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Archive for 26 de abril de 2019

As glândulas produtoras de leite são divididas em segmentos e os tubos - ou dutos - transportam o leite de cada segmento para o mamilo — Foto: Reprodução/Twitter
ACHEI LIIIIINDOS DEMAIS!
SÓ DEUS PARA NOS PROVER!!!


Imagem viraliza ao mostrar dutos de leite materno no seio humano
‘Dutos de leite?’ ‘O que são?’ ‘Por que eles têm essa aparência?’ ‘Eu não quero mais ter seios’, foam alguns dos comentários de internautas surpresos em conhecer o diagrama das glândulas mamárias – que se assemelham a flores invertidas.

TENDENCIOSOS… EM VEZ DE EXPLICAREM A NOTÍCIA… MAS… TUDO BEM!
CONCORDEM QUE QUEM DISSE


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‘Eu não quero mais ter seios’

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SÓ PODE SER UMA PESSOA BEEEEEEEM JOVEM, ANTES DA PUBERDADE… CERTO????
ENTÃO… ESSE TIPO DE ASSUNTO TERIA DE SER CONVERSADO E VISTO POR PESSOAS MAIS MADURAS, MAS NUMA IDADE QUE COMPREENDESSE A
IMENSA IMPORTÂNCIA DO LEITE MATERNO PARA O BEBÊ!!!
MAS…
É O QUE TEMOS!
É PRECISO FICAR BEM ATENTOS AO QUE LEMOS, OUVIMOS, ETC… O MUNDO ESTÁ LOTADO DE GENTE QUE DETURPA PARA GANHAR ALGUMA ATENÇÃO.
PENA!



‘Dutos de leite?’ ‘O que eles são?’ ‘Por que eles têm essa aparência?’ ‘Eu realmente tenho eles?’ ‘Eu não quero mais ter seios’.
Essas foram algumas das reações no Twitter depois que um usuário compartilhou uma imagem das glândulas mamárias, o órgão exclusivo dos mamíferos que produz o leite para amamentação.
A imagem destaca as glândulas mamárias – que se assemelham a flores invertidas – formada de tubos, ou dutos, que transportam o leite para o mamilo.
Mas, aparentemente, isso não é de conhecimento comum – e é por isso que muitas pessoas na internet acharam a imagem “falsa”.
A foto se tornou viral em questão de dias e já tem mais de 130.000 likes.
Parece que chocou algumas pessoas – com alguns até dizendo que se sentiram “assustados”.
No entanto, foi o ato de amamentar que quebrou o gelo. Algumas pessoas conseguiram ver a beleza natural dentro dos dutos semelhantes a flores.
Talvez isso não seja surpreendente, considerando que uma proporção considerável de pessoas que usam o Twitter foram amamentadas.
As glândulas começam a produzir leite depois que a mãe dá à luz.
Algumas pessoas se perguntavam por que nunca haviam visto o diagrama biológico antes e só tinham sido expostas a fotos de anatomia masculina em livros de texto e salas de aula.
Mas outros viram o lado engraçado disso.

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/04/26/imagem-viraliza-ao-mostrar-dutos-de-leite-materno-no-seio-humano.ghtml

ENGRAÇADO???
AFFFFF!!!

B E L O !!!

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 — Foto: Pixabay

— Foto: Pixabay

Dois milhões de gatos exterminados. Essa é a meta que o governo australiano pretende atingir até 2020.
Não são gatos quaisquer, mas animais que retornaram para a vida selvagem e agora estão ameaçando cerca de 140 espécies nativas na Austrália.
São os chamados gatos ferais. “Os gatos ferais são da mesma espécie dos gatos domésticos, mas vivem e se reproduzem na selva, sobrevivendo da caça ou de animais mortos. São encontrados em toda a Austrália, em todos os habitats”, diz o Departamento de Meio Ambiente e Energia do país.

Estima-se que existam entre dois e seis milhões de gatos ferais na Austrália. Eles se alimentam principalmente de pequenos animais nativos ou exóticos, como coelhos, pássaros e lagartos.
Em julho de 2015, o país declarou oficialmente que gatos ferais são uma praga que ameaça a vida nativa australiana. “Apesar de reconhecer a importância dos gatos domésticos como animais de companhia, gatos que voltam à vida selvagem podem ameaçar a fauna nativa”, diz a declaração.
Além disso, o país lançou um programa de eliminação desses gatos não domesticados. “Eles têm sido um dos principais responsáveis pela extinção de pelo menos 27 mamíferos, desde que foram introduzidos na Austrália. Hoje, eles colocam em perigo pelo menos 142 espécies e mais de um terço dos mamíferos, répteis, sapos e pássaros que estão ameaçados”, afirma o documento Estratégia para Espécies Ameaçadas, também de 2015.
“Sendo um fator de extinção para tantos dos nossos animais nativos, e sendo uma ameaça que foi relativamente negligenciada no passado, o combate à ameaça dos gatos selvagens é a principal prioridade desse plano de ação.”

Ativistas e personalidades criticaram a medida

Na época do lançamento do programa de abate de gatos, em 2015, foram criados abaixo-assinados contra a medida.
Um dos mais populares conseguiu cerca de 30 mil assinaturas, muitas delas este ano, depois que o fato voltou a ganhar destaque na imprensa internacional. O texto da petição recomenda que o governo australiano utilize outro método de controle da população de gatos: fazer armadilhas para capturar os animais, castrá-los e depois liberá-los.

Personalidades também fizeram críticas públicas ao governo australiano, entre elas, a atriz francesa e ativista pelo direito dos animais Brigitte Bardot. “Esse genocídio animal é desumano e ridículo. Além de ser cruel, matar esses gatos é absolutamente inútil, já que o resto deles continuará se reproduzindo”, escreveu Bardot em carta para o então ministro do Meio Ambiente australiano.
Em resposta, o governo australiano disse que “não é realista ou factível fazer armadilhas e castrar milhões de gatos ferais nos mais de sete milhões de quilômetros quadrados” do território australiano. Além disso, argumentou que não seria humano permitir que animais nativos continuem sendo mortos pelos gatos, dia após dia.

Petiscos envenenados e espalhados com aviões e drones

Segundo o Departamento de Meio Ambiente da Austrália, os métodos de tiro e armadilha são difíceis, caros, demorados e exigem pessoal especializado. Assim, “a forma mais efetiva de controlar os gatos selvagens em grandes áreas é por meio de petiscos envenenados”.
Tratam-se de pequenos petiscos de carne, injetados com uma toxina fatal para os gatos. A recomendação é que sejam jogados no chão, com aviões ou drones, por exemplo – já que gatos não cavam o solo para achar comida.
Há mais de um tipo de veneno. Para a região da Austrália Ocidental, o governo desenvolveu uma isca chamada “Eradicat”. É um petisco de carne de canguru e frango com uma toxina sintética chamada de 1080, que reproduz um veneno natural encontrado em algumas plantas dessa região.
Por isso, muitos dos animais nativos da região já desenvolveram resistência. Já os gatos, que são espécies exóticas, não têm a mesma tolerância e acabam não resistindo. Ao ser ingerido, o 1080 interromper a capacidade das células dos gatos de processar energia, fazendo com que percam a consciência e morram.
Já em outras regiões da Austrália, como o Norte e o Leste, a toxina 1080 pode ser perigosa também para espécies nativas. Assim, o “Eradicat” não é recomendado. Como alternativa, o Departamento do Meio Ambiente desenvolveu outro tipo de petisco, contendo uma cápsula de plástico rígido com veneno, chamada “Curiosity”.

Gatos não costumam mastigar muito a comida, pelo contrário, tendem a engolir pedaços inteiros. Assim, acabam ingerindo a cápsula envenenada presente no petisco. Já a maioria dos animais nativos australianos mordiscam e mastigam a comida e acabam cuspindo o plástico presente no petisco.
A “Curiosity” provoca a morte por falta de envio de oxigênio para o cérebro e outros órgãos vitais. “É um claro ganho de humanidade em relação a outras toxinas”, diz o Departamento de Meio Ambiente da Austrália.

Abatimento de 2 milhões de animais

O documento Estratégia para Espécies Ameaçadas, de 2015, estabelece metas para conter os gatos ferais.
Entre elas, abater 2 milhões de animais até 2020; erradicá-los completamente de cinco ilhas, para que estas se tornem santuários de espécies selvagens; e manejar sua presença em até 12 milhões de hectares (equivalente aos Estados de Pernambuco e Sergipe juntos).
A previsão era abater 150 mil gatos até 2016, 1 milhão até o 2018, até chegar a 2 milhões em 2020.
Os princípios que norteiam a eliminação dos gatos são que ela seja feita de forma “humana, efetiva e justificável”. As ações são tomadas principalmente em regiões remotas e longe das cidades – reduzindo o perigo para os gatos domésticos.
Uma das maiores dificuldade para atingir essas metas é que os gatos não domesticados estão espalhados por regiões muito extensas e são tímidos. Por isso, é difícil localizá-los.
Para ajudar na tarefa de localização dos animais, o Departamento do Meio Ambiente da Austrália financiou o lançamento do site Feral Cat Scan, que recebe relatos de avistamento de gato ferais.
“As informações fornecidas vão ajudar a identificar soluções para manejar os gatos selvagens e reduzir seu impacto na preciosa vida nativa australiana”, diz o site, que já recebeu mais de 4 mil notificações – 130 apenas este ano.
Ainda não há informações sobre o status das metas de abate. Este ano, o governo australiano lançou uma pesquisa destinada a organizações e australianos em geral que estejam envolvidos no combate ao gato feral. O objetivo é entender como está sendo o “esforço nacional para combater essa ameaça” e conhecer os progressos feitos até 2018.


https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/04/26/australia-quer-exterminar-2-milhoes-de-gatos-ate-2020-usando-petiscos-envenenados.ghtml
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MAS ELES TAMBÉM NOS LIVRAM DOS RATOS E SUAS DOENÇAS…
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É um gato de rua sim, mas é especial. E é um problema.
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Doria anuncia 4 períodos de férias por ano na rede estadual de SP
Férias de julho terão só 15 dias e professores e alunos terão recesso também em abril, outubro e entre dezembro e janeiro. Mudança no calendário escolar começa a valer em 2020.
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O governador de São Paulo João Doria (PSDB) anunciou nesta sexta-feira (26) uma mudança no calendário escolar da rede estadual de ensino a partir de 2020. A partir do ano que vem, alunos e professores das escolas estaduais terão quatro períodos de férias:

Uma semana em abril
Duas semanas em julho
Uma semana em outubro
30 dias entre dezembro e janeiro

As principais mudanças são a redução do período de férias de julho de 30 para 15 dias, e a oficialização de duas semanas de recesso, em abril e outubro – popularmente chamadas de “semana do saco cheio”.

Atualmente, o calendário da rede estadual prevê dois períodos de férias de meados de dezembro a 31 de janeiro e de 28 de junho a 30 de julho.

De acordo com o governo, a mudança não representa aumento nem diminuição do período de férias nem de recesso, mas uma redistribuição. Estão garantidos os 200 dias letivos previstos por lei.
O secretário de educação, Rossieli Soares, justifica que a mudança se dá para melhorar o nível de aprendizagem dos alunos.

“Longos período de férias são prejudiciais à aprendizagem, principalmente para as crianças em condições de mais vulnerabilidade. Aqueles que podem viajam com as crianças, mas quem está nas redes estaduais e municipais não consegue viajar, fica em casa assistindo TV.”

Novo calendário

O próximo ano letivo começa no dia 3 de fevereiro, com encerramento previsto para 22 de dezembro.
“Municípios poderão aderir ao novo calendário estadual unificando os cronogramas. Rede privada, se quiser, pode seguir o mesmo modelo da rede estadual de São Paulo”, disse Doria.
Segundo Rossieli, o calendário completo de 2020 será publicado no segundo semestre deste ano. “Estamos anunciando com muita antecedência para as famílias se organizarem e para podermos conversar com as redes municipais”, afirmou o secretário de Educação.

O secretário de Turismo, Vinicius Lummertz, diz que a mudança vai impactar na economia de turismo de São Paulo. “Barateia o turismo, tira a pressão do turismo em julho, gera empregos e impostos”, afirmou.
Doria diz que os professores e gestores também serão beneficiados com o novo calendário.

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https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2019/04/26/doria-muda-calendario-da-rede-estadual-de-sp-e-alunos-terao-quatro-periodo-de-ferias-por-ano.ghtml

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Ave com anel de identificação dos EUA é reabilitada e devolvida à natureza em SC
Animal foi encontrado na Praia da Vila, em Imbituba. Após período de reabilitação, profissionais autorizaram soltura em Florianópolis
Ave com registro nos EUA é devolvida à natureza em Florianópolis — Foto: Nilson Coelho

Ave com registro nos EUA é devolvida à natureza em Florianópolis — Foto: Nilson Coelho

Uma ave da espécie “Trinta-réis-boreal” foi devolvida à natureza emFlorianópolis após ser resgatada em Imbituba, no Sul catarinense. Segundo o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), o animal tem um anel de identificação de 2005 com registro de Nova Iorque, nos Estados Unidos.
A ave foi devolvida à natureza em 19 de abril na Praia do Moçambique, na capital catarinense. Em 2 de abril, o animal foi resgatado por profissionais na Praia da Vila, em Imbituba.
De acordo com a associação R3 Animal, vinculada ao PMP-BS, os veterinários detectaram quadro leve de intoxicação e o bicho passou por tratamento. Após período de reabilitação, a soltura foi autorizada.
Ainda segundo a associação, foi verificado que a ave também passou por reabilitação em Great Gull Island, cidade do estado Nova Iorque, onde foi anilhada.
A espécie é migratória e se desloca para a América do Sul durante o inverno, conforme a R3 Animal. Ela tem o nome cientifico “Sterna hirundo”.
Ave com registro nos EUA é devolvida à natureza em SC — Foto: Nilson Coelho/R3 Animail
Após reabilitação, ave é devolvida à natureza em Florianópolis  — Foto: Nilson Coelho/R3 Animail
Ave é devolvida à natureza em SC — Foto: Nilson Coelho/R3 Animail

https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2019/04/26/ave-com-anel-de-identificacao-dos-eua-e-reabilitada-e-devolvida-a-natureza-em-sc.ghtml
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comendo errado

Esta maravilha deliciosa, infelizmente, não é o alimento ideal para um momento elegante. Você corre o risco de desperdiçar partes da asa, em uma tentativa de ficar limpo e não se sujar com molho de churrasco (ou maionese, ou mostarda e mel, ou manteiga de alho … ou muitos outros).
Uma solução simples para essa situação confusa é pressionar a cartilagem entre os dois ossos das asas e girar uma até que se solte da outra. Então você tem duas peças fáceis para comer.

Veja o vídeo no link abaixo:

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=13870
OU…
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Por toda a minha vida eu venho procurando por uma faca perfeita para cortar essa grande fruta amarela na qual Bob Esponja Calça Quadrada vive. Acontece que essa maravilha da natureza vem pré-cortada.
Seguindo os cumes já esculpidos na fruta, você pode cortar a parte de cima. A partir daí, o processo é fácil. Você pode simplesmente puxar as peças inteiras, e elas se destacam em pedaços de tamanho ideal, perfeitos para petiscar.
comendo errado

Como alguém que não tem muitas habilidades na cozinha, os sanduíches são minha escolha favorita, especialmente se houver companhia. Mas me vejo sempre diante do dilema: fazer sanduíche de carne ou de queijo em pão de forma sem que as bordas fiquem sobrando?
Você pode cortar a carne ou o queijo ao meio e colocá-los no pão com as bordas de acordo com as bordas do pão. Isso permite que o recheio se espalhe uniformemente pelo seu sanduíche.
comendo errado

Por serem fáceis de descascar, é fácil supor que as laranjas são melhores quando descascadas. Nós não pensamos duas vezes sobre a parte branca que ainda resta na fruta depois de descascá-la e logo a retiramos. Na verdade, a maioria das pessoas simplesmente retira enquanto outras decidem comê-la para evitar o incômodo.
Aqui está outra maneira sem complicações de aproveitar essa fruta. Corte as bordas da laranja ou faça alguns pequenos cortes de cima para baixo. Certifique-se de que os cortes são suficientemente profundos para cortar a casca e não a parte suculenta da fruta. Em seguida, observe o desenrolar de fatias de laranja prontas para o consumo acenando para você.
Uma dica adicional: você pode congelar a casca e usar as raspas de laranja mais tarde em uma receita.
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Para quem gosta de comida chinesa, sabe que, além das deliciosas iguarias que entregam à sua porta, eles também enviam algo a mais. Eu não estou falando de colheres e garfos. Estou falando de pratos.
Acontece que esses engenhosos membros da indústria de serviços perceberam que o envio de prato juntamente com a comida abre uma gama totalmente nova de clientes, não limitada pela necessidade de utensílios de jantar! As caixas nas quais os alimentos são embalados e entregues podem ser desdobradas e abertas para formar pratos improvisados! 

VOCÊ SABIA????
KKKKKKKK

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É!

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O QUE podemos fazer?

Cenas de desmatamento no interior de Alagoas — Foto: Jonathan Lins/FPI do São Francisco

Cenas de desmatamento no interior de Alagoas — Foto: Jonathan Lins/FPI do São Francisco

Cerca de 12 milhões de hectares de florestas tropicais desapareceram em 2018, o equivalente a 30 campos de futebol por minuto. Só no Brasil, foram desmatados 1,3 milhão de hectares de florestas – é o país que mais perdeu árvores no ano passado.
Os dados de 2018 são do Global Forest Watch, atualizado pela Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. O levantamento mostra o complexo retrato do desmatamento em áreas densas de florestas tropiciais – da Amazônia, na América do Sul, a África e Indonésia.
A maior preocupação apontada pelo relatório diz respeito à destruição continuada das florestas primárias, como são chamadas as áreas com as árvores mais antigas e que não são fruto de replantio.
De acordo com o relatório do Global Forest Watch, uma área de florestas primárias equivalente ao tamanho da Bélgica foi destruída em 2018.
Brasil liderou desmatamento de florestas primárias no mundo em 2018, mostra relatório — Foto: BBC

Brasil liderou desmatamento de florestas primárias no mundo em 2018, mostra relatório — Foto: BBC

Brasil é o país com mais desmatamento

Brasil e Indonésia foram responsáveis por 46% do desmatamento de florestas tropicais no mundo em 2018. O percentual é bem menor que o revelado pelo relatório de 2002, que mostrou que só esses dois países foram responsáveis por 71% das perdas de árvores tropiciais.
Mas o grande mérito na redução não é do Brasil, e sim da Indonésia, onde a perda de floresta primária foi 40% menor no ano passado que a taxa média entre 2002 e 2016.

O Brasil vivenciou uma queda significativa no desmatamento entre 2007 e 2015, de cerca de 70%. Mas incêndios – muitos deles provocados intencionalmente – provocaram grande aumento entre 2016 e 2017.
A área de floresta primária destruída no Brasil em 2018 – 1,3 milhões de hectares – foi menor que em 2017. Mas ainda assim está acima da média histórica do país.
“Pode parecer tentador comemorar essa queda nos últimos dois anos, mas quando observamos os últimos 18 anos, fica claro que a tendência é de alta no desmatamento. Estamos longe de vencer essa batalha”, diz Frances Seymour, do World Resources Institute, que administra o Global Forest Watch.
Na Amazônia, especificamente, o Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes) registrou, entre agosto de 2017 e julho de 2018, aumento no desmatamento de 13,7% em relação aos 12 meses anteriores – o pior resultado em 10 anos.
O Global Forest Wacth destaca que várias áreas de florestas desmatadas em 2018 ficam próximas ou dentro de territórios indígenas. A reserva Ituna Itata, que abriga índios isolados, perdeu mais de 4 mil hectares em decorrência de exploração ilegal de madeira.

Por que os novos dados da Global Forest Watch são relevantes?

Florestas primárias, como mencionado antes, são aquelas que se encontram em seu estado original, que não foram afetadas pela ação humana. Algumas das árvores nessas áreas têm centenas ou até milhares de anos de idade.
Elas são essenciais para a manutenção da biodiversidade – são abrigo de animais selvagens, como onças, tigres, macacos e diferentes espécies de aves.
Essas árvores também são essenciais para o controle do aquecimento global, já que armazenam dióxido de carbono, destaca o relatório do Global Forest Watch. Por isso, a perda de milhares de hectares de floresta em 2018 é tão preocupante.
“Para cada hectare perdido, estamos um passo mais próximos dos desastrosos cenários projetados para o aquecimento global”, diz Frances Seymour.

Desmatamento em outras partes do mundo

Vários países tiveram aumento na perda de florestas primárias desde 2002, principalmente República Democrática do Congo, Colômbia, Bolívia e Peru.
No caso da Colômbia, o crescimento do desmatamento, principalmente a partir de 2016, é visto como consequência do processo de paz do governo com as Farc, guerrilha de esquerda que ocupava áreas de floresta.
O fim da luta armada nessas regiões abriu caminho para a exploração econômica da Amazônia colombiana.
Em termos proporcionais, Madagascar apresentou resultados preocupantes – perdeu 2% de suas florestas primárias em 2018, mais do que qualquer outro país tropical.
“Não é incomum que a perda de áreas de floresta seja associada à morte, porque a cada ano centenas de pessoas são assassinadas tentando impedir a atividade ilegal de madeireiros e garimpeiros”, destaca ainda Frances Seymour.

E há alguma notícia boa nisso tudo?

O caso bem sucedido da Indonésia, que foi capaz de reduzir a perda de florestas primárias em 40% em 2018, mostra que políticas públicas podem ter impacto significativo na redução do desmatamento.
Um acordo firmado entre a Indonésia e a Noruega, que prevê compensação pela redução de emissões, também parece ter cumprido papel importante nos resultados positivos.
“Nós estamos levando a política ambiental a sério. No nosso país, várias empresas foram punidas ou receberam alertas do governo, então estamos nos esforçando para garantir o cumprimento da lei”, diz Belinga Margono, do Ministério de Meio Ambiente da Indonésia.


https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/04/25/brasil-liderou-desmatamento-de-florestas-primarias-no-mundo-em-2018-mostra-relatorio.ghtml

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