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Archive for 10 de maio de 2019

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DÁ VERGONHA DE SER MULHER! AFFFFF….

É MUUUITA CARA DE PAU!

Quando questionada sobre a sua relação com o movimento feminista, Margaret Thatcher, a primeira mulher que atingiu o cargo de primeira ministra do Reino Unido, respondeu: “Não devo nada ao movimento de libertação das mulheres. As feministas odeiam-me, não é? Não as posso culpar, uma vez que também odeio o feminismo, pois é puro veneno.” Após o lançamento do meu livro “Feminismo: Perversão e Subversão” no Dia Internacional da Mulher, evento que levou centenas de pessoas numa noite de sexta-feira ao Palácio Barriga Verde, uma publicação isenta na página institucional da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, que apenas informava o acontecimento, liberou uma enxurrada de insultos, ameaças e baixarias proferidas por feministas inconformadas com o meu sucesso. Devido à ocorrência, utilizei a tribuna no dia 12 de março para iniciar um pronunciamento [assista aqui: bit.ly/ataquefeminista], concluído agora, onde apresento FATOS que desmentem a falácia da “conquista do voto” – constantemente lançada como argumento pela maioria das militantes que procuram deslegitimar o meu mandato – e embasam a minha convicção ao reproduzir a declaração de Thatcher: não devo nada ao feminismo!
NÃO VI AINDA… MAS TUDO INDICA QUE DÁ PARA
RIR!!!!

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Homem aplicando agrotóxico em planta

POR QUE A ANVISA AUTORIZA???
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Justiça suspende registro do glifosato,
agrotóxico mais utilizado no Brasil

É VERDADE QUE METADE DAS CRIANÇAS TERÃO AUTISMO ATÉ 2025, POR CAUSA DOS AGROTÓXICOS?
9/5/19
atualizado: 9/5/19
por Cíntia Ferreira

ESTAMOS VENDO UM NÚMERO BEM CRESCENTE DE ALUNINHOS COM AUTISMO!
CAMPINAS ESTÁ LOTADA!!!!
NINGUÉM SABE A CAUSA… AH… SERÁ???? A ÁREA QUÍMICA DEVE ESTAR LOTADA DE CONHECIMENTO SOBRE “O QUE” CAUSA O AUTISMO, SIM!!!!

MAS…. MA$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$


A declaração de uma pesquisadora em uma conferência causou uma inquietação significativa na plateia, e, posteriormente, em quem leu em sites e jornais o que ela disse. Na ocasião, ela falou que até 2025 cerca de 50% das crianças terão autismo, em decorrência do uso do glifosato.


Essa substância é um agrotóxicoamplamente utilizado na agricultura e que vem gerando polêmicas já há algum tempo pelos potenciais efeitos negativos no ambiente e no organismo humano.

POR QUE A ANVISA DEFENDE O USO DO GLIFOSATO, A ESTRELA DOS AGROTÓXICOS?
Stephanie Seneff, glifosato e autismo

A pesquisadora dona da fala alarmante foi Stephanie Seneff, cientista sênior do Instituto de Pesquisa de Massachusetts (MIT), que tem atuação em Ciência da Computação e Inteligência Artificial, mas que publica já há algum tempo artigos acadêmicos voltados para saúde. Ela já teve mais de 170 artigos acadêmicos revisados e publicados, mas é uma figura controversa, principalmente pelas conclusões a que chega com seus estudos.
A constatação de que o glifosato estaria relacionado ao autismo foi divulgada, posteriormente, na revista Alliance for Natural Health USA. Segundo o estudo, o uso excessivo da substância está por trás de doenças como autismo, doenças cardiovasculares, Alzheimer, entre outras. A substância pode se acumular nos tecidos humanos e causar danos em longo prazo.

LUDMILA, A MENINA COM GLIFOSATO NO SANGUE, ENVENENADA DIA APÓS DIA

Ela verificou a presença de níveis altos de glifosato em 3 das 10 amostras de leite materno. Segundo o estudo, os sintomas da toxicidade de glifosato são semelhantes aos do autismo. Apontou ainda correlação entre o uso da substância e o aumento nas taxas de autismo.
O autismo apresentou um crescimento significativo nos últimos anos, com taxas que chegam a quase 120%, desde 2000. Entre os alimentos mais contaminados estão o milho, soja transgênica, batatas fritas, doces, refrigerantes, entre outros.

O autismo é genético?
No entanto, muitos pesquisadores contestam as conclusões do estudo de Stephanie. Segundo estes, o autismo é genético e a pequena absorção do glifosato pelo organismo é rapidamente eliminada.
Muitos apontam ainda que o que a pesquisadora estabeleceu foi uma relação de correlação, mas correlação não significa causalidade, ou seja a relação entre autismo e glifosato apontada por ela não é de causa e efeito.

AUTISMO: EM 83% DOS CASOS É GENÉTICO. O MAXI ESTUDO EFETUADO EM GÊMEOS
Existe muito de dedução da parte dela, segundo alguns críticos, e não é baseada em evidências científicas. Além disso, o crescimento nas taxas de autismo pode ser explicado pelo fato de que hoje se sabe mais sobre o problema do que antes, e há mais acesso ao diagnóstico.

Contudo, não são poucos os casos e os estudos que comprovam os malefícios do glifosato:
A EXPOSIÇÃO AO GLIFOSATO E A ESSES DOIS INSETICIDAS AUMENTAM O RISCO DE CÂNCER. NOVO ESTUDO
GLIFOSATO FOI UM FATOR DESENCADEADOR PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM CÂNCER. BAYER PERDE NA JUSTIÇA
GLIFOSATO NA CERVEJA E NO VINHO, O CANCERÍGENO PESTICIDA DA ROUNDUP EM TODO LUGAR

Muitas das substâncias utilizadas pelos humanos ainda não foram testadas por tempo suficiente para que se saiba a real consequência dos possíveis danos ao organismo.
Um bom exemplo é um estudo recentemente feito pelos pesquisadores da Universidade Médica de Viena e da Agência Ambiental Austríaca que mostrou que mais de 50% das fezes humanas estavam contaminadas com microplástico, obtido do consumo de criaturas marinhas, que sofrem com os danos dos impactos do plástico jogado no meio ambiente.
Não se sabe ainda quais são os verdadeiros danos, mas o microplástico está sendo absorvido pelo corpo humano e ninguém sabe o que isso pode causar.

Da mesma forma, doenças autoimunes e até mesmo o câncer são enfermidades com tantas perguntas ainda sem respostas. Meio ambiente, genética, hábitos não saudáveis… estas são as causas generalizadas que os médicos colocam, mas ninguém sabe em que modo, o quanto e o porquê de cada uma delas estarem relacionadas com o aparecimento das doenças. 
Enquanto isso já se sabe: o efeito das ações humanas no planeta é devastador e irreversível. O mesmo se pode dizer sobre a sobrevivência da nossa própria espécie. Quanto menos intervirmos na natureza, melhor. Mas ainda estamos em tempo?

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https://www.greenme.com.br/viver/saude-e-bem-estar/7975-agrotoxico-autismo-verdade-metade-das-criancas-terao
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Análise da Anvisa afirma que o agrotóxico glifosato não causa câncer

07/03/2019

Reavaliação toxicológica do glifosato, agrotóxico mais usado no Brasil e no mundo, feito pela da área técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concluiu que seu uso pode continuar sendo permitido no país, já que não causa prejuízos à saúde.
Porém, antes da agência finalizar a regulamentação sobre a questão abrirá consulta pública por 90 dias para que a sociedade possa se manifestar. A decisão final sobre a substância só será tomada após este período.
O glifosato é o principal ingrediente ativo de diversos herbicidas usados em plantações e jardins. São 110 agrotóxicos com a substância comercializados no Brasil, produzidos por 29 empresas diferentes, segundo a Anvisa. Em 2017, cerca de 173 mil toneladas de produtos com glifosato foram usadas no país.
A reavaliação toxicológica da substância vinha ocorrendo desde 2008 e a conclusão foi que a substância “não apresenta características mutagênicas e carcinogênicas” – ou seja, não causa câncer – e “não é um desregulador endócrino” – não interfere na produção de hormônios.
“Glifosato não se enquadra em critérios de proibição. Nossa recomendação é para a manutenção da permissão da substância e pela adoção de medidas de mitigação de risco”, afirmou Daniel Roberto Coradi, da GGTOX, a área de análise toxicológica da Anvisa.
Para chegar a essa conclusão, os técnicos da agência analisaram estudos científicos, relatórios de organismos internacionais, dados oficiais de monitoramento em água e de intoxicações e estudos das empresas que registraram a substância.
Globo Natureza

http://www.pontoterra.org.br/analise-da-anvisa-afirma-que-o-agrotoxico-glifosato-nao-causa-cancer/
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O QUE É O GLIFOSATO, O HERBICIDA QUE NOS MATA LENTAMENTE
31 de março, 2019

Nos EUA, dois casos de linfomas foram atribuídos à substância(glifosato). Em Portugal, 18 mil assinaram uma petição para proibir o herbicida. A discussão já chegou ao Parlamento.
É comercializado para uso agrícola desde 1974, inalado e ingerido por muitos portugueses. Estamos a falar do glifosato, hoje o herbicida mais comum do mundo, mas também aquele que tem o potencial contributo de aumentar o número de doenças cancerígenas, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). É ainda objeto de muita controvérsia por causa do seu impacto no meio ambiente. Mais chocante: poderia simplesmente ser substituído por outros produtos e até há alternativas naturais.
Uma equipa de cientista da Universidade de Tübingen, na Alemanha, descobriu uma opção natural que tem os mesmos efeitos do glifosato. Uma molécula de açúcar libertada por um tipo de cianobactérias, também chamada de algas verde-azuladas e que poderia ser uma solução menos prejudicial para humanos e meio ambiente.
O glifosato é um herbicida sistémico de amplo espectro e que seca culturas. É um composto usado para matar ervas daninhas que comprometem o cultivo. É comercializado pela Bayer que por várias vezes argumentou que a ciência confirma que os herbicidas não causam cancro.
A aplicação da substância química deve seguir regras precisas. O produtos que contêm glifosato ou outros herbicidas têm um modo de aplicação, doses recomendadas e intervalos de segurança que devem ser cumpridos. Os agricultores são obrigados a participar em cursos e, depois de concluírem a formação, recebem um cartão que lhes permite adquirir o herbicida.

Algumas câmaras municipais já proibiram o uso do herbicida na agricultura.
Um dos maiores problemas do glifosato centra-se nos países americanos, onde são cultivados alimentos geneticamente modificados – 80% dos chamados OGM são resistentes à substância, o que significa que uma plantação transgénica pode ser pulverizada com herbicidas sem que a cultura morra, afetando apenas as ervas daninhas.
Estes transgénicos estão, por enquanto, proibidos na Europa. Mas há um que pode ser semeado – a variedade de milho MON 181 – e Portugal é um dos quatro países que o cultiva. Além disso, mais de 90% da alimentação animal é feita de transgénicos resistentes ao glifosato e acabamos por ingeri-lo indiretamente.
Os casos de Hardeman e Johnson
A licença de utilização do agrotóxico na Europa foi renovada em 2017 por um novo período de cinco anos. A 7 de março, o Tribunal Geral da União Europeia mandou divulgar estudos de toxicidade e do potencial cancerígeno da substância. Já nos EUA, o mesmo herbicida – intitulado de Roundup –, comercializado pela multinacional Monsanto, foi considerado o causador da doença oncológica do septuagenário Edwin Hardeman, por um júri do país norte-americano. Entretanto, a empresa continua a afirmar que o glifosato não provoca cancro.
A Monsanto já tinha sido condenada em 2018 num caso semelhante. Dewayne Johnson, um jardineiro de 46 anos, trabalhou vários anos numa escola na Califórnia, onde uma das suas tarefas era a aplicação de herbicidas. Chegava a fazê-lo 30 vezes por ano e, por duas vezes, sujou-se acidentalmente com o produto. Usava o Roundup e o Ranger Pro – ambos produzidos pela multinacional – que contêm glifosato. Em 2014, Dewayne foi diagnosticado com um linfoma e a empresa, que em 2016 foi adquirida pela Bayer, foi condenada a pagar 251 milhões de euros ao jardineiro. Há outras cinco mil queixas do género só nos EUA.
A OMS, através da Agência Internacional de Investigação para o Cancro, estudou o herbicida durante um ano. 17 investigadores tomaram uma decisão unânime: classificar o glifosato como potencialmente cancerígeno.
Segundo a base de dados de inseticidas e herbicidas autorizados na União Europeia, há 83 substâncias ativas que podem ser usadas em herbicidas só em Portugal. No nosso País, algumas câmaras municipais já proibiram o seu uso e, desde 1991, que os pesticidas químicos, onde se inclui o glifosato, estão banidos na agricultura biológica.
Um relatório da Quercus alerta: “A situação em Portugal é particularmente grave. Em 2012 aplicaram-se no País, para fins agrícolas, mais de 1400 toneladas de glifosato, e esse consumo tem vindo a aumentar: entre 2002 e 2012”. A Associação Nacional de Conservação para a Natureza sublinha mesmo que “o uso de glifosato na agricultura mais do que duplicou”.
Em fevereiro, um estudo publicado na Science Direct, concluiu que o uso de glifosato pode aumentar em 41% o risco de linfoma não-Hodgkin, um tipo de cancro que se desenvolve no sistema linfático e que afecta, por ano, 1700 pessoas em Portugal. E “estes resultados são muito convincentes “, disse ao “Le Monde” uma das autoras do estudo, Emanuela Taioli, professora de epidemiologia em Mount Sinai.
As alternativas naturais
O glifosato é um “herbicida de largo espectro, não seletivo, o que significa que não mata apenas ervas daninhas”, revelou Hans Dreyer, um especialista da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura em declarações jornal “Público”. O problema é que é uma solução eficiente e barata.
Só em 2017, foram realizados mais de 700 estudos que continham a palavra “glifosato”. Não existem muitas alternativas disponíveis entre os herbicidas não seletivos. Há o glufosinato de amónio e o paraquato, que em Portugal já não está disponível.
O estudo da Universidade de Tübingen, publicado no “Nature Communications” em fevereiro, explica que há uma alternativa natural que advém de uma molécula de açúcar libertada por um tipo de cianobactérias. No fundo, os cientistas descobriram que este 7dSh atua exatamente da mesma forma que o glifosato, sem os efeitos nocivos.

Uma equipa de cientista da Universidade de Tübingen descobriu que o açúcar pode ser uma alternativa.
O resultado é o mesmo que produz o herbicida, já que as plantas tratadas com o açúcar veem o seu crescimento interrompido. O açúcar age sobre outra enzima, mas é a mesma via metabólica, a chamada via do chiquimato, em que plantas e microrganismos produzem importantes aminoácidos. Esse tipo de metabolismo não existe em formas mais avançadas de vida, como humanos e animais, e o açúcar é inofensivo para a saúde.
A Comissão Europeia autorizou o uso do herbicida no continente até 2022, que é quando voltará a fazer uma avaliação. Por cá, uma petição de 18 mil assinaturas contra o seu uso já chegou ao Parlamento. Contudo, as vendas do glifosato caíram entre 22,7% entre 2014 e 2017. As alternativas já estão a ser consideradas, mas deverão ser mais caras.
Via 4MEN por Marlene Moura

https://vivagreen.com.br/darkgreen/glifosato-o-herbicida-que-nos-mata-lentamente/

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Everest

LATA, GARRAFA, DE TUDO NO EVEREST: RECOLHIDAS 3 TONELADAS DE LIXO EM 2 SEMANAS

atualizado: 6/5/19
por Gisella Meneguelli

Poucos já conseguiram escalar o Everest, a montanha de maior altitude do mundo, cujo pico está a 8.848 metros acima do nível do mar, nas cordilheiras do Himalaia. E nem mesmo esse lugar remoto da Terra está a salvo do lixo do lixo humano.


Muitos alpinistas sonham em escalar a montanha, mas é preciso anos de dedicação, os quais muitas vezes não garantem executar o objetivo, haja vista a dificuldade de superar todos os obstáculos que o Everest naturalmente tem. Apenas 5.200 pessoas já conseguiram chegar ao ponto mais alto da montanha, um esforço que exige perícia, investimento financeiro, resistência psicológica e física.

Logo, como uma montanha de tão difícil acesso pode estar, hoje, repleta de lixo? Por incrível que pareça, os próprios alpinistas que tentam escalá-la deixam detritos por onde passam, causando problemas sanitários para o Nepal.
Segundo o jornal Expresso, já não é mais preciso um mapa para se alcançar o topo do Everest, já que o lixo encontrado pelo trajeto seria como as migalhas deixadas por João e Maria.

Cada vez mais pessoas têm se preparado para a escalada, que coloca em questão o problema da produção de lixo em um lugar quase intocado. Em 2019, a previsão é de que cerca de 800 pessoas tentem escalar o Everest e, portanto, produzam lixo durante o trajeto.
A associação de montanhismo e o departamento de turismo do Nepal, preocupados com todo esse lixo que tem sido depositado no Everest, organizaram equipes de voluntários para retirarem 10 toneladas de lixo até 29 de maio, quando se comemora o 66º aniversário da primeira subida ao pico da montanha. De acordo com Ang Tshering, ex-presidente da associação de montanhismo do Nepal:

”Nem sei quem são, há tantos grupos a fazer limpeza. Estou espantada por ver tantas pessoas comuns, organizações não governamentais e militares a fazer recolha”.
Até o momento, já foram recolhidas 3 toneladas de lixo, mas um outro problema a ser enfrentado é que há 30 toneladas de lixo se espalhando rapidamente, sendo a maioria dejetos humanos. Estima-se que cada alpinista produza durante os dois meses de duração do trajeto cerca de 27 quilos de excrementos. Boa parte desse montante se congela, logo, não se decompõe, podendo causar doenças.

Alternativas para transformar esses dejetos em fertilizantes ou gás metano têm sido estudadas. Seria preciso um tanque de água e bactérias desencadeadoras do processo de produção do gás.

Além de excrementos, uma parcela do lixo é composta de material não degradável, como barracas danificadas, plásticos, restos de material de montanhismo e garrafas de oxigênio – boa parte já transportada pelo Exército do Nepal para Catmandu, capital do país.

Lata, garrafa… tem de tudo no Everest
Não bastasse todo esse lixo, algo ainda mais chocante tem sido encontrado: cadáveres. Muitos alpinistas não conseguem chegar ao ponto final e morrem no meio do caminho ou não sobrevivem à descida. Em 2017, foram encontrados sete corpos e, desde que se começaram as escaladas na montanha, já foram registradas 3030 mortes.

Uma solução imediata que está sendo proposta pelo governo do Nepal é a aplicação de uma multa no valor de 3500 euros para os alpinistas que não regressarem com pelo menos oito quilos de lixo.

Enquanto isso vamos espalhando essa ideia: onde quer que você vá, deixe pra trás apenas boas recordações, não lixo! Faça bem à Terra!

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https://www.greenme.com.br/informar-se/lixo-e-reciclagem/7950-lixo-no-everest-3-toneladas
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UM LIXÃO NO TOPO DO PLANETA!
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Limpeza anual do Everest 2018 retira 5 toneladas de lixo do topo da montanha
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Trabalhadores carregando lixo coletado da região do Everest no aeroporto de Lukla, no Nepal, de onde será levado para Kathmandu para reciclagem – Foto:
Crédito Bikas Karki / EPA, via Shutterstock

http://gooutside.com.br/everest-um-lixao-no-topo-do-mundo/
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Primeiro brasileiro a chegar ao topo do Everest, Waldemar Niclevicz culpa as agências de expedições
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O infográfico com todas as 287 mortes de alpinistas e sherpas que tentavam escalar o Everest, de 1922 até 2016. CÍRCULO PRETO: Estrangeiros –
CÍRCULO VERMELHO: Sherpas.

Tsewang Paljor, um jovem alpinista indiano que perdeu a vida em uma nevasca em 1996. Ficou conhecido na internet como o Botas Verdes.

Montanhistas vêem tais assuntos como trágicos porém inevitáveis. Para o resto de nós, entretanto, a ideia de que um corpo possa permanecer em plena vista por quase 20 anos pode parecer incompreensível. Corpos como o de Paljor irão permanecer em seus lugares para sempre, ou algo pode ser feito? E um dia iremos constatar que o Monte Everest simplesmente não vale mais a pena? Como eu descobri nessa série de duas partes, a resposta é uma história de controle, perigo, aflição e surpresas.
Antes de responder a essas questões, no entanto, é válido perguntar algo mais fundamental: Quando a morte está por toda a parte, por que, de uma vez por todas, as pessoas jogam com suas próprias vidas no Everest?
Alcançar o ponto mais alto da terra serviu como símbolo dos “desejos dos Homens de conquistar o universo,” como o montanhista Britânico George Mallory colocou. Quando um repórter uma vez perguntou a ele por que desejava escalar os 8.848 m (29,029ft) do Everest, Mallory rebateu “porquê está lá!”
O Everest, contudo, não é mais o lugar romântico e inconquistável que era. Desde que Tensing Norgay e Edmund Hillary se tornaram os primeiros Homens à ficar em pé no cume em 1953, a montanha foi conquistada mais de 7.000 vezes por mais de 4.000 pessoas, as quais deixaram uma trilha de lixo, desperdício humano e corpos em seus rastros.

Em alguns casos, várias mortes em um local, por exemplo, em 2015 um terremoto matou 18. Fonte: Richard Salisbury e Elizabeth Hawley, Himalaya Data Base.

“Escalar o Everest parece uma grande piada hoje em dia”, diz o Capitão MS Kohli, o montanhista que em 1965 liderou a primeira expedição indiana com sucesso no cume do Monte Everest. “Absolutamente nada se assemelha aos velhos dias quando existiam aventureiros, desafios e exploração. É apenas ir fisicamente com a ajuda dos outros.”

Para os Sherpas e outros contratados para trabalhar no Everest, a razão pela qual eles ficam retornando é por ser um trabalho altamente remunerado. Para qualquer outro, contudo, as motivações são sempre difíceis de serem explicadas, mesmo para si mesmos. Escaladores profissionais sempre insistem que “o drive” deles diferem da maioria dos clientes que pagam para escalar o Everest, um grupo que frequentemente é acusado das mais baixas motivações: Embolsam a montanha mais alta do mundo para se gabar. “Alguém uma vez disse que escalar o Everest é um desafio, mas o maior desafio, seria escalá-lo e não contar a ninguém,” afirma Billi Bierling, um jornalista sediado em Kathmandu, escalador e assistente pessoal de Elizabeth Hawley, uma ex-jornalista, aos 91, que tem sido a cronista das expedições ao Himalaia desde os anos 60.
Mas poucos na realidade admitem que escalam o Everest somente para se vangloriar mais tarde. Ao invés, o Everest tende a assumir uma importância simbólica para aqueles que o vislumbram, sempre em termos articulados de transformação, triunfo sobre obstáculos pessoais ou a joia da coroa em uma lista de metas ao longo da vida, “Cada um tem um motivo diferente,” diz Bierling, “Alguém quer espalhar as cinzas do marido falecido, alguns fazem isso por suas mães, outros querem matar um demônio pessoal.”
“Em alguns casos, é apenas ego,” acrescenta Hawley. “Na verdade você tem que ter uma certa quantidade de ego para fazer a coisa toda.”
Assim como escaladores profissionais, cujo amor por montanhismo vai bem além do Everest, psicólogos têm tentado extirpar suas motivações por décadas. Alguns concluem que atletas de grande risco – incluídos os montanhistas – são buscadores de sensações que superam a emoção. Pense ainda por um momento no que escalar o Everest acarreta – semanas passadas em vários acampamentos, permitindo que o corpo se adapte à altitude; avançando montanha acima, passo-a-passo; usando pura força de vontade para avançar com desconforto e exaustão – e essa explicação faz menos sentido. Escalada em grande altitude, de fato, é um trabalho árduo. Assim como Matthew Barlow, pesquisador com pós doutorado em psicologia do esporte na Universidade de Bangor, coloca: “Escalar algo como o Everest é chato, penoso e o tão perto quanto se pode chegar de uma descarga de adrenalina.”

LEIA BEEEEEM MAIS DESSA INTERESSANTE HISTÓRIA! CLIC:

http://www.extremos.com.br/Blog/Editor/151104_morte_nas_nuvens_o_problema_com_os_mais_de_200_corpos_no_everest/

Flertar com a mortalidade, em outras palavras. faz parte do apelo. “Se você pode escapar da morte ou se esquivar de um acidente fatal, isso te permite a ilusão de heroísmo, apesar de eu não achar que seja verdadeiramente heróico,” diz David Roberts, montanhista, jornalista e autor sediado em Massachusetts. “Não é como jogar poker onde o pior que pode acontecer é perder algum dinheiro. As apostas são as finais.”

Imensa fila de alpinistas passando pela Franja Amarela, em direção ao C4 (8000m) do Everest, em um ano atípico com uma curta janela de ataque ao cume. (Crédito: Rex)

Alpinistas próximo ao C4 (8000m) do Everest, o último acampamento antes do ataque final ao cume. (Crédito: Rex)

Há 12 anos o EXTREMOS realiza a maior Cobertura Online do Everest, com infográficos, vídeos, podcast e artigos.

Tendas brilhantes marcar a presença humana no Campo base, no que antes era um deserto. Foto: Giles Price / The New York Times

Local aproximado onde fica a caverna em que o Botas Verdes se abrigou e morreu na tragédia de 1996.

A tragédia de 2014 que matou 16 Sherpas na Cascata de Gelo do Khumbu, mostrada no infográfico do EXTREMOS.

GEEEENTEEEE… HÁ MUUITO O QUE LER…
AS IMAGENS SÃO ÓTIMAS… CLIC:

http://www.extremos.com.br/Blog/Editor/151104_morte_nas_nuvens_o_problema_com_os_mais_de_200_corpos_no_everest/
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MAS… NOSSO ASSUNTO INICIAL FOI NOSSO PROTESTO: LIXO NO TOPO DO PLANETA… DEIXADO POR PESSOAS QUE – PROVAVELMENTE – NÃO DEVERIAM DEIXAR DE TER RESPEITO E EDUCAÇÃO…
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EM 2016:

Conversamos com o primeiro vegano a escalar o Monte Everest, a montanha mais alta do mundo

Entrevista exclusiva com Kuntal Joisher.


Formado em ciências da computação e trabalhando como programador, o indiano Kuntal Joisher foi o primeiro vegano a escalar a montanha mais perigosa do mundo, o Monte Everest. Com 8.848 metros de altitude, o Everest é o destino de alpinistas do mundo inteiro. Escalar o Everest é um dos maiores desafios do ser humano e muitos tentam, mas poucos conseguem.


Recentemente, uma alpinista vegana chamada Maria Strydom faleceu ao tentar escalar o Everest e a mídia atribuiu sua morte ao fato dela não consumir nada de origem animal. Mesmo tendo outros alpinistas morrido no mesmo período, apenas a morte de Maria foi exaustivamente noticiada. O alpinista indiano tem uma opinião muito clara sobre o caso e nós conversamos com ele sobre isso, entre outras coisas.
Procuramos Kuntal para entender como foram os desafios de chegar ao lugar mais alto do planeta Terra e voltar com saúde. Gentilmente, ele nos atendeu na tarde desta segunda-feira (13) por meio do Facebook e concedeu a maravilhosa entrevista que você lê a seguir.
Vista-se: Nós sabemos que você subiu e desceu o Everest em uma expedição de 45 dias. Mas quanto tempo antes você ficou se preparando para sair de casa rumo ao lugar mais alto do mundo?
Kuntal: Desde que eu me lembro eu sempre fui apaixonado pelas montanhas, por neve e pelo Himalaia. No entanto, eu só entrei de forma séria no alpinismo em 2009, mesma época em que comecei a pensar em subir o Monte Everest. E agora já faz mais de 7 anos que eu treino para isso. Além disso, quando eu decidi escalar o Everest, eu disse a mim mesmo que para ser capaz de subir a montanha mais alta do mundo eu tinha que estar na melhor forma física e mental da minha vida. Assim, no últimos anos a minha vida inteira foi construída em torno de treinamento para escalar o Monte Everest. Todo o resto na minha vida não era prioridade. Eu comia, bebia, dormia, sonhava e respirava o Monte Everest o tempo todo.
Eu treino 6 dias por semana e minha ideia é combinar 3 coisas: atividades de resistência cardiorrespiratórias tais como alpinismo, caminhada, subida de escadas, treinamento de força – na parte superior do meu corpo, tronco e membros inferiores para me dar um conjunto equilibrado. E, finalmente, treino de alta intensidade para me ajudar a baixar a minha frequência cardíaca de repouso (que era cerca de 46 antes da escalada do Monte Everest).
Eu também treino uma vez por semana sem comida e água para simular as condições que podem acontecer no alto da montanha. Além disso, eu vou a várias expedições de montanhismo de longa duração no Himalaia para construir na minha experiência e habilidades, e é também como eu me treino mentalmente. Ou seja, me coloco em situações difíceis para enfrentar meus medos e superá-los.
Além de meu treinamento físico e mental, eu também garanto uma dieta vegana muito limpa quando eu estou treinando. Concentro-me em comer alimentos integrais com baixa gordura e alta concentração de carboidratos e isso funcionou maravilhosamente para mim. Meu corpo se recupera rapidamente de alguns dos exercícios mais excruciantes que eu faço. Assim, a minha fórmula de treinamento é bastante simples: treinar duro, treinar de forma inteligente e me alimentar com comida vegana em sua forma mais natural, limpa e integral.
O que você tem a dizer para aqueles que atribuíram a morte da australiana Maria Strydom ao fato de ela ser vegana?
Antes de tudo, quero dizer a todos que Maria Strydom faleceu por conta da Doença da Altitude (Mal da Montanha). Esse mal não discrimina com base nas escolhas dietéticas. Qualquer um, mesmo o montanhista mais forte ou um guia local acostumado às condições, pode ter esse problema. Não comer ou comer carne não tem influência! Nos últimos anos, centenas de alpinistas morreram por causa da Doença da Altitude e nunca ninguém questionou se foi por que eles comiam carne. O frenesi da mídia em cima da morte da alpinista vegana é um clara irresponsabilidade jornalística e um dos piores exemplos de links feitos só para caçar cliques.
E por último, mas certamente não menos importante, eu sou um vegano. Sou vegano há 14 anos. Subi e conquistei o cume do Everest em 19 de maio, um dia antes da Maria tentar. Paula Leonard, uma alpinista vegana do Alasca, subiu no mesmo dia que eu. Nós estamos vivos e com todas as partes do corpo intactas e não tivemos problemas. Nenhum de nós teve a Doença da Altitude. Então, vamos colocar esta controvérsia para onde ela pertence: a lata do lixo!
Alguém disse que você não conseguiria? Os amigos e os seus familiares chamaram você de louco?
Pela primeira vez que eu anunciei para os meus amigos e familiares sobre o meu desejo de escalar o Everest eu tive reações variadas. Meus amigos e familiares mais próximos apoiaram 100% e sabiam que eu colocaria todo o esforço necessário para subir a montanha. Mas um outro grupo de pessoas achou mesmo que eu era louco, e alguns chegaram a pensar que era só papo e que eu não iria realmente para lá.
Eu já tinha tentado escalar o Everest duas vezes antes, em 2014 e em 2015. Nas duas ocasiões a expedição foi cancelada por conta de desastres naturais.
Várias pessoas tentaram me fazer desistir da escalada dizendo que a montanha não me queria lá e outros chegaram a dizer que eu não teria o que é preciso para chegar lá. Mas eu não dei ouvidos. Em vez disso, eu mentive o fogo dentro de mim queimando. Treinei mais duro do que nunca, nunca desisti do meu sonho e finalmente cheguei ao topo! A lição que eu aprendi é que você nunca deve desistir do seu sonho. As pessoas vão dizer coisas como ‘você é louco!’, ‘é impossível!’, ‘você certamente vai falhar!’. E muitas dessas coisas vão mesmo acontecer. Mas se você quiser alcançar o seu sonho, você tem que cuidar dele e protegê-lo como o seu bebê, trabalhando duro e treinando de forma inteligente para manter isso até chegar ao topo!
Houve algum momento durante a expedição em que você pensou que não iria conseguir?
Não. Eu não quero dar-lhe uma resposta dramática como ‘eu estava pendurado em uma corda, prestes a morrer e naquele momento eu pensei em desistir’. E, em seguida, contar uma história sobre como eu superei isso e cheguei ao topo. Nada dramático como isso aconteceu. Eu tenho treinado muito duro para este esforço física e mentalmente e não houve um momento sequer durante toda a escalada em que eu tive um único pensamento negativo ou vontade de desistir.
Qual será a sua próxima aventura? Você pretende retornar ao topo do Everest?
Eu devo dizer que eu amo escalar montanhas. O Everest foi um grande sonho para mim e eu gastei um tempo significativo perseguindo esse sonho. Contudo, eu não tenho intenção de escalar o Everest de novo. Existem muitas montanhas desafiadoras e lindas em volta do Himalaia e outras montanhas ao redor do mundo que eu adoraria escalar. Eu estou planejando escalar outra montanha de 8.000 metros na primavera de 2017.

https://www.vista-se.com.br/conversamos-com-o-primeiro-vegano-a-escalar-o-monte-everest-a-montanha-mais-alta-do-mundo/

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Como Poupar Dinheiro e Salvar o Planeta

Coroas dos abacaxis:
Você pode realmente replantar abacaxis a partir de sua coroa!
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Cascas de maçã:
Aplique um pedaço de casca de maçã nos olhos por 10 minutos a fim de diminuir as olheiras ou coloque-as de molho num bule, com água bem quente, açúcar e canela para um delicioso chá.
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Cascas de laranja:
 Corte-as em pedaços, espalhe-as em volta de sua casa ou jardim e aproveite das suas qualidades como repelentes de insetos. Ou acrescente-as em uma vitamina para extra-fibra, ou jogue-as na sua lata de lixo, para dar um a roma cítrico.
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Cascas de cebola e alho:
Elas contêm grande quantidade de nutrientes, portanto, use-as num caldo para sopas!
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Cascas de melancia:
Esfregue-as na pele para aliviar acne ou transforme-as em conservas ou pickles!
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 Cascas de ovos:
Faça um fino pó  com as cascas de ovos e misture-o com café barato para reduzir o sabor amargo. Ou use na terra onde há plantas para uma dose extra de cálcio.
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Talos e folhas de brócolis: 
Você pode comê-los! Acrescente as folhas à salada, junto com talos crus ou levemente aferventados. 
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Folhas de aipo:
 Também são comestíveis! Use-as nas sopas, ensopados ou como guarnições.
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Talos de couve:
São ricos em fibras e nutrientes – você pode acrescentá-los a vitaminas ou secá-los e moê-los, adiconando ao sal para obter um tempero interessante.
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Polpa de frutas ou verduras: 
Você  tem máquina de fazer suco? Não jogue fora a polpa! Você pode acrescentá-la a vitaminas, à massa do pão, e misturá-las na massa de panquecas para adicionar um sabor extra.
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Polpa de amêndoas: 
Fabricando seu proprio leite de amêndoas? Deixe  a polpa que resta secar e coloque-a no moedor para fazer farinha de amências sem glúten!
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Suco dos picles:
 Terminaram os picles? Simplesmente acrescente vegetais frescos à vasilha com o suco e deixe repousar alguns dias para obter mais picles!
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Cascas de banana:
 Esfregue-as na sua pele para aliviar picadas de insetos, irritações da pele e psoríase. Coloque um pouco no jardim para repelirem insetos, e use-as para polir sapatos de couro e prata. Pode até mesmo acrescentar um pouco aos pratos de carne sem ossos para impedir que fique ressecada.

PELO JEITÃO… É QUASE MILAGROSA… VEJA AS IMAGENS QUE PESQUISEI!!!!
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1. Ela trata a psoríase
A psoríase é uma doença de pele que causa lesões avermelhadas e descamadas na região do couro cabeludo, cotovelos, joelhos, mãos, pés, unhas e região genital.
Esfregue a casca de banana na região afetada sem nenhum resíduo – a pele ficará mais vermelha do que antes no início, não se preocupe – e você verá uma grande melhora em alguns dias.

2. Trata irritações e picadas de inseto
Os nutrientes da casca da banana podem ajudar a aliviar a dor e diminuir a coceira, então esfregue o interior da casca diretamente sobre a área onde há a irritação.
Ainda ganhará um bônus: A casca mantém a pele hidratada.

3. Combate verrugas
Existem dois modos de eliminar as verrugas com a casca de banana. Você pode esfregar diretamente na área onde está a verruga, ou colocá-la como um curativo deixando agir durante a noite.

4. Elimina as rugas
Como dito anteriormente, a casca mantém a pele hidratada, além de nutrir. Esfregue a parte interna da casca no rosto diariamente, durante a noite. Seu rosto ficará mais suave, melhorará a elasticidade e reduzirá as linhas finas.

5. Acaba com a acne
Ela ajuda no combate à acne por conta dos antioxidantes que contém na casca. Esfregue no rosto durante 1 minuto, repetindo por três vezes ao dia.

6. Clareia os dentes
Esta é a forma mais natural de clarear os dentes. Esfregue a parte interna da casca nos dentes durante dois minutos, duas vezes por dia e depois escove normalmente. É a mais simples, porém a mais controversa. Há quem diga que não funciona, mas de acordo com o site Cura pela Natureza, funciona sim. Faça o teste!

7. Ela pode polir os móveis
Se você esfregar a casca diretamente no local que você deseja polir e depois lustrar com um pano, obterá os mesmos efeitos de um produto próprio para o uso.

8. Deixa os sapatos brilhando
Deixe seus sapatos como novos só esfregando a casca diretamente na área, seguido de um pano limpo.

9. Tira arranhões de CD
Além da casca, você pode usar a polpa da fruta para fazer a limpeza no disco. Esfregue em movimentos circulares no CD, depois esfregue com a casca e limpe com uma flanela. Retire os resíduos com um paninho limpo e borrife um limpa-vidros na parte interna do CD e o terá como novo.

Incrível, não é? Você sabia de todos esses benefícios? Já pode colocá-los em prática!

https://www.statusseguros.com/casca-da-banana-e-seus-9-beneficios-que-voce-nao-conhecia/
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NÃO RESISTO!!!! KKKKK

Dar sabor sabor a pratos especiais

Pense que serve apenas uma casca de banana para dar um toque exótico nas suas receitas. Por exemplo, você pode cozinhar uma carne temperada com aroma de banana. Como assim? Simplesmente coloque a carne que você decidiu comer em uma panela e cubra com a metade de uma casca de banana. Obviamente, isto depois de lavar a casca com muita atenção.

http://www.dicasdecasaebeleza.com.br/cascas-banana-utilidades/
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E… ALÉM DE TUDO ISSO… RSRSRS A PARTE PRINCIPAL: COMIDA!!!! KKKK
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Que tal surpreender a família e os amigos com esse doce de banana com creme e suspiro? A receita é deliciosa, fácil de fazer e tem bom rendimento. Confira!
Tempo: 1h (+2h de geladeira)
Rendimento: 12
Dificuldade: fácil

Ingredientes do doce de banana com creme e suspiro 
Doce de banana:
2 xícaras (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de água
8 bananas-nanicas cortadas em rodelas
1/2 colher (sopa) de canela em pó

Creme:
2 xícaras (chá) de leite
3 colheres (sopa) de açúcar
3 gemas
3 colheres (sopa) de maisena
1 lata de creme de leite
1 colher (chá) de essência de baunilha
Suspiro:
3 claras
8 colheres (sopa) de açúcar

Modo de preparo: 
Para o doce, coloque o açúcar e a água em uma panela e leve ao fogo médio até formar uma calda grossa e escura. Retire do fogo e acrescente as bananas e a canela.
Misture bem e volte ao fogo baixo para cozinhar a banana, sem desmanchar, por 5 minutos. Retire do fogo e coloque em um refratário médio. Reserve.
Para o creme, em outra panela, leve ao fogo médio, o leite, o açúcar, as gemas e a maisena, mexendo sempre, até engrossar. Retire do fogo e misture o creme de leite e a baunilha e distribua no refratário sobre o doce de banana. Reserve.
Para o suspiro, na batedeira, bata as claras em ponto de neve e acrescente, aos poucos, o açúcar e continue batendo até ficar firme. Espalhe sobre o creme, fazendo picos com as costas de uma colher e leve ao forno alto, preaquecido, por 5 minutos ou até dourar. Retire do forno, deixe esfriar e leve à geladeira por pelo menos 2 horas antes de servir.


https://guiadacozinha.com.br/doce-de-banana-com-creme-e-suspiro/
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BANANA CHIPS:
VÁRIAS RECEITAS, FRITAS, ASSADAS, DOCES E SALGADAS

VEJA AS RECEITAS:

https://www.greenme.com.br/receitas-saudaveis/2442-banana-chips-varias-receitas-fritas-assadas-doces-e-salgadas
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ESSA… UI!!!
É A QUE MAAAAAIS GOSTO!!!
“para emagrecer” ! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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VEJA, 40 RECEITAS COM A DELICIOSA
BANANA DA TERRA. CLIC:


https://www.receiteria.com.br/receitas-com-banana-da-terra/
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Google Imagens
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NÃO ORGÂNICOS!!!!

Papel-toalha/papel higiênico: 
Use os cilindros dos rolos de papel-toalha e de papel higiênico para armazenar cabos e fios de aparelhos eletrônicos.
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Rolhas de garrafas de vinho:
Faça um oco no centro, pendure-as na parede, coloque um pouco de terra e faça um jardinzinho de mini suculentas!
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Embalagens de ovos: 
Use-as como porta-tintas para as crianças ou guarde seus ornamentos de Natal e suas bolinhas de golfe em ordem.
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Filtros de café:
Não tem forro para forminhas de muffins? Use filtros! Filtros de café enxaguados e secos podem ser usados como panos de pó e filtros úmidos são ótimos para polir calçados.
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Sacos de fruta feitos de rede:
Embole-os e use-os como esfregões para panelas.
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Embalagens de suco/leite:
Corte a extremidade superior e use como vaso ou transforme-as em lindas casinhas de passarinhos!

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=8388

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Vamos RIR?

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