 735 milhões de ocupados, cerca de 2,7 milhões trabalhavam de modo informal, sendo 638 mil sem carteira de trabalho assinada, e outros 2 milhões como conta própria. Só na capital, havia com 469 mil desempregados e outros 105 mil trabalhadores subocupados.

Montagem diária

Na sua bicicleta estilizada, Anatólio começa a montagem da sua “loja” antes das 5h. Antes mesmo das 6h, os primeiros clientes passam procurando por novidade. Mas só às 9h que o vendedor ambulante se dá por satisfeito e chega ao fim da montagem para mais um dia de trabalho.
“Tem que estar bem organizado e bonito. Eu sinto que aqui é como se a gente estivesse em um sítio. O cliente passa e vê uma árvore com várias coisas para ele escolher. E, se pelo menos a pessoa não comprar, ela vai passar e admirar algo bem arrumado”, explica.

Minha bicicleta permite que as pessoas entrem em um mundo novo. Está tudo muito perto da mão”, diz, orgulhoso, entre uma variedade de produtos.
O Homem de Aço já se considera parte do folclore do Rio de Janeiro e da vizinhança do Humaitá, Zona Sul da cidade — Foto: Marcos Serra Lima/G1
O Homem de Aço já se considera parte do folclore do Rio de Janeiro e da vizinhança do Humaitá, Zona Sul da cidadeFoto: Marcos Serra Lima/G1

Ralo de pia, coador de café, tesoura, alicate, cortador de unha, espelho… Tudo junto para que não falte nada. Até mesmo o tão na moda canudo de metal e a “esponja energizada”, seu produto exclusivo.
“O diferencial é a energia que eu passo para a esponja. Todo mundo que compra, recebe a energia boa que eu coloquei ali. E nada melhor do que você começar o dia com boas energias.”

O homem que brilha

Para se diferenciar de tantos outros ambulantes, Anatólio capricha na arrumação da bicicleta – sua fiel escudeira – e para isso criou um uniforme especial: uma “armadura” feita de ralos de cozinha confeccionados por ele mesmo, que são seu carro-chefe de venda, garante Anatólio.
“Sempre chegava algum cliente e, para atender, eu pendurava em mim o ralo que estava fazendo ali na hora. E sempre tinha algo pendurado em mim. Às vezes, quando eu estava sem nenhum pendurado, os clientes sentiam falta. Nisso, surgiu a ideia de fazer uma armadura com o produto que eu mais vendia, para chamar atenção. Comecei com a pulseira, os cordões, uma bota e, por último, fiz o capacete. Aí, nasceu o Homem de Aço. Brilhante como o aço”, explica Anatólio.
Anatólio começa sua rotina de trabalha antes das 5 da manhã e demora quatro horas para montar a sua bicicleta — Foto: Marcos Serra Lima/G1
Anatólio começa sua rotina de trabalha antes das 5 da manhã e demora quatro horas para montar a sua bicicleta Foto: Marcos Serra Lima/G1

E, mais do que um mostruário de seu produto mais vendido, Anatólio garante que o seu Homem de Aço tem muito mais por trás da armadura brilhante. “O Homem de Aço é exatamente isso: uma pessoa no meio do caminho que passa um pouco de brilho para as pessoas. Mesmo que alguém não compre nada, para pra conversar, tira uma foto e leva um pouco da minha luz para o seu caminho”, conta.

Personagem carioca

Figura conhecida na vizinhança, Anatólio diz que as pessoas se espantam quando o veem. Mas, para ele, é sempre uma surpresa. “Quando me veem pela primeira vez é sempre um espanto. Mas um espanto feliz, de surpresa, e acompanhado de um sorriso. Já faço parte do folclore do Rio. Os turistas falam que eu sou uma das coisas mais incríveis que eles viram aqui”, garante.
Anatólio trabalhava em uma loja que pegou fogo há 8 anos e, desde então, é vendedor ambulante — Foto: Marcos Serra Lima/G1
Anatólio trabalhava em uma loja que pegou fogo há 8 anos e, desde então, é vendedor ambulante — Foto: Marcos Serra Lima/G1

“A rua para mim é liberdade. Ela te permite ser livre, fazer o que você quiser e puder. E todo mundo me procura e já sabe que eu estou aqui. É como se eu fizesse parte da vizinhança. Para mim, a vantagem de ser um ambulante diferente é que as pessoas criam uma intimidade com você. A vida está tão arriscada, as pessoas estão tão inóspitas, que existe um medo de falar com as pessoas estranhas. Mesmo que seja um vendedor. E comigo isso não acontece.”

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/bem-do-rio/noticia/2019/09/11/bem-do-rio-ambulante-cria-armadura-com-ralos-de-pia-e-faz-sucesso-na-zona-sul-da-cidade.ghtml

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VOE!
ALCANCE METAS!
DESENVOLVA SEUS PENSAMENTOS PARA O FUTURO!
VOE ALTO E LEVE!


VIVA!
QUEIRA VIVER!
CREIA EM DEUS!

JAMAIS ESTAMOS SÓS…
FORÇA!
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Leia na íntegra:

“Todos passamos por momentos em que achamos que não tem mais saída. E os “por quês” se acumulam. Por que continuar? Por que lutar? Por que tentar mudar? E muitos acabam decidindo por desistir infelizmente. Acham que não fazem diferença. Muito pelo contrário.

Acham que o mundo seria melhor se não estivessem aqui.

Só to passando pra dizer que eu também já me senti assim. Já pensei em desistir. Entrei num espiral de autopiedade insana que me deixava impotente de pensar. De entender. Estava absolutamente dormente e dormindo. E não tinha nada que me fizesse mudar de ideia. Imaginei como faria… Como seria…. Imaginei como ficariam meus pais, amigos etc. E era uma dor dilacerante. Uma tristeza paralisante.

Um dia, e esse particularmente difícil, estava deitado na minha cama com as luzes apagadas e senti no fundo do meu peito um vazio absoluto. Não sentia NADA. E entendi que estava no fim da linha. Que nada restava. Que tudo que eu era até aquele momento tinha que acabar… e acabou. Porque no exato momento em que eu senti que não havia mais NADA, não havia mais dor. Não havia mais autopiedade. Não havia espaço para auto sabotagens e sentimentos de vitimização. Nao havia mais NADA… e isso me apresentou uma outra oportunidade.

Me apresentou uma oportunidade de recomeçar. Do zero. Escolhendo melhor. Um passo de cada vez. Com tranquilidade. Na certeza de não precisar da aprovação de ninguém. No propósito de não me comparar com NINGUÉM, a não ser com quem eu era, ontem! Se você consegue ser 0,001% melhor do que vc era ontem… vitória!
Entendi quem eram meus amigos. Entendi que a gente na verdade, verdade a gente só precisa mesmo do nosso próprio amor.

Entenda que você importa PRA CARALHO. Pra sua família, pros seus amigos, pra Deus (seja lá o nome que vc da a ele), pra mim, pra todos nós. Sabe quando vc tá andando na rua distraído e você é quase atropelado por uma bicicleta, ou um pássaro faz cocô no seu ombro, você sempre pensa: “Se eu tivesse saído só 2 segundos depois de casa, isso não teria acontecido!” Né? Nesses momentos percebemos o quanto tudo e todos estamos interligados.

O que quero dizer é que a sua existência torna possível a minha existência e a existência de todos os outros seres desse planeta. É tudo uma grande sinfonia caótica que funciona na mais perfeita ordem. Como deve ser. Então saiba que todos nós PRECISAMOS de você!! E muito! Não há NADA que não possa ser transformado. NADA. E o nada às vezes é JUSTAMENTE o primeiro passo desse recomeço!

#setembroamarelo #diamundialdeprevençãodosuocidio #188″

. https://revistaquem.globo.com/QUEM-News/noticia/2019/09/joaquim-lopes-reflete-sobre-depressao-e-suicidio-imaginei-como-faria.html
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