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Archive for 19 de abril de 2019

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Por que estudar documentos?
De acordo com o artigo “Pesquisa documental: pistas teóricas e metodológicas”, publicado na Revista Brasileira de História & Ciências Sociais, o uso de documentos como fontes de pesquisa é algo que deve ser apreciado e valorizado graças à riqueza de informações que podem ser extraídas deles.
É por meio de uma ampla gama de documentos que áreas das Ciências Humanos e Sociais podem ampliar o entendimento sobre determinadas questões a partir da compreensão da contextualização histórica e sociocultural. Os documentos também acrescentam uma dimensão do tempo à compreensão do social.
“A análise documental favorece a observação do processo de maturação ou de evolução de indivíduos, grupos, conceitos, conhecimentos, comportamentos, mentalidades, práticas, entre outros”, explicam os autores do artigo, os pesquisadores Jackson Ronie Sá-Silva, Cristóvão Domingos de Almeida e Joel Felipe Guindani.

Pesquisa documental x pesquisa bibliográfica
A principal diferença entre pesquisa documental e bibliográfica está na natureza das fontes. Conforme a autora Maria Marly de Oliveira explica no livro Como Fazer Pesquisa Qualitativa, a pesquisa bibliográfica remete para as contribuições de diferentes autores sobre o tema, atentando para as fontes secundárias. Já a pesquisa documental recorre a materiais que ainda não receberam tratamento analítico, ou seja, as fontes primárias.
“[A pesquisa] documental caracteriza-se pela busca de informações em documentos que não receberam nenhum tratamento científico, como relatórios, reportagens de jornais, revistas, cartas, filmes, gravações, fotografias, entre outras matérias de divulgação”, esclarece a autora.

Exemplos de pesquisa documental
Procedimento metodológico que pode se caracterizar como principal caminho de investigação de uma pesquisa, esse tipo de análise recorre, principalmente, à História para buscar informações importantes em lugares e documentos.
Os exemplos de pesquisa documental pode ser os mais variados. Da análise de novelas de um determinado período para catalogação de expressões, passando pela busca em revistas e sites especializados para entender como foi a receptividade de um filme em seu lançamento ou mesmo uma ida a um museu para explorar em pinturas o vestuário e mobiliário de uma época.


Parte importante de trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses, a pesquisa documental é bastante comum nas mais diversas áreas de humanas. Estudantes, professores e pesquisadores em geral precisam estar cientes sobre os formatos e funções desse tipo de análise de documentos.
As fontes da pesquisa documental
pesquisa documental usa como fontes uma série de elementos os mais variados. A lista é extensa e vai de tabelas estatísticas a cartas, pareceres, fotografias, atas, relatórios e obras originais de qualquer natureza (pintura, escultura, desenho etc). O documento como fonte de pesquisa pode ser escrito e não escrito, tais como filmes, vídeos, slides, fotografias ou pôsteres.

Notas, diários, projetos de lei, ofícios, discursos, mapas, testamentos, inventários, informativos, depoimentos orais e escritos, certidões, correspondência pessoa ou comercial, documentos informativos arquivados em repartições públicas, associações, igrejas, hospitais e sindicatos também são considerados como fontes desse tipo de pesquisa.
Esses documentos são utilizados como fontes de informações, indicações e esclarecimentos que trazem seu conteúdo para elucidar determinadas questões e servir de prova para outras, de acordo com o interesse do pesquisador.


https://viacarreira.com/pesquisa-documental-170907/
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Ciclo da violência contra a mulher — Foto: Fernanda Garrafiel/ Arte G1

O psicólogo Paulo Patrocínio ressaltou que a violência se apresenta de formas diferentes e não apenas através da forma física, que é de conhecimento mais comum. São elas:


Violência física
Violência psicológica
Violência patrimonial
Violência moral
Violência sexual


Ciclo da violência

Patrocínio explicou ainda que a violência contra a mulher acontece através de um ciclo vicioso, normalmente. Segundo ele, os relacionamentos passam por três etapas que se repetem constantemente. E a violência pode ser interrompida de duas maneiras: com a interrupção da relação ou com o feminicídio.
“O ciclo da violência começa na ‘tensão’. Quando um casal perde o diálogo, começam as humilhações, provocações e ofensas. Em determinado momento, essa tensão perde o controle e acontece a explosão, que acaba gerando a violência. Nesse segundo estágio, acontecem sexo forçado, tapas, socos. Logo depois, há um rompimento em alguns casos. A mulher vai buscar os direitos dela garantidos por lei”, explicou o psicólogo.
“No terceiro estágio, é o intervalo chamado ‘lua de mel’. O homem entende que perdeu a mulher e tenta reconquistá-la. Pede desculpa, faz juras de amor, dá presentes, faz promessas, em uma intensidade muito grande. Ele não quer dar tempo para que ela possa refletir sobre o assunto. Depois de juntos novamente, ele não se vê correspondido e volta a entrar no estágio da tensão”, completou.

LEIA MAIS, CLIC:

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/04/19/especialistas-tracam-perfil-de-agressores-de-mulheres-identifique-caracteristicas-abusivas-em-5-pontos.ghtml

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Uma história…

Jovem roubada vendendo doces recebe ajuda de desconhecidos, em Praia Grande, SP — Foto: Arquivo Pessoal

Jovem roubada vendendo doces recebe ajuda de desconhecidos, em Praia Grande, SP — Foto: Arquivo Pessoal

Após ser roubada e comover a web com sua história, a jovem de 19 anos que vende doces para custear os estudos recebeu ajuda de pessoas que, apesar de não conhecê-la, se mobilizaram para ajudá-la com a doação de vários ingredientes. Em entrevista ao G1 nesta sexta-feira (19), Ana Claudia Alves, moradora de Praia Grande, no litoral de São Paulo, contou que se surpreendeu com as atitudes.
“Criaram um grupo para me ajudar. Eu gostei bastante porque nós vemos o lado bom das pessoas. São pessoas que eu nem conhecia”, diz. Leite condensado, cacau solúvel, granulado e coco ralado foram alguns dos produtos doados para que a garota voltasse a produzir seus produtos e continuasse ganhando o dinheiro para custear os estudos.
A estudante comentou que a situação entristeceu sua avó, com quem ela mora, mas o retorno das pessoas que se comoveram com a história superou o episódio. “Ela ficou bem arrasada porque ela vê que eu só vendo doces para pagar o meu curso. E com tudo de bom que está acontecendo ela está bem feliz”, diz.

Celular e doces roubados

O crime ocorreu na segunda-feira (15), no bairro Guilhermina. Ana Claudia estava em frente a uma lanchonete na Avenida Presidente Kennedy quando um homem de bicicleta puxou de suas mãos o celular e um pote com brigadeiros.
No momento em que foi roubada, a estudante estava mandando uma mensagem para que sua tia pudesse buscá-la. Ela tinha acabado de vender alguns doces e o intuito era pegar uma carona até sua casa para economizar o dinheiro da passagem de ônibus.
“Na hora eu saí correndo. Eu estava chorando e gritando, dizendo que ele roubou o meu celular. Eu fico muito chateada. Por que eles roubam pobres? Ele teve a capacidade de roubar os meus doces e o meu celular”, lamenta.

Sensibilizadas com a situação, algumas pessoas se comprometeram a lhe doar um celular e ingredientes para ela fazer os doces — Foto: Reprodução/Praia Grande Mil Grau

Publicação nas redes sociais

Triste com o que ocorreu, Simoni Maria, tia de Ana Claudia, publicou uma mensagem nas redes sociais. “Sinto mais pena de você do que dela, nesse momento, porque ela está no caminho certo e você no caminho errado. Que se arrependa desses atos enquanto é tempo”, disse, em referência ao homem que roubou a sobrinha.
“Ela é muito esforçada e fiquei muito triste com o acontecido. Chorei quando fiquei sabendo. Por isso fiz o desabafo na rede. Ela merece”, afirma Simoni. Sensibilizadas com a situação, algumas pessoas se comprometeram a doar um celular e ingredientes para Ana Claudia fazer os doces. “Ainda não estou acreditando. Fiquei lendo aquelas coisas e me emocionei”, comenta a jovem.


https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2019/04/19/jovem-que-viralizou-na-web-apos-roubo-recebe-ajuda-de-desconhecidos-feliz.ghtml

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