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Archive for 7 de março de 2019

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NÃO TENHO TV HÁ MAIS DE 10 ANOS, PORQUE NÃO QUERO TER. AQUELA PROGRAMAÇÃO DESCENDO GOELA ABAIXO… AFFF… ECA… ESTOU PENSANDO SERIAMENTE SOBRE TODA ESSA TECNOLOGIA QUE TEM SIDO UTILIZADA PARA LUDIBRIAR! AH, GENTE… QUE TÉDIO! QUE TRISTEZA! QUE PERDA DE TEMPO!!!

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Es.tu.da.no! kkkkk

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Tribo PUNK
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Deste modo, o grupo se constrói enquanto espaço de busca tanto de si mesmo como de homogeneidade – que as transformações psicossociais e corporais desorganizam ao longo da adolescência. Esta uniformidade possibilita a sensação de segurança e aí surge o espírito de grupo pelo qual o adolescente mostra-se tão inclinado.

Há um processo de superidentificação em massa, onde “todos se identificam com cada um” (KNOBEL, 1981, p. 37). Este processo, por vezes, permite que o sujeito vivencie a oposição aos valores familiares (e, podemos complementar, sociais) e, desta forma, transfira para este coletivo a dependência que mantinha, até então, com os pais ou cuidadores (KNOBEL, 1981).

Este fenômeno pode ser representado através das inúmeras tribos urbanas que se destacaram ao longo da história. O termo ‘tribo urbana’ foi cunhado pelo sociólogo francês Michel Maffesoli, em 1985, e resgatado por José Guilherme Magnani (1992), no cenário brasileiro, a partir de uma perspectiva antropológica (FREHSE, 2006).

Dentre muitas destas tribos, podemos destacar: o movimento Rock n’ Roll, o movimento Hippie, o Hip Hop, o movimento Punk, o Funk brasileiro, a turma Emo e, mais recentemente, os veganos.

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Tribo HIP HOP
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Os Hippies surgiram na Califórnia (EUA) no final da década de 1960. Formados por jovens entre 17 e 25 anos de classe média protestavam contra o racismo, …
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Hippies
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Os hippies eram parte do que se convencionou chamar de movimento de contracultura na década de 1960, nascido nos EUA, o movimento hippie apareceu disposto a …
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NOSSO TRABALHO:
Tribo dos Cosplayers


Cosplay é a abreviação de costume play ou ainda de costume que pode traduzir-se por “representação de personagem a caráter”, e tem sido utilizado no original, como empréstimo linguístico, não convalidado no léxico português, embora já conste doutras bases. Wikipédia

Cosplay – Conceito, o que é, Significado

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Desde os primórdios da humanidade o homem se diverte com os disfarces. Os atores na Grécia antiga, os bobos da corte na Idade Média e as fantasias de super-heróis são alguns dos exemplos. Na atualidade, com a crescente fama do mundo anime e os personagens animados, esta antiga tradição se tornou um movimento cultural seguido por milhares de adeptos.

Reproduzir universos fantásticos
O cosplay dita a moda atual de fantasias dos personagens de desenhos animados, seja de desenhos, super-heróis ou personagens de videogames. O que caracteriza esta moda é o realismo que destas fantasias que, após horas de trabalho, reproduzem com precisão o personagem escolhido.

Deve-se ressaltar que há dois tipos de cosplays: aqueles que são confeccionados pessoalmente e aqueles adquiridos em alguma loja de fantasias. Os segundos podem chegar a alcançar um preço elevado dependendo da sua semelhança com o personagem ou por causa dos complementos que possuem: braços hidráulicos, luzes, perucas, etc.

Embora esta moda exista no mundo todo, sua origem se situa no Japão, berço da animação e dos personagens animados
No Japão é bem comum encontrar pessoas fantasiadas pela rua, pois lá existe a idolatria
a estes personagens de ficção.

Por outro lado, em qualquer concentração cosplay há sempre uma figura que se repete: os personagens de mangá. Assim, muitos destes personagens são reproduzidos no mundo do cosplay e são extraídos de séries e quadrinhos, como Naruto ou One Peace.

Recentemente, com a chegada dos videogames ao público em geral, o fenômeno cosplay também teve que adaptar suas fantasias aos personagens destes videogames. Desta maneira, os personagens de videogames como League of Legends ou World of Warcraff são reproduzidos com grande precisão.

Concentrações de cosplay
Como muitas outras correntes e movimentos culturais, o cosplay se multiplicou nos últimos anos. Nas cidades de todo mundo são realizadas concentrações de cosplay onde as pessoas se reúnem, compartilham seus hobbys e desfrutam destes trajes tão realistas.

Com muita frequência as concentrações de cosplay se combinam com concentrações de anime ou mangá. Nelas está presente o merchandising, a história em quadrinhos, os videogames, os mangás e os cosplays.

As maiores concentrações de cosplay estão na Espanha, mais especificamente no salão de mangá de Barcelona e na Expocomic de Madrid.

Imagem: Fotolia. stasia04

… Via conceitos.com: https://conceitos.com/cosplay/

https://conceitos.com/cosplay/
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Quem nunca foi a uma festa a fantasia, ou se imaginou vestido como seu super-herói, personagem de desenho animado ou game favorito? Pois até então o que parecia apenas brincadeira ultrapassou os limites e desde os anos de 1990 é coisa séria para muitos. São os chamados Cosplays, aquelas figuras carimbadas em eventos geeks. Mas vem cá. Já parou para pensar como essa prática se popularizou e onde teve início a história do cosplay?
Muitos pensam que se remete ao mundo oriental, pois não! A história é bem diferente e teve seu início na América. Isso, mesmo, foi nos Estados Unidos.
A origem do cosplay
Primeio Cosplay da história. Forrest J. Ackerman e Myrtle R. Douglas, durante a WorldCon de 1939.
O cosplay é um hobby que consiste em caracterizar-se como personagens oriundos de quadrinhos, games e desenhos animados, em geral japoneses, mas também engloba personagens pertencentes ao vasto universo do entretenimento, como séries de TV, livros, animações e filmes. E foi nessa premissa que em 1939, durante a 1ª World Science Fiction Convention, ou WorldCon, um americano chamado Forrest J. Ackerman, fanático por ficção cientifica, e sua amiga Myrtle R. Douglas foram ao evento com uma roupa baseada no filme ‘Things to Come’ (foto), dando então origem à história do cosplay.
A dupla fez tanto sucesso que no ano seguinte dezenas de fãs compareceram à convenção em trajes de ficção cientifica, caracterizando a chamada masquerade.
Como ideia boa é sempre copiada, um japonês, Nobuyuki Takahashi, ao ir no mesmo evento em 1984, se encantou  com as vestimentas dos participantes e publicou sobre isso em revistas japonesas de ficção cientifica, batizando essa prática como Cosplay . No final da década, vários fãs começaram a se caracterizar como personagens de animes e mangás. Lojas e profissionais se especializaram na área criando uma verdadeira indústria no Japão.
Nos anos 1990, com a explosão dos animes pelo mundo, o cosplay foi reintroduzido nos EUA, mas dessa vez em escala muito maior. O termo se popularizou rapidamente através das dezenas de encontros de animes que surgiram no país, levando muitos “cosplayers” a acreditarem que o hobby havia mesmo sido criado em terras orientais.
Cosplay: brincadeira de gente grande
Aos olhares desavisados a “brincadeira” ainda pode parecer um tanto excêntrica. No entanto, basta querer conhecer o universo cosplay mais a fundo para perceber que seus praticantes revelam-se pessoas comuns, que tem um dia-a-dia tão normal quanto qualquer um. A única coisa que se diferencia é que o cosplayer traz à realidade momentos e figuras da ficção que causam fascínio entre o público.
É o que acontece com o arquiteto Marcos Capella, 54 anos. Ele e seu filho entraram para o mundo dos cosplayers há um ano, durante o Anime Summer 2013. Capella conta que havia ido à edição de 2012 do mesmo evento e curtiu a ideia e então aliou ao seu gosto por animes, Hqs e filmes de terror e ficção. “Quando vi o pessoal no evento se divertindo em quantidade, qualidade e sobre esses assuntos… ora, eu me encontrei, hehehehe”.
Pyramid Head de Marcos Capella/ Foto: Divulgação
Como o próprio termo sugere, Cosplay (“costume” – traje/fantasia) e “roleplay” – interpretação) para alguns pode ser retratado apenas como uma brincadeira. Porém, os adeptos, ao vestirem seus trajes tem a sensação de divertimento com aquele toque de coisa levada à séria. Isso explica os altos valores que se gasta ao fazer um cosplay descente. Sem contar a dificuldade.
Capella revela que com seu mais famoso cosplay o Pyramid Head (monstro da série de videogame Silent Hill) foi trabalhoso fazê-lo, mas que não é ainda o mais difícil, por ter sido o primeiro. “Acho que ainda está por vir aquele que vou penar. Acredito que o personagem que meu filho está fazendo, o Sniper do Team Fortress 2, está me dando muito mais trabalho. Mas não sou cosmaker e uma coisa eu garanto: nunca estou satisfeito com um cosplay meu, pois sempre acho que posso melhorá-lo”.
Com relação ao valor, para fazer o Pyramid Head, Capella conta que gastou cerca de R$400,00, por ter que comprar tudo pela primeira vez, mas que em outros cosplays que já fez o custo foi bem menos, e um até chegou a ser zero.
 
Realmente, quem deseja fazer algum cosplay nosso conselho que é se prepare com antecedência, se quiser produzir deve começar pensando em todos os detalhes para que assim seu personagem fique perfeito e se aproxime ao máximo do original, como no caso do arquiteto/cosplayer.
Outro ponto é o sucesso com o público. Em eventos de alto nível, muitas vezes um cosplayer não consegue nem tempo para descansar devido ao enorme número de pedidos de fotos e tudo que se tem direito.
Zay é tatuador foi vencedor de um concurso de cosplays, em Curitiba. O “Predador” conta sobre as dificuldades em fazer o traje, tempo para preparo, custo que teve e como é se tornar destaque por onde vai com sua roupa do outro mundo. Ficou sensacional.
Uma das principais características do cosplayer é que, além de criar os trajes, ele também interpreta o personagem, reproduzindo traços de personalidade, falas e poses típicas.  Sem contar que o universo se tornou atração à parte em todo e qualquer evento geek que se preze.
Hoje, a moda está em constante evolução e podemos considerar como profissionalização já também, visto que há pessoas que ganham dinheiro com isso. Sem contar a atenção que a mídia tem dado para os eventos e para os cosplays. Está muito mais tranquilo para fazer uma caracterização. “Acredito que ser cosplayer está ficando mais fácil, pois percebo que a mídia está dando muito mais atenção a cada dia. Os eventos estão se tornando grandes atrativos e estão atraindo a atenção das prefeituras e grandes empresas. Hoje em dia podemos ver pessoas com cabelos pintados, vestidas de personagens pelas ruas e já aceitamos isso como normal. Então o cosplay é um termo bem mais conhecido agora do que poucos anos atrás”, relata o arquiteto e cosplayer Marcos Capella. “O maior desafio é fazer aquele cosplay inesquecível, marcante e que dê o maior prazer de usar novamente mesmo anos depois de feito”, completa.
Ao ser perguntado qual cosplay que já fez e mais gostou, Capella não pensa duas vezes e solta: “O que mais gostei devido à repercussão dele foi o Pyramid Head e continuo a usá-lo nos eventos, principalmente os novos onde não fui ainda… ele é o cara hehehehe… Mas gostei de ter feito e farei mais vezes o Indiana Jones, o Exterminador do Futuro e zumbi, sempre gostei de zumbi e farei mais vezes”.

De Santos/SP para o mundo dos cosplays
Com o personagem Pyramid Head, o arquiteto conseguiu se tornar conhecido internacionalmente. Bastou uma publicação no tumblr, bem elaborada por sinal, de um cara que até hoje Marcos não conseguiu conhecer. A imagem bombou no exterior e recentemente o site 9GAG relançou o post original do tumblr e a foto recebeu 480 mil curtidas em apenas quatro dias. Somando tudo, o Pyramid de Marcos Capella já ultrapassou 1 milhão de compartilhamentos e curtidas desde a primeira publicação. “É muito pra cabeça de um novato, mas faz bem pro ego, não posso negar”, brinca o cosplayer.
E a história de como foi a ideia de fazer essa imagem veio ao acaso, e simplesmente foi muito bacana, como conta Marcos. “Um dia quando já ia dormir, dei aquela última olhada na janela e ela estava toda embaçada. Neblina! Eram 2 horas da madrugada, meu filho mais velho estava acordado jogando videogame e minha netinha assistindo… cheguei nele e falei “é hoje!” .Falei pra minha netinha que a gente ia consertar a moto e que era para ela esperar a gente voltar. Demos uma corrida até a avenida da praia, em frente do meu prédio em Santos. Eu sabia que tinha que ser rápido e não daria nem para maquiar um pouco. Na rua mesmo me vesti e tentamos as fotos, sem tripé, não usamos o flash para não estourar um monte depois na imagem. Apoiamos a máquina numa lixeira e esperávamos os carros passarem. Tiramos uma dúzia e só essa ficou boa. Foi divertido pacas e tínhamos que ser rápidos pois a neblina aqui em Santos é rápida. Quando os carros vinham eu já saia de longe, não sou doido. Até a polícia paro, de longe e ficou olhando, mas depois que acenei o “tudo bem” eles foram… sabe lá o que pensaram…kkkk”.
Demon-hunter-cosplay

Demon Hunter, do game Diablo III / Foto: Kenson Wang

Quanto ao cosplay, ficou sensacional. Iaina fez uma bela performance como Demon Hunter, ou Caçadora de Demônios, do game Diablo III. Iaina conta que esse foi o mais difícil para fazer até agora. “Foi minha primeira experiência com armaduras, escolhi uma super complicada e ainda inventei de usar um material desconhecido na construção. Cometi vários erros até conseguir terminar”.

LEIA BEM MAIS… CLIC:

http://sintoniageek.com.br/historia-do-cosplay/

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Para mim…
a impressão que tenho é a de que as pessoas querem fugir das próprias vidas, fugir do mundo e dos problemas da vivência… e haja dinheiro e criatividade para “ser” quem não se é.
Mas… seria muito bom consultar PSICÓLOGOS sobre… se a coisa for muito fanática, só um psicólogo poderia ajudar…

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A P O I A D O S ! ! !
TAMBÉM SOU PELA FAMÍLIA, PELOS VALORES, PELA
E D U C A Ç Ã O ! ! !
SIMPLES, ASSIM!

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FAAAAAAAAAAAAAAAAAALAAAAAAAAAA, ALXANDRE GARCIA!!!
FAAAAAAAAAAAALA, BRIGADEIIIIIIIROOOO!!!
DENÚNCIA DA BESTIALIZAÇÃO DE PARTE DA SOCIEDADE BRASILEIRA…

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A história de Adolfo Frederico, o rei que morreu de tanto comer

Existem várias razões interessantes para se lembrar com carinho do reinado do rei Adolfo Frederico, que governou a Suécia entre 1751 a 1771. Seu reinado fazia parte da chamada “Era da Liberdade”, um período no qual os direitos civis do povo sueco aumentaram exponencialmente, fazendo com o país testemunhasse um longo período de paz. Em 1766, seu reinado também viu o parlamento sueco aprovar a primeira legislação do mundo que apoiava a liberdade de imprensa e a liberdade de informação. Mas mesmo com todos essas grandes façanhas conquistadas, o seu reinado talvez seja mais lembrado pela maneira bizarra como terminou: com o rei comendo até a morte.

Na terça-feira gorda, em 12 de fevereiro de 1771, Adolfo Frederico aproveitou o feriado de uma maneira tradicional, comendo muitos alimentos em preparação para a temporada da Quaresma. Durante a Quaresma, alguns cristãos renunciam a certas indulgências e evitam comer alguns tipos de comida, incluindo carne, ovos e laticínios. Em algum momento da história, eles desenvolveram a tradição de se preparar para a Quaresma nas terças-feiras gordas, onde basicamente todo mundo se enchia com os alimentos que eles não poderiam comer posteriormente. O problema é que o rei acabou exagerando na quantidade de comida ingerida.


Adolfo Frederico, o rei que adorava comer.

Naquele dia, Adolfo Frederico fez uma refeição que incluía lagosta, caviar, peixes, chucrute, carnes cozidas e nabos. Só de observar a quantidade de pratos dessa refeição, podemos dizer que é comida suficiente para satisfazer a fome de qualquer um, não é mesmo? Só que o rei não era como as outras pessoas. Ele tinha um apetite extraordinariamente feroz e estava acostumado a comer mais do que precisava.
Depois de “finalizar” a refeição com um bom champanhe, ele então decidiu comer semlas como sobremesa. Semlas são bolos feitos de farinha branca muito populares na Escandinávia e que surgiram por volta de 1541. Desde então, eles passaram a ser servidas para a aristocracia sueca nas terças-feiras gordas. Elas também se tornaram as sobremesas favoritas do rei, o que ajuda a explicar por que ele acabou comendo 14 delas de uma só vez. Após acabar com as semlas, Adolfo Frederico finalmente decidiu parar de comer, só que já era tarde demais. Nesse mesmo dia, ele morreu em decorrência de problemas digestivos que sua enorme refeição acabou provocando.

Semlas, a sobremesa que contribuiu para a morte do rei.

Após a sua morte, seu filho Gustavo III subiu ao trono sueco e governou de uma maneira muito diferente. Ele acabou encerrando a Era da Liberdade ao criar uma ditadura que restringiu severamente a liberdade de imprensa. Ele também chegou a iniciar uma guerra contra a Rússia, a qual não obteve resultados satisfatórios. No final das contas, Gustavo III não teve apenas um reinado mais desagradável que seu pai, mas também uma causa de morte mais desagradável, pois em vez de morrer comendo deliciosas sobremesas, ele acabou tendo sua vida ceifada pela bala de um assassino.
Caso curioso, não é mesmo?

COMENTE NA PÁGINA ABAIXO. CLIC:

https://www.tricurioso.com/2018/10/04/a-historia-de-adolfo-frederico-o-rei-que-morreu-de-tanto-comer/
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Existe gula, e existia o rei Adolfo Frederico da Suécia. Em 12 de fevereiro de 1771, o rei sentou-se para uma refeição… e nunca mais se levantou.


Adolfo Frederico foi Rei da Suécia de 1751 até sua morte, o primeiro monarca sueco da Casa de Holsácia-GottorpWikipédia

Nascimento: 14 de maio de 1710, Castelo de Gottorf, Schleswig, Alemanha
Falecimento: 12 de fevereiro de 1771, Palácio de Estocolmo, Estocolmo, Suécia
CônjugeLuísa Ulrica da Prússia (de 1744 a 1771)
FilhosGustavo III da SuéciaCarlos XIII da SuéciaFrederico Adolfo, Duque da Gotalândia OrientalSofia Albertina da Suécia
PaisAlbertina Frederica de Baden-DurlachCristiano Augusto de Holsácia-Gottorp, Príncipe de Eutin
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Receita sueca: Semlor! Semla (no plural Semlor) é um pãozinho típico sueco recheado com pasta de amêndoa e chantilly. Hoje é possível encontra-lo durante todo ano em quase todas confeitarias suecas. Pelo que eu entendi , a tradição doSemla vem desde o século 16.7 de jun de 2012
Princesstårta: Receita sueca: Semlor!

princesstarta.blogspot.com/2012/06/receita-sueca-semlor.html

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