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Archive for 16 de abril de 2019

Trecho Norte da BR-156 entre Calçoene e Oiapoque — Foto: MPF-AP/Divulgação

Trecho Norte da BR-156 entre Calçoene e Oiapoque — Foto: MPF-AP/Divulgação

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e o Governo do Amapá são alvos de uma ação do Ministério Público Federal (MPF) que cobra a finalização da pavimentação da obra mais antiga em atividade no Brasil: a BR-156. O asfaltamento do trecho Norte da rodovia foi iniciado há 43 anos e cerca de 110 quilômetros ainda seguem tomados pela lama e poeira.
O trecho ainda não finalizado fica entre as cidades de Calçoene e Oiapoque e é considerado crítico principalmente no período chuvoso, onde é rotineira a erosão da pista e a formação de atoleiros.
Atualmente, a responsabilidade pela pavimentação é do Dnit, do Governo Federal, mas o Estado do Amapá foi incluído na ação por ter tido durante 40 anos – entre 1976 e 2014 – a frente dos trabalhos no trecho, que liga Macapá ao extremo Norte do estado, dando acesso à Guiana Francesa.

No Amapá, mais de 60% das estradas federais são de terra e lama

A superintendência do Dnit no estado declarou que a instituição não foi notificada judicialmente sobre a ação, e que, assim que receber notificação oficial, irá se posicionar.
G1 entrou em contato com o Governo do Amapá, mas não houve resposta da solicitação até a última atualização desta reportagem.
Lama durante o inverno inviabiliza viagem para Oiapoque — Foto: Leandro Leite/Arquivo Pessoal
COMO É QUE UM GOVERNO LOCAL NÃO TEM VERGONHA NA CARA DE APRESENTAR ESTRADAS COM TAAAANTOS RISCOS A QUEM VIDE DE PAGAR IMPOSTOS???? NOJO!


Lama durante o inverno inviabiliza viagem para Oiapoque — Foto: Leandro Leite/Arquivo Pessoal


O MPF cobra do Dnit, sobre responsabilidade de multa diária de R$ 50 mil, que o órgão apresente um cronograma de pavimentação que inclua prazos para a finalização de etapas, além da correta realocação de aldeias indígenas que vivem às margens da rodovia.
A ação ainda será apreciada pela Justiça Federal, mas para o MPF a situação atual da rodovia “viola direitos fundamentais da população de Oiapoque”. A ação aponta ainda “ausência absoluta de planejamento” entre Dnit e Governo do Amapá em relação à conclusão das obras.
O trecho Norte da BR-156 é o único acesso da capital do Amapá para ponte binacional, que liga o Brasil à Guiana Francesa, única ligação do território nacional com a União Europeia, através do departamento ultramarino francês. A ponte foi inaugurada em 2017.
Cratera na BR-156 causada pela força das chuvas — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Cratera na BR-156 causada pela força das chuvas — Foto: Rede Amazônica/Reprodução
Além do trecho Norte, alvo da ação do MPF, a BR-156 ainda tem mais 240 quilômetros sem asfaltamento no trecho Sul, que parte de Macapá até Laranjal do Jari.
Em 2017, foi assinado convênio entre estado, Dnit e Exército para pavimentação de toda a extensão do trecho Sul, mas nenhum trecho com asfalto ainda foi entregue.
Sobre o cronograma da obra, o governo estadual iniciar as obras em um trecho de 60 quilômetros partindo da capital, o Dnit vai licitar os dois trechos intermediários, que ficarão à cargo do Governo Federal. Já o Exército ficará com outra extensão de 60 quilômetros, partindo de Laranjal do Jari.
Trecho de acesso a Oiapoque tomado pela água  — Foto: Divulgação/Dnit

https://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2019/04/16/amapa-e-uniao-sao-processados-por-demora-em-asfaltamento-de-rodovia-que-dura-40-anos.ghtml

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Um luxo só… rs

Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) em 'Game of Thrones' — Foto: Divulgação/HBO

Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) em ‘Game of Thrones’ — Foto: Divulgação/HBO

Cerca de 17,4 milhões de norte-americanos assistiram ao primeiro episódio da temporada final de “Game of Thrones”, um recorde de audiência para a série de fantasia medieval, informou o canal HBO nesta segunda-feira.

‘Game of Thrones’: perguntas e respostas
Todas as 2995 mortes da série

A HBO disse que a soma da audiência do canal de TV e dos espectadores nos aplicativos HBO GO e HBO NOW superou o recorde anterior da série, de 16,9 milhões de espectadores, atingida no último episódio da sétima temporada, há dois anos.
Nas redes sociais, o episódio de domingo foi também o mais comentado no Twitter, com mais de 5 milhões de tuítes e 11 milhões de menções ao longo do fim de semana, disse a HBO em um comunicado.
Todos os 10 principais tópicos do Twitter na noite de domingo foram sobre o episódio.

LEIA MAIS… CLIC:


https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2019/04/16/game-of-thrones-estreia-temporada-final-com-recorde-de-174-milhoes-de-espectadores-nos-eua.ghtml

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Em vidro… Wow!

museu do vidro nos estados unidos corning
BEM MAIS… CLIC:

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=8957
museu do vidro nos estados unidos corning

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causa de dor de cabeça

Dores de cabeça podem aparecer inesperadamente. Os culpados usuais tendem a ser o álcool, falta de sono e coisas do tipo. No entanto, estudos mostraram que há algumas novas e surpreendentes razões pelas quais sua cabeça não deixa de incomodar. Aqui estão 8 culpados incomuns:


Alimentos defumados, em conserva, secos ou envelhecidos – infelizmente todas as coisas boas, como queijos, salame e salmão defumado – contêm sulfitos que podem dilatar os vasos sanguíneos causando dor de cabeça. O vinho também é uma causa surpreendentemente comum, especialmente entre as mulheres, então você pode querer dispensar isso também.

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http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=13814

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Pais babões… rsrs

Ensaio também faz referência à casa Targaryen — Foto: Adriana Margotto

Ensaio também faz referência à casa Targaryen — Foto: Adriana Margotto

A pequena Arya tinha apenas 15 dias de vida quando ganhou um ensaio especial todo inspirado na série “Game of Thrones”, que estreou a oitava e última temporada neste último domingo (14).
O nome da bebê, inclusive, é o mesmo de uma das protagonistas da história – desde o começo, a personagem demonstrava ser uma criança diferente das meninas da mesma idade.
Mas, em princípio, os pais hesitaram batizar a filha como Arya. As dúvidas só se foram depois de pesquisarem os significados do termo. “‘Arya’ vem do sânscrito e remete à dedicação. A personagem é forte, corajosa, independente, uma guerreira mesmo. Queremos que nossa filha também seja assim”, diz a mãe, a professora Ana Carolina Martineli.

Game of Thrones’: veja perguntas e respostas

Ana é louca pela série e já assistiu três vezes às sete temporadas. O marido não conhecia “Game of Thrones”, mas viciou assim que foi apresentado à saga – pela mulher, claro.
Depois de muito buscar referências de ensaios de recém-nascidos na internet, o casal decidiu que queria um inspirado na adaptação dos livros de George R.R. Martin.
A missão caiu nas mãos de Adriana Margotto, fotógrafa especializada em newborn (nome dado aos ensaios estrelados por recém-nascidos).
De acordo com Adriana, que fotografa bebês há sete anos, a maior dificuldade foi pensar em um formato que não ficasse “pesado” para um recém-nascido, já que a história remete a cores frias e sombrias.
Por isso, a escolha foi usar elementos principalmente característicos das personagens Arya e Daenerys, as preferidas do casal, de forma leve e sem deixar de dar o destaque à bebê:

“Eu tinha a obrigação de cumprir a expectativa deles, mas não fazer nada que remetesse a algo muito adulto e que não fosse apropriado para um bebê, além de respeitar a minha visão e identidade com a fotografia. Para mim, foi um pedido inusitado e diferente, um grande desafio”, contou.


Os pais aprovaram. “A gente amou. Foi feito com muita calma e paciência”, diz a mãe.

Segundo a fotógrafa, foram cerca de quatro horas dentro do estúdio e três dias de produção para o ensaio. “A gente precisa respeitar a rotina do bebê. Tivemos momentos de pausa para a amamentação, que é importante para que ele ficasse bem relaxado e não acordasse facilmente”, afirmou.

Agora, o casal já planeja o próximo ensaio, que será feito quando a pequena Arya completar 1 ano. O tema, claro, será o mesmo.
Elementos remetem à espada de aço valiriano e à loba de Arya Stark — Foto: Foto: Adriana Margotto

Elementos remetem à espada de aço valiriano e à loba de Arya Stark — Foto: Foto: Adriana Margotto
Elementos simbólicos da casa Stark marcam ensaio da pequena Arya — Foto: Adriana Margotto

Elementos simbólicos da casa Stark marcam ensaio da pequena Arya — Foto: Adriana Margotto
Pais também participaram do ensaio de Arya — Foto: Adriana Margotto

Pais também participaram do ensaio de Arya — Foto: Adriana Margotto
O cenário branco faz referência à neve tão presente em "Game of Thrones" — Foto: Adriana Margotto

O cenário branco faz referência à neve tão presente em “Game of Thrones” — Foto: Adriana Margotto
Ensaio inspirado em "Game of Thrones" traz referências também às roupas pesadas usadas para sobreviver no frio intenso — Foto: Adriana Margotto

Ensaio inspirado em “Game of Thrones” traz referências também às roupas pesadas usadas para sobreviver no frio intenso — Foto: Adriana Margotto
Papai Ailton Maia carrega Arya em ensaio newborn, inspirado na produção da HBO — Foto: Adriana Margotto

Papai Ailton Maia carrega Arya em ensaio newborn, inspirado na produção da HBO — Foto: Adriana Margotto
Cenário faz referência à neve e à pequena loba da personagem Arya — Foto: Adriana Margotto

Cenário faz referência à neve e à pequena loba da personagem Arya — Foto: Adriana Margotto
A referência aos draggões de Daenerys também marcou o ensaio newborn — Foto: Adriana Margotto

A referência aos draggões de Daenerys também marcou o ensaio newborn — Foto: Adriana Margotto
Arya posa em cenário que remete à neve — Foto: Adriana Margotto
A pequena Arya tinha apenas 15 dias de vida quando foi fotografada — Foto: Adriana Margotto

A pequena Arya tinha apenas 15 dias de vida quando foi fotografada — Foto: Adriana Margotto

COMENTÁRIO:


Papa Max
HÁ 2 HORAS
Muitos pais depositam em seus filhos toda a carga das suas próprias frustrações. Neste sentido, tudo o que eles não foram, desejam que seus filhos sejam. Em resumo: ensaio de gosto muito duvidoso.


https://g1.globo.com/olha-que-legal/noticia/2019/04/16/bebe-estrela-ensaio-inspirado-em-game-of-thrones-e-posa-com-lobo-de-pelucia-e-dragao-de-brinquedo.ghtml

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L I A N 💞 G O N G

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Após as férias, as aulas foram retomadas hoje no bosque, sempre às terças e quintas, às 7h30  Foto: Adriano Rosa

Chi’ é energia que brota no Bosque

São mais de 20 endereços só em Campinas 

Lian gong em 18 terapias
http://www.liangongbrasil.com.br
Fone: 3276-7706, falar com Nelson Iba. Os interessados podem se informar nos postos de saúde dos bairros. Confira alguns endereços:
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Bosque dos Jequitibás -3a. e 5a., das 7h30 às 8h30

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Jardim Aurélia – 2 das 14h às 15h e 6 das 8h30 às 9h30 (Praça de Esportes) 

Parque Ecológico – 3 e 5, das 7h30 às 8h30 

Jardim Campos Elíseos – 2, 4 e 6 das 8h às 9h (Centro de Saude Tancredão)

Praça Carlos Gomes – 2, 4 e 6 das 7h30 às 8h30 

Unicamp – 2 e 4 das 7h20 às 8h20 (gramado em frente à Biblioteca)

Vila Industrial – 2-f das 15h30 às 16h30 (Lar dos Vicentinos)

Bem-estar físico, paz interior e harmonia 

A portuguesa Maria de Jesus Eleotério, de 86 anos, freqüenta as aulas no Bosque há seis anos: “Maravilhoso, tudo aqui é bom”, diz. Maria Aparecida Silvado, de 81, que mora nas proximidades, durante as caminhadas entrou em contato com o grupo para ver de perto aquilo que diziam ser quase um remédio para as suas dores. Comprovada a informação, criou uma rotina nos últimos três anos: “Minha disposição é outra, meu corpo esticou e fiquei mais solta. A respiração ajuda a minha circulação e coração. Quando termino agradeço a Deus, porque é uma benção”. As Marias ficaram amigas e os encontros são indispensáveis.

André Vannucci, de 16 anos, em pleno cursinho para entrar na faculdade (ainda não escolheu entre história, geografia ou fisioterapia) conta ter ouvido falar sobre os exercícios e resolveu conhecer há quatro meses: “Encontrei aqui a minha busca, que envolve o bem-estar físico, harmonia, tranqüilidade e paz interior”. (LD/Especial para a AAN)


A técnica é chinesa e o instrutor, Nelson Iba, é filho de japonês: lian gong em 18 terapias é praticado em praças e jardins, beneficia milhares de pessoas e desperta o autocuidado. São exercícios simples e cheios de vitalidade. A música é especial (instrumentos tradicionais chineses) e flui a cada movimento. O objetivo final é direcionar o “chi” (energia) “para ajudar a combater o estresse (a porta de entrada para as doenças), a prevenir e tratar as dores do corpo e a restaurar a movimentação natural”, explica Nelson Iba ao espalhar consciência para promover uma qualidade de vida melhor.

Treinar com alegria, sem querer acertar, para conquistar gradativamente movimentos cada vez mais amplos é a dica do instrutor. Importante é seguir o ritmo, sentir e buscar um estado de harmonia. A finalidade é tocar determinados pontos de energia: na abertura dos braços, por exemplo, coração, pulmão e intestinos grosso e delgado são beneficiados; na extensão do tronco, quem ganha é a bexiga, estômago e a vesícula. 

Energia verdadeira 

A medicina tradicional chinesa reforça o “zhen chi” (energia verdadeira) em suas terapias por acreditar no fortalecimento do sistema imunológico, pois “quando a energia está plena no interior do corpo humano os fatores negativos não conseguem entrar”, compara Nelson. “As pessoas são todas iguais e para se curar precisam dos mesmos remédios”, avalia o instrutor.

A prática corporal com objetivos terapêuticos surgiu na década de 70 com o médico ortopedista chinês Zhuang Yuan Ming, de 88 anos e mais de 50 deles dedicados à medicina tradicional chinesa. Ming vive em Shangai onde uniu conhecimentos das medicinas oriental e ocidental com antigas artes guerreiras. 

A professora de Filosofia e Artes Corporais Chinesa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Maria Lúcia Lee, foi quem trouxe a idéia para o Brasil há quase duas décadas. Para difundir, coordenar e orientar o lian gong em todo o País, foi criado o programa Vida e Harmonia, que integra o Instituto Ideais, uma organização não-governamental (ONG), fundada em 2001 com o objetivo de promover a saúde como um todo.

Voluntário 

No início de 1998, o programa começou a ser implantado de forma voluntária em Campinas com Nelson Iba, economista e professor de artes marciais. O professor foi graduado faixa preta em 1970 e tem uma experiência de mais de 30 anos. O local escolhido foi o Bosque dos Jequitibás, a maior área verde no Centro da cidade. As aulas abertas e gratuitas iniciaram com seis pessoas; hoje são mais de 20 pontos (a maioria deles na periferia) e reúne cerca de 100 participantes em cada local, duas vezes na semana. Os exercícios terapêuticos chineses atingiram a rede de saúde pública de Campinas dois anos depois e hoje são atendidos pacientes e moradores de diversos bairros. A técnica já chegou em Hortolândia e Sumaré. 

Elainy Singh Veiga, terapeuta ocupacional na rede pública de saúde, foi capacitada para a prática dos exercícios durante os últimos cinco anos (no total, são mais de 100 monitores). Duas vezes por semana ela faz os exercícios na Praça de Esportes do Jardim Aurélia, onde reúne dezenas de pessoas. “Um recurso barato, praticamente sem custo, que pode agregar uma demanda grande para se apoderar de um conhecimento e dele se utilizar para benefício da saúde. É gratificante”, diz.


http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/10/capa/projetos_correio/cidadao/109426-chi-e-energia-que-brota-no-bosque.html
O Lian Gong foi criado na década de 70 por médico chinês que uniu a medicina milenar chinesa às artes marciais e técnicas terapêuticas ocidentais, com o objetivo de tratar e prevenir dores  Foto: Adriano Rosa

O Lian Gong foi criado na década de 70 por médico que uniu a medicina chinesa às artes marciais e técnicas terapêuticas ocidentais, com o objetivo de tratar e prevenir dores Foto: Adriano Rosa


Os exercícios são simples. Não é preciso ser atleta ou estar em plena forma para conseguir acompanhar. Mas quem começa a praticar logo percebe que por trás da simplicidade existe um profundo conhecimento milenar, inspirado na medicina chinesa. “O nosso corpo é uma rede elétrica, circundada por meridianos por onde circula a energia vital, o Chi. Os exercícios, em seu ritmo, fazem fluir essa energia. A base está na respiração”, compartilha Nelson Iba.
No site WWW.liangongbrasil.com.br ele mantém os endereços onde pratica Lian Gong. Além de levar seu conhecimento a empresas, Nelson dá aulas na Associação Okinawa de Campinas e no Instituto Nipo Brasileiro. Para se atualizar, faz cursos pela Associação Brasileira de Chi Gong, onde conhece técnicas tradicionais que foram revitalizadas pelo governo Chinês. “A música também não pode ser qualquer uma. Ela é desenvolvida na China especialmente para os exercícios com a finalidade de dar o tom”, explica o campineiro filho de japoneses da ilha de Okinawa.
"O nosso corpo é uma rede elétrica, circundada por meridianos por onde circula a energia vital, o Chi. Os exercícios fazem fluir essa energia", explica Nelson Iba    Foto: Adriano Rosa

http://agenciasn.com.br/arquivos/4220
A maior parte dos praticantes de Lian Gong acompanha Nelson há mais de dez anos no Bosque dos Jequitibás; não é preciso ser atleta ou estar em plena forma para conseguir fazer os exercícios simples, porém cheios de carregados de conhecimento milenar

A maior parte dos praticantes de Lian Gong acompanha Nelson há mais de dez anos no Bosque dos Jequitibás; não é preciso ser atleta ou estar em plena forma para conseguir fazer os exercícios carregados de tradição milenar   Foto: Adriano Rosa
Voluntário compartilha vida e energia com exercícios de Lian Gong no Bosque dos Jequitibás
Google Imagens

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