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Archive for 6 de junho de 2019

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Ariel Barbeiro e o corte blindado: conheça o corte que fez o barbeiro bombar na internet
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ARIEL É EX-PRESIDIÁRIO.
ELE SE CANSOU DE OUVIR QUE “ELE NÃO SERIA NADA, NINGUÉM… SERIA APENAS UM ZÉ NINGUÉM!” – RESOLVEU CONFIAR EM SI… APOSTOU… DEU CERTO!!! SUCESSO! GRANA DE MONTÃO!!! PARABÉNS, MULEQUE!
DEUS NÃO DESAMPARA NINGUÉM!

MAS…
É POR ISSO QUE ELE POSA COM O DEDO NOS LÁBIOS, QUERENDO DIZER: “PSIU, FIQUE QUIETO”. FOI ISSO QUE ELE FALOU NUMA ENTREVISTA, PARA RESPONDER AOS ATAQUES DOS MENOS CONFIANTES EM SUA FORÇA!
AEEEEEEEEEEEEEE!!!
HAHAHAHA GOSTO DE HISTÓRIAS ASSIM: SUPERAÇÃO DE VERDADE!!!


Bom, então você provavelmente esteve embaixo de uma pedra nos últimos dias, porque os malucos por cortes de cabelo só falam de uma coisa: o corte blindado do Ariel Barbeiro que – pasmem – aguenta até uma moto na cabeça e continua intacto.
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Inicialmente, o salão era mega improvisado, uma barbearia na pegada da periferia mesmo, e, em um espaço sem qualquer requinte, Ariel começou a atender clientes colocando em prática o que aprendeu quando estava preso. Pois é: ele é ex-presidiário e conseguiu conquistar uma renda fixa com o que aprendeu na prisão.“Tudo começou apenas como uma forma de passar o tempo [dentro da cadeia], estava com a mente perturbada e cortar cabelo foi o método para o equilíbrio mental”, conta Ariel em entrevista para o portal R7.Depois que começou a atender o público, ele criou um perfil no Instagram para promover seus cortes e a técnica do “blindado”. Com a procura na rede social, ele conquistou dois patrocinadores americanos, visibilidade e 102 mil seguidores ao redor do mundo.“Há quatro anos eu nem imaginava que ia viver isso que estou vivendo”, conta Ariel em entrevista para a Vice.Em 2014 ele estava no Centro de Detenção Provisória de Vila Independência cumprindo pena por tráfico.

O símbolo de silêncio que ele faz no final de cada vídeo é para todas as pessoas que desacreditaram de sua caminhada até aqui. “É um sinal pra todo mundo que duvidou porque eu contrariei as estatísticas.”

Fonte: https://manualdohomemmoderno.com.br/cabelo/ariel-barbeiro-e-o-corte-blindado-conheca-o-corte-que-tornou-o-barbeiro-famoso

Curtiu o trabalho do cara? Quer fazer o mesmo corte com ele? Bom, você vai ter que esperar. Ariel está com a agenda fechada até abril, com viagens para o Chile, Argentina, Itália e vários outros lugares na América Latina.Porém, se você não quer esperar para fazer uma versão do corte, saiba que o negócio vai ser um pouco difícil, afinal, o corte dele tem garantia de durar uma semana e meia intacto. Intacto!Ele se inspirou no corte “Pompadour”, o topete estilo Elvis que estourou em 2016 começou a ser pedido pelos clientes.Mas a técnica dele vai além, é claro: ele usa cores, usa um pente para marcar o corte e, além disso, garante uma fixação absurda e uma durabilidade invejável.

Segundo os clientes, Ariel conseguiu desenvolver um estilo que realmente dura muito tempo.E como pra ele “tudo que tem cor é arte”, adicionou cores fortes em graduação e entrou na febre de todo o complexo da Brasilândia.Em resumo, ele é a prova de que uma ideia na cabeça – literalmente – pode te levar muito longe! Inicialmente, o salão era mega improvisado, uma barbearia na pegada da periferia mesmo, e, em um espaço sem qualquer requinte, Ariel começou a atender clientes colocando em prática o que aprendeu quando estava preso.

Pois é: ele é ex-presidiário e conseguiu conquistar uma renda fixa com o que aprendeu na prisão.“Tudo começou apenas como uma forma de passar o tempo [dentro da cadeia], estava com a mente perturbada e cortar cabelo foi o método para o equilíbrio mental”, conta Ariel em entrevista para o portal R7.

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EU SEMPRE DIGO QUE TRABALHAR RESOLVE QUALQUER PROBLEMA.
FICAR SEM TRABALHO CRIA UM MONTE DE PROBLEMAS, INCLUSIVE MENTAIS.
ESTOU CERTA! EEEEEEEEEE!!! HAHAHA!!!!

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Depois que começou a atender o público, ele criou um perfil no Instagram para promover seus cortes e a técnica do “blindado”. Com a procura na rede social, ele conquistou dois patrocinadores americanos, visibilidade e 102 mil seguidores ao redor do mundo.“Há quatro anos eu nem imaginava que ia viver isso que estou vivendo”, conta Ariel em entrevista para a Vice.Em 2014 ele estava no Centro de Detenção Provisória de Vila Independência cumprindo pena por tráfico.

O símbolo de silêncio que ele faz no final de cada vídeo é para todas as pessoas que desacreditaram de sua caminhada até aqui. “É um sinal pra todo mundo que duvidou porque eu contrariei as estatísticas.”

Fonte: https://manualdohomemmoderno.com.br/cabelo/ariel-barbeiro-e-o-corte-blindado-conheca-o-corte-que-tornou-o-barbeiro-famoso

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O barbeiro, inseto transmissor da doença de Chagas
Foto: AXS

Pernambuco passa por um novo surto da doença de Chagas. Chega a 27 o número de pacientes que recebem o tratamento contra a doença, segundo balanço divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde na terça-feira (4).
No Acre, uma família foi internada com a doença supostamente transmitida pelo consumo de açaí contaminado.
Para entender o que é, como funciona a transmissão e quais são os sintomas, o G1 listou as principais informações sobre a doença de Chagas:

O que é?

A doença de Chagas é uma infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, cujo principal vetor é o inseto “barbeiro” contaminado. O barbeiro funciona como uma espécie de intermediário entre o protozoário e o ser humano. O inseto pica um animal silvestre já infectado e depois transmite a doença para as pessoas.

“Quando o inseto pica alguém, ele naturalmente elimina fezes. Essas fezes têm o protozoário contaminante e, com a coceira, a pessoa ajuda a espalhar o protozoário até a ferida, completando a transmissão da doença”, diz Juvêncio Furtado, infectologista da Faculdade de Medicina do ABC.

O nome do inseto barbeiro vem do fato de que, frequentemente, as picadas ocorrem no rosto.
A doença é popularmente conhecida porque, na maioria dos casos, há um aumento significativo no tamanho do coração do paciente afetado. Isso ocorre porque as câmaras internas do coração doente aumentam de tamanho. A dilatação do coração impede que o sangue seja bombeado para o corpo da forma correta.

Os principais sintomas são:

Febre contínua, intermitente e prolongada por cerca de sete dias;
Inchaço na face ou nos membros;
Manchas vermelhas na pele;
Inchaço nos gânglios;
Inflamação no fígado ou no baço;
Falta de ar;
Problemas cardíacos agudos.


Formas de transmissão

A transmissão da doença, além de ocorrer principalmente
por meio do contato do sangue com as fezes do barbeiro, também pode acontecer no sistema digestivo.

“Nos últimos anos, o barbeiro tem se alojado em plantações de cana-de-açúcar e em açaizeiros. Lá ele faz o seu ninho e se reproduz. Quando a pessoa tritura e ingere o suco da cana-de-açúcar ou do açaí, o inseto contaminado com o protozoário é consumido junto”, explica Furtado. “Isso acontece somente em casos nos quais não há uma limpeza adequada do produto”.

Outras formas de transmissão são: a recepção, em transplante, de órgãos provenientes de doadores infectados; e na gravidez, por via congênita, passando de mãe para filho.

O tipo de transmissão pode influenciar o período em que os primeiros sintomas começam a aparecer:

Vetorial: contato com as fezes do inseto infectado – de 4 a 15 dias;
Vertical: ocorre quando uma gestante contaminada passa os parasitas para o bebê – de 4 a 15 dias;
Transfusão de sangue ou transplante de órgãos de doadores infectados – de 30 a 40 dias;
Oral: ingestão de alimentos contaminados pelo barbeiro – de 3 a 22 dias.

Fase aguda

Apresenta poucos ou até mesmo nenhum sintoma da doença. Quando os sintomas aparecem, eles podem ser confundidos com uma virose comum. São eles:

Piora no estado geral do corpo – náusea, perda ou diminuição de força física e dor nas articulações;
Febre constante;
Inchaço no rosto e nas pernas;
Vermelhidão no rosto e pescoço.

Fase crônica

Geralmente, os casos de Chagas são confirmados na fase crônica por causa da dificuldade de se fazer o diagnóstico na fase aguda:

Problemas no coração, como insuficiência cardíaca;
Problemas digestivos;
Inchaço do esôfago e do estômago.

Catorze pessoas contraem Doença de Chagas após consumir suco feito com bacaba no TO

Tratamento

É feito normalmente com o uso do benznidazol, um medicamento antiparasitário, nos casos agudos e crônicos.
De acordo com o Dr. Furtado, é extremamente importante que o tratamento comece ainda na fase inicial da doença, quando os sintomas são menos perigosos.

“Apesar de o tratamento ser o mesmo para as duas fases da doença, o medicamento vai reagir apenas contra o protozoário, mas não vai ter efeito em relação aos problemas acarretados já na fase crônica, como o problemas cardíacos” – Juvêncio Furtado, infectologista da FMABC.

Sob prescrição médica, o benznidazol pode ser obtido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para pessoas com a doença na fase aguda. Uma alternativa ao benznidazol, para pacientes alérgicos ou que não respondam bem ao tratamento, é o nifurtimox, outro remédio fornecido pelo SUS.

Transplante de coração

Quando o paciente chega a um estado avançado da doença e o coração é gravemente afetado, em muitos casos existe a possibilidade de receber um transplante de coração. Ou seja, o paciente recebe um novo coração sadio.
Especialistas da ONG Médico Sem Fronteiras dizem que a expectativa de vida do paciente transplantado pode aumentar em até 80% após o transplante. Portanto, a pessoa pode viver, em média, mais dez anos.

A recepção de coração transplantado por um paciente com doença de Chagas é, geralmente, melhor do que a de pessoas transplantadas por outros motivos.
Entretanto, não está descartada a hipótese de que o novo coração também acabe sendo rejeitado pelo corpo ou novamente infectado pela doença de Chagas.

Como prevenir

Impeça que o inseto forme colônias dentro da sua casa;
Caso encontre um inseto barbeiro, não esmague ou aperte;
Para manejar o inseto, use luvas para proteger as mãos;
Lave muito bem as frutas e outros alimentos.
Entenda como a doença de Chagas pode ser transmitida — Foto: Diana Yukari e Juliane Monteiro/G1
Entenda como a doença de Chagas pode ser transmitida
Foto: Diana Yukari e Juliane Monteiro/G1
*Sob orientação de Ardilhes Moreira


https://g1.globo.com/bemestar/noticia/2019/06/06/doenca-de-chagas-entenda-os-sintomas-e-as-formas-de-transmissao.ghtml

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CLAMÍDIA
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GONORRÉIA
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SÍFILIS

Número total de casos

A estimativa total é de 376,4 milhões de casos, dos quais:

127,2 milhões casos de clamídia
86,9 milhões de casos de gonorreia
156,0 milhões de casos de tricomoníase
6,3 milhões de casos de sífilis

376,4 MILHÕES DE CASOS!!!

💞🍀🌹🍀🌿🍂🌺¸¸.•💞

GEEEENTE… PELO AMOR DE DEUS… OLHA A HIGIENE, O CUIDADO, VEJAM COM QUEM ANDAM, O QUE FAZEM… É ASSUSTADOR!!!

💞🍀🌹🍀🌿🍂🌺¸¸.•💞

Número total de casos

A estimativa total é de 376,4 milhões de casos, dos quais:

127,2 milhões casos de clamídia
86,9 milhões de casos de gonorreia
156,0 milhões de casos de tricomoníase
6,3 milhões de casos de sífilis

376,4 MILHÕES DE CASOS!!!

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Em média, há mais de 1 milhão de novos casos de clamídia, gonorreia, tricomoníase e sífilis por dia Foto: Charles PH/Unsplash

ღೋღೋღღೋღೋ
P O R D I A ! ! !
ღೋღೋღღೋღೋ

Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado nesta quinta-feira (6) afirma que a difusão de infecções sexualmente transmissíveis ainda é um problema endêmico global – ou seja, essas infecções existem de forma constante em diversas regiões do mundo.
Em média, há mais de 1 milhão de novos casos de clamídia, gonorreia, tricomoníase e sífilis por dia, diz a estimativa. Embora esse dado seja o mais recente, as conclusões do estudo são parecidas com outras estimativas divulgadas pela OMS no passado.

O levantamento foi realizado em 2016, ano em que pesquisadores registraram 376,4 milhões de novos casos dessas quatro infecções sexualmente transmissíveis entre homens e mulheres com idade entre 15 a 49 anos. A principal forma de prevenção é o uso do preservativo.

A quantidade de casos registrados não equivale ao número de pessoas atingidas: muitas vezes, o mesmo paciente apresenta reincidências do problema. Além disso, faltam dados sobre as doenças em todos os países, pois nem sempre é obrigatório reportá-las às autoridades públicas.

As quatro infecções afetam principalmente o aparelho reprodutivo e sexual humano, mas todas têm cura.

Usando a classificação de países por renda, conforme a lista do Banco Mundial, a prevalência de gonorreia, tricomoníase e sífilis é maior nos países de baixa renda. Já a clamídia é mais presente nos países de renda média, inclusive na América Latina.
“As estimativas globais de prevalência e incidência dessas quatro infecções sexualmente transmissíveis curáveis permanecem em nível elevado”, dizem os autores da pesquisa. Segundo eles, o estudo mostra, ainda, a necessidade de se expandirem os esforços de produção de dados nos países e fornece uma base inicial para estratégias de combate a essas doenças em âmbito global.

O que são essas infecções

As infecções sexualmente transmissíveis causam problemas agudos nos órgãos genitais masculino e feminino. Em alguns casos, podem também prejudicar o reto e a faringe.

Clamídia: causada por uma bactéria, essa infecção nem sempre apresenta sintomas. Quando eles existem, são corrimento amarelado ou claro, ardência ao urinar e dores durante o ato sexual. As mulheres podem ter sangramentos espontâneos e os homens, dor nos testículos.
Gonorreia: causada por uma bactéria, provocador ou ardor na hora de urinar, inflamação na uretra, secreção e pus, principalmente nos homens. Nas mulheres pode causar desconforto abdominal ou até não ter sintomas.
Tricomoníase: transmitida por um protozoário, provoca coceira, vermelhidão, dor ao urinar e inflamações. Nas mulheres, pode causar corrimentos e odores fortes.
Sífilis: transmitida por uma bactéria, pode ter vários estágios de complexidade – primária, secundária, latente e terciária. Os sintomas mais visíveis são uma ferida no órgão genital ou manchas no corpo. Geralmente, não causa dor nem sangramento. Com o agravamento da doença, surgem febre e mal estar, além de ínguas no corpo. Nos casos mais graves, pode levar à morte.

A OMS alerta, ainda, que a clamídia e a gonorreia podem causar complicações sérias a médio e longo prazo, como inflamações pélvicas, gravidez ectópica (quando o embrião se forma fora do útero), infertilidade, dor e artrite. Além do ato sexual, elas podem ser transmitidas durante o parto.

A sífilis pode provocar graves danos neurológicos e também doenças de pele. Quando transmitida de mãe grávida para o filho ainda não nascido, pode causar a morte do feto, parto prematuro ou deficiências na criança.
Todas as quatro infecções aumentam os riscos de aquisição e transmissão do vírus HIV. Além disso, pessoas que vivem com infecções sexualmente transmissíveis enfrentam estigmas, estereótipos, preconceitos e estão sujeitas a uma maior vulnerabilidade na adolescência.

Metas de redução

O setor de estratégias da OMS já tem como meta reduzir em 90% a incidência de gonorreia e sífilis no mundo até 2030. Para isso, é preciso ampliar medidas de prevenção, exames e tratamento. O estudo deve ajudar a OMS a estabelecer metas para outras infecções, entre elas a clamídia e a tricomoníase.
“Estimativas de prevalência e incidência são essenciais para calcular o peso de doenças causadas por infecções sexualmente transmissíveis, e necessárias para a solicitação de recursos financeiros para apoiar programas voltados a essas infecções”, afirma o estudo da OMS.
Além de estimular o desenvolvimento de métodos para diagnóstico adequado e novas terapias, as estimativas mostram a necessidade de se fornecer vacinas e medicamentos em serviços públicos de saúde, dizem os autores do estudo.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS)

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/06/06/infeccoes-sexualmente-transmissiveis-ainda-sao-problema-endemico-global-diz-oms.ghtml

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