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Archive for 6 de março de 2019

cuidado filhos

Eduque seus filhos para serem inteligentes com seus telefones


Embora você possa querer ter a opção de estabelecer um limite claro para seus filhos e ser capaz de impor sua vontade, é sempre melhor que eles entendam seus motivos de preocupação e os internalizem. Dessa forma, eles se sentem fortalecidos quando estão sendo cuidadosos e não se ressentem por se intrometerem no uso do celular.
Ensine-os sobre os perigos de estar on-line, diga-lhes que podem (e devem) sempre recorrer a você se algo acontecer e demonstrar de forma clara e objetiva seus pontos. Uma boa demonstração é a de pais e professores mostrando às crianças como é fácil divulgar informações on-line e quantas pessoas poderão visualizá-las. Por exemplo:


Uma ótima maneira de educar as crianças sobre segurança na Web é fazer com que elas façam um curso de cidadania digital. Existem muitos cursos gratuitos destinados a crianças em idade escolar.

SAIBA BEEEEM MAIS… CLIC:

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=13545
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OLHA O QUE É!!!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK


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Por ROBERTO KEDOSHIM
Uma turista brasileira encheu os olhos quando viu uma linguiça vistosa, levemente amarelada, sendo servida num restaurante do Porto. Perguntou-me do que se tratava e eu lhe expliquei que era uma alheira, um prato típico da culinária portuguesa. A turista ficou ainda mais encantada quando que lhe contei, ligeiramente, a origem judaica da iguaria. Amiga de Israel, e amante de um bom enchido, não titubeou e pediu uma para si. Entretanto, na hora de comer eu notei um quê de decepção no ar. Não era bem o que ela esperava.
Quando um turista vê a alheira pela primeira vez, tem uma tendência a pensar que se trata de um embutido comum, uma linguiça. E uma linguiça, para ser boa, tem que ter muita carne. E carne é o que menos encontramos numa alheira. Muitos podem sentir-se engodados, mas é justamente no engodo que está o diferencial, pois a alheira surgiu exatamente para isso, para enganar.


A alheira percorreu um longo trajeto até chegar à mesa dos restaurantes do Porto. Um trajeto que começa com um casamento arranjado. No dia 30 de novembro de 1496, por uma questão de conveniência entre reinos, D. Manuel I de Portugal assinou um compromisso de casamento com Isabel de Aragão e Castela, da Espanha. O objetivo era fortalecer os reinos, mas Isabel, devota dedicada do Vaticano, incluiu no compromisso elementos que levaram o monarca português a assumir uma postura dura em relação aos não-praticantes do Catolicismo Romano, principalmente os judeus.
Aqueles foram tempos difíceis para os judeus da Espanha, pois a Inquisição Romana os perseguia e os matava indiscriminadamente. Restava aos descendentes de Abraão a fuga, sendo que neste caso o país mais acessível para o escape era Portugal.
A princípio, os judeus estabelecem-se nas cidades fronteiriças, sendo que um grande número deles acabou por ficar na região de Trás-os-Montes onde foram razoavelmente bem-recebidos pelos portugueses locais.
Mas a coexistência pacífica durou pouco, pois 1536, quatro décadas depois do casamento arranjado, Manuel I, pressionado pelo rei Dom João III, pediu ao Papa Leão X que instalasse um Tribunal do Santo Ofício também em Portugal. E o drama judaico recomeçou.
Além de receber denúncias sobre a atividade judaica na região, os inquisidores costumavam também visitar as casas das aldeias em busca de praticantes secretos da religião hebraica.
Como no resto do país, os portugueses transmontanos consumiam enchidos elaborados com carne de porco, mantendo as peças penduradas junto às lareiras. Ao adentrarem as residências, os funcionários da Inquisição observavam se havia os tais enchidos, e encontra-los era uma prova de que se tratava de uma casa católica. Como é do conhecimento geral, os judeus não comem carne de porco.
Depois de muitas prisões, a comunidade judaica local começou a perceber que a presença dos embutidos poderia lhes salvar a vida. E começaram a desenvolver uma artimanha para enganar os responsáveis pela Inquisição: elaborar um enchido falso, que pudesse enganar os investigadores.
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Sem abrir mão dos preceitos judaicos, os judeus de Trás-os-Montes passaram a produzir uma linguiça feita á base de aves e caças, suplementadas com miolo de pão, temperos e alho, as quais deram o nome de alheira. E as alheiras produzidas em Mirandela acabaram por se tornar uma referência deste tipo de alimento.
Segundo o historiador judeu Paulo Scheffer, “para os judeus asquenazes, a alheira de Mirandela se parece muito com a kishke, uma linguiça kosher recheada com gordura, farinha de trigo, cebola e temperos, geralmente servida com o tcholent, um cozido de feijão típico das refeições judaicas do Shabat”.
Com o passar dos anos, o hábito de comer alheiras deixou de ser algo apenas dos judeus, conquistando gostos não só na sua região de origem como em todo Portugal. Hoje elas são encontradas nos cafés das cidades ou aldeias, nas praças de alimentação dos shoppings, no setor de embutidos dos supermercados e até mesmo em alguns restaurantes de luxo das grandes cidades.
Cada vez que uma alheira de Mirandela é servida em algum ponto de Portugal, é como se pudéssemos ver um judeu a saborear o fato de que a estratégia de sobrevivência do seu povo superou todas as artimanhas do inimigo e ainda conquistou paladares, até mesmo dos seus adversários.

DICAS DE COZIMENTO DA ALHEIRA, CLIC:

https://www.cafetorah.com/alheira-o-toque-judaico-na-culinaria-portuguesa/


Um dos maiores problemas no preparo das alheiras é que elas se arrebentam com facilidade durante o processo de cozimento. O segredo para que isso não aconteça é não cortar o barbante que une as duas pontas do embutido e cozê-las em fogo brando. O melhor mesmo é assá-las na chapa ou então, melhor ainda, na brasa.
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Alheira portuguesa da cidade de Mirandela
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Mirandela,Portugal
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MIRANDELA – PT
Esse rio… cortando a cidade… me lembra o CAPIBARIBE… cortando a cidade de RECIFE-PE-BRASIL… olhe abaixo… que liiiiindos!
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AQUI, O CAPIBARIBE… CENTRO DE RECIFE-PE-BRASIL
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RECIFE-PE
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JUNÇÃO DE RIOS… EM RECIFE-PE


Os rios do Recife formam o belíssimo cenário da capital pernambucana, que é uma das cidades mais antigas do Brasil. O nome da cidade originou-se dos arrecifes, formações de coral e arenito, que formam uma muralha natural em seu litoral.
A hidrografia do Recife é responsável por sua característica mais marcante, que é ser uma cidade cercada e cortada pelas águas dos rios que a margeiam por todos os lados.
Recife é repleta de rios, pontes, ilhas e mangues.
São dezenas de pontes, entre elas a ponte Mauricio de Nassau, a mais antiga do Brasil.
Várias áreas são de manguezal, sendo um dos maiores do mundo onde estão a Ilha de Deus, a Ilha de São Simão e a Ilha das Cabras.
Por esta razão, Recife é conhecida com a Cidade das Águas ou ainda a Veneza Brasileira.
A cidade do Recife conta com cenários belíssimos, repleta de áreas verdes, construções históricas e praias lindas, além da cultura bem marcante.

Imagem dos rios do Recife
Além de encontrar-se ao lado do mar, a cidade do Recife é a foz de dois importantes rios, o Capibaribe e o Beberibe.
Além desses, segue-se o Rio Tejipió, que chega às terras centrais da cidade, no bojo do Rio Capibaribe.
Os pernambucanos e especialmente os recifenses costumam dizer, com seu costumeiro exagero, que no Recife o Rio Capibaribe se encontra com o Rio Beberibe para formar o Oceano Atlântico.
Exageros à parte, esses dois rios se encontram e desaguam suas águas no Oceano Atlântico exatamente no mesmo lugar.
 Vamos entender um pouco desses rios.

ENTENDA MAIS SOBRE ESSES RIOS… CLIC:

http://visitarecife.com.br/rios-do-recife/
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Huuuuuuuum!!!
kkkkkkkkk

Só eu mesma… kkkkkk
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kkkk
o nome é
CONSERVA DE ALHO
mesmo… hahaha
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CONSERVA DE ALHO ASSADO
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Alho em conserva!

  • 1/2 kg de alho descascado. Coloque dentro de uma panela: 1/2 litro de vinagre branco; 1/2 copo de vinho branco seco; 1/2 copo d’água; 4 folhas de Louro; 2 cravinhos da índia; 3 colheres (sopa) de orégano; 20 grãos de pimenta do reino; 2 colheres (sopa) de azeite extra-virgem; 4 colheres (sopa) de açúcar; 1 colher (chá) de sal.
  • Levar ao fogo.
    Antes de levantar fervura, juntar os dentes de alho e deixar ferver por APENAS 2 MINUTOS. Desligar. Colocar em vidro esterilizado.
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CONSERVA DE ALHO CRU

500 g de alho descascado.
500 ml de vinagre branco.
1/2 copo de vinho branco.
1 copo de água.
1 colher de sopa de azeite de oliva.
4 colheres de sopa de açúcar.
1 colher de chá de sal.
Temperos: orégano, louro, pimenta, pimenta-do-reino em grão, pimenta da jamaica e cravo-da-índia a gosto.
Receita de Conserva de alho – TudoGostoso

https://www.tudogostoso.com.br/receita/139502-conserva-de-alho.html


Como escolher e armazenar o alho.


Na hora de escolher o alho algumas coisas são importantes para não pagar caro por um alho velho ou mofado!
A primeira grande dica é que o alho deve estar envolto na casca, não compre alho que já vem com uma parte descascado, pois sem a casca ele fica vulnerável a se contaminar com a própria umidade do ar de onde está quanto por qualquer coisa que entre em contato com ele.

Ao pegar a cabeça de alho ela deve estar seca e ao apertá-la a sensação deve ser firme, se estiver mole é porque o alho não está fresco. Sempre escolha os alhos mais gordinhos e firmes pra não ter erro.
Não se deve guardar o alho na geladeira e nem em potes fechados, pois ele poderá germinar ou mofar… O ideal é que antes de usar o alho você o deixe armazenado em um local arejado sem umidade.


Conserva de alho picado.

Essa conserva é uma ideia prática pra que você não precise descascar e picar o alho todas as vezes que for fazer um refogado… Ela torna receitas simples como a de arroz e feijão ainda mais simples e rápidas e depois que você fizer a primeira vez isso aposto que você fará sempre!
O primeiro passo é separar um vidro bem limpo  (é importante que ele esteja seco também) com tampa.
Vamos descascar o alho seguindo a dica da ‘porradinha’ com a faca pra facilitar, depois remova aquela parte mais durinha que prende o alho a cabeça, vá colocando o alho descascado no processador de alimentos ou liquidificador.
Bata bem o alho, remova-o do processador e coloque-o no vidro, cubra-o com azeite ou óleo vegetal (com o que você costuma usar pra fazer o refogado).
Essa conserva dura até 30 dias na geladeira, porém algumas dicas devem ser seguidas para evitar que a conserva estrague:
Sempre pegue com colher seca e limpa a quantidade de alho que irá usar, não deixe cair nenhum outro alimento ou resíduo de alimento no pote, mantenha-o fechado e refrigerado.

https://jornadavegana.com/como-conservar-alho-ja-picado/


HIGE NOSSINHORA… ESSE ASSUNTO NUM ACABA… KKKKKKKKKKK OLHA O QUE ENCONTREI:


A alheira não se frita, não acompanha batata frita, não leva corte e pede tempo de forno, pelo menos 40 minutos. O transmontano apaixonado por cozinha e formador Rodrigo Meneses, derruba ideias feitas sobre este enchido secular.


Os bons ingredientes têm a capacidade de nos aproximar dos lugares mesmo quando o contexto é díspar, nos encontramos, como é o caso, a mais de 300 quilómetros da origem, no ambiente cosmopolita da capital. Isto mesmo aconteceu, esta química de ligação entre o ponto A e o ponto B, no curso de cozinha Time Out.
A noite prometia cozinha transmontana. Mais de duas dezenas de participantes disseram “presente” no curso orientado pelo foodie Rodrigo Meneses. Duas horas de tertúlia em torno dos tachos provaram que dentro do buliçoso Mercado da Ribeira, na capital, podemos recriar nos sabores, aromas e conversa, parte da complexidade da cozinha transmontana. Como se usa dizer, “para lá do Marão mandam os que lá estão” e, Rodrigo, homem de Trás-os-Montes, mais concretamente do concelho de Chaves, transpôs para o espaço de cozinha da academia Time Out um pouco desta máxima. Aqui não mandando, mas orientando os 22 cozinheiros amadores dispostos a percorrer e recriar parte do receituário do Nordeste português.


O momento foi aproveitado por Rodrigo Meneses, há 15 anos radicado na capital, para fazer a justa apologia do produto transmontano, “zona com pouca influência dos Mouros, só ai permanecendo perto de 20 anos, tempo curto em termos históricos. Dai não encontrarmos, por exemplo, os coentros. É terra rica em batata, couve, cebola, chouriça, salpicão, castanha, azeite”.
É também, por excelência, casa de um produto nacional “muito maltratado”, como referiu o foodie. A alheira, associada a Mirandela e Vinhais, vemo-la país fora, servida frita, acompanhada de batata saída também ela da fritura e de ovo estrelado.

https://lifestyle.sapo.pt/sabores/noticias-sabores/artigos/em-defesa-da-alheira-portuguesa-nao-a-frite-nem-lhe-corte-a-pele

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No nosso mundo hiperconectado pode ser difícil se desconectar. O fluxo interminável de emails, tuítes, curtidas, comentários e fotos nos mantém constantemente “ligados” à vida moderna.
Mas no Japão, meio milhão de pessoas vivem isoladas. Elas são conhecidas como “hikikomori” – na prática, pessoas solitárias que se afastam de todo o contato social e, muitas vezes, ficam anos sem sair de casa.

Uma pesquisa do governo identificou cerca de 541 mil pessoas (1,57% da população) no país vivendo nessa condição, mas muitos especialistas acreditam que o número total pode ser muito maior, porque pode levar anos até que peçam ajuda.

O problema não está, porém, restrito ao Japão como se acreditava. Ele também tem sido reportado em outras partes do mundo.
Na vizinha Coreia do Sul, uma análise de 2005 estimou que havia cerca de 33 mil adolescentes isolados socialmente (0,3% da população); em Hong Kong, uma pesquisa de 2014 estimou que tal isolamento alcançava 1,9% da população.
Mas isso não ocorre apenas na Ásia; também se dá em países como Estados Unidos, Espanha, Itália e França, por exemplo.
E um tema controverso (mas comum) nas pesquisas é a influência da tecnologia moderna no isolamento. Ainda que não haja estudos suficientes comprovando uma relação concreta entre esses dois fenômenos, especialistas dizem estar em alerta.

O que é hikikomori?

O termo hikikomori se refere tanto à condição quanto às pessoas vítimas dela e foi cunhado pelo psicólogo japonês Tamaki Saito em seu livro Isolamento social: uma adolescência sem fim, de 1998.
Hoje, esse conceito é definido como uma combinação de isolamento físico e social somada com um sofrimento psicológico que pode durar seis meses ou mais.
O transtorno foi considerado, inicialmente, cultural. E há razões para se pensar que a sociedade japonesa é especialmente suscetível a ele, diz Takahiro Kato, professor de psiquiatria na Universidade de Kyushu, na região Fukuoka, e pesquisador do tema.


“No Japão há um ditado muito famoso que diz: ‘O prego que se destaca leva martelada'”, diz Kato. “E as rígidas normas sociais, as altas expectativas manifestadas pelos pais e a ‘cultura da vergonha’ fazem com que a sociedade japonesa seja terreno fértil para sentimentos de inadequação e o desejo de querer se esconder do mundo.”

‘Eu não queria ver ninguém’

Tomoki *, de 29 anos, deixou o emprego em 2015. Ele me diz que estava decidido a voltar a trabalhar e que regularmente saía em busca de vaga. Também participava de um grupo religioso quase diariamente, mas o líder deste grupo começou a criticar publicamente sua atitude e incapacidade de conseguir trabalho.
Quando ele parou de ir às sessões religiosas, o líder passou a ligar para ele várias vezes por semana. Essa pressão, aliada à que vinha da família, acabaram empurrando ele para um completo isolamento.

“Eu me culpava”, diz ele. “Eu não queria ver ninguém, não queria sair.”
O centro Yokayoka, que oferece apoio aos hikikomoris na cidade de Fukuoka, realiza sessões em que os integrantes do grupo descrevem a pressão que sentem em suas vidas.
“A escola é uma monocultura, todo mundo tem que ter a mesma opinião”, disse um dos visitantes, Haru, de 34 anos. “Se alguém diz algo (diferente) está fora do grupo”.
Corresponder às expectativas da sociedade japonesa também ficou mais difícil. A estagnação econômica e a globalização estão fazendo com que as tradições coletivistas e hierárquicas do Japão entrem em conflito com a visão de mundo mais individualista e competitiva do Ocidente, diz Kato.

E os pais japoneses sentem uma forte obrigação de apoiar os filhos independentemente de qualquer coisa, e a vergonha, muitas vezes, os impede de procurar ajuda, explica o psicólogo.
Mas o crescente número de casos fora do Japão está levando muitos a questionarem se se trata de uma questão puramente cultural. Em um estudo de 2015, Kato e colegas pesquisadores nos Estados Unidos, na Coreia do Sul e na Índia encontraram casos em seus países que correspondiam aos critérios clínicos.

Alan Teo, principal autor do estudo, ensina psiquiatria na Universidade de Saúde e Ciência de Oregon, nos EUA, e diz que é frequentemente contatado por americanos que acreditam sofrer dessa condição.
“As pessoas pressupõem que isso deve ser mais comum no Japão”, explica ele. “Mas se você medir oficialmente o quão comum é, pode encontrar dados surpreendentes.”

Do Japão à Espanha

A psiquiatra espanhola Ángeles Malagón Amor, do Hospital del Mar, se deparou com o problema durante um programa de tratamento em domicílio em Barcelona. Ela e seus colegas encontravam frequentemente pacientes com períodos prolongados de isolamento social, o que a levou à literatura sobre os hikikomori do Japão.
Entre 2008 e 2014, eles encontraram 190 casos – os dados mais recentes. Mas isso foi antes de o programa ser expandido e a médica tem certeza de que eles são apenas a ponta do iceberg.
“Na época, éramos dois psiquiatras e duas enfermeiras para uma população de mais de um milhão de pessoas”, diz ela. “Eu acredito que devem existir muito mais casos.”
Entretanto, estabelecer uma explicação mais detalhada é muito difícil.
Muitos estudos dizem que o hikikomori está relacionado a distúrbios psiquiátricos ou de desenvolvimento que podem variar em tipo e gravidade. Também pode ser desencadeado por estresse relacionado ao trabalho ou famílias desestruturadas.
“Uma das razões pelas quais o hikikomori é fascinante é que não há uma única explicação”, diz Alan Teo. “Existem muitos fatores que influenciam.”
Outro fator frequentemente discutido é o papel de tecnologias como a internet, as redes sociais e videogames, fonte de polêmicos debates nas pesquisas sobre saúde mental.

Uso de tecnologia pode aprofundar isolamento

TaeYoung Choi, psiquiatra e pesquisador que trabalhou no estudo pela Universidade Católica de Daegu na Coreia do Sul, não acredita que a tecnologia necessariamente cause o isolamento, mas que ela é capaz de reforçá-lo e de aprofundá-lo. “Algumas pessoas podem ficar mais isoladas usando a tecnologia, o que torna esse isolamento mais resistente e grave”, diz ele.

Em um estudo de 2018 sobre casos de hikikomori em Barcelona, ​​Malagon-Amor, do Hospital del Mar, disse que em apenas 30% foi identificado vício em internet. Mas eles descobriram que o grupo com vício tendia a ser mais jovem – a idade média deles era de 24 anos, enquanto a média dos 190 casos analisados era de 39.
“Pelo que vimos até agora, isso não é um problema tão grande (hoje). Mas acredito que vai ficar muito maior nos próximos anos nos casos de isolamento social de jovens com vício em internet”, diz a psiquiatra.

O efeito da tecnologia também poderia ser mais sutil, diz Kato. Jogos de computador reescreveram as regras do jogo como hábito social coletivo, com crianças passando cada vez mais tempo em ambientes virtuais controlados do que no mundo real imprevisível. Ao mesmo tempo, internet, smartphones e redes sociais têm tornado o contato indireto entre as pessoas muito mais comum do que o cara a cara.

Para Choi, pesquisador da Universidade Católica de Daegu, “a tecnologia em si não pode estar 100% por trás do agravamento do hikikomori como um fenômeno mundial”. Mas ele considera que nossa crescente capacidade de realizar atividades como comprar, jogar e socializar sem interações do mundo real poderia estar exacerbando o isolamento social.

Com base em estudos conduzidos por seu laboratório, sem ligação com o hikikomori, o pesquisador americano Alan Teo diz que, embora ainda sejam necessárias mais pesquisas para traçar qualquer relação conclusiva a esse respeito, o contato cara a cara, seja pessoalmente ou por vídeo-chat, representa um menor risco de depressão, comparado ao contato por telefone, email e rede social.
“Se as interações online viram substitutas para as interações cara a cara, eu acho que a pesquisa que eu fiz e as que outras pessoas fizeram indicam que isso é problemático”, diz ele.

‘Não demonizar’

No entanto, é importante não demonizar a tecnologia, diz Teo. As redes sociais e o email não são causas diretas de problemas mentais; eles são veículos de comunicação que podem ser usados ​​tanto de maneira positiva como negativa.
A internet, em especial, oferece uma janela para pesquisas sobre a vida dos hikikomori.
Um método usado para chegar a casos não explícitos de adolescentes socialmente isolados foi o uso de aplicativos de redes sociais, como o WeChat e o Weibo, em um estudo desenvolvido por Teo e outros pesquisadores na China, no ano passado. Eles alcançaram 137 pessoas, um quinto das quais experimentando algum nível de isolamento.
A crescente interligação entre os mundos online e offline também poderia oferecer maneiras de facilitar o retorno dos hikikomori a um cotidiano normal. Em 2016, Kato publicou um estudo de caso sobre um paciente que de repente começou a sair de casa diariamente após baixar o jogo Pokemon Go, da Nintendo.
O jogo usa realidade aumentada para capturar criaturas virtuais no mundo real. Kato diz que este tipo de jogo pode ser útil em centros de ajuda para os hikikomori.
Ele também começou a trabalhar com uma empresa japonesa para criar um robô que possa reintroduzir o contato social na vida dessas pessoas, em um ambiente controlado.
Mas pode haver formas menos tecnológicas de ajudar os hikikomori.
Shinichiro Matsuguma, estudante de doutorado na Universidade de Medicina de Keio, em Tóquio, especializado em psicologia positiva, criou um centro de reabilitação de hikikomoris que foca nos pontos fortes deles para melhorar sua autoestima.
A maioria dos pacientes joga videogames, então a metodologia do tratamento envolve discutir estilos de jogo e motivações para identificar qualidades como trabalho em equipe, estratégia ou liderança.
“Muita gente, inclusive seus pais, acham que os hikikomori não fazem nada. Mas na minha perspectiva eles estão desenvolvendo seus pontos fortes através de videogames”, disse ele à BBC. “E eu sempre digo a eles que isso se aplica a diferentes áreas da vida.”


Aconselhamento à distância

Os especialistas concordam que o contato social direto e as terapias intensivas não podem ser substituídos.
Yoko Honda, que dirige o Centro de Saúde Mental e Bem-Estar de Fukuoka, diz que o governo japonês, entretanto, têm pressionado os especialistas para que usem as redes sociais para oferecer aconselhamento à distância aos hikikomori. Eles têm, porém, resistido a adotar essa alternativa.
“Só um tuíte não é o bastante para expressar nossa ansiedade ou nossas emoções”, diz a especialista. Ela concorda, entretanto, que esses canais poderiam ser úteis para alcançar novos pacientes.
Além de psicoterapia e medicação para tratar qualquer transtorno psicológico subjacente, uma parte central de sua estratégia é o aconselhamento familiar para corrigir lares desestruturados.
O centro de apoio Yokayoka também oferece um local seguro para que hikikomoris que estão no caminho da recuperação conheçam outros na mesma condição e reaprendam habilidades sociais atrofiadas. A diretora da instituição diz, entretanto, que a natureza variada dos casos torna o tratamento difícil.
“Esperamos dar assistência personalizada a todos esses hikikomori”, diz ela. “Mas isso sempre demanda muito trabalho e muito tempo”.

‘Pacientes muito frágeis’

Malagón-Amor comprovou com seu estudo de 12 meses sobre os hikikomori de Barcelona que aqueles que receberam mais terapias intensivas, em casa ou no hospital, reagiram melhor. “Serviços ambulatoriais menos intensivos foram relacionados a um índice maior de abandono do tratamento e, muitas vezes, pioravam o isolamento. “Eles são pacientes muito frágeis”, diz ela.
A especialista também acredita que o isolamento social poderia ser um sintoma de outras condições, como depressão ou transtorno de estresse pós-traumático, e que o Ocidente poderia aprender muito com a experiência no Japão.
Teo, por sua vez, espera que as pesquisas sobre os hikikomori nos permitam compreender a importância das conexões sociais para nossa saúde física e mental.
“Quando falo com os pais de um hikikomori, fica muito claro para mim que o isolamento social está causando enormes impactos negativos – ele afeta o indivíduo, a família dele e outras pessoas”, diz.

“Não temos prestado atenção suficiente na medicina aos problemas de conexão social. E eu acredito que agora com os hikikomori, com mais foco sobre a solidão, estamos finalmente começando a analisar esses problemas como questões de saúde.”
* Os nomes de todos os “hikikomori” foram alterados nesta reportagem para proteger suas identidades.

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/viva-voce/noticia/2019/03/06/quem-sao-os-hikikomori-os-jovens-japoneses-que-vivem-sem-sair-de-seus-quartos.ghtml
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Riki Cook, 30, has been a hikikomori for three years. Riki Cook is American-Japanese. His family lives mainly in Hawaii and he lives alone in Japan.
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Síndrome de Hikikomori – Perdendo tudo Menos o Quarto


O que é a síndrome de Hikikomori?

Hikikomori significa em japonês “isolado em casa”, e usado como termo para referir à síndrome e ao indivíduo que padeça de “isolamento social extremamente grave”. Essa síndrome estendeu-se na sociedade japonesa até se converter em um verdadeiro problema social.


Naturalmente que toda essa inatividade só é possível porque os pais sustentam o indivíduo, alimentando-o e provendo o necessário, ainda que se converta em uma espécie de desconhecido que permanece em casa, mas que praticamente não é visto pelos familiares.

Como se manifesta a síndrome de hikikomori?

O indivíduo que padeça da síndrome, começa a experimentar mudanças em sua atitude muito lentamente. Geralmente, costuma começar com uma tristeza constante e a perda de amizades, coisa que leva eles a desenvolverem inseguranças que, pouco a pouco, minimizam as suas conversas. Essa atitude faz com que o indivíduo receba críticas, especialmente na escola ou no trabalho, algo que absolutamente não ajuda na sua recuperação.


Mais tarde, o indivíduo se isola em seu quarto e deixa de relacionar-se socialmente, exceto com seu computador ou com a televisão. Se essa situação prolonga-se, as habilidades sociais e a mente do hikikomori ficam severamente afetadas, já que esquecem como reagir ante qualquer coisa que não seja uma tela.

E a família do hikikomori?

A família do hikikomori, no Japão, costuma levar o problema em segredo e geralmente, demora muito para buscar a ajuda de um psicólogo que possa tratar o jovem. O padrão de atuação, é deixar cair toda a responsabilidade com respeito ao jovem na mãe, quem tratou dele sempre e se limitar a deixar que o afetado por si só, decida voltar à sociedade. Sem ajuda, contando apenas com a sua maturidade.

Em alguns casos, os pais decidem obrigar o jovem a viajar ao estrangeiro, onde sua conduta não evolui e só faz com que o problema seja transladado à família que o acolhe.


Uma reação tão passiva não ajuda o afetado e provoca situações como a que se vive atualmente no Japão.
Hoje em dia, muitos hikikomori já têm quarenta anos, depois de passarem vinte anos de isolamento. Esses indivíduos pertencem à primeira geração de hikikomori e seu regresso à sociedade preocupa muito os japoneses que calculam que, se não for encontrada uma solução, em 2030 poderiam ser confrontados com um grande problema: os primeiros hikikomori terão 60 anos e seus pais, quem mantinham eles, começariam a morrer.

Que será destes indivíduos isolados? O Estado terá que se encarregar deles? Essa síndrome, além do mais, está cada vez mais estendida, até o ponto que, segundo o psicólogo Tamaki Saitou – quem cunhou o termo hikikomori – atualmente um 1% da população japonesa é hikikomori.

O hikikomori na antiguidade 

Países asiáticos em geral, e o Japão em particular, têm uma longa história exaltando as virtudes da solidão.

Figuras religiosas, como Buda, Bodhidharma e outros heróis e profetas de tradições orientais, gastaram uma quantidade significativa de tempo sozinhos, contemplando a natureza do universo.

A título de exemplo, Bodhidharma, uma figura do budismo chinês, certa vez supostamente passou sete anos olhando para a parede de uma caverna.

A tradição do Zen japonês e Xintó, antes disso, também comemoraram a nobreza da solidão, e há muitos poemas e obras literárias que ilustram esse hábito cultural.

Superação do hikikomori

Quando o afetado decide voltar à sociedade, depois de refletir e tomar a iniciativa ele mesmo, sofre o inenarrável. O indivíduo é alguém que perdeu grande parte das habilidades sociais e nível acadêmico. Isso faz com que continue se sentindo inseguro com respeito ao resto da população, a quem esconde sem duvidar, seu obscuro passado de hikikomori.

Existem duas classes de terapia para hikikomoris: a japonesa, que apoia a livre vontade e o processo do afetado, e a ocidental, que aposta mais pela firmeza de decisões e a autoridade sobre o afetado.
Este complexo tema é muito extenso, e merece uma atenção mais profunda.

http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:http://www.curionautas.com.br/2014/11/sindrome-de-hikikomori-perdendo-tudo.html

Puxa! como devem sofrer! pelo que entendi… é uma desordem mental que os torna acumuladores e depressivos. QUANTA GENTE PRECISANDO de ajuda psicológica nesse mundão!!!

Oremos… é tudo que sei fazer!

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Resultado de imagem para bolsonaro e a falta de pudor no carnaval

Bolsonaro é criticado nas redes sociais por publicação de vídeo obsceno

ELE SÓ QUIS MOSTRAR A VERDADE DO QUE ACONTECE NO NOSSO CARNAVAL. A MÍDIA PODRE CAI DE PAU… CANALHAS SEMPRE!


O fim do Carnaval terminou de um jeito polêmico com uma publicação de Jair Bolsonaro nas redes sociais. O presidente do Brasil compartilhou um vídeo obsceno no perfil do Twitter e já é um dos assuntos mais comentados da internet nesta quarta-feira (6).
O conteúdo é de um homem dançando em cima de um ponto de táxi que insere o dedo no próprio ânus. Depois, outra pessoa urina nesse primeiro.


Bolsonaro fez a postagem com o intuito de criticar a situação dos blocos de Carnaval. “Não me sinto confortável em mostrar, mas temos que expor a verdade para a população ter conhecimento e sempre tomar suas prioridades. É isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro”, afirmou o presidente na legenda.
Muitos internautas criticaram Bolsonaro pela publicação. Uma das hashtags dos trending topics do Twitter é, inclusive, #ImpeachmentBolsonaro. Houve também quem saiu em defesa do presidente, com a hashtag #BolsonaroTemRazão.
Confira algumas reações (dos coitados que não compreendem O QUE ELE QUIS MOSTRAR, PARA ACABAR COM ESSA BANDALHEIRA!!! E PARA QUE QUEM FEZ M…… FIQUE ENVERGONHADO! SÓ ISSO! SÓ ISSSSSSSOOOOO!!!!):

https://www.metrojornal.com.br/foco/2019/03/06/bolsonaro-criticado-redes-sociais-publicacao-video-obsceno.html


QUEM NÃO É HIPÓCRITA SABE DO QUE ACONTECE NOS CARNAVAIS BRASILEIROS… E O TANTO DE TURISTAS QUE ATRAEM DEVIDO A COISAS ASSIM, INFELIZMENTE!!!
MEU BRASIL… QUE TANTO AMAMOS…


#BolsonaroTemRazão
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O despudor, a vergonha ultrajante e a licenciosidade permitida como abuso

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Cuide bem do seu amor
Linguagem de Libras, Linguagem de Sinais
( Educação Inclusiva)
Essa menina é ótima intérprete
HÁ MUITO MAIS VÍDEOS NO YOUTUBE… Eu, que já tive LIBRAS na Faculdade, estou impressionada com as ÓTIMAS vídeo-aulas dessa moça! SIM! É POSSÍVEL APRENDER LIBRAS FACILMENTE… ou, ao menos, aprender bastantinho com as vídeo-aulas dela! ADOREI!
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SÍMBOLO DE “I LOVE YOU”
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Quem é totalmente IGNORANTE, pensa o que vier na telha… QUEM estuda, sabe… ou … PESQUISA… antes de abrir a bocarra e julgar!!!! Ê BRASIL… como sofre esse LINDO PAÍS!
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“Nós Acreditamos que surdos e ouvintes merecem rapidamente se comunicar com fluência, liberdade e igualdade” Madson e Raquel Barreto – UNIVERSIDADE DA LIBRAS, CLIC: https://universidadedalibras.com.br/

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Bugatti La Voiture Noire — Foto: Divulgação/Bugatti
https://g1.globo.com/carros/noticia/2019/03/05/bugatti-la-voiture-noire-de-r-47-milhoes-e-o-carro-novo-mais-caro-de-todos-os-tempos.ghtml

Bugatti La Voiture Noire, de R$ 47 milhões, é o carro novo mais caro de todos os tempos

Hiperesportivo de 1.500 cavalos de potência teve apenas uma unidade fabricada – e que já foi vendida. O nome do comprador, porém, permanece em segredo. Inspiração veio do Type 57 SC Atlantic, de 1936.

Bugatti La Voiture Noire e Type 57 SC Atlantic — Foto: Divulgação/Bugatti

Bugatti La Voiture Noire e Type 57 SC Atlantic — Foto: Divulgação/Bugatti
No desenho, o La Voiture Noire remete ao “avô” com suas curvas bem demarcadas nos para-lamas, além do vinco que percorre o centro da carroceria, começando pelo capô, invadindo o para-brisa e terminando na traseira.

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