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Archive for 6 de abril de 2019

… sotaque…

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O pequeno João Miguel foi o primeiro bebê que nasceu no hospital de Agudos com a mecha de cabelos brancos — Foto: Arquivo pessoal

O pequeno João Miguel foi o primeiro bebê que nasceu no hospital de Agudos com a mecha de cabelos brancos — Foto: Arquivo pessoal

O pequeno João Miguel Pereira Oliveira tem pouco mais de 20 dias de vida e já virou sensação na cidade de Agudos (SP), que tem cerca de 34 mil habitantes. Com mechas de cabelos brancos, a mãe Tamires Aparecida Pereira Ciprian, de 23 anos, conta que todos querem tirar foto devido à curiosidade.
“Eu até preciso esconder o cabelinho dele quando saio na rua, pois as pessoas me param toda hora para pedir uma selfie. Eu entendo porque nunca teve nenhum caso desse em Agudos e as as pessoas ficam curiosas”, revela a mãe.


João Miguel nasceu no dia 13 de março. Tamires conta que já estava de nove meses e teve uma gravidez tranquila. Contudo, o que mais chamou a atenção é que ninguém na família teria nascido com essas mechas.
“Quando ele nasceu, o médico ficou assustado. Primeiro, o médico e as enfermeiras pensaram que ele tivesse nascido com algum problema, faltando um pedacinho de pele na cabecinha. Mas, depois que deram banho, viram que meu filho tinha nascido com cabelinhos brancos. Ele me explicou que isso é uma alteração genética, e é bem raro”, afirma.
A medicina explica que os cabelos grisalhos de um bebê é denominado como piebaldismo, mais conhecido como albinismo parcial. As mechas brancas são desde o nascimento e estáveis. A síndrome é considerada raríssima e não traz problemas para a saúde.
Bebê com mecha branca chama atenção em Agudos — Foto: Arquivo Pessoal

Bebê com mecha branca chama atenção em Agudos — Foto: Arquivo Pessoal
Ainda de acordo com a jovem, apesar de ter outro filho de 2 anos, a segunda maternidade está proporcionando com que ela viva uma situação totalmente diferente.
“Está sendo muito diferente e ele virou a atração mesmo na cidade”, ressalta.


https://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2019/04/06/bebe-nasce-com-mechas-brancas-e-vira-sensacao-em-agudos-todo-mundo-quer-tirar-selfie-diz-mae.ghtml

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Arroz de joias é receita saborosa típica da gastronomia persa — Foto: Edvaldo de Souza/TG

é receita típica da culinária persa servida em eventos da dinastia
Doce de casca de laranja dá sabor especial ao prato, que leva muitas especiarias e temperos.


INGREDIENTES
– 1 quilo de arroz basmati
– 2 batatas médias
– 100 gramas de uvas passas brancas e pretas
– 100 gramas de lascas de amêndoas
– 100 gramas de cranberry
– 100 gramas de tâmaras
– 2 colheres de sopa de doce de casca de laranja
– 2 cenouras médias
– Manteiga
– Açafrão
– Sal
– Pimenta do reino
– Canela
– Cúrcuma


Arroz de joias é receita saborosa típica da gastronomia persa — Foto: Edvaldo de Souza/TG
MODO DE PREPARO
– Em uma frigideira com manteiga, refogue a amêndoa temperada com cúrcuma, açafrão e canela. Reserve.
– Repita o processo com as tâmaras, o pistache, as uvas passas, o cranberry e a cenoura.
– Em um recipiente misture todos os ingredientes refogados.
– Em uma panela adicione óleo e forre o fundo com as batatas cortadas em rodelas.
– Faça camadas com o arroz cozido, com a mistura das “joias” e com o doce de casca de laranja.
– Leve a panela ao fogo baixo por 20 minutos.
– Sirva acompanhado de batatas assadas.
Dicas da Gente: Enrole a tampa da panela com um pano de prato para absorver o vapor e não umedecer o arroz.


https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2019/04/05/arroz-de-joias-e-receita-tipica-da-culinaria-persa-servida-em-eventos-da-dinastia.ghtml

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Em guarda compartilhada, os gatos podem visitar os vizinhos que mais gostam (Foto:  Brigette Schuster/ CC BY-SA-NC 4.0)

Em guarda compartilhada, os gatos podem visitar os vizinhos que mais gostam (Foto: Brigette Schuster/ CC BY-SA-NC 4.0)

As lentes da fotógrafa e escritora Brigitte Schuster capturaram as escadas posicionadas estrategicamente para os felinos. Em forma de zigue-zague os degraus correm na lateral dos prédios e são ligados às janelas dos apartamentos. Dobráveis e feitas de plástico, elas podem ser um playground para os bichinhos, dando-os a possibilidade de visitar os lares dos seus vizinhos também. É como mantê-los em guarda compartilhada.
+ LEIA MAIS | DICAS PARA ADOTAR UM GATO
+ LEIA MAIS | COMO CRIAR UM SEGUNDO ANDAR PARA GATOS
Para apresentar esse costume suíço com o mundo, fotos e histórias sobre as escadas para gatos estarão presentes no livro “Swiss Cat Ladders”, que conta com um compilado de diagramas, discussões culturais e fotos. A publicação será lançada nos próximos meses nos Estados Unidos.
Algumas casas também oferecem o recurso para que os felinos acessem os andares mais altos (Foto:  Brigette Schuster/ CC BY-SA-NC 4.0)

Algumas casas também oferecem o recurso para que os felinos acessem os andares mais altos (Foto: Brigette Schuster/ CC BY-SA-NC 4.0)
Tal prática é um costume tradicional na cidade de Bern, na Suíça (Foto:  Brigette Schuster/ CC BY-SA-NC 4.0)

Tal prática é um costume tradicional na cidade de Bern, na Suíça (Foto: Brigette Schuster/ CC BY-SA-NC 4.0)
APOSTO QUE LÁ… RATOS NÃO SE CRIAM… HAHAHA… MUUUITO BOM!
Localizadas na cidade de Bern, as escadas são um playground e forma de acesso às casas para os gatos (Foto:  Brigette Schuster/ CC BY-SA-NC 4.0)

https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Dicas/Pets/noticia/2019/04/fotografa-registra-costume-suico-para-receber-gatos-em-casa.html

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Jovem que catou papelão ‘pula’ mestrado e é chamado para doutorado no exterior💞🍀🌹🍀🌿🍂🌺¸¸.•💞

Jefferson Dionísio tem 24 anos e é o primeiro de sua família a completar o ensino superior.💞🍀🌹🍀🌿🍂🌺¸¸.•💞

Por Andressa Barboza, G1 Santos

06/04/2019 05h57  Atualizado há uma hora

Jefferson Dionísio de Souza foi ao Chile para cursas doutorado em Filosofia — Foto: Arquivo Pessoal

Jefferson Dionísio de Souza foi ao Chile para cursar doutorado em Filosofia — Foto: Arquivo Pessoal

Um jovem de 24 anos da periferia de São Vicente, no litoral de São Paulo, conquistou uma vaga no curso de doutorado em Filosofia em uma universidade no Chile após ter que catar papelão na rua para pagar a passagem de ônibus para estudar. Jefferson Dionísio já começou o curso e, em entrevista ao G1, contou as dificuldades da trajetória.
Jefferson é o primeiro da família a cursar uma faculdade. O jovem, que cresceu em um bairro da Área Continental da cidade, diz que sempre estudou em escola pública. Ainda adolescente, começou a trabalhar na Prefeitura de São Vicente por meio do Centro de Aprendizagem e Mobilização Profissional e Social (Camps) e, aos 18 anos, começou a cursar Filosofia em uma universidade em Santos.
“Eu ganhava R$ 668 de bolsa-auxílio e a faculdade era R$ 660. Todo o meu salário ia para os ­estudos, não sobrava nada. Cheguei a trancar a matrícula no primeiro ano pois não tinha mais como pagar. Um ano depois, em 2015, eu voltei para a universidade, mas então fiquei desempregado”, conta.
Sem trabalho, Jefferson conseguiu completar o primeiro e segundo semestre com abono temporário na mensalidade. Já no segundo ano, foi contemplado com uma bolsa de estudos do Programa Universidade para Todos (ProUni). Apesar disso, o jovem tinha dívidas de mensalidades anteriores acumuladas.

Jefferson Dionísio de Souza disse que sempre estudou em escolas públicas de São Vicente (SP) — Foto: Arquivo Pessoal

“As mensalidades que eu devia somavam quase R$ 5 mil. Eu não tinha como pagar. Foi uma fase muito difícil, até mesmo constrangedora. Comecei a ir de bicicleta para a aula e até catei papelão na rua para vender. Um amigo viu a situação e disse que me ajudaria, que eu não precisava disso”.
Com a ajuda dos amigos, que chegaram até a fazer uma vaquinha, Jefferson conseguiu pagar a dívida com a universidade. “Eu ia sempre com a mesma roupinha, os mesmos sapatos. Todo dia igual, não tinha dinheiro para comprar mais nada”, relembra.
Ao se formar, Jefferson começou a dar aula em escolas públicas e, pelo seu destaque como bom estudante, professores da universidade deram a ideia dele tentar mestrado fora do país. O jovem, então, viajou de ônibus para o Chile, onde visitou universidades e foi incentivado a postular vaga para mestrado e doutorado.
Jefferson é o orgulho dos pais que sempre acreditaram em seu potencial — Foto: Arquivo Pessoal
No fim de 2018, Jefferson recebeu a notícia de que havia sido aprovado no doutorado, sem ao menos passar pelo mestrado. “Meu nome estava na lista de aprovados, entre americanos, franceses, alemães e outros estrangeiros. Passei em terceiro lugar. Foi incrível”.
Com 24 anos, Jefferson já está morando no Chile e cursa doutorado em Filosofia na Pontificia Universidad Católica de Valparaíso (PUCV). A previsão é que o jovem conclua o curso em 2023 e, segundo ele, ainda é cedo para saber se volta ao Brasil ou se tentará seguir a vida fora do país.

“Tenho muito que agradecer a todos que acreditaram em mim. Minha família nunca duvidou da minha capacidade e sempre me apoiou. Hoje estou realizando um sonho graças aos professores, aos amigo e a todos que me incentivaram”, finaliza.
Jefferson Dionísio de Souza foi ao Chile para cursas doutorado em Filosofia — Foto: Arquivo Pessoal
Jefferson Dionísio de Souza disse que sempre estudou em escolas públicas de São Vicente (SP) — Foto: Arquivo Pessoal
Jefferson é o orgulho dos pais que sempre acreditaram em seu potencial  — Foto: Arquivo Pessoal

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Jefferson Dionísio de Souza foi ao Chile para cursas doutorado em Filosofia — Foto: Arquivo Pessoal

https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/educacao/noticia/2019/04/06/catador-de-papelao-pula-mestrado-e-e-chamado-para-doutorado-no-exterior.ghtml

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pinturas de flores

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=13754

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IMPRESSIONANTE!
É da disciplina de LINGUAGEM…
VEJAM COMIGO E REFLITAM SOBRE TUDO ISSO…

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