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Archive for 24 de fevereiro de 2019

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Os bebês nascem com as zonas cerebrais primárias, como aquelas ligadas ao tato, à visão e à audição, mais amadurecidas. “O cérebro deles é aberto para os sentidos e processa as sensações de uma forma mais forte. Além disso, há mais áreas de confluência cerebral. Ou seja, um mesmo estímulo converge para regiões cerebrais diferentes, unindo-as. É como se eles processassem as informações de maneira mais global”, explica Muszkat. Na prática, isso significa que um som pode estimular não apenas a audição como também o tato. Que uma luz não aciona só a visão, mas também o paladar. Pode parecer mentira, mas seu bebê pode sentir o gosto de uma cor, cheirar um som ou perceber o toque de um sabor. É o que chamamos de sinestesia. Com o passar do tempo, conforme as áreas cerebrais vão se especializando, perdemos essa capacidade. https://revistacrescer.globo.com/Bebes/Desenvolvimento/noticia/2019/02/o-fantastico-mundo-dos-bebes.html

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Na prática – Ofereça experiências que envolvam todos os sentidos. Após os 6 meses, quando acaba o período de aleitamento exclusivodeixe a criança tocar os alimentos, sentir a textura, os cheiros e o sabor. Assim, as refeições se tornam uma experiência ainda mais rica e gostosa!
O que os olhos veem
A visão foi um sentido subestimado nos bebês por muito tempo. Hoje, sabe-se que eles conseguem enxergar desde o nascimento, ainda que não sejam capazes de focar em objetos específicos, o que torna as imagens meio borradas. Nos primeiros dias, eles também são muito sensíveis à luz. Não por acaso, o ponto focal deles é de 30 centímetros – justamente a distância entre o rosto do bebê e da mãe durante a amamentação. Pesquisadores da Universidade de Oslo (Noruega) descobriram que, mesmo recém-nascidos com apenas 2 ou 3 dias de vida já conseguem identificar as expressões faciais a essa distância, ainda que não se saiba que sejam capazes de dar significado a elas.
Na prática — Bebês adoram objetos cheios de contrastes e já conseguem perceber o claro e o escuro mesmo antes de deixarem o conforto do útero. Por isso, aposte em estampas com listras pretas e brancas, bolas de cores fortes contra fundos claros e vice-versa, tanto em brinquedos como em roupas, colchas e espaços de brincar.
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Enquanto os adultos sofrem para dominar  uma segunda língua, um bebê de até 4 meses é capaz de distinguir cerca de 800 fonemas, que são as unidades sonoras básicas que compõem as palavras. Isso significa que nascemos com potencial para aprender qualquer idioma que desejarmos – para se ter uma ideia, cada língua usa, em média, só 40 fonemas. Mesmo assim, não é tão antiga a crença de que em lares bilíngues as crianças poderiam ficar confusas e não aprenderem nenhum dos dois idiomas direito. A boa notícia é que pesquisas recentes apontam que acontece exatamente o contrário: elas se tornam nativas em ambas as línguas e adquirem um vocabulário tão bom, ou até melhor, do que os monolíngues. Um estudo da Universidade de Washington (EUA), feito com bebês de 11 meses, revelou que o cérebro daqueles expostos a dois idiomas – no caso da pesquisa, espanhol e inglês – reagia tão bem aos sons de ambas as línguas quanto os bebês monolíngues reagiam apenas ao inglês.  Além disso, o aprendizado de dois idiomas simultaneamente pode servir como estímulo para o desenvolvimento das funções executivas, que englobam o direcionamento da atenção, planejamento, coordenação de múltiplas tarefas simultâneas e flexibilidade de pensamento. “O mecanismo que está envolvido no aprendizado de uma segunda língua promove uma ‘ginástica’ para o cérebro, que precisa ficar trocando de um código simbólico para outro. Isso aumenta as habilidades cognitivas e as funções executivas”, explica a pesquisadora Naja Ferjan Ramirez, do Instituto de Aprendizagem & Ciências do Cérebro, uma das autoras do estudo.
Na prática  — Calma, você não precisa colocar seu filho em uma escola bilíngue. Mas, se os pais souberem outro idioma, vale a pena conversar com ele nas duas línguas. Vocês só falam português? Não tem problema. A música é uma ótima ferramenta para estimular as áreas que processam a linguagem e os sons. Prepare uma playlist com canções de idiomas diferentes e deixe rolar!
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Ensaio para as palavras
“No cérebro, a linguagem nos diferencia dos animais por envolver muitos aspectos distintos: memória, afeto, visão, audição. É uma atividade muito refinada no ser humano e depende também do amadurecimento do aparelho fonador”, diz Deborah Moss. Por isso, meses antes de pronunciar as primeiras palavras, o que ocorre por volta do primeiro ano, o cérebro dos pequenos já ensaia para isso. Outro estudo da Universidade de Washington (EUA) constatou que, a partir dos 8 meses, quando os bebês se tornam  capazes de focar em um som, distinguindo-o dos demais, aqueles relacionados à linguagem ativam áreas cerebrais que coordenam e planejam os movimentos da fala. “Nossas pesquisas indicam que bebês em estágio pré-verbal são ouvintes ativos. Zonas ligadas à elaboração da linguagem estão ativas enquanto eles escutam alguém, indicando que, mesmo que não consigam falar, seu cérebro já está se preparando para isso”, diz Naja. Com 5 meses, seu bebê já entende o significado de algumas palavras e, aos 6, começa a balbuciar, mas sem a pretensão de fazer sentido.
Na prática — É importante conversar com o seu filho desde a barriga, além de responder a seus gestos, reagir quando ele aponta em alguma direção e, principalmente, manter contato visual. Bebês olham para seus cuidadores para entender melhor o que eles falam.
Eles entendem tudo
1 “Mamãe”e “papai” são as palavras mais ditas pela maioria dos bebês. E, aos 18 meses, a que eles mais entendem é “não”.
2  Bebês compreendem melhor “cachorro”, “pato” e “gato” do que “au-au”, “quá-quá” e “miau”. Em compensação, “muuu” é mais inteligível do que a palavra “vaca”.
3 Especialistas acreditam que, a partir do primeiro ano, a linguagem ajuda os bebês a formarem expectativas sobre as coisas. Quando eles escutam duas palavras diferentes, esperam ver dois objetos. Mas se a mesma palavra é pronunciada duas vezes, esperam encontrar apenas um.
Fonte: Laboratório de Psicologia Experimental, da Universidade de Oxford (inglaterra)
Seu mestre mandou
A imitação é um recurso importante para os bebês. “Eles estão sempre atentos ao nosso comportamento”, explica Meltzoff. Um estudo da Universidade de Chicago (USA), feito com 36 bebês de 7 meses, mostrou que o sistema motor pode estar ligado ao comportamento social dos pequenos. Depois de observar um ator escolher entre dois brinquedos, cada bebê deveria fazer o mesmo, enquanto sua atividade cerebral era monitorada por eletroencefalografia. Quando o pequeno escolhia o mesmo brinquedo que o ator (o imitava), áreas motoras do cérebro eram ativadas. E, quando ele escolhia o outro objeto, não. Isso indica que, quando essa região participa da decodificação de ações, pode-se prever o comportamento social dos bebês. “A reação a uma situação tem base neural, mas também ambiental: você se espelha no outro para saber o que fazer. Emocional e motor estão ligados”, diz a neuropediatra Silvana Frizzo, do Hospital Infantil Sabará (SP).
Na prática — Bebês e crianças pequenas gostam de ouvir mil vezes a mesma história, a mesma música e fazer (de novo!) a mesma brincadeira. É por meio da imitação que aprendem e da repetição que fixam  um aprendizado. Por isso, desde cedo, estabelecer uma rotina é essencial, com horários para acordar, dormir e brincar. Assim, seu filho começa a entender padrões.
Por dentro do cérebro do bebê
Os pesquisadores não têm dúvidas de que a anatomia cerebral dos bebês é de fato mais imatura que a dos adultos. “Quando a criança nasce, por mais que a quantidade de neurônios seja muito parecida, o cérebro deles ainda não está mielinizado”, diz a neuropediatra Carolina Coan, Professora do Departamento de Neurologia da Unicamp (SP). A mielina é uma substância lipoproteica que reveste os axônios, estruturas que transmitem os impulsos nervosos, para que estes sejam conduzidos com mais velocidade. O processo de mielinização acontece em dois sentidos: da cabeça para os pés e do tronco para os membros, conforme o sistema nervoso vai amadurecendo. Por esse motivo é que o bebê primeiro firma o pescoço, depois o tronco, quando aprende a se sentar, e só por último conseguem ficar de pé e caminhar.
Outra característica singular do cérebro de bebês e crianças pequenas é a plasticidade neural. Esse é o nome dado à capacidade de gerar conexões entre os neurônios, criando novas rotas para os impulsos nervosos. É graças à plasticidade que o cérebro deles se adapta com tanta facilidade e é capaz de contornar adversidades. Mesmo algumas herdadas no próprio DNA. Por exemplo, se bebês e crianças menores com tendência a desenvolverem dislexia forem precocemente expostos a brincadeiras com rimas e exercícios que manipulem o som das palavras, podem ativar genes neurais que desenvolvam “caminhos” para que o transtorno não se manifeste. “Algumas funções cerebrais e até áreas inteiras podem ter seu volume aumentado, de acordo com os estímulos recebidos”, afirma Muszkat. Essa possibilidade de que experiências ambientais ativem ou inibam genes recebe o nome de epigenética.

https://revistacrescer.globo.com/Bebes/Desenvolvimento/noticia/2019/02/o-fantastico-mundo-dos-bebes.html
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Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem
FONOAUDIOLOGIA

A aquisição da linguagem amplia noções de tempo, espaço, capacidade de raciocínio, planejamento e avaliação de ações realizadas. Para tanto, durante o primeiro ano de vida, as crianças precisam estar expostas a um mínimo de input linguístico (informações e experiências linguísticas que a criança recebe de seu meio social).
O ambiente linguístico da criança é considerado como aspecto de muita importância na aquisição da linguagem.
A linguagem é considerada a primeira forma de socialização da criança, e, na maioria das vezes, é efetuada pelos pais por meio de instruções verbais durante atividades diárias, assim como por intermédio de histórias que expressam valores culturais.
A linguagem oral corresponde ainda a uma habilidade especial dos seres humanos compreendida como um sistema de duas faces: SIGNIFICANTE e SIGNIFICADO.
O “significante” refere-se ao aspecto formal da linguagem e é constituído pela junção hierárquica dos elementos fonemas, palavras, orações e discurso. O “significado” refere-se ao aspecto funcional da linguagem, considerado como responsável pela comunicação no meio social.
• Significante e Significado
As frases são as unidades básicas para a comunicação de uma ideia e para adquirir a linguagem, a criança precisa dominar vários subsistemas da língua, que inclui o sistema fonêmico, o sistema semântico, a sintaxe e a pragmática.
• Sistema Fonêmico – está relacionado aos sons de forma geral (sua combinação vogal/consoante).
• Sistema Semântico – pode ser presenciado em torno do primeiro aniversário, quando a maior parte das crianças começam a dizer os primeiros sons com significado, ao usar palavras isoladas, que representam na maioria das vezes coisas ou pessoas.
• Sintaxe – aparece aproximadamente na metade do segundo ano; as crianças dominam os morfemas gramaticais de suas línguas.
• Pragmática – vai além de significados e regras gramaticais, enfatizando os fatores comunicativos da linguagem, pois relaciona a linguagem com o contexto da fala. O estudo da pragmática relaciona os aspectos fonológicos, semânticos e sintáticos da fala.
Os fonemas são os sons básicos que quando combinados formam palavras. Esses sons são as primeiras emissões vocais do primeiro ano de vida, podendo serem chamados de lalação.
Durante as primeiras semanas, são apenas gritos – futuramente esses gritos começam a diferenciar-se por sua tonalidade e ritmo. Alguns gritos correspondem à sensação de mal-estar e outros à sensação de prazer. Para Newcombe (1999), os bebês de primeiro mês são capazes de discriminar fonemas, mas incapazes de produzi-los. Somente no terceiro mês de vida é que os bebês começam a arrulhar e a fazer sons vocálicos.
De acordo com as fases de Piaget o cérebro funciona com material simbólico; os sistemas supracitados e as habilidades mentais comentadas anteriormente necessitam de outras habilidades para funcionar.

O cérebro usa informações e associações específicas que são basicamente de quatro tipos:
• Figurativas: as informações concretas percebidas na forma de imagem.
• Simbólicas: as informações em forma de sinais denotativos (letras, números e etc.).
• Semânticas: as informações em forma de construções mentais ligadas a palavras.
• Comportamentais: informações figurativas e não verbais que surgem na interação com o outro (atitudes, desejos, intenções e etc.).
Além de todas as habilidades citadas que são importantes para o desenvolvimento da linguagem, não podemos nos esquecer de falar do adequado funcionamento do sistema auditivo e da estabilidade emocional.
A audição subentende algumas habilidades imprescindíveis para aquisição da linguagem oral como:
• Consciência auditiva: capacidade de reagir ao estímulo sonoro, ter a sensação do som.
• Identificação sonora: saber de onde veio o som, associar corretamente o barulho à fonte; isso requer que a criança atribua um significado ao som, necessitando enfim de memória auditiva.
• Localização sonora: habilidade em determinar de que direção está vindo o som.
• Discriminação sonora: capacidade de poder diferenciar um som do outro.
• Atenção auditiva: habilidade em poder concentrar a atividade psíquica num determinado estímulo sonoro.
• Memória auditiva: capacidade de reter, reproduzir e reconhecer os estímulos auditivos anteriores apresentados.
• Sequenciação: capacidade em perceber e repetir a ordem em que os sons são produzidos.
• Análise e síntese: capacidade em identificar e separar as características individuais de um som inserido num contexto e depois ser capaz de reunir tais características novamente para formar num todo.

A necessidade da estabilidade emocional é de suma importância para o desenvolvimento do ser como um todo. Uma criança pode ser considerada equilibrada emocionalmente se estiver em harmonia com o meio e consigo mesma. Observe o esquema abaixo:
• Pessoas;
• Material, eventos, assuntos;
• Novidade e vontade.
Para que a criança fale, tem que existir a quem falar (pessoas), de que falar (eventos, assuntos, enfim, material), e por último deve haver “porque falar” (a criança tem que ter a necessidade da expressão oral, ela tem que ter vontade).
A estimulação do ambiente é peça-chave: a interação “mãe e filho” influencia no desenvolvimento da linguagem, a criança procura a figura que lhe oferece conforto e segurança, passando a necessidade de se comunicar com ela.
As influências externas (do meio) vão fornecer um modelo linguístico, o tipo de estímulo e a exposição ao material linguístico. A mãe é modelo da linguagem e a criança vai seguir inconscientemente desde o primeiro dia de nascida.
Por isso, se o modelo que a criança tem em casa pode ajudar muito no planejamento de uma possível habilitação ou reabilitação de uma criança, ou simplesmente nortear uma simples orientação, prática comum em consultório e na escola.
• Mãe é modelo de Linguagem;
• A criança vai seguir inconscientemente desde o primeiro dia de nascida.
É necessário termos em mente o desenvolvimento da linguagem nos dois primeiros anos de vida – isso fornecerá suporte para irmos além na hora de orientar, avaliar e planejar a terapia fonoaudiólogica.
Sabemos que desde o seu primeiro minuto de vida o bebê já começa a se comunicar e essa comunicação é feita por meio do choro, que com o passar dos tempos passa de indiferenciado para diferenciado (fome, dor, medo).
O choro é uma efetiva forma de comunicação e interação da criança com o mundo ao seu redor, e neste momento ninguém melhor do que a mãe para entender o que o bebê esta “querendo”. O choro do bebê é marcado por diferentes padrões entoacionais, intensidades e ritmos, essa interação ocorre também durante a amamentação, onde inicia o diálogo mãe e filho.
A criança de zero a seis meses entra no estágio de desenvolvimento pré-linguístico, período marcado pelo início de tudo: o choro; à medida que os dias avançam os bebês começam a esboçar vocalizações não linguísticas biologicamente condicionadas.
Nos primeiros dias de vida o aspecto produtivo não é influência da língua mãe e sim caracterizado por reações determinadas por uma organização nervosa reflexa, pois o bebê mais reage ao mundo do que age sobre ele. Nesta fase inicial de desenvolvimento da linguagem o bebê ainda não é capaz de fazer uma diferenciação entre ele mesmo e os outros que o cercam; ele ainda não se constitui como sujeito.
O bebê olha, movimenta o corpo, mostra interesse pelas pessoas e objetos, procura seguir trajetórias, vocaliza, chora, agarra objetos que são colocados em sua mão, reage a sons e a vozes familiares e assim por diante. Há emissão de sons reflexos e gritos segundo o prazer ou o desconforto.
Com dois meses emite sons não mais reflexos – mais intencionais; cada dia se torna mais ativo, fica consciente do som e tem prazer das repetições que faz. Aos poucos vai percebendo a sua expressividade vocal e corporal. A partir do quarto mês o bebê se torna cada vez mais capaz de organizar procedimentos para explorar o mundo ao seu redor.
As coordenações sensório-motoras (mão/boca), coordenação visão/audição, e principalmente a coordenação manual com a atividade visual, demonstram claramente o interesse crescente em tudo que está ao seu alcance. A voz da mãe é reconhecida com tranquilidade e esperada em momentos propícios, acalmando o bebê.
Antes o bebê só reagia aos sons de 80 e 90 dB; o final desta fase já mostra a reação deles a um limiar mais baixo, em torno de 40 dB. É uma fase de transição, mas é neste momento que a criança está receptiva para o mundo e quer experimentá-lo, atuar sobre ele de todas as formas.
É neste momento que pessoas e coisas tornam-se fontes de exploração, pois o progresso de ordem motora (virar o corpo, permanecer sentado, deslocar-se pelo chão e etc.) favorece a busca pelo ambiente. É uma fase que, apesar das limitações, fica mais fácil para o adulto atribuir valores comunicativos aos comportamentos gerados pelos bebês.
• Choro (indiferenciado/diferenciado);
• Vocalização não linguística;
• Sons reflexos e gritos;
• Sons reflexos e gritos;
• Consciente do som e tem prazer nas suas repetições;
• Sorri aos sons, tenta mover a cabeça em direção à fonte sonora.
De seis a nove meses inicia a intenção do bebê com relação ao mundo externo de forma bem sólida e ativa; as vocalizações começam a adquirir características de linguagem oral propriamente dita, pois percebe entoações, ritmo e tons diferentes.
Nesta fase o balbucio espontâneo se torna mais denso, a combinação de consoantes e vogais ficam nítidas para os ouvidos dos que cercam o bebê; neste caso, o balbucio soa como fala de verdade devido as entonações ascendentes e descendentes.
O início da comunicação oral sugere maturação cerebral e o amadurecimento do sistema vocal; lembrando que o balbucio em si não prediz quão cedo ou quão tarde as crianças normais vão começar a falar palavras nem o tamanho de seu vocabulário quando entram na escola.
O balbucio condiz o grau de excitabilidade da criança e sua tendência para expressar excitação mediante os sons. Neste período emitem sons guturais bem prolongados em respostas ao rosto da mãe quando está à sua frente; vocalizando uma variedade de vogais reage à voz humana a 40 dB ou menos, reconhecendo a voz da mãe e de pessoas do seu convívio.
Com nove meses os comportamentos intencionais comunicativos estão bem desenvolvidos, tem a noção de que pode usar para interagir com o meio. Segundo Jakubovicz (1999), esta é a fase da pré-conversação; a criança vocaliza mais durante os intervalos quando é deixada livre pelo adulto.
Procura espaçar e encurtar as vocalizações para dar lugar às respostas do adulto, deixando bem claro a importância da interação, da troca de ideias e da participação do adulto nesta fase.
• Vocalizações características de linguagem;
• Entonações, ritmos e tons diferentes;
• Início do balbucio;
• Repetições intencionais;
• Aprende a reproduzir os sons.
Por volta do primeiro aniversário, a maioria das crianças começa a falar suas primeiras palavras com significado, geralmente na forma de vocábulos isolados. Esta é a fase da pré-conversação: a criança começa a vocalizar mais nos intervalos que é deixada livre pelo adulto.
A criança amplia rapidamente sua compreensão da linguagem falada ao seu redor e a linguagem que se associa a gestos e situações vividas que lhe dão sentido. Palavras familiares são vocalizadas com mais precisão, além de melhor controladas quanto à altura tonal e intensidade.
Agrupam sons e sílabas repetidas à vontade, começa a nomear as coisas, o surgimento das palavras funcionais facilita o seu convívio com os familiares e “estranhos”. Nesta fase a criança tende generalizar, fazendo com que haja um prolongamento semântico (exemplo: cachorro para todos os animais).
É uma fase confusa, cheia de aprendizado e experiências a serem vivenciadas; muitas crianças têm crises de choro, birra, são raivosas, chegando a morder e bater quando não são compreendidas ou quando não conseguem se expressar; a pouca tolerância leva a frustrações.
Neste período os pais necessitam de orientação com relação às emoções da criança, como lidar com crises e anseios.
No segundo ano de vida da criança acontece o controle voluntário completo sobre os OFAs, todo o aparelho fonador começa a se organizar, outros elementos da comunicação permitem que a criança expresse um bom número de informações, como:
• Circunstâncias familiares: lar equilibrado, organização econômica, além de estímulo suficiente para o desenvolvimento da linguagem desde o nascimento.
• Atitude dos pais: como é realizada a interação, pais equilibrados emocionalmente. O que é e será cobrado da criança com relação à linguagem e aspectos cognitivos.
Começa o surgimento das palavras associadas das frases, aparecendo frases de dois ou três elementos. O que antes era um falar monossílabo passa a ser mais próximo à fala adulta, junto com as flexões (plurais); as frases negativas são utilizadas por meio de um simples NÃO isolado ou colocado no sempre no final (exemplo: comer NÃO). Com relação às interrogativas, essas são as mais primitivas, pois a criança verbaliza as suas necessidades, compreendendo algumas ordens.
Com o passar do tempo o vocabulário amplia-se rapidamente. Para tanto, o papel da imitação é de suma importância no desenvolvimento da linguagem, as crianças penetram na via da linguagem falada pelos adultos que as cercam e esta linguagem constitui-se como modelo e referência. A imitação é a criança internalizando o que é “imposto” inconscientemente pelos outros.
A experiência proporciona um processo ativo de trocas mentais, pois a criança dirige comportamentos intencionais a outras pessoas; isso mostra que ela tem a noção de que pode usar a linguagem ao seu favor a atuar sobre as coisas, assim deixa bem claro a necessidade de citarmos as funções da linguagem, que são:
• Função regulatória: a criança objetiva alguma coisa ou a satisfação de uma necessidade, então a criança solicita algo ou ação ou quando encerrar uma ação.
• Função social: atrair a atenção do outro sobre si mesma, obter atenção, fazer parte do diálogo, fazer participar.
• Função conjunta: garantir uma experiência compartilhada, chamando e prendendo a atenção das outras pessoas.
Para as crianças, todas as funções servem para a maior parte das necessidades interativas. Segundo Boone (1994), a função instrumental informa o uso da linguagem de forma geral e a necessidade da criança (exemplo: eu preciso); a reguladora, a criança procura controlar o mundo ao seu redor (exemplo: pegue); a função interacional vai tratar das relações com o mundo a sua volta (exemplo: como vai você?); a função pessoal trata das suas próprias necessidades e funcionando apenas para satisfazê-la (exemplo: estou com fome); a função heurística (exemplo: onde); a função imaginativa, a criança começa a trabalhar as possibilidades e hipóteses (exemplo: por que nós não…); e por último, a informativa que circunda todas as outras de forma inconsciente (exemplo: você sabe que…).
Com três anos de idade a criança começa a internalizar o mundo, consegue reconhecer lugares que esteve antes, entende ordens duplas simples (exemplo: fecha a gaveta e me dá o livro); tem noção espacial, é capaz de responder perguntas do tipo: o que você usa para sentar? o que você faz quando está com fome?
A partir dos quatro anos de idade a criança já executa ordens de três itens, já é capaz de dar seu nome completo e nome dos pais; se lermos alguma história simples, é capaz de responder perguntas.
No entanto, temos que ter em mente que há crianças que vão estar mais adiantadas na compreensão da linguagem e não corresponderem à idade devida na expressão oral. O que foi explicado acima serve de parâmetros para iniciar uma estimulação, se for o caso; serve para orientar pais e cuidadores sem a preocupação de etiquetar diagnósticos.

https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/fonoaudiologia/aquisicao-e-desenvolvimento-da-linguagem/31553
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Acho que será meu TCC

PARA MIM… ESSA METODOLOGIA É O MÁXIMO!
AMO!

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