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Archive for 24 de abril de 2019

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Bye…

Resultado de imagem para Polly Higgins

Morreu Polly Higgins, vítima de um câncer agressivo, aos 50 anos. Advogada britânica, Higgins tornou-se conhecida e admirada pelos ambientalistas porque na última década de sua vida liderou uma campanha para que o ecocídio fosse considerado um crime contra a humanidade.
Em março deste ano ficou sabendo da doença que a levaria à morte em seis semanas, segundo previsão dos médicos. Triste por não ter ainda conseguido seu intento, escreveu para o colunista de meio ambiente do “The Guardian”, George Monbiot, avisando-o sobre sua morte iminente e pedindo que ele a ajudasse a levar à frente o movimento a favor do ecocídio.
Higgins era filha de ambientalistas e deixou os pais surpresos quando disse que queria seguir a carreira de advogada. Questionada, a jovem acalmou-os dizendo: “A Terra precisa de um advogado”.
Mas, o que vem a ser o ecocídio? É uma forma jurídica para responsabilizar criminalmente não só a empresa que comete qualquer dano contra o meio ambiente como também os governantes que possibilitaram o negócio, aqueles que permitiram o impacto. Para dar um exemplo brasileiro: a mineradora Hydro Alunorte, instalada em Barcarena, no Pará, que já recebeu multas no valor de 17 milhões de reais pelo vazamento de barragens de rejeitos de bauxita não estaria só às voltas com processos civis e multas caso o ecocídio estivesse oficializado. Trata-se de uma destruição assassina – que neste caso, inclusive, de fato pode acabar por causar a morte de humanos – e é assim que seria considerada.
O que acontece hoje, no Brasil, numa tragédia ambiental, é bem diferente. Vamos pegar o caso de Mariana, que também sofreu com o vazamento de rejeitos de uma barragem de minério em novembro de 2015. Por unanimidade, desembargadores da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região acabam de trancar a ação em habeas corpus de dois funcionários da empresa BHP Billiton, o que quer dizer, na prática, que o processo será mantido somente para os crimes ambientais e de inundação, previstos no Código Penal. Não seria assim.
A morte de Polly Higgins foi sentida no mundo inteiro. A jornalista e ativista ambiental canadense Naomi Klein escreveu em seu tweet:
Resultado de imagem para Polly Higgins

“Estou triste pela perda de Polly Higgins. Ela dedicou sua vida a mudar leis que falharam tão miseravelmente para proteger os sistemas naturais dos quais todos nós dependemos. Seu trabalho continuará vivo”.
George Monbiot escreveu que a mudança na lei proposta por Higgins poderia “fazer a diferença entre um mundo habitável e inabitável, mudando o equilíbrio de poder e forçando os executivos a pensarem duas vezes sobre ações que poderiam prejudicar o planeta”.
Higgins criou um site onde explica que a lei criminal do ecocídio deve impor aos governos um dever legal de proteger o público de práticas industriais perigosas.
“Há milhões que se importam tanto e se sentem tão impotentes sobre o futuro. E eu adoraria vê-los começar a entender o poder desta simples lei para proteger a Terra, para perceber que é possível, mesmo simples. Eu gostaria de poder viver para ver um milhão de protetores da Terra em prontidão. Tenho certeza de que isso ainda vai acontecer”, dizia ela.
Higgins morreu numa época em que se comemora o Dia da Terra e em que, mundialmente, os jovens antenados com a realidade que serão obrigados a viver daqui para a frente se juntam para cobrar mudanças nos métodos de produção e consumo. Chama-se “New Deal Internacional Verde” um dos movimentos que vêm recebendo atenção das pessoas que acreditam em tais mudanças.
“Um plano pragmático para levantar US $ 8 trilhões – 5% do PIB global – todos os anos e coordenar um investimento sério na transição para energias renováveis e nos comprometer a fornecer proteções climáticas com base nas necessidades dos países em vez de extrair seus bens cada vez mais”, explicam os ativistas Yanis Varoufakis, co-fundador do Movimento Democracia na Europa e ex-ministro das Finanças da Grécia e David Adler, escritor e membro do Collective Coordinating do DiEM25, que também mora em Atenas, na Grécia no artigo no “The Guardian” publicado nesta terça-feira (23).


New Deal, como se sabe, foi um plano elaborado pelo presidente Franklin Roosevelt para tentar recuperar a economia dos Estados Unidos depois da Grande Depressão de 29, incluindo apoio aos agricultores, desempregados, jovens e idosos. Os formuladores do New Deal Verde pensam numa forma de cooperação entre todos os países para usar bens naturais e conseguir, dessa forma, a energia que se precisa.
“Os países do norte e regiões montanhosas têm melhor acesso à energia eólica, enquanto as terras do sul são mais adequadas para explorar o sol. Um Novo Acordo Internacional Verde poderia explorar essas diferenças e garantir que a energia renovável estivesse disponível para todos eles durante o ano todo”, escrevem os dois ambientalistas.
Imaginem, caros leitores, um mundo onde não se vivesse mais as cenas de horror vividas pelos moradores das cidades mineiras atacadas pela má administração de executivos que não demonstram o menor respeito por vidas, sejam elas humanas ou não. Imaginem, caros leitores, um mundo onde houvesse uma grande cooperação entre os países, entre todos os países, do Ocidente ao Oriente, finalmente percebendo que é preciso investir pesado para mudar o modo como se consegue obter energia e, assim, promover a diferença necessária.
Alexandria Ocasio Cortez, uma parlamentar norte-americana do Partido Democrata, cuja família vem de Porto Rico, levanta a bandeira desse novo acordo verde. E amplia o pensamento. Não seria apenas em torno das questões climáticas, não seria apenas para nos livrarmos de emissões absurdas por excesso de uso dos combustíveis fósseis. Estaríamos, isto sim, visando a um acordo em que os humanos pudessem se olhar e perceber que, juntos por um ideal igualitário. No setor da economia, com perspectivas de pagar salários justos, incluindo aí as pessoas que cuidam de outras pessoas, poderiam provocar transformações por um mundo melhor.
Neste site há um vídeo, chamado “Uma mensagem do futuro com Alexandria Ocasio-Cortez”, que revela os pensamentos da política. Vale a pena assistir e refletir a respeito. Pessoas como Higgins e Alexandria, hoje vistas com um certo ar de incredulidade por quem está irreversivelmente capturado pelo atual sistema, merecem nossa atenção.


https://g1.globo.com/natureza/blog/amelia-gonzalez/post/2019/04/24/olhares-diferentes-de-quem-acredita-que-outro-mundo-e-possivel.ghtml

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Patinetes estão se espalhando pelo Brasil — Foto: Diana Yukari/G1

Patinetes estão se espalhando pelo Brasil — Foto: Diana Yukari/G1

Das primeiras “remadas” até onde e como estacionar, tutorial mostra a maneira segura de conduzir e as leis de trânsito para o veículo. Patinete surge como opção alternativa de transporte.


Considerado apenas um brinquedo até pouco tempo atrás, o patinete elétrico está se tornando um meio de transporte real em boa parte das grandes cidades do Brasil. Um levantamento feito pelo G1 em março mostrou que ao menos 10 capitais já contam com o serviço de compartilhamento desses veículos.
Mas é só subir e sair andando? Nem tanto… Apesar da aparência inofensiva, os patinetes podem causar acidentes, e seus usuários precisam seguir as leis de trânsito. Médicos afirmam que uma batida a 20 km/h com esses veículos pode ser equivalente a uma queda de 3 metros de altura.
Para ajudar os novos usuários, o G1 preparou um vídeo com dicas que vão desde as primeiras “remadas” até onde e como estacionar:

Como usar no aplicativo
Equipamentos de segurança
Como andar, acelerar e frear
Pratique antes de usar
Onde rodar
Planeje o caminho
Respeite o pedestre, ele é prioridade
Atenção ao piso, subidas e descidas
O que fazer em uma emergência
Como finalizar a viagem e estacionar

VEJA O VÍDEO… CLIC:

https://g1.globo.com/carros/noticia/2019/04/24/patinete-eletrico-10-dicas-sobre-como-andar.ghtml

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Melhor aeroporto

O coração do novo shopping do aeroporto, inaugurado em 17 de abril de 2019, apropriadamente apelidado de Jewel (joia em inglês), é uma cachoeira de 40 metros de altura cercada por um jardim botânico.
Melhor aeroporto
A nova adição ao impressionante Aeroporto Changi é o shopping center Jewel, que apresenta não apenas várias centenas de lojas e restaurantes, mas também um jardim botânico com centenas de espécies de plantas de todo o mundo, além da maior cachoeira interna com nuvens de cristal que brilham à noite. O Aeroporto Jewel Changi é um dos maiores aeroportos do mundo, sendo um importante centro de transporte no sudeste da Ásia. O aeroporto foi distinguido como o melhor aeroporto do mundo 6 vezes e recebeu o prêmio Skytrax. Admire esta maravilha arquitetônica de tirar o fôlego por dentro e por fora.


Centenas de espécies de plantas de todo o mundo foram incluídas nos jardins botânicos, compondo a maior coleção interna de flora em todo o país. Os visitantes podem passear pelos jardins e ficar perto da cachoeira, protegida por uma parede transparente para garantir a segurança dos visitantes.
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Levou apenas 5 anos para concluir o shopping, e isso é muito bom para a reputação do país, já que Cingapura é frequentemente apelidada de “uma cidade em um jardim”.
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O design do shopping é muito futurista e único: parece ser simplesmente uma enorme estufa.
Melhor aeroporto

Mesmo aqueles que não pretendem ficar em Cingapura e não querem cruzar o controle de passaportes podem apreciar a beleza do shopping tomando um trem especializado.


http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=13861

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