Feeds:
Posts
Comentários

Archive for 15 de junho de 2019

Pois é. Po-is é!

kkkkk esse cara é hilário… kkkk

Read Full Post »

Hahahaha!!! Booooa!!!

Read Full Post »

O cineasta italiano Franco Zeffirelli em foto de 2009, em Roma — Foto: Alessandra Tarantino/AP
Gianfranco Corsi Zeffirelli
mais conhecido como Franco Zeffirelli 
[ˈfraŋko dzeffiˈrɛlli] (Florença12 de fevereiro de 1923 – Roma15 de junho de 2019) foi um cineasta italiano. Também foi cenógrafo e diretor de teatro. Montou óperaslíricas de sucesso nos anos cinqüenta e alcançou projeção mundial como diretor do filme Romeu e Julieta (1968).

Foi também um político, tendo sido eleito senador (1994 a 1996 e 1996 a 2001) por Catânia, filiado ao partido Força Itália.

Filho ilegítimo, Zeffirelli era homossexual. Revelou no livro Autobiografia lançado em 2006, que se relacionou afetivamente com o cineasta Luchino Visconti e foi apaixonado pela cantora lírica Maria Callas.

Faleceu em 15 de junho de 2019 aos 96 anos de idade em Roma, de causas não divulgadas.

. https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2019/06/15/morre-cineasta-italiano-franco-zeffirelli.ghtml
Resultado de imagem para Romeu e Juliete 1968
Resultado de imagem para Romeu e Juliete 1968
Resultado de imagem para Romeu e Juliete 1968
Foi belíssimo esse filme… belíssimo!
Resultado de imagem para Romeu e Juliete 1968
Resultado de imagem para Romeu e Juliete 1968
Em uma entrevista em 2013, quando completou 90 anos, ele afirmou que o público em geral se lembraria dele principalemente por sua produção de “Romeu e Julieta”, que ganhou as telas em 1968, além da minissérie para a televisão “Jesus de Nazaré”, de 1977, e o filme “Irmão Sol, Irmã Lua”, de 1972, que foi um tributo a Santo Antonio de Assis, informou a agência Reuters.
Nascido em 12 de fevereiro de 1923 em Florença, Zeffirelli foi fruto de um caso extraconjugal entre sua mãe, costureira de sucesso casada com um advogado, e um cliente vendedor de tecidos.
Segundo a agência France Press (AFP), a mãe do cineasta, como não poderia dar ao filho o sobrenome do marido ou do amante, escolheu um nome que ouviu em uma ópera de Mozart, que falava dos “zeffiretti gentili” (ventos suaves). Um erro de transcrição no cartório o transformou em Zeffirelli.

Um dos poucos artistas que apoiaram politicamente o polêmico Silvio Berlusconi, Zeffirelli foi senador do partido fundado pelo magnata das comunicações, Forza Italia, de 1996 a 2001.
Em suas memórias, o cineasta assumiu sua homossexualidade e disse que foi apaixonado pelo grande cineasta e intelectual Luchino Visconti, com quem colaborou durante muitos anos. “Sou homossexual, mas não gay, uma palavra que odeio, que é ofensiva e obscena”, escreveu.


“Com Visconti vivi um amor atormentado, esgarçado, mas nunca apagado. Para mim, Luchino era o modelo de tudo o importante”, acrescentou Zeffirelli, que lembrou ainda seu amor por Maria Callas, “a única mulher por quem me apaixonei”.

Denúncia de abuso

Em janeiro 2018, Zeffirelli foi acusado pelo ator Johnathon Schaech de ter abusado sexualmente dele durante as filmagens do filme “Sparrow”, em 1992. Schaech, que era um ator novato na época, afirmou que o diretor entrou em seu quarto de hotel enquanto ele dormia e deitou ao lado ele e o tocou sem sua permissão, além de ter sido verbalmente abusivo e agressivo.

Na ocasião, a família do cineasta, que já estava com a saúde debilitada, negou a acusação em um comunicado e afirmou que o ator teria raiva do diretor, que, após as filmagens, dublou as falas de Schaech devido a um problema de dicção dele.

“As afirmações não são verídicas. Diretores têm estilos diferentes e quando eles estão lidando com atores que não têm experiência, às vezes, eles são mais exigentes e pressionam mais”, disse o comunicado.
“Me surpreende que o Sr. Schaech tenha esperado tanto tempo e escolhido esse momento exato para fazer suas acusações, agora que o maestro, por causa de sua condição de saúde, não pode se defender”, afirmou Pippo Corsi Zeffirelli, filho do cineasta.

Resultado de imagem para luchino visconti
Cineasta e intelectual Luchino Visconti

Luchino Visconti di Modrone
conde de Lonate Pozzolo (Milão2 de novembro de 1906 — Roma17 de março de 1976) foi um dos mais importantes diretores de cinema italianos. Era descendente da nobre família milanesa dos Visconti.
Resultado de imagem para luchino visconti
O cara era CONDE

Filho de Giuseppe Visconti, o duque de Grazzano, e de Carla Erba, herdeira de uma grande empresa farmacêutica, Luchino tinha mais seis irmãos. Prestou o serviço militar como sub-oficial de cavalaria, em 1926, no Piemonte, e viveu os anos de sua juventude cuidando dos cavalos de sua propriedade. Além disso, frequentou ativamente o mundo da lírica e do melodrama, que tanto o influenciou.
Foi para a França, onde se tornou amigo de Coco Chanel e, através dela, em 1936, foi apresentado ao cineasta Jean Renoir, com quem trabalhou no filme Une partie de campagne. Em 1937, passou por Hollywood, antes de retornar a Roma. Na capital italiana, trabalhou com Renoir na direção da ópera Tosca.
A partir de 1940, ligou-se aos intelectuais que faziam o jornal Cinema e vendeu jóias da família para realizar seu primeiro filme, Ossessione, em 1943, com Clara Calamai e Massimo Girotti. No fim da Segunda Guerra Mundial realizou o segundo filme, o documentário Giorni di gloria. Contratado pelo Partido Comunista Italiano para realizar três filmes sobre pescadores, mineiros e camponeses da Sicília, acabou por fazer apenas um, La terra trema.

Clara Calamai e Massimo Girotti em Ossessione (1943)
Em 1951 filmou Bellissima, com a grande actriz italiana Anna MagnaniWalter Chiari e Alessandro Blasetti. O primeiro filme colorido foi em 1954, Senso com Alida Valli e Farley Granger. O primeiro grande prémio da crítica chega em 1957, quando ele recebe o Leão de Ourodo Festival de Cinema de Veneza pela fita Le notti bianche, uma transposição delicada e poética de uma história de Dostoievski, com Marcello MastroianniMaria Schell e Jean Marais.
O primeiro êxito de bilheteira viria em 1960 com Rocco e Seus Irmãos, a saga de uma humilde família de calabreses que emigrava para Milão. Foi o filme que consagrou o actor francês Alain Delon ao lado de Annie Girardot e Renato Salvatori. No ano seguinte juntou-se a Vittorio De SicaFederico Fellini e Mario Monicelli no filme de episódios Boccaccio ’70. O episódio de Visconti é protagonizado por Tomas MilianRomy SchneiderRomolo Valli e Paolo Stoppa.
Em 1963 dirigiu o seu maior sucesso comercial e um dos filmes mais elogiados pela crítica, o grandioso O Leopardo, com três horas de duração e extraído do romance homónimo de Giuseppe Tomasi di Lampedusa, vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes, que conta a história da transição da nobreza para o populismo na Sicília, nos tempos da unificação italiana. O filme tem um elenco estelar onde destacam Burt LancasterClaudia Cardinale e Alain Delon.
Vagas Estrelas da Ursa, um mergulho inquieto e melancólico na capacidade dos seres sensíveis para se destruirem amorosamente, com Claudia Cardinale e Jean Sorel, realizado em 1965, foi a obra seguinte. Em 1970 ele conheceu o fracasso de uma obra sua, com O Estrangeiro, extraído do livro homônimo de Albert Camus e realiza também La caduta degli dei que lançou o actor Helmut Berger.
Com o sensível e refinado Morte em Veneza (1971), protagonizado por Dirk Bogarde e baseado na obra de Thomas Mann, ele voltou a se encontrar com o sucesso de público e de crítica. O filme conta a história de Gustav Aschenbach, um compositor que vai passar férias em Veneza, e acaba por viver uma grande e inesperada paixão, que iniciaria a sua completa destruição. O filme faz uma abordagem do conceito filosófico de beleza, assim como a passagem do tempo a importância da juventude nas nossas vidas. O filme seguinte foi o grandioso, mas decepcionante, Ludwig, com Helmut Berger e Romy Schneider. Durante as filmagens de Ludwig ele sofreu um ataque cardíaco que o prendeu a uma cadeira de rodas até a sua morte, em 1976. Mesmo com muita dificuldade, Luchino Visconti ainda fez dois filmes, Violência e Paixão(Gruppo di famiglia in un interno) e L’innocente, sua derradeira obra, versão do romance de Gabriele d’Annunzio que registra brilhantes interpretações de Giancarlo Giannini e Laura Antonelli.

. https://pt.wikipedia.org/wiki/Luchino_Visconti
Resultado de imagem para Romeu e Juliete 1968
Google Imagens

💞🍀🌹🍀🌿🍂🌺¸¸.•💞 Addio … 💞🍀🌹🍀🌿🍂🌺¸¸.•💞

Resultado de imagem para Franco Zeffirelli
Resultado de imagem para Franco Zeffirelli
DIRIGIDOS POR ELE, TAMBÉM…
Resultado de imagem para Franco Zeffirelli
“Jesus de Nazaré” (1977)

Foto: Reprodução / O GLOBO
A superprodução anglo-italiana foi transmitida na TV após quatro anos de filmagens, que se estendeu entre Tunísia, Marrocos e os estúdios da lendária Cinecittà, em Roma.
"Romeu e Julieta", de Franco Zeffirelli. Foto: Divulgação / O GLOBO
“Romeu e Julieta” (1968)

Foto: Divulgação / O GLOBO
O mais conhecido filme do diretor é também considerado a melhor adaptação britânica da peça de Shakespeare. A atriz Olivia Hussey venceu o Globo de Ouro por sua performance
"O campeão" Foto: Reprodução / O GLOBO
“O campeão” (1979)

Foto: Reprodução / O GLOBO
Outro sucesso do diretor, o filme conta a triste história de um boxeador veterano que volta aos ringues para ajudar sua ex-esposa e filho. É o remake de um clássico de mesmo nome dirigido por King Vidor em 1931.
"Amor infinito" (1981) Foto: Reprodução / YouTube
“Amor sem fim” (1981)

Foto: Reprodução / YouTube
Mesmo mal visto pelos críticos, o filme com Brooke Shields e Martin Hewitt foi um sucesso de bilheteria e transformou a canção “Endless Love”, de Lionel Richie e Diana Ross, num hit planetário.
"Hamlet" (1988) Foto: Reprodução / GLOBO
“Hamlet” (1988)

Foto: Reprodução / GLOBO
Outra adaptação de Shakespeare, causou polêmica ao escalar Mel Gibson, conhecido por papéis em filmes de ação, como o icônico príncipe dinamarquês. A ideia era tornar a obra do dramaturgo inglês mais acessível e popular.
"Callas forever" Foto: Reprodução / O GLOBO
“Callas forever” (2002)

Foto: Reprodução / O GLOBO
No útimo filme do diretor, a atriz Fanny Ardant encarna a célebre cantora lírica grega já em sua velhice. Ao se preparar para um musical na TV, ela revisita sua carreira.

MAIS:

. https://oglobo.globo.com/cultura/conheca-sete-filmes-de-franco-zeffirelli-23742662

Read Full Post »

Read Full Post »

Read Full Post »

Read Full Post »

Read Full Post »

Read Full Post »

criação de filhos
Para o desenvolvimento adequado de nossos filhos, alguns leem livros que explicam como serem melhores pais, enquanto outros preferem receber dicas de outros pais experientes. Acontece que há também muito mais informações que podemos aprender com os pais de diferentes culturas e estudos, que nos ajudarão a criar nossos filhos da melhor maneira possível. Aqui estão 15 dicas que devem ser reconhecidas, mesmo que seja apenas para entender a criação sob outro ponto de vista.

1. Noruega – Deixe as crianças correrem riscos
Estudos conduzidos na Noruega sugerem que crianças devem ter riscos permitidos, o que às vezes preferimos evitar por segurança, como subir em árvores ou sair da visão dos pais. Quando deixamos nossos filhos assumirem riscos, permitimos que eles enfrentem desafios e melhorem seu julgamento sobre o que o próprio corpo pode ou não fazer. Além disso, um estudo de 2015 mostrou que a possibilidade de se envolver em atividades “perigosas” para crianças entre 3 e 12 anos de idade é mais benéfica para a saúde do que manter uma segurança estrita. Esteja presente para apoiar e proteger seu filho e, claro, mantê-lo à vista quando ele for brincar com outras crianças, mas não os impeça de testar suas habilidades. Para o desenvolvimento adequado de nossos filhos, alguns leem livros que explicam como serem melhores pais, enquanto outros preferem receber dicas de outros pais experientes. Acontece que há também muito mais informações que podemos aprender com os pais de diferentes culturas e estudos, que nos ajudarão a criar nossos filhos da melhor maneira possível. Aqui estão 15 dicas que devem ser reconhecidas, mesmo que seja apenas para entender a criação sob outro ponto de vista.


2. Coreia do Sul – Evite criar um cardápio especial para crianças
Em muitos países que são conhecidos por sua rica culinária, como a Coreia do Sul, por exemplo, as crianças não recebem refeições separadas ou diferentes de seus pais. É ideal que eles esperem pacientemente e comam junto com toda a família a mesma comida que está no prato dos pais. Comer juntos, onde todos comem e desfrutam do mesmo prato, incentiva as crianças a consumir uma variedade de alimentos e não apenas os alimentos que preferem. Se você estiver cozinhando vários pratos diferentes diariamente, talvez deva parar. Evite esta prática e deixe seu filho acostumado a comer os mesmos alimentos e refeições que você come desde cedo, com ênfase em pratos saudáveis e nutritivos para você e para eles. Para o desenvolvimento adequado de nossos filhos, alguns leem livros que explicam como serem melhores pais, enquanto outros preferem receber dicas de outros pais experientes. Acontece que há também muito mais informações que podemos aprender com os pais de diferentes culturas e estudos, que nos ajudarão a criar nossos filhos da melhor maneira possível. Aqui estão 15 dicas que devem ser reconhecidas, mesmo que seja apenas para entender a criação sob outro ponto de vista.

3. China – Estabeleça metas que estão levemente fora do alcance para seus filhos
Professores e pais na China encorajam as crianças a trabalhar duro para alcançar seus objetivos, por exemplo, colocando uma maçã fora de seu alcance para que possam pegá-la sozinhos, em vez de dar na mão. No entanto, é preciso garantir que o objetivo não seja impossível ou que o esforço seja grande ou difícil demais. Se, por exemplo, você colocar um brinquedo para o seu bebê em um lugar distante ou muito alto, ele perderá a paciência e encontrará outra maneira de se envolver. Por outro lado, se você colocar o brinquedo muito perto, isso não fornecerá ao bebê um desafio suficiente para motivá-lo a agir. Não faça o trabalho para seus filhos, mas não permita que eles façam mais do que deveriam. Para o desenvolvimento adequado de nossos filhos, alguns leem livros que explicam como serem melhores pais, enquanto outros preferem receber dicas de outros pais experientes. Acontece que há também muito mais informações que podemos aprender com os pais de diferentes culturas e estudos, que nos ajudarão a criar nossos filhos da melhor maneira possível. Aqui estão 15 dicas que devem ser reconhecidas, mesmo que seja apenas para entender a criação sob outro ponto de vista.


4. Japão – Não há problema em deixar as crianças brigarem entre si
Em um estudo realizado no Japão em 2003, descobriu-se que crianças e adultos japoneses entre 7 e 24 anos sabem como resolver conflitos com seus amigos de maneiras mais eficazes do que no mundo ocidental, aparentemente, porque os pais no Japão permitem que crianças resolvam seus próprios conflitos. É claro que, em um caso de conflito físico ou violento, recomenda-se separar as crianças, mas ao discutir sobre um brinquedo que cada um deles quer ou um papel em uma peça, é recomendável que eles realmente resolvam o conflito. Isso também inclui o passo de fazer as pazes, já que eles precisam saber como lidar com suas próprias emoções e impulsos. É claro que você pode e deve fornecer orientações e servir como modelos, mas não se sinta obrigado a intervir. Dê um passo para trás e deixe seus filhos resolverem seus próprios problemas para que eles saibam como fazê-lo no futuro, em casos mais extremos.

5. Norte da Europa – Saia com seus filhos todos os dias, mesmo no inverno
No norte da Europa, onde o clima de inverno “congela o sangue”, espera-se que as crianças brinquem fora todos os dias. Além disso, os pais costumam levar seus bebês para passear em seus carrinhos para que possam tirar uma soneca durante a viagem ao ar livre, mesmo quando as temperaturas são muito baixas. Nessas áreas, os pais não evitam que seus filhos passem o tempo fora mesmo quando chove, com o que costumam dizer: “Não existe tempo ruim, apenas roupas ruins”. Na Noruega, por exemplo, as crianças são enviadas para o jardim de infância com um ano de idade e passam muito tempo ao ar livre, mesmo em condições de clima frio abaixo de zero.

6. França e Japão – Ensine seus filhos a cumprimentar os outros
Na França e no Japão, é costume educar as crianças para dizer “olá” e “adeus”, da mesma forma que ensinam a ler e escrever e a incentivar essa prática com exercícios que melhoram a capacidade de comunicação das crianças. Pense nos cumprimentos como um lembrete para seus filhos de que eles não estão sozinhos no mundo e que há muitas outras pessoas ao seu redor; eles devem estar cientes disso e saber como se comportar de acordo para que possam desenvolver habilidades de comunicação saudáveis e eficazes. Não há necessidade de forçá-los a beijar a tia ou a avó, mas devem ser educados e cumprimentar pessoas conhecidas. Para o desenvolvimento adequado de nossos filhos, alguns leem livros que explicam como serem melhores pais, enquanto outros preferem receber dicas de outros pais experientes. Acontece que há também muito mais informações que podemos aprender com os pais de diferentes culturas e estudos, que nos ajudarão a criar nossos filhos da melhor maneira possível. Aqui estão 15 dicas que devem ser reconhecidas, mesmo que seja apenas para entender a criação sob outro ponto de vista.
criação de filhos
7. Guatemala – Não obrigue as crianças a compartilharem coisas
Em um estudo comparando crianças pequenas da Guatemala a crianças dos Estados Unidos, as crianças na Guatemala ficaram mais livres para fazer suas próprias escolhas, pois seus pais permitiram que eles fizessem o que queriam quando se tratava de seus itens pessoais e não os forçaram a compartilhar brinquedos com seus irmãos. Em vez de exigir que seus filhos compartilhem, os pais esperam que seus filhos atinjam a idade de começar a compartilhar seus pertences de forma independente e, ao contrário das crianças nos Estados Unidos, começam a compartilhar espontaneamente e demonstram maior generosidade.

8. América do Sul – Durma com seus bebês
Somos frequentemente aconselhados a deixar o bebê dormir sozinho desde cedo, a fim de promover a independência, mas entre a maioria das famílias ao redor do mundo, especialmente as famílias sul-americanas, os pais dormem com seus bebês. Pesquisas mostram que as crianças que dormem com os pais em tenra idade crescem para serem mais independentes do que aquelas que não dormem.

9. Quênia – Evite contato visual em casos de choro excessivo
No Quênia, as mães tendem a carregar seus bebês em todos os lugares, mas evitam dar-lhes muita atenção. Quando seus bebês começam a chorar ou balbuciar, evitam o contato visual com eles. Embora isso pareça algo difícil para um pai e um pouco desagradável para o bebê, é absolutamente lógico. O contato visual permite que o bebê assuma o controle da situação e exacerba suas respostas, porque ele sabe que está sendo ouvido. É como dizer a uma criança: “Você está no comando agora”, e essa não é a mensagem que qualquer pai ou mãe quer transmitir a seu filho. Estudos realizados na a tribo Gussi mostraram que seus filhos procuram muito menos atenção de seus pais em uma idade mais velha por causa desta técnica.

10. Finlândia – Reconhecer a importância das férias escolares
Na Finlândia, as crianças recebem mais tempo na escola e brincam fora da sala de aula mais do que em outros países. Durante os intervalos, eles esquiam, patinam no gelo ou simplesmente correm com os amigos no quintal, e os dias de escola são mais curtos, durando apenas algumas horas. Além disso, as crianças têm uma variedade de aulas, como carpintaria, costura, culinária, música e arte, que ajudam a quebrar a rotina na escola. Embora pareçam estar aprendendo menos na escola, as notas dos alunos na Finlândia transcendem as de muitos países ao redor do mundo, o que significa que muitos intervalos podem ser o caminho a percorrer.

11. Itália e Brasil – Permitir que outras pessoas participem da criação dos filhos
Em muitos países do mundo, como Itália e Brasil, os pais acreditam que a melhor maneira de criar filhos para o bem-estar é permitir que a família e os amigos ajudem a criá-los. No Brasil, por exemplo, muitas famílias moram em lares com três gerações – avós, pais e filhos, ou pelo menos em unidades ou andares separados na mesma casa. Também permite que os avós criem crianças diariamente, o que ajuda as crianças a serem expostas a diferentes tipos de atenção, cada uma com outra coisa para ensinar e dar.

12. Polinésia – Deixe seus filhos cuidarem de outras crianças
Na Polinésia, não é apenas um irmão mais velho ou irmã que cuida de seus irmãos mais novos, mas um cuidado dedicado semelhante ao dos pais, mesmo quando estão por perto. Os pais polinésios cuidam de seus bebês até que possam andar sozinhos, mas a partir desse momento a responsabilidade é transferida para as crianças mais velhas. As crianças em idade pré-escolar, por exemplo, aprendem como acalmar os bebês que choram, o que faz com que o bebê se torne mais independente em um estágio anterior, pois aprendem rapidamente que somente se estiverem calmas poderão brincar com seus irmãos mais velhos.

13. Suécia – Tire as cercas
Os pais na Suécia tentam não controlar seus filhos, ensinando-os a se controlar e a ouvir sua voz interior. isso os ajuda a tomar decisões mais inteligentes em idade precoce. Em alguns dos jardins de infância na Suécia, por exemplo, não há cercas que fecham as crianças em uma área limitada. Em vez disso, os professores instruem as crianças a verem a “cerca invisível”, permitindo que pratiquem o autocontrole todos os dias.

14. Espanha e Argentina – Deixe as crianças acordadas até as 22h
Para pais espanhóis e argentinos, a ideia de mandar uma criança para a cama às 19h ou 20h é estranha. Como não há muitas horas durante o dia em que podemos passar mais tempo com nossos filhos, uma vez que passamos a maior parte do tempo no trabalho e na escola, as noites costumam ser a única vez em que podemos passar mais tempo com nossos filhos. Nesses países, as crianças ficam acordadas até as 10 da noite, para que possam aproveitar os pais e a família, enquanto dormem o suficiente para manter a saúde.

15. Vietnã e China – Ensine seus filhos a irem ao banheiro antes de ensiná-los a andar
O Vietnã e a China adotaram um método para fazer com que as crianças controlem suas necessidades a partir dos 9 meses de idade, cerca de um ano antes dos bebês dos países ocidentais. Este é um ano inteiro de economia de tempo de troca de fraldas e dinheiro. Sempre que os pais notam movimentos ou ruídos que o bebê faz quando precisam se aliviar, eles os seguram no vaso sanitário e assobiam. Assim como no experimento de Pavlov, quando os bebês ouvem esse apito, sabem aliviar-se. Os bebês submetidos a esse tratamento aprendem como controlar suas necessidades até os dois anos de idade, e sabem como se sentar no penico ou no vaso sanitário, uma vez que eles mesmos reconhecem os sinais em seus corpos.

. http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=14174

Read Full Post »

Read Full Post »

Older Posts »