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Archive for 24 de junho de 2019

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Sou uma mulher de relações longevas. Meu primeiro casamento durou dez anos e o segundo, 13. O fim dessa última relação ocorreu num período em que minha mãe, que morava no Rio de Janeiro, estava doente, precisando de mim por perto. Já tinha três filhos e trabalhava em um resort em Florianópolis, onde vivia. Catei as crianças, na época com 21, 18 e 7 anos, e me mudei para a Cidade Maravilhosa. Durante os quatro anos seguintes, meu tempo era dividido entre cuidar da minha mãe e trabalhar feito louca para sustentar os meninos. Foi nessa época que abri o Circuito Elegante [selo de qualidade de hotéis e restaurantes]. Passado esse período, já estabilizada profissionalmente e órfã, achei que era o momento de me abrir para um novo amor.

Em um sábado, levei minha caçula a Petrópolis para passar o fim de semana. Tinha de fazer uma inspeção em um hotel em obras e aproveitamos para tirar esses dias de folga. Durante o trabalho, o dono me apresentou Alex, engenheiro responsável pela tal reforma, mas nem prestei atenção nele. Era um homem careca, gordo e, graças ao quebra-quebra, ainda estava sujo e mal vestido. Trocamos cartões formalmente, sem nenhuma segunda intenção. Não da minha parte.
Segunda-feira, quando cheguei ao escritório, havia um envelope pardo em cima da minha mesa com uma caixa de chocolate e um cartão de visitas. No verso, a mensagem escrita à mão: ‘Te espero aqui fora para um café’. Era o tal engenheiro que havia conhecido dois dias antes e que, naquele momento, estava prostrado na porta do meu trabalho. Me dirigi a ele, que disse estar ali desde as 6h da manhã. ‘Mas você também trabalha no Rio?’, perguntei. ‘Não, vim só para ver você’, respondeu.

Achei indelicado negar o convite, mas avisei que meu tempo era curto. Sentamos no próprio complexo de lojas onde trabalhava. Ele foi direto: ‘Não durmo há duas noites por sua causa, você mudou a bússola do meu coração. Poucas vezes errei, e tenho certeza de que você é a mulher que eu estava esperando’. Fiquei impactada, claro. Falamos um pouco de nossas vidas, ele contou que estava separado havia pouco tempo, tinha um filho de dois anos do último casamento mais cinco de outras relações. Dizia estar muito triste, mas, ao mesmo tempo, feliz por ter encontrado a mulher por quem procurou a vida toda – no caso, eu. Àquela altura, só conseguia prestar atenção em seu olhar sedutor e no ótimo papo. Olhando bem, não seria difícil melhorar sua aparência. Alex era um gentleman, e só precisava de uma repaginada.

Saí dali zonza. ‘Será que apareceu a pessoa que vai cuidar de mim?’, pensava. Não que eu estivesse mexida, mas era muita coincidência ele chegar no exato momento em que decidi me abrir para um novo relacionamento. No dia seguinte, viajei para Fortaleza a trabalho, onde passaria dez dias, feliz com a possibilidade de um romance.
Cheguei à cidade, fui para o hotel e quando entrei no meu quarto, a surpresa: um enorme buquê de flores. Antes de concluir alguma coisa, o telefone tocou. Era Alex: ‘Isso é para você saber que segue no meu pensamento e que, a partir de agora, essa viagem é nossa’. Aí, sim, fiquei empolgada. Começamos a conversar diariamente por horas a fio. Qualquer tempinho de sobra, era para falar com Alex. Ele me mandava músicas, escrevia e-mails lindos, queria saber tudo sobre o meu dia… Estávamos cada vez mais íntimos.

Em seguida, parti para Jericoacoara já completamente apaixonada. Só pensava em voltar para casa e ainda tinha quatro dias fora do Rio pela frente. Assim que entrei no meu novo quarto, bateram na porta. Era uma bandeja com uma garrafa de champanhe, mimo que costumo receber quando visito hotéis a trabalho. Mas notei que o cartão de boas-vindas era o mesmo que havia recebido dentro daquele envelope pardo na mesa do escritório. Tremi. Virei o papel. ‘Mais três dias longe de você seria a morte. Se seu sentimento for o mesmo, estou no bangalô ao lado’, estava escrito. Meu coração quase pulou pela boca quando a porta vizinha se abriu. Voei em cima dele. A sintonia sexual foi imediata, tudo era muito perfeito. Alex havia levado alianças que botamos logo na mão esquerda, enquanto trocávamos juras de amor eterno à beira-mar. Extraoficialmente, estávamos casados – e nada nem ninguém haveria de atrapalhar aquele encontro. Ficamos o tempo todo grudados, repetindo sem parar que nunca mais separaríamos nossas vidas.

Na volta ao Rio, já éramos um casal. Alex continuava morando em Petrópolis, mas ia para a minha casa todos os fins de semana. Em pouco tempo, já tinha um armário no meu quarto, levava meus filhos ao médico, cozinhava para mim. Parecia ler meus pensamentos. Tinha uma frota de carros e deixou a Mercedes na minha garagem para que eu usasse. Não me deixava pagar nada, sempre tinha dinheiro vivo na mão e não ia embora sem deixar quantias generosas para mim – mais ou menos R$ 5 mil por vez. No meu aniversário, ele armou 16 surpresas com a ajuda das crianças. Começou no café da manhã, que chegou cheio de luxos, e terminou com um champanhe no fim do dia. Tudo estava mais do que perfeito. Mas só durante o primeiro ano.

Depois desse período, Alex começou a sumir regularmente. Me ligava dizendo que estava na estrada e aparecia quatro dias depois. Ficava maluca, mas só até ele chegar. Era igual a cachorro que sofre com a distância do dono, mas corre abanando o rabinho quando ele aparece. As desculpas eram as mais estapafúrdias. Uma vez, ele saiu para comprar pão e não voltou. Quando apareceu, disse que havia encontrado um grupo de amigos de partida para Friburgo. Como não tinha topado ir junto, os caras teriam pegado seu celular e enfiado ele no ônibus fretado. Da primeira vez, liguei desesperada para seu filho mais velho, que disse: ‘Meu pai é assim, não se preocupe’. Como, de fato, ele sempre voltava e eu não tinha mesmo o que fazer, apenas esperava.

Por outro lado, era comum ele aparecer do nada em minhas viagens. Um dia, cheguei ao hotel, entrei no quarto e ele estava lá dentro, deitado na cama à minha espera. Outra vez, combinamos de ir até Nova York comemorar o aniversário da minha filha que estava morando lá e, na hora de embarcar, Alex pediu que eu não falasse nada. No balcão da companhia aérea, avisou que não iria mais e solicitou ajuda especial para mim. ‘Minha mulher é surda e muda’, disse. Tudo isso para me levar até dentro do avião. Nunca soube como ele conseguia fazer essas coisas, mas achava o máximo. Mobilizar um aeroporto inteiro por mim, imagina? Ficava superexcitada. Minha família, meus amigos, todos adoravam o meu namorado. Assim, o mais confortável para mim era mesmo fazer vista grossa diante dos sumiços de Alex.

Até que, em uma noite em que ele estava na minha casa, acordei com sede e fui até a cozinha beber água. No caminho, avistei o computador dele aberto na sala e acabei bisbilhotando. Quase caí para trás quando achei uma pasta com 30 mulheres catalogadas, todas namorando ou “casadas” com ele, no mesmo período que eu, bonitas e bem-sucedidas. Cada uma delas tinha a própria pasta dentro dessa maior com fotos e trocas de mensagens dos dois. Para cada uma ele tinha um tipo de abordagem, o texto nunca era o mesmo. Várias imploravam por sua atenção. ‘Vou morrer se você não voltar’, escreviam. Fiquei com a boca seca, tive um choque de adrenalina.

Passei uns 40 minutos sem desgrudar daquela tela, e corri até o meu quarto. ‘Vá embora agora’, gritei. ‘Vi tudo no seu computador.’ Alex tentou me acalmar. ‘Vem dormir, deixa de besteira. Você é tão inteligente, tão superior’, dizia tentando me abraçar. Botei ele para fora com a roupa do corpo.

Passei essa noite acordada, revirando o computador que ele havia deixado para trás. Copiei tudo que depusesse contra ele. No restante do tempo, fiquei pensando no que fazer. Lembrei da minha xamã que fica em Curitiba e comprei passagem para o dia seguinte. Precisava sair de cena rapidamente. No dia seguinte, arrumei as malas, peguei minha caçula, na época com 12 anos, e parti.

Passei uma semana em Curitiba em tratamento espiritual. Minha irmã foi para lá me encontrar e voltou direto para a minha casa – não conseguia ficar sozinha. Foi quando decidi fazer um perfil no aplicativo de paquera em que ele havia encontrado a maioria das tais mulheres. Botei todas as fotos da viagem para Nova York, tinha certeza de que ele, Alex, me encontraria. Dito e feito! Logo fui abordada por oito perfis diferentes, todos sem foto, com o mês e o ano de nascimento dele e a escrita que eu já conhecia. Minha resposta era sempre a mesma: ‘Eu sei quem é você, não me perturbe’. Aí ele tentava com outro nickname. Entendi então o seu esquema. Todas que ele conhecia imediatamente viravam ‘a mulher da vida’ dele. Nesse momento, ele sugeria que ambos saíssem do aplicativo e criava um novo perfil para atacar outra vítima.

Ainda assim, continuava ligada em Alex. Minha irmã me convenceu a sair com ele de novo. ‘Você precisa ver com os próprios olhos quem esse homem realmente é’, disse. Encontrei Alex mais duas vezes para jantar. Na última, consegui enxergar com clareza o canalha que havia por trás de tanta gentileza. Como podia ser tão dissimulado? Era um choque. Depois desse encontro, comprei flores e fui até o cemitério mais próximo. Deixei um buquê em um túmulo qualquer e fiz meu ritual interno de despedida. Alex estava morto e enterrado, e eu, pronta para seguir minha vida.

Choveram propostas no aplicativo, mas eu sequer respondia. Até que, três meses depois de terminar meu relacionamento, um cara me chamou a atenção. Seu perfil era bem direto: Paulo, segundo ele próprio, só estava interessado em sexo. Achei tão ousado que dei match. Havia acabado de viver em um mundo de mentiras, tudo o que eu queria era sinceridade.
A primeira coisa que disse foi: ‘Estou com quase 50 anos, tudo que não estou procurando é sexo. E, se quisesse isso, pegaria um surfista, não um homem da minha idade’. Ele achou graça. Começamos a conversar mais e logo combinamos de nos ver. Paulo também estava saindo de um relacionamento complicado, e viramos ótimos amigos. Íamos ao cinema, ao teatro, ao restaurante. Era a melhor companhia que poderia ter. Em nenhum momento ele avançou o sinal, conquistou completamente a minha confiança. Até que, dez encontros depois, no meu aniversário, demos o primeiro beijo e percebemos que já estávamos completamente apaixonados.

Nesse meio tempo, uma das mulheres de Alex me encontrou no Facebook. Diana* morava a duas quadras da minha casa, também havia descoberto tudo sobre seu harém e queria alertar as outras vítimas sobre nosso ex. A coisa estava mais séria do que nunca. Pelas mensagens que ela havia lido, algumas mulheres pareciam em vias de se suicidar. Cheguei a encontrar duas delas pessoalmente, mas decidi parar. Meu relacionamento estava cada vez melhor, e eu não queria mais remexer nesse passado tão doloroso.

Mas eu e Diana nos demos tão bem, que continuamos nos encontrando. Hoje, casada com Paulo há dez anos, agradeço a tudo o que passei. Alex fez o que fez comigo, mas me trouxe dois dos maiores presentes que já recebi: meu amor e minha melhor amiga. Recentemente, comecei a escrever a história que vivi com esse homem que tem prazer em conquistar as pessoas somente para descartá-las, fazê-las sofrer. Paulo concordou em tornar esse caso público e este mês lanço Can@lha.com (publicação independente, 210 págs.). Quero que meu livro sirva para essas mulheres que são passadas para trás pelo simples fato de acreditar no amor sem nada questionar. Se tudo der certo, ainda vou ganhar um dinheiro, olha só que divertido! Isso sim é dar a volta por cima.

. https://revistamarieclaire.globo.com/EuLeitora/noticia/2019/06/meu-namorado-tinha-outras-30-mulheres.html
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Mini Cooper 60 Years  — Foto: Divulgação/Mini
Mini Cooper 60 Years
— Foto: Divulgação/Mini
Mini Cooper 60 Years  — Foto: Divulgação/Mini
Mini Cooper 60 Years  — Foto: Divulgação/Mini
Mini Cooper ganha série limitada 60 Years por R$ 171.990
Edição comemorativa de 60 anos chega a apenas 25 unidades do hatch no Brasil.


Sempre na configuração de duas portas.
Como diferencial, o Cooper 60 Years é sempre pintado na clássica tonalidade de verde batizada de New British Racing Green, e identificado por emblemas nas laterais, soleiras de portas e faixas do capô.

O logo também é projetado no solo quando as portas são abertas.

Ainda no visual, o teto e os retrovisores recebem pintura na cor branca e as rodas, de 17 polegadas, têm dois tons. Por dentro, os bancos são de couro e também recebem o emblema 60 Years.
A lista de equipamentos inclui sistema de som de alta fidelidade Harman-Kardon, head-up display, iluminação ambiente, ar-condicionado digital de duas zonas e faróis de led adaptativos.
Feito a partir da versão S, o modelo é equipado sempre com motor 2.0 turbo de 192 cavalos de potência e 28,5 kgfm de torque.

https://g1.globo.com/carros/noticia/2019/06/24/mini-cooper-ganha-serie-limitada-de-60-anos-por-r-171990.ghtml

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'O Rei Leão'  — Foto: Divulgação
‘O Rei Leão’
— Foto: Divulgação

Jon Favreau, diretor de “O Rei Leão”, participou de um evento de lançamento do filme da Disney, na Cidade de México. Ele falou com jornalistas da América Latina nesta segunda-feira (24).

“Queríamos que parecesse um documentário live-action, mesmo que ele seja uma animação”, explicou o diretor.

O filme estreia no Brasil no dia 18 de julho, com a mesma história da animação lançada em 1994, mas em uma versão realista.
“Eu aprendi muito trabalhando em ‘Mogli’, com um uso mais natural da tecnologia. Não queríamos usar rostos de humano nos animais, queríamos que parecessem animais mesmo.”
A versão em inglês tem vozes de Donald Glover como Simba; de Beyoncé como Nala; de Seth Rogen como Pumba e do retorno de James Earl Jones como Mufasa.

VEJA O TRAILER, CLIC:

. https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2019/06/24/jon-favreau-diretor-de-o-rei-leao-explica-filme-queriamos-que-parecesse-um-documentario.ghtml

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Gato Peralta – FACE

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