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Archive for 1 de maio de 2019

Resultado de imagem para crianças da educação infantil
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zdp

Piaget possibilitou nos concentrarmos sobre a atividade cognitiva da criança e começar a compreender como um indivíduo usa ideias de maneira reflexiva para construir e compreender novo conhecimento. Vygotsky abordou a interação social como um componente essencial no desenvolvimento do conhecimento. Ele acreditou que existem processos mentais entre as pessoas em ambientes de aprendizagem social e que nesses ambientes, o estudante desenvolve ideias para seu próprio mundo psicológico. Essa transferência das ideias externas ao indivíduo – compartilhadas no ambiente social – para aquelas que são constructos pessoais internos Vygotsky chamou internalização. A internalização só ocorre dentro da zona de desenvolvimento proximal de cada estudante (ZDP)”. A ZDP não é um espaço físico, mas um espaço simbólico criado pela interação dos estudantes com outros mais instruídos e com a cultura que os precede” (Goos, 2004, p. 262).
Para melhor compreender o conceito da ZDP, considere que Vygotsky concebeu as ideias que existem na sala de aula, nos livros e aquelas compartilhadas por professores e outras autoridades como distintas das ideias construídas pela criança. Ele chamou as ideias bem-formuladas e externas à criança de conceitos científicos, enquanto aquelas desenvolvidas pela criança (da maneira descrita por Piaget) ele chamou de conceitos espontâneos.
Vygotsky fala sobre esses dois tipos de conceitos funcionando em sentidos opostos, como ilustrado na Figura abaixo. Os conceitos científicos funcionam para baixo a partir de uma autoridade externa. Como tal, eles impõem sua lógica sobre a criança. Os conceitos espontâneos borbulham para cima, como resultado da atividade reflexiva da criança. Na ZDP de Vygotsky, a criança é capaz de trabalhar significativamente com os conceitos científicos externos, incluindo aqueles das discussões em sala de aula. Aqui a própria compreensão conceitual da criança está suficientemente avançada para começar a retirar as ideias de “cima” dela.

Não é necessário escolher entre uma teoria socioconstrutivista que favoreça as visões de Vygotsky ou um construtivis- mo cognitivo construído com base nas teorias de Piaget (Cobb, 1996). Em uma comunidade de aprendizes de matemática, a aprendizagem dos estudantes é ampliada pelo pensamento reflexivo que a interação social promove. Ao mesmo tempo, o valor da interação social para os estudantes individuais é determinado em grande medida pelas ideias que cada indivíduo traz às discussões. Quando a conversação da sala de aula está dentro da ZDP de qualquer determinada criança, a melhor aprendizagem social acontecerá. As discussões em sala de aula baseadas nas próprias ideias e soluções para os problemas são absolutamente “fundamentais à aprendizagem das crianças” (Wood e Turner-Vorbeck, 2001, p. 186).
Goos (2004) aponta que as interpretações iniciais da ZDP de Vygotsky conduziram à noção de andaime* na qual os professores e tutores auxiliam os estudantes na resolução de problemas que eles poderiam não resolver por sua própria conta. Esse conceito de “andaime” ou de apoio, ainda popular hoje, sugere mais uma abordagem de transferência de conhecimento para a aprendizagem do que uma compreensão da internalização de Vygotsky. Cobb e Goos sugerem que em uma visão mais atual da ZDP, o conhecimento não é transmitido. Em vez disso, em uma verdadeira comunidade de aprendizes de matemática existe algo como uma ZDP comum que emerge entre os estudantes além das ZDPs individuais dos estudantes. A aprendizagem, até mesmo quando vista de um ponto de vista construtivista, ocorre e é ampliada quando os estudantes se envolvem e se engajam na cultura social de uma comunidade de aprendizes de matemática.

VEJA O VÍDEO…

https://profes.com.br/MRDezigner/blog/a-teoria-sociocultural-de-aprendizagem-de-vygotsky
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D++++!!!

Recifes de corais de Hurghada, no Egito, estão sob ameaça  — Foto: Mohamed El-Shahed/G1

Turismo ameaça corais das águas turquesas do mar Vermelho
No balneário de Hurghada, no Egito, recifes de corais estão desaparecendo com o avanço do mercado de viagens.
Mergulhadores constataram que parte dos corais de Hurghada, no Egito, já desapareceu — Foto: Mohamed El-Shahed/AFP

Turismo em franca expansão está ameaçando os recifes de corais de Hurghada, no Egito — Foto: Mohamed El-Shahed/AFP

Em águas cristalinas de cor turquesa, pequenas medusas rosadas rodeiam mergulhadores amadores que chegam do mundo inteiro para admirar as profundezas do mar Vermelho, cujos corais espetaculares estão ameaçados pelo aumento do turismo no Egito.
Na costa da localidade turística de Hurghada, no leste do país, os peixes-palhaço, peixes-porco e peixes-borboleta nadam entre recifes de coral verdes e violetas, a uma dezena de metros de profundidade.
Com pés de pato, cilindros de oxigênio e um guia profissional, um grupo de turistas, muitos deles europeus, contempla este espetáculo sereno que contrasta com a agitação em terra firme.
Em Hurghada, abundam os bazares e os complexos hoteleiros com preços acessíveis para atrair o máximo de clientes possível.
“É muito mais barato que o Caribe”, afirma Daniel, um alemão de 29 anos, tomando sol em uma praia privada. Assim como ele, cada vez mais turistas estrangeiros voltam a Hurghada.
Barcos e iates na marina Hurghada, no Egito, cidade onde o turismo está ameaçando a biodiversidade marinha — Foto: Mohamed El-Shahed/G1

Barcos e iates na marina Hurghada, no Egito, cidade onde o turismo está ameaçando a biodiversidade marinha — Foto: Mohamed El-Shahed/G1
O setor turístico egípcio sofreu uma queda depois da revolução que expulsou do poder o presidente Hosni Mubarak em 2011.
O número de visitantes caiu de 14,7 milhões em 2010 para 5,3 milhões em 2016, um ano depois de um atentado contra um avião russo que deixou 224 mortos em Sharm el-Sheikh, outra localidade turística do mar Vermelho.

Desde 2017, a situação melhorou. Em 2018, a contribuição do turismo ao Produto Interno Bruto do país aumentou 16,5% até alcançar seu nível mais alto desde 2010, segundo o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, na sigla em inglês). O Egito não comunicou as cifras de visitantes do ano passado.

“Pressão crescente”

“O aumento do turismo no Egito é positivo, mas aumentou a pressão (sobre os recifes)”, afirma a diretora-geral da ONG Hurghada Environmental Protection and Conservation Association (Hepca), Heba Shawky.
A associação foi fundada em 1992 por profissionais do mergulho preocupados com o impacto do turismo sobre o meio ambiente marinho.
Um mergulhador que acompanha os turistas constata em Hurghada: “Há atividade turística” e “lugares onde (os corais) desapareceram”. Mas “foram preservados bastante melhor do que em Sharm el-Seikh e Marsa Alam”, outras zonas turísticas, acrescenta.
Turismo em franca expansão está ameaçando os recifes de corais de Hurghada, no Egito — Foto: Mohamed El-Shahed/AFP

Mergulhadores constataram que parte dos corais de Hurghada, no Egito, já desapareceu — Foto: Mohamed El-Shahed/AFP
Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep), no mundo, ao menos 20% destes “ecossistemas mais belos, com mais diversidade biológica e os mais delicados” do planeta foram destruídos, e 60% estão ameaçados pela mudança climática, pelo turismo, ou a pesca predatória.
Os cientistas consideram que os corais do mar Vermelho são os mais resistentes às mudanças climáticas e podem chegar a ser um “refúgio” mundial para a biodiversidade marinha, mas pedem proteção ante outros perigos.

Cerca de 1.700 barcos de turismo cruzam estas águas, além dos navios comerciais que transitam pelo Canal de Suez.
A ONG Hepca implementou pelo menos 1.200 balizas em diferentes áreas de mergulho para evitar o uso das âncoras, que destroem os corais, indica Shawky.

Muitos esforços

Ainda há muito por fazer, acrescenta, como reduzir o tamanho dos barcos dedicados ao mergulho, que atingem 50 metros de comprimento, e limitar seu número.
“Não temos pirâmides nem templos”, mas temos “recursos vivos” debaixo d’água e, preservando o meio ambiente, apoiamos a indústria do turismo, diz.
Em seu escritório de Hurghada, o governador do mar Vermelho, general Ahmed Abdallah, insiste nos “esforços” das autoridades para preservar o entorno marinho.

“Proibimos a poluição que afeta os recifes”, afirma ele, acrescentando que, recentemente, a administração local decidiu proibir os plásticos descartáveis a partir de 1º de junho.
Segundo o Unep, até 12 milhões de toneladas de plástico acabam a cada ano nos oceanos.
Mahmud Hanafy, professor de biologia marinha da Universidade do Canal de Suez, considera que as autoridades deveriam instaurar lugares protegidos para evitar a “sobre-exploração” de recursos “limitados”. Outra solução: “Criar recifes artificiais para reduzir a pressão sobre os naturais”.
Outros países com grande biodiversidade submarina, como Austrália e Maldivas, desenvolveram novos habitats, colocando no mar recifes de cerâmica impressos em 3D.


https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/05/01/turismo-ameaca-corais-das-aguas-turquesas-do-mar-vermelho.ghtml

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Novas regras para estudantes da rede pública do DF. — Foto: TV Globo/Reprodução

Novas regras para estudantes da rede pública do DF.
— Foto: TV Globo/Reprodução

LEIA MAIS… Já sabendo que terá mimimi…


https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2019/05/01/novo-regimento-deixa-regras-mais-rigidas-nas-escolas-publicas-do-df.ghtml

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O novo imperador do Japão, Naruhito, recebe os objetos imperiais durante cerimônia de posse do trono de crisântemo, no Palácio Imperial, em Tóquio, na quarta-feira (1º) — Foto: Japan Pool via Reuters

O novo imperador do Japão, Naruhito, recebe os objetos imperiais durante cerimônia de posse do trono de crisântemo, no Palácio Imperial, em Tóquio, na quarta-feira (1º)
— Foto: Japan Pool via Reuters

Horas após a abdicação de seu pai, Akihito, novo imperador participou de cerimônia de transferência de objetos imperiais na manhã de quarta-feira. Ministra foi primeira mulher a assistir solenidade na história moderna.


A cerimônia de transferência de objetos imperiais teve apenas dez minutos de duração, com início às 10h30 (22h30 em Brasília), quando os camareiros colocaram os selos, a espada e a joia em mesas diante do novo imperador, como prova de sua legítima sucessão.
O novo imperador do Japão, Naruhito, acena ao chegar ao Palácio Imperial, em Tóquio, na manhã de quarta-feira (1º), para a cerimônia de transferência de objetos imperiais — Foto: Toshifumi Kitamura/AFP

O novo imperador do Japão, Naruhito, acena ao chegar ao Palácio Imperial, em Tóquio, na manhã de quarta-feira (1º), para a cerimônia de transferência de objetos imperiais — Foto: Toshifumi Kitamura/AFP


Pela primeira vez na história moderna uma mulher compareceu à cerimônia, embora mulheres da realeza não possam participar (nem mesmo a antiga e a nova imperatriz puderam acompanhar): a honra coube a Satsuki Katayama, única ministra do gabinete do primeiro-ministro Shinzo Abe.

Quem é Naruhito, príncipe ‘acadêmico e família’ que assumirá o trono no Japão

Apenas um pequeno grupo participou da solenidade, com integrantes da realeza masculina adulta e representantes dos três ramos do governo, incluindo o primeiro-ministro.
Diferente do pai, que usou um casaco leve ao se tornar imperador, em 1989, Naruhito vestiu um fraque ocidental durante a cerimônia.
O imperador Akihito do Japão e a imperatriz Michiko curvam-se ao deixar um ritual chamado Taiirei-Seiden-no-gi, uma cerimônia para a abdicação do imperador no Palácio Imperial, em Tóquio — Foto: Kyodo/via Reuters

O imperador Akihito do Japão e a imperatriz Michiko curvam-se ao deixar um ritual chamado Taiirei-Seiden-no-gi, uma cerimônia para a abdicação do imperador no Palácio Imperial, em Tóquio — Foto: Kyodo/via Reuters
Akihito abdicou do trono após 30 anos e cinco meses de reinado. Para poder deixar a posição ainda em vida, uma lei foi aprovada sob medida para ele.
Em 2015, ele manifestou seu desejo de deixar o cargo, pois sentia que não conseguia mais “exercê-lo de corpo e alma”, devido à sua idade avançada e saúde em declínio. Ele tem 85 anos.
No Japão, o imperador não governa — ele é o símbolo do Estado, conforme prevê a Constituição do país, em vigor desde 1947. O texto foi imposto aos japoneses pelos americanos durante a ocupação pós-Segunda Guerra.
O novo imperador do Japão, Naruhito, faz o primeiro discurso ao lado da nova imperadora, Masako. Naruhito prometeu que seguirá o curso estabelecido por seu pai, Akihito. — Foto: Japan Pool via AP

O novo imperador do Japão, Naruhito, faz o primeiro discurso ao lado da nova imperatriz, Masako. Naruhito prometeu que seguirá o curso estabelecido por seu pai, Akihito. — Foto: Japan Pool via AP

Naruhito prometeu que seguirá “o curso” marcado pelo seu pai, Akihito, em suas primeiras palavras como novo imperador japonês.

“Ao aceder ao trono, juro que terei em profunda consideração o curso seguido por Sua Majestade o imperador emérito (Akihito)”, disse ele, que também se comprometeu “agir de acordo com a Constituição” e a ter sempre presente em seus pensamentos “o povo e respaldá-lo”.

Naruhito realizou um breve discurso diante de um reduzido número de convidados no Palácio Imperial. “Quando penso na grande responsabilidade que assumi, me enche um sentimento de solenidade”, disse o novo imperador, de 59 anos, no início de seu discurso, diante de 266 representantes políticos e institucionais e membros da família imperial.
Akihito “desempenhou cada uma de suas funções com honestidade por mais de 30 anos, rezando pela paz no mundo e pela felicidade das pessoas, compartilhando sempre as alegrias e tristezas das pessoas”, disse Naruhito. “Ele mostrou uma profunda compaixão através de seu próprio comportamento”, afirmou sobre seu pai.
O imperador concluiu seu discurso expressando seus desejos “pela felicidade do povo e continuidade no desenvolvimento da nação, bem como a paz no mundo”.
Imperador Akihito e a imperadora Michiko em visita ao Grande Templo de Ise, no dia 18 de abril. — Foto: Kazuhiro Nogi / POOL /AFP

Imperador Akihito e a imperadora Michiko em visita ao Grande Templo de Ise, no dia 18 de abril. — Foto: Kazuhiro Nogi / POOL /AFP
O casal imperial é muito respeitado, o que tem muito a ver com a relativa proximidade que ambos conseguiram estabelecer com a população. A imperatriz Michiko tem uma “verdadeira adoração popular” e “o imperador soube conquistar afeição, por exemplo, ao apertar as mãos” de súditos, analisa Hideya Kawanishi, professor da Universidade de Nagoya.
O imperador Akihito se ajoelha para falar com pessoas desabrigadas pela tragédia em Fukushima, em 2011. O gesto foi visto como "um grande símbolo de compaixão com o sofrimento daquelas pessoas", segundo a BBC. — Foto: HIRO KOMAE / POOL / AFP

O imperador Akihito se ajoelha para falar com pessoas desabrigadas pela tragédia em Fukushima, em 2011.
O gesto foi visto como “um grande símbolo de compaixão com o sofrimento daquelas pessoas”, segundo a BBC.
— Foto: HIRO KOMAE / POOL / AFP
Agora, como os recém-criados títulos de imperador e imperatriz eméritos, ambos cedem o Palácio Imperial a Naruhito e sua mulher, Masako, de 59 e 55 anos, respectivamente.
Naruhito deverá se tornar “símbolo do povo e da união da nação”, segundo a definição dada pela Constituição que entrou em vigor em 1947 e pela qual o imperador perdeu seu status de semidivindade.
A monarquia japonesa tem 2 mil anos. — Foto: Diana Yukari/Arte G1

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/04/30/naruhito-se-torna-imperador-e-da-inicio-a-era-reiwa-no-japao.ghtml

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Dentista faz atendimentos gratuitos em Salvador — Foto: Egi Santana/G1

Dentista faz atendimentos gratuitos em Salvador
— Foto: Egi Santana/G1


Igínio diz ainda que se sente bem quando as pessoas veem ele como um exemplo por conta da profissão e que o objetivo da ajuda às pessoas é uma satisfação pessoal.

“Servir é um negócio bom. Eu não trabalho para que as pessoas divulguem o que eu faço. Minha atitude não diminui a minha conta de luz, nem meu supermercado, não tenho vantagem nenhuma. Claro que servir de exemplo é bom. Eu me sinto bem em ajudar e impulsionar os garotos mais jovens”, contou.

O idoso aproveitou para mandar recado para os mais jovens. Segundo ele, é importante que todos nós deixemos as “zonas de conforto” e que a gente olhe mais para o próximo.
“Quando eu voltei a atender [trabalho voluntário], lá não fazia extração [de dente], então eu quebrei as regras. Porque chega um cara lá que precisa do atendimento, precisa de uma extração, por exemplo, aí eu vou dizer que eu não faço extração? Às vezes o cara de um bairro longe, com dor e você diz que não faz o serviço? Aí eu quebrei essa regra”, conta o dentista.

“Se chegar precisando eu faço. O dinheiro do almoço ele [o paciente] já gastou no transporte e eu não vou deixar ele voltar para casa com dor. Talvez seja essa minha longevidade”, concluiu Igínio.

https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2019/05/01/nem-de-longe-penso-em-parar-diz-dentista-de-92-anos-que-exerce-a-profissao-ha-quase-7-decadas.ghtml

COMENTÁRIO:

Marcio Fabrini
HÁ 2 HORAS
Conheci um maquinista da rede ferroviária federal que viveu até os 97 anos, e me dizia quer viver , trabalha. Ele trabalhou 45 anos e a noite, e viveu feliz, era grato, e antes de morrer enterrou quatro filhos. Ele era a própria vida.

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INESQUECÍVEL…

Mesmo após 25 anos de sua morte, Senna ainda detém diversos recordes na Fórmula 1

Getty Images

O 1º de maio costuma ser um dia triste porque faz lembrar que perdemos um dos maiores heróis que o Brasil já teve, Ayrton Senna, falecido em 1994 durante o GP de San Marino. Ao mesmo tempo, serve para vermos o quão grande o tricampeão foi. Um exemplo disso é que, mesmo longe há 25 anos, Ayrton ainda detém recordes importantes na categoria. Confira abaixo.
+ Circo da F1 e atletas de outras categorias relembram Senna com homenagens em redes sociais

Poles consecutivas

Senna era conhecido por brilhar em voltas lançadas. Assim, sua carreira foi marcada por alto número de pole positions, 65 (40,3 % de aproveitamento), que só foi igualado pelo atual recordista Lewis Hamilton no GP do Canadá de 2017, 23 anos após sua morte. Ainda assim, o brasileiro segue no terceiro lugar no quesito, atrás do inglês, com 85 (36% de aproveitamento), e de Michael Schumacher, com 68 (22,1%).
Senna quebrou o recorde da pista para marcar a pole position no Rio, em 1989 — Foto: Getty Images

Senna quebrou o recorde da pista para marcar a pole position no Rio, em 1989
— Foto: Getty Images

Mas o mais impressionante é que Ayrton detém o recorde do maior número de poles em sequência, com oito, conquistadas entre o GP da Espanha de 1988 e o GP dos EUA de 1989 – coincidentemente, nesta prova, Senna fez sua 34ª pole e passou o então recordista Jim Clark. Mais impressionante ainda é que Senna também é o dono da segunda maior sequência de poles, com sete, entre o GP da Espanha de 1990 e o GP de Mônaco de 1991.
Achou que era só isso? Acho errado. Senna ainda aparece com mais duas sequências de poles consecutivas no top 10 da história da Fórmula 1.


Top 10 de poles consecutivas da F1
Piloto
Período
Poles consecutivas
Ayrton Senna
Espanha 1988 – Estados Unidos 1989
8
Ayrton Senna
Espanha 1990 – Mônaco 1991
7
Alain Prost
África do Sul 1993 – Canadá 1993
7
Michael Schumacher
Itália 2000 – Brasil 2001
7
Lewis Hamilton
Mônaco 2015 – Itália 2015
7
Niki Lauda
Holanda 1974 – Itália 1974
6
Ayrton Senna
Brasil 1988 – EUA 1988
6
Ayrton Senna
Bélgica 1989 – Austrália 1989
6
Nigel Mansell
África do Sul 1992 – Mônaco 1992
6
Mika Hakkinen
Inglaterra 1999 – Itália 1999
6
Fonte: GloboEsporte.com


Primeiras filas consecutivas

Senna era tão bom em classificações, que, mesmo quando não era pole, ainda conseguia beliscar um segundo lugar e largar na primeira fila. Não à toa, o brasileiro é dono do recorde de primeiras filas consecutivas. Claro que os excelentes carros da McLaren em 1988 e 1989 ajudaram muito nesse processo.
Largada do GP da Alemanha de 1988, em Hockenheim — Foto: Getty Images

Largada do GP da Alemanha de 1988, em Hockenheim — Foto: Getty Images
Ayrton largou 24 vezes seguidas da primeira fila. Esse período foi do GP da Alemanha de 1988 ao GP da Austrália do ano seguinte – em 1989, por sinal, Senna largou na primeira fila em todas as 16 corridas do campeonato. Mesmo Lewis Hamilton na era esmagadora da Mercedes, que começou em 2014, ainda não conseguiu igualar a marca do ídolo. O pentacampeão tem 20 largadas consecutivas da primeira fila.


Top 10 de primeiras filas consecutivas
Posição
Piloto
Período

Primeiras filas consecutivas
1
Ayrton Senna
Alemanha 1988 – Austrália 1989
24
2
Lewis Hamilton
Bélgica 2014 – Itália 2015
20
3
Damon Hill
Austrália 1995 – Japão 1996
17
4
Alain Prost
África do Sul 1993 – Austrália 1993
16
5
Nigel Mansell
Austrália 1986 – México 1987
15
6
Sebastian Vettel
Singapore 2010 – Grã-Bretanha 2011
14
7
Nico Rosberg
Japão 2015 – Europa 2016
14
8
Nico Rosberg
Grã-Bretanha 2014 – Austrália 2015
12
9
Nico Rosberg
Grã-Bretanha 2016 -Abu Dhabi 2016
12
10
Sebastian Vettel
Alemanha 2013 – Brasil 2013
11
Fonte: GloboEsporte.com


Vitórias de ponta a ponta

Mas não basta ser rápido em uma volta lançada e conquistar a pole, não é mesmo? Senna também ainda detém o recorde de maior número de vitórias de ponta a ponta, com 19 triunfos.
Tá, mas o que significa exatamente “de ponta a ponta”? Para um vitória ser considerada de ponta a ponta, o piloto em questão jamais deve completar uma volta fora do primeiro lugar.



Top 10 de vitórias ponta a ponta
Posição
Piloto

Vitórias de ponta a ponta
1
Ayrton Senna
19
2
Sebastian Vettel
15
3
Lewis Hamilton
15
4
Jim Clark
13
5
Jackie Stewart
11
6
Michael Schumacher
11
7
Nigel Mansell
9
8
Alberto Ascari
7
9
Alain Prost
7
10
Nico Rosberg
7
Fonte: GloboEsporte.com
Ayrton Senna no GP de Mônaco de 1987 — Foto: Getty Images

Ayrton Senna no GP de Mônaco de 1987
— Foto: Getty Images


O Rei de Mônaco

Com seis vitórias nas ruas do Principado, Ayrton detém o título de “Rei de Mônaco”. E a julgar pelo número de triunfos conquistados pelos atuais pilotos – e que têm chances e equipamentos para vencer – o recorde não será batido nem tão cedo.
Depois do brasileiro, os pilotos que mais têm vitórias na pista (Graham Hill e Michael Schumacher, com cinco triunfos) sequer correm mais. E do grid atual, Lewis Hamilton e Sebastian Vettel, com duas vitórias cada, dificilmente conseguirão alcançar a marca.


Vale lembrar que o número poderia ser ainda maior. Isso porque em 1984, quando Senna se aproximava do líder Alain Prost, num cenário caótico de chuva com a modesta Toleman, a corrida foi interrompida e o brasileiro terminou em segundo. No ano seguinte, já na Lotus, o piloto liderava a corrida quando o motor Renault quebrou. E quem não lembra de 1988, quando Senna era o primeiro com 50s de vantagem sobre o companheiro Prost e bateu sozinho.


Pilotos que mais venceram em Mônaco
Piloto
Número de vitórias
Ayrton Senna
6
Graham Hill e Michael Schumacher
5
Alain Prost
4
Stirling Moss, Jackie Stewart e Nico Rosberg
3
Juan Manuel Fangio, Maurice Trintignant, Niki Lauda, Jody Scheckter, David Coulthard, Fernando Alonso, Lewis Hamilton, Mark Webber e Sebastian Vettel
2
Fonte: GloboEsporte.com


+ Como estão os outros 25 pilotos que largaram em Imola no GP marcado por acidente de Senna
*Em parceria com o estagiário da F1.


https://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/mesmo-apos-25-anos-de-sua-morte-senna-ainda-detem-diversos-recordes-na-formula-1.ghtml

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