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Archive for 13 de março de 2019

EiiiiiiiiiiiiiiitAAAA!!!!
kkkkkkkkkkk
por isso os homi num guenta… afff… kkkkkkkkkkkkk
Gosto… mas prefiro com a música abaixo…. D+++!
Ui!
Caramba… e esse???
uia… que lindo!
MAS ESSE…
S H O W
!!!!
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Prata e macassita
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Prata + Macassita + Madrepérola
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Berloque retrô com macassita
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Tenho um… rsrsrsrs
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OUTROS… TAMBÉM… rsrs
AMO ANÉIS (de prata!) kkk
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Anel de coruja · Joia minimalista


A palavra minimalismo se refere a uma série de movimentos artísticosculturais e científicos que percorreram diversos momentos do século XX e preocuparam-se em fazer uso de poucos elementos fundamentais como base de expressão. Os movimentos minimalistas tiveram grande influência nas artes visuais, no design, na música e na própria tecnologia. O termo pode ser usado para descrever as peças de Samuel Beckett, os filmes de Robert Bresson, os contos de Raymond Carver, os projetos automobilísticos de Colin Chapman e até mesmo a linha teórica adotada pela gramática gerativa desde o fim do século XX.

Minimalismo nas artes plásticas
O minimalismo nas artes plásticas surge após o ápice do expressionismo abstrato nos Estados Unidos, movimento esse que marcou a mudança do eixo artístico mundial da Europa para os Estados Unidos. Contrapondo-se a esse movimento, o minimalismo procurava através da redução formal e da produção de objetos em série, que se transmitisse ao observador uma percepção fenomenológica nova do ambiente onde se inseriam. Exemplo desse projeto estaria nas obras de Dan Flavin, que através de tubos luminosos modifica o ambiente da galeria.
O caráter geométrico demonstra forte influência construtivista, e a limpeza formal – influência de Brancusi. Mas o intuito dos artistas minimalistas difere radicalmente de ambos os casos. Primeiramente por negar a arte cartesiana européia, para esse viés fenomenólogo que assume, depois por quebrar as barreiras até então presentes entre pintura e escultura.

Influências
(Influências: Construtivismo RussoVanguarda russaModernismo)
Primeiramente a decomposição e recomposição formal em que os maiores contribuintes foram provavelmente os construtivistas romenos e russos e o escultor Constantin Brâncuşi.
Os construtivistas, através da experimentação formal, procuravam uma linguagem universal da arte, passível de ser absorvida por toda a humanidade.
Durante a primeira fase da Revolução Russa, este novo projeto de arte foi considerado matéria de Estado: a criação de uma sociedade de vanguarda dependeria de uma cultura de vanguarda. Este projeto também pode ter ido de encontro às necessidades de rápida industrialização do país. O trabalho de Brâncuşi envolvia muito mais a busca de uma pureza da forma e abria caminho para as várias abstrações que estariam por vir, como o minimalismo.
Neste primeiro momento também se inserem os movimentos abstratos (especialmente o geométrico) de uma maneira geral.

Minimalismo como movimento (década de 1960)

Escultura de Donald Judd em Münster, Alemanha
O minimalismo propriamente dito surgiu de artistas como Sol LeWittFrank StellaDonald Judd e Robert Smithson. Muitos outros artistas contribuíram de maneira importante ao movimento, entretanto, estes parecem exemplificá-lo em suas diversas áreas.
A produção destes artistas, em geral, tendia a ultrapassar os conceitos tradicionais sobre a necessidade do suporte: procuravam estudar as possibilidades estéticas de composição não através de pinturas ou esculturas, mas a partir de estruturas bi ou tridimensionais que podem ser chamadas de “objetos” (ou ainda, “não-objetos”, dada a sua inutilidade) e eventualmente de instalações. Desta forma, não se submetiam à limitação que se fazia entre o campo da pintura e o campo da escultura, indo além destes conceitos.
Também notáveis são os pós-minimalistas, incluindo Martin PuryearTyrone MirchellMelvin Edwards e Joel Shapiro. O ponto chave do pós-minimalismo são as freqüentes referências distintas aos objetos sem representação direta. Isto tem se tornado uma linha predominante na escultura moderna.

Design minimalista
Mesmo com certas divergências, o design minimalista, surgido na década de 80, pode ser tido como uma reação aos movimentos pós-modernos no design, como os grupos Memphis e Alchymia. Contrapondo-se à grande variação cromática, formal e simbólica presente nos objetos projetados por ambos os grupos, o design minimalista acaba por criar produtos baseados numa redução formal extremamente forte e no uso de cores neutras (ou mesmo ausência de cores). 

No entanto, ao tratar o projeto apenas como antítese ao design pós-moderno, muitos designers minimalistas acabaram por abrir mão de aspectos, por exemplo, ergonômicos em prol da redução visual do produto. Podemos verificar tais características, por exemplo, nos projetos do também artista Donald Judd, ou primeiros trabalhos de Philippe Starck, do grupo Zeus, Shiro KuramataJohn Pawson, etc.

E aqui pode-se encontrar um ponto que o coloca como diametralmente oposto ao design funcionalista, e aproximando-o daqueles a que inicialmente havia se contraposto: a maior preocupação formal do que projetual traz o design minimalista para o grupo do design pós-moderno na medida em que abre mão de ideais ditos modernos para uma adequação ao gosto individual, como o que fizeram Memphis e Alchymia. Ao contrário do movimento Funcionalista alemão, que procurava a partir do bom projeto levar à maior parte das pessoas clareza cognitiva e ergonômica nos produtos, o design minimalista acabou focado em uma parcela da população, chamada de Yuppies, ou novos ricos, que a partir do despojamento formal de seus objetos, pretendiam expor sua riqueza.

Música minimalista

Ver artigo principal: Música minimalista
Na música clássica das últimas três décadas o termo minimalismo foi usado para eventualmente se referir à produção musical que reúne as seguintes características: repetição (frequentemente de pequenos trechos, com pequenas variações através de grandes períodos de tempo) ou estaticidade (na forma de tons executados durante um longo tempo); ritmos quase hipnóticos. É frequentemente associada (e inseparável) da composição na música eletrônicamúsica psicodélica ou até mesmo no punk rock.
É preciso notar que o que é chamado de movimento minimalista na música tem uma pequena (às vezes ocasional) relação com o mesmo movimento nas artes plásticas. Esta conexão é provavelmente uma das razões que fazem com que compositores chamados minimalistas não se sintam à vontade com o termo. Philip Glass (* vídeos a seguir…) (talvez o mais popular compositor entre aqueles chamados minimalistas), cujo grupo inicialmente apresentou-se em galerias de arte nas quais seus amigos (artistas minimalistas) expunham, chegou a dizer que “Aquela palavra [minimalismo] deveria ser extinta” (That word should be stamped out!). Além de Glass, Steve ReichArvo PartYann TiersenJohn Coolidge Adams e Wim Mertens sem esquecer de Erik Satie, são os mais famosos compositores minimalistas.

Literatura minimalista
literatura minimalista é caracterizada pela economia de palavras. Os autores minimalistas evitam advérbios e preferem sugerir contextos a ditar significados. Espera-se dos leitores uma participação ativa na criação da história, pois eles devem “escolher um lado” baseados em dicas e insinuações, em vez de representações diretas. Os personagens de histórias minimalistas tendem a ser banais — comuns — inexpressivas, nunca famosos detetives ou ricos fabulosos. As histórias são pedaços da vida.
A raiz da literatura minimalista americana é o trabalho de Ernest Hemingway, e um dos melhores exemplos desse estilo é o seu “Hills Like White Elephants”. Como Hemingway nunca descreve a entonação que a personagem assume quando fala, o leitor é forçado a interpretá-la baseado na resposta. Além disso, apesar da paisagem ser parte integrante de uma história, ela nunca é explicitada no minimalismo.
O nome mais associado a literatura minimalista, entretanto, é o do norte-americano Raymond Carver. Em contos de pouquíssimas linhas o autor procura captar a vida através de ângulos e personagens simples, inesperadamente transformados em figuras e fatos insólitos, misteriosos, mentirosos.
No Brasil tem crescido muito a produção de minicontos (ou microcontos) — gênero associado ao minimalismo. Nesse sentido a obra Ah, é?, publicada por Dalton Trevisanem 1994, é considerada obra-prima do estilo minimalista.
Em 2004 o escritor Marcelino Freire resolve radicalizar e lança o livro Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século, em que convida cem autores para escrever histórias de até 50 letras (sem contar título e pontuação). No ano seguinte, a Editora Casa Verde leva a idéia para o Rio Grande do Sul, lança o Contos de Bolso, e desta obra surge o que talvez seja o menor conto já produzido em Língua Portuguesa, de Luís Dill: Aventura Nasceu.
Seguindo essa tendência, vários escritores de literatura minimalista foram surgindo, entre eles Edson RossattoCarlos SeabraTiago Moralles e Samir Mesquita.
Ainda com referência a esse estado, o “Estórias Curtas”, programa de cerca de 20 minutos exibido pela RBS TV, é outro bom exemplo de minimalismo incorporado a filmes de curta-metragem.

Minimalismo na linguística
Movido, principalmente, por questões ligadas à evolução da linguagem na espécie humana, Noam Chomsky lança, em 1995, um programa de pesquisa em linguística chamado Programa Minimalista. Essa versão da gramática gerativa chomskyana tem como fundamento o uso de um mínimo de ferramentas teóricas para explicar a formação (i.e. geração) de sentenças gramaticais nas línguas naturais.
Dispensa-se, no minimalismo linguístico, todo elemento gramatical, lexical ou teórico que não seja indispensável para a geração de sentenças. A versão mais extrema do minimalismo na sintaxe postula que existam apenas itens lexicais e funcionais (sintáticos) e uma operação recursiva que conecta essas elementos formando frases maiores. Essa operação é conhecida como MERGE. Para explicar os fenômenos de deslocamento (como o movimento de palavras-QU como “quem”, “quando”, etc. para o início das sentenças em interrogativas), é necessário assumir também uma operação que produz uma cópia dos itens lexicais disponíveis.
Essa operação se chama COPY. Idealmente, MERGE e COPY deveriam ser as únicas operações sintáticas disponíveis ao sistema computacional que gera as sentenças usadas por nós humanos. Somente assim, poder-se-ia explicar o surgimento da linguagem nos antepassados do homo-sapiens, sem que se evoque a intervenção divina.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Minimalismo
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Ciborgues existem - e você pode se tornar um!  (Foto: Divulgação)

“Criei uma antena capaz de identificar a frequência, a vibração das cores, e mandar para o meu cérebro”, explica. Essa vibração se transforma em sons, e assim ele pode distinguir o amarelo do azul, por exemplo. “Eu consigo ouvir o barulho da comida. Ir ao museu e ouvir um Picasso, um Salvador Dali. O jeito que eu percebo as pessoas mudou também. Cada rosto tem uma melodia para mim.” 
Ciborgues existem - e você pode se tornar um!  (Foto: Divulgação)

E se você tivesse uma habilidade muito diferente dos seres humanos? Pudesse ter, conectado ao seu corpo, uma tecnologia que te fornecesse o know-how de um robô? Parece enredo de filme, mas essa é uma realidade dos ciborgues. Sim – existem pessoas no mundo que conseguem, por exemplo, sentir a vibração da terra em tempo real, transformar cores em sons, identificar a presença de outras pessoas por perto (sem vê-las!) e se comunicar através do próprio dente com outras. É o caso de Neil Harbisson e Moon Ribas, dois artistas ciborgues que se apresentaram em fevereiro no Design Indaba 2019, festival anual de criatividade na África do Sul, e contaram à Casa Vogue sobre o poder do “design yourself”.

+ Casa do futuro será marcada pela tecnologia invisível
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Se você ficou desconfiado dessas informações, aqui vai um dado importante: Neil Harbisson é o primeiro ciborgue oficialmente reconhecido por um governo. O designer e artista britânico de 34 anos chama a atenção por onde passa por possuir uma antena na cabeça. A peça, desenvolvida por ele em 2004, foi conectada ao crânio por meio de cirurgia. Através dela, Neil conseguiu finalmente identificar as cores das coisas. Ele nasceu com acromatismo, uma condição que só lhe permitia enxergar em preto e branco.

A antena também permite identificar radiação ultravioleta e infravermelho. “Consigo ir no banco ou num shopping e saber se os alarmes estão funcionando. Se está um grau muito alto de raios ultravioletas eu saio do sol”, revela o ciborgue, que diz sentir as diferenças entre o cérebro e o software em funcionamento, embora não possa retirar, desligar e religar tudo novamente. Até na foto do passaporte a antena está presente (que ele confessa ter sido uma enorme dificuldade para conseguir emiti-lo!).
MAIS:

https://casavogue.globo.com/Design/Gente/noticia/2019/03/ciborgues-existem-e-voce-pode-se-tornar-um.html

SERÁ IMPRESSÃO MINHA?
COM ISSO… NÃO OLHAREMOS MAIS PARA O ROSTO, MUITO MENOS PARA OS OLHOS DE NINGUÉM! Estou equivocada?


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Onde ou (*)aonde

Flávia Neves
Professora de Português
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A diferença entre aonde e onde está relacionada com indicação ou não de movimento.
Onde não indica movimento
Onde você está?
Onde você mora?
Está onde?
Onde fica?
Vamos ficar onde?
Aonde indica movimento
Aonde você vai?
Aonde ele foi?
Aonde eles foram?
Aonde nós iremos?
Aonde você quer que eu vá?
Essas duas palavras, erradamente, são utilizadas como sinônimos na linguagem coloquial.

Onde = em que lugar
Onde indica permanência, não sugerindo movimento. Indica o lugar em que alguém ou alguma coisa está, o lugar em que está acontecendo alguma coisa. Deverá acompanhar verbos que também indiquem permanência, como estar, ficar, encontrar-se, morar, ser,…
Exemplos com onde
Onde ele mora?
Onde está o vestido que te dei?
Você sabe onde fica essa loja?
A chave está onde você a deixou.
Onde pode ser substituído por: 
em que lugar;
em qual lugar;
em que parte;
no lugar em que;


Aonde = para que lugar
Aonde indica movimento, sugerindo a ideia de um destino. Refere-se ao lugar para onde alguém ou alguma coisa vai. Deverá acompanhar verbos que também indiquem movimentação, como ir, voltar, chegar, dirigir,..
Exemplos com aonde
Aonde ele foi?
Aonde você vai usando essa roupa?
Você sabe aonde eles foram ontem depois do jantar?
Ainda não sei aonde iremos.
Aonde quer que eu vá, sentirei sua falta!
Aonde pode ser substituído por: 
para onde;
para que lugar;
a que lugar;

Aprenda bem rápido a diferença, assistindo ao vídeo:
CLIC e VEJA:

https://duvidas.dicio.com.br/onde-ou-aonde/
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Neil Harbisson
é um artista audiovisual e presidente da Fundação Cyborg. Em 2004, se tornou a primeira pessoa reconhecida como ciborgue por um governo. Harbisson tem acromatopsia, uma condição que desde o nascimento o obrigou a ver o mundo em preto e branco.Wikipédia

Nascimento: 27 de julho de 1984 (idade 34 anos), Londres, Reino Unido


PeríodoCyborg art
FilmesCyborg FoundationAdam Green’s Aladdin
FormaçãoDartington College of ArtsFalmouth University
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O site Terça Livre trouxe a denuncia do renomado jornalista americano L. Todd Wood, do site Washington Times – matéria original de Jawad Rhalid. A matéria denuncia a repórter do Estadão Constança Rezende que adquiriu documentos secretos da COAF envolvendo Flávio Bolsonaro e seu assessor Fabrício Queiroz. Matéria original https://blogs.mediapart.fr/jawad-rhalib/ https://www.tercalivre.com.br/jornali…

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