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Archive for 18 de fevereiro de 2019

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Aonde é que eu quero chegar nesse papo todo? Em uma turma que se envergonha em assumir suas posições, que não faz críticas à situação atual da política (quando faz é de maneira seletiva), que apresenta propostas “novas”, mas que são as mesmas “soluções” que afundaram o Brasil nesse mar de atraso.

Temos atualmente movimentos de esquerda — que não falam que é de esquerda — buscando uma “renovação” da política, mas apenas mostram as mesmas propostas populistas de sempre.

Vamos a uma rápida entrevista de um dos rostos do movimento Acredito. Tábata Amaral de Pontes bateu um papo com o Fernando Grostein — o criador da Quebrando o Tabu — sobre o que pensa do país e da situação política atual.

Como vocês podem perceber, nada do que falou é novidade. Defesa da mão grande do Estado, populismo assistencialista, combate às desigualdades (em país igualitário todo mundo é pobre), combate ao “ódio”, fim do “Fla-Flu político”. Se a gente colocar a Tábata ao lado de Hugo Chavez, sairia uma conversa bem amistosa. O chavismo de Tábata é disfarçado com uma embalagem “fofinha” para enganar você.

O que mais chama a atenção é que a Tábata é relutante com a divisão “esquerda e direita”, sendo que o discurso dela é TOTALMENTE DE ESQUERDA! Quem não gosta de “Fla-Flu político” quer ganhar por WO!

Sem falar do discurso antiliberal disfarçado de “estado necessário” (Ciro Gomes curtiu isso). Há pessoas que insistem na ideia em que por causa do nosso país ser pobre, a mão do Estado precisa ser grande para garantir um populismo assistencialista. Vejo muitos países que foram arrasados pela guerra e que estão mais desenvolvidos que o Brasil por causa da injeção de liberalismo. Enquanto isso, o Brasil segue remando em direção contrária…

Além disso, o Acredito esteve totalmente ausente das discussões políticas dos últimos anos. O posicionamento do Acredito em relação sobre a situação do Lula é totalmente em cima do muro! Falam em “polarização”, em “violência na política”, mas não falam de um bandido que governou o país por oito anos e que indicou um poste para governar por mais seis. Qual é o medo de chamar bandido de bandido? Quem deseja uma escalada política e busca ser diferente do que está aí teria que ter respostas mais firmes na ponta da língua. Não é o que estamos vendo…

Se movimentos como Acredito não são “nem de direita e de esquerda”, por que essa turma só dialoga com movimentos esquerdistas? E dialoga justamente com os “fantoches” do petismo?


Nem de esquerda e nem de direita… Aham…


Onde estava o pessoal de movimentos do naipe do Acredito entre 2014 e 2018? Onde estava esse pessoal na época das manifestações pelo impeachment, na defesa da Lava Jato, na defesa das decisões do juiz Sérgio Moro ou no combate à corrupção e à impunidade? Se esteve ausente em todas elas, é porque tem lado e interesse. Só disfarça a posição política para enganar o público mais desatento.
Fica claro que o Acredito é uma resposta da esquerda aos movimentos que convocaram as últimas grandes manifestações pelo país. De uma turma de esquerda que está envergonhada de sua posição na política, mas não de suas convicções. E essa turma busca propor as mesmas experiências fracassadas das últimas décadas, modificando apenas a embalagem.
Não veria o menor problema em ter uma esquerda que quer tentar se renovar e buscar ser realmente crítica aos governos anteriores. Mas quando a gente vê uma “nova esquerda” que tem medo de chamar bandido de bandido e se esquiva de ter posicionamentos duros quanto ao panorama político dos últimos anos é de se desconfiar.
Tá na hora de descer do muro!


https://medium.com/@cavaleirodocaos/quando-o-chavismo-vem-disfar%C3%A7ado-com-uma-embalagem-fofinha-b5d21398462f

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KIM… hahahaha! adoro!

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A N Á L I S E S …

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União Democrática Nacional (UDN)
foi um partido político brasileiro fundado em 7 de abril de 1945, frontalmente opositor às políticas e à figura de Getúlio Vargas e de orientação conservadora. Seu lema era uma frase apócrifa de Thomas Jefferson “O preço da liberdade é a eterna vigilância” e seu símbolo era uma tocha acesa. O “udenismo” caracterizou-se pela defesa do liberalismo clássico e da moralidade, e pela forte oposição ao populismo. Além disso, algumas de suas bandeiras eram a abertura econômica para o capital estrangeiro[2] e a valorização da educação pública[3]. O partido detinha forte apoio das classes médias urbanas e de alguns setores da elite. Concorreu às eleições presidenciais de 19451950, e de 1955postulando o brigadeiro Eduardo Gomes nas duas primeiras e o general Juarez Távora na última, perdendo nas três ocasiões. Em 1960, apoiou Jânio Quadros (que não era filiado à UDN), obtendo assim uma vitória histórica.
Seu principal rival nas urnas era o Partido Social Democrático. Até as eleições parlamentares de 1962, a UDN era a segunda maior bancada do Congresso Nacional, atrás apenas da bancada pessedista. Nesse ano, o Partido Trabalhista Brasileirotomou este segundo lugar da UDN. Como todos os demais partidos, a UDN foi extinta pelo governo militar que assumiu o poder em 1964, através do Ato Institucional Número Dois.[4]
Após o Golpe militar de 1964, muitos quadros da UDN migraram para a ARENA Aliança Renovadora Nacional. No entanto, sua principal liderança, o jornalista Carlos Lacerda, apesar de ter sido um dos líderes civis do golpe, voltou-se contra ele em 1966, com a prorrogação do mandato do presidente Castelo Branco. Segundo Lacerda, a prorrogação do mandato de Castelo Branco levaria à consolidação do governo revolucionário numa ditadura militar permanente no Brasil, o que realmente aconteceu. Em novembro de 1966, lançou a Frente Ampla, movimento de resistência ao golpe militar de 1964, que seria liderada por ele com seus antigos adversários, João Goulart (do antigo PTB) e Juscelino Kubitschek (do antigo PSD).


História
Símbolo do partido entre 1945 e 1965
Foi na conjuntura final do Estado Novo que foram criados os principais partidos políticos brasileiros atuantes da década de 1940 à de 1960: a União Democrática Nacional (UDN), o Partido Social Democrático (PSD) e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). A lei eleitoral de maio de 1945, elaborada sob a supervisão do ministro da Justiça Agamenon Magalhães, determinou a constituição de partidos de caráter nacional, o que rompia com a tradição regionalista da política partidária brasileira. A UDN foi fundada no dia 7 de abril de 1945, reunindo diversas correntes que nos anos anteriores haviam-se colocado em oposição à ditadura do Estado Novo. Setores liberais que desde 1943, com o lançamento do Manifesto dos Mineiros, vinham se manifestando pelo fim do regime ditatorial, se articularam para lançar a candidatura do brigadeiro Eduardo Gomes à presidência da República. Para dar sustentação a essa candidatura foi criada a UDN, que num primeiro momento constituiu uma ampla frente anti-Vargas. Participaram da fundação da UDN, setores oligárquicos desalojados do poder pela Revolução de 1930, representados por figuras como o baiano Otávio Mangabeira, o paulista Júlio Prestes ou o ex-presidente Artur Bernardes, e por clãs políticos estaduais como os Konder, de Santa Catarina, ou os Caiado, de Goiás.
Ingressaram também na UDN, outros setores oligárquicos que só romperam com Vargas no decorrer da década de 1930, como José Américo de AlmeidaJuarez TávoraAntônio CarlosJuraci MagalhãesCarlos de Lima Cavalcanti e Flores da Cunha. Havia ainda liberais históricos, como os irmãos Virgílio e Afonso Arinos de Melo FrancoRaul PillaPedro AleixoOdilon BragaMilton Campos, entre outros. Finalmente, estiveram entre os fundadores do partido até mesmo alguns grupos e personalidades de esquerda, como Silo Meireles, rompido com o PCB em virtude da aproximação desse partido com Vargas, e socialistas como Hermes LimaDomingos Vellasco e João Mangabeira, aglutinados na chamada Esquerda Democrática. Essa frente ampla começou a dissolver-se, contudo, ainda durante o ano de 1945. Em Minas Gerais, o grupo ligado ao antigo PRM, liderado por Artur Bernardes, optou por organizar o Partido Republicano (PR), enquanto no Rio Grande do Sul foi criado o Partido Libertador, dirigido por Raul Pilla. PR e PL, entretanto, mantiveram seu apoio à candidatura do brigadeiro Eduardo Gomes. No ano seguinte, a Esquerda Democrática abandonaria a UDN para organizar o Partido Socialista Brasileiro (PSB).
Com a saída desses setores, o partido se consolidou como um partido de direita, adotando posturas conservadoras. Até a sua extinção em 1965, o partido esteve no centro dos principais acontecimentos da vida política do país. Caracterizou-se pela defesa da democracia liberal e pelo combate aguerrido às correntes getulistas. [5]

https://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Democr%C3%A1tica_Nacional

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