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Archive for 16 de fevereiro de 2019

linguagem do amor animal
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Minha imagem de Inverno preferida… que liiiiiiiiiiiiinda!!!
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O QUE É ISSSSSSSSSSSSSSSSSOOOO?????
MEODEOS!!!
HAHAHAHA… QUE DELÍIIIIICIA!!!

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Hidromel, vc conhece?

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Hidromel é uma bebida alcoólica cuja maior parcela dos seus açúcares fermentáveis são provenientes do mel, independentemente dos adjuntos usados na preparação do mosto. Por se tratar de uma bebida alcoólica fermentada, seus teores alcoólicos variam de acordo com as leveduras adotadas na produção. Produtores artesanais alcançam teores alcoólicos que beiram 20 %v/v.
Muito apreciada desde a antiguidade, passando pela Grécia AntigaRoma AntigaLeste europeufrancoseslavosanglo-saxõesceltassaxõesviquingues etc. Entre os vikings era tão apreciada que a própria Mitologia Nórdica explicava seu surgimento e sua preciosidade. Também era conhecido o consumo de uma bebida similar pelos maias.
Na Irlanda, existia a tradição de que os casais recém-casados deveriam consumir esta bebida durante o primeiro ciclo lunar (ou mês) após o casamento. Daí surgiu a tradição atual da lua de mel.[1]
Da esquerda para a direita: Melomel de Cereja, Hidromel Tradicional e Morat.
Nas obras de J.R.R.TolkienGeorge R. R. MartinJ. K. Rowling, Juliet Marillier, C. S. LewisBernard CornwellPatrick RothfussChristopher Paolini, Kristin Hannah, Rick Riordan, Mary Stewart, entre outros, são feitas menções a esta bebida.

Hidromel e seus estilos
A receita básica do hidromel consiste somente em água, mel e levedura, conhecido no Brasil como hidromel tradicional. A partir da receita básica é possível adicionar inúmeros adjuntos como frutas, especiarias, ervas, flores, grãos, etc. Admitindo, portanto, uma enorme quantidade e variedade de ingredientes, o hidromel pode ser classificado em diferentes estilos/categorias. Hidromel com fruta é conhecido como melomel, com especiárias é o metheglyn, com mel caramelizado bochet ou bouchet, com rosas é o rhodomel e etc. A Polônia é um país com tradição em hidromel, possuindo estilos próprios que se diferenciam pela quantidade relativa entre água e mel: Czwórniak (3 partes de água : 1 parte de mel), Trójniak (2 partes de água : 1 parte de mel), Dwójniak (1 parte de água : 1 parte de mel) e Póltorak (1 parte de água : 2 partes de mel). O guia de estilos do BJCP (BJCP Mead Style Guidelines 2015) classifica os estilos da seguinte maneira[2]:

>Hidromel tradicional
Seco
Semidoce
Doce
>Hidromel com frutas
Cyser (Maçã ou suco de maçã)
Pyment (Uva ou suco de uva)
Berry (Frutas de bagas: Framboesa, amora, morango, etc)
Stone Fruit (Frutas com caroço: Ameixa, pêssego, cereja, etc)
Melomel (Demais frutas)
>Hidromel com especiarias
Hidromel com frutas e especiarias
Hidromel com especiarias, ervas ou vegetais. (Também chamado de Metheglyn)
> Especialidades
Braggot (Hidromel com malte/grãos maltados)
Hidromeles Históricos (Tej etíope, hidromeles polacos etc)
Hidromeles Experimentais

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Hidromel no Brasil
A legislação brasileira, através do Decreto n. 6.871, de 4 de junho de 2009, que regulamenta a Lei n. 8.918, de 14 de julho de 1994, define o hidromel como a bebida obtida pela fermentação alcoólica de solução de mel de abelha, sais nutrientes e água potável, com teor alcoólico variando de 4 %v/v até 14 %v/v.[3]
Devido à falta de tradição e a uma ainda incipiente cultura hidromeleira, a legislação nacional não consegue conceber o hidromel para além de sua especificação purista, rigidamente definida. A adição de qualquer outro adjunto, mesmo que venha a atender a algum estilo internacionalmente reconhecido, descaracteriza a bebida, do ponto de vista jurídico. Sendo assim, se contiver algum ingrediente que não aqueles definidos na lei, a bebida deverá ser chamada de “bebida alcoólica mista”.

O mercado brasileiro de hidromel vem se desenvolvendo devido ao crescente interesse do público em bebidas exóticas, históricas e com personalidade única. Obras literárias como “Harry Potter“, “Senhor dos Anéis“, “Game of Thrones“, jogos de RPG como a saga “The Elder Scrolls“, cinema em filmes como Beowulf e Robin Hood, ajudaram a tornar a bebida conhecida. Mas foi a crescente popularização da cultura “homebrew”, produção de bebidas alcoólicas artesanais/caseiras, que gerou, e vem gerando, o surgimento de entusiastas, novos produtores, hidromelarias artesanais e até mesmo algumas industriais, além de festivais com temática medievalista ou nórdica, bem como sites e muitos vídeos dedicados à sua divulgação e produção.
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Hidromel entre os eslavos
Myadukha” é a palavra usada na Bielorrússia para o hidromel, a bebida tradicional dos antigos eslavos e data de tempos pre-históricos, quando as tribos eslavas o bebiam como um ato de fé ao deus Perun. Modernamente, no verão, a myadukha é servida com cubos de gelo e uma rodela de limão, mas também pode ser preparada como uma bebida quente, servida com temperos como canela e gengibre[4]

https://pt.wikipedia.org/wiki/Hidromel
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Primeira loja de hidromeis do Brasil!
POR LFM em 25/06/2018 • ( 4 )

Todos nós sabemos que o hidromel vem crescendo e ganhando qualidade a cada dia no nosso país. Já a alguns anos temos um número crescente na indústria hidromeleira  e semana passada esse universo em particular deu mais um belo passo: foi aberta a primeira loja de hidroméis do país!
Inaugurada no dia 21 de junho de 2018, a loja de propriedade do Tiago Kavisky, que é o responsável pelos hidroméis da marca Valkiria, tem em suas prateleiras além dos seus rótulos, hidroméis de outras fabricantes nacionais abrindo então com as prateleiras cheias de opções para os mais diversos paladares e preferências pela bebida. Ah, a loja também tem uma pequena e excelente seleção de vinhos paranaenses disponíveis.

A loja abrirá de segunda a sexta feita das 13 às 20 horas, aos sábados das 10 às 18 horas e tem hidroméis à partir de R$ 27,90. Os rótulos do proprietário saem por R$ 44,90 e os vinhos estão à partir de R$ 33,80.

Quem quiser conferir a loja ela fica na Al. Augusto Stellfeld, 485 loja 3, Centro em Curitiba – PR e o telefone é (41) 99183-2756.

Um grande viva a essa linda cultura hidromeleira que acaba de crescer mais um pouquinho para o tamanho que sempre mereceu!


Luis Felipe de Moraes
Pompeia Hidromeis.

https://pompeiahidromeis.com.br/2018/06/25/primeira-loja-de-hidromeis-do-brasil/
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GOOGLE IMAGENS

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VEJA O QUE MUITOS LOGOS ESCONDEM, CLIC:

https://exame.abril.com.br/marketing/20-logos-de-marcas-com-mensagens-escondidas/

EM CADA LINK, UMA HISTÓRIA COM IMAGENS, BASTA CLICAR:


Conheça a história por trás de 6 mascotes de marcas famosas


Artista imagina logos de marcas criados por pintores famosos


15 marcas que começaram como produtos militares e de guerra


15 anúncios ousados e polêmicos do mundo fashion

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A marca japonesa de fotografia, quando foi criada, se chamava “Kwanon” – que é o nome de uma deusa do budismo. Em 1935, a empresa queria se tornar mais popular no mundo e precisava de uma palavra com aparência mais “normal e fácil”. Então veio “Canon”.

De origem dinamarquesa, a Lego combina as palavras “leg got”, que significa “brinque bem”.

A japonesa Sony misturou a palavra em latim “sonus”, que significa “som”, com a expressão popular japonesa “sonny”, que nos anos 1950 descrevia um jovem que fosse “inteligente e apresentável”.

A marca de sorvetes tem cara de nórdica, mas é bem americana. De Nova York, mais precisamente. O dono queria um nome que soasse dinamarquês, justamente para transmitir a ideia de uma marca antiga, tradicional, confiável, artesanal, talvez de uma longínqua família europeia. Deu certo.

O nome nasceu como um acrônimo para a expressão em inglês “Yet Another Hierarchical Officious Oracle” (algo como “Ainda outro hierárquico e oficioso oráculo”). Mas o nome também veio das histórias de “As Viagens de Gulliver”, onde uma espécie mágica chamada Yahoo é descrita como “violenta, barulhenta, rude”.

O nome da rede de cafés tem inspirações literárias. Vem do famoso livro “Moby Dick”, de Herman Melville, onde há um certo Capitão Starbuck (sem o “s” no final).  A marca queria remeter aos mares e aos antigos navegadores e exploradores que transportavam entre continentes alimentos e mercadorias. E café, claro. Essa referência marítima também aparece na sereia de duas caudas presente no logo.

O criador da bebida, Caleb Bradham, foi pouco original no início: batizou sua invenção de “Brad’s Drink” (“Bebida do Brad”). Depois, achou o “Pepsi” em “dyspepsia”, que é basicamente intestino preso. E a bebida tinha intenções curativas em sua origem, no fim do século 19.

Google vem de “googol”, termo matemático que define o numeral 1 seguido de 100 zeros (ou seja: um número bem grande). Tamanho gigantismo representa o mundo de informações e dados que o Google tenta buscar e rastrear.

Um colega de Richard Branson, criador da Virgin, teria dito que eles “eram completamente virgens nos negócios”.

Ikea é uma mistura de duas referências: O “i” e o “k” vêm das iniciais do fundador, Ingvar Kamprad. O “e” e o “a” vem de Elmtaryd e Agunnaryd, os nomes da fazenda e da vila onde ele cresceu. 

O nome da companhia foi criado em 1999 depois de verem que os botões do celular pareciam as “bolinhas” da amora preta.

Os criadores da empresa de streaming usaram as palavras “spot” e “identify” para criar Spotify.  Spot é “ponto”, “local”. Identify é “identificar”.

A marca de materiais esportivos se inspirou em “rhebok”, a palavra africâner para um tipo de antílope, o Pelea capreolus. Tudo a ver com agilidade e corrida.

A marca misturou “sky” (céu) com “peer-to-peer” (termo para falar de conexão ponto a ponto). Assim criaram Skyper. Mais tarde, a empresa abandonou o “r”.

O criador da empresa, Jeff Bezos, queria um nome que tivesse a letra inicial “a” para aparecer no topo de qualquer lista alfabética. Ele achou a inspiração no Rio Amazonas: gostou da ideia de usar o nome do maior rio do mundo para representar suas ambições nos negócios.

https://exame.abril.com.br/marketing/os-significados-curiosos-dos-nomes-de-15-marcas/

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https://exame.abril.com.br/marketing/as-40-marcas-de-bebidas-alcoolicas-mais-poderosas-do-mundo/


O que é o álcool?
Álcool é a mais antiga e mais usada droga. Ele é um alterador o temperamento e é depressor mas em pequenas quantidades age como estimulante.
Que Droga – Álcool
http://www.quedroga.com.br/toxicos/alcool
Como o álcool foi criado?
ÁLCOOL: UMA BREVE HISTÓRIA. … Os babilônios veneravam uma deusa do vinho no ano 2700 a.C. Na Grécia, uma das primeiras bebidas alcoólicas que ganhou popularidade foi o hidromel, uma bebida fermentada feita de mel e água. A literatura grega está repleta de advertências contra beber em excesso.
Uma Breve História do Álcool e Bebidas Alcoólicas — Mundo sem …
https://www.mundosemdrogas.org.br/drugfacts/alcohol/a-short-history.html
Que tipo de droga e o álcool?
Outros tipos de bebidas alcoólicas apareceram depois, com o processo de destilação. Apesar de o álcool possuir grande aceitação social e seu consumo ser estimulado pela sociedade, ele é uma droga psicotrópica que atua no sistema nervoso central, podendo causar dependência e mudança no comportamento.
Álcool. Efeitos e Consequências do Álcool – Brasil Escola
https://m.brasilescola.uol.com.br/drogas/alcool.htm
Como é conhecido popularmente o álcool?
Álcool também é conhecido como birita, goró, mé, gole (tomar uns goles), beber, chapar, entre outros. Álcool é a mais antiga e mais usada droga. Ele é um alterador o temperamento e é depressor mas em pequenas quantidades age como estimulante.
Que Droga – Álcool
http://www.quedroga.com.br/toxicos/alcool
Quando surgiu a cachaça?
Outra versão apresentada pelo historiador Luís da Câmara Cascudo, no seu livro Prelúdio da Cachaça, aponta que a primeira cachaça foi destilada por volta de 1532 em São Vicente, onde surgiram os primeiros engenhos de açúcar no Brasil.16 de ago de 2011
A História da Cachaça – Mapa da Cachaça
http://www.mapadacachaca.com.br/artigos/historia-da-cachaca/
Quem foi que inventou a cachaça?
No Museu do Homem do Nordeste conta-se uma história muito interessante sobre a origem da pinga, a globalizada cachaça brasileira. Ela diz o seguinte: Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.20 de jun de 2011
Pinga também é cultura: a cachaça foi inventada por acaso! – Só …
http://www.sonoticiaboa.com.br/…/pinga-tambem-e-cultura-a-cachaca-foi-inventada-por-acas…
Qual é a cachaça mais antiga do Brasil?
Antes disso, a bebida era vendida em tonéis que passavam de bar em bar, onde a cachaça era engarrafada de maneira artesanal. A primeira cachaça a ser engarrafada no Brasil foi a famosa Ypióca.10 de mai de 2013
As Cachaças Mais Antigas do Brasil – Bebidas Express Blog
http://www.bebidaexpressblog.com.br/cachacas/as-cachacas-mais-antigas-do-brasil
Como se chama o especialista em cachaça?
Conheça um cachacier, sommelier e especialista em cachaça. A cachaça é a bebida mais brasileira que existe.
Conheça um cachacier, sommelier e especialista em cachaça – O Hall
ohall.com.br/viva-melhor/cachaca
Qual é a composição da cachaça?
A cachaça é uma bebida genuinamente brasileira, com teor de etanol entre 38% e 54% em volume, a 20 °C, obtida através da destilação do caldo de cana-de-açúcar fermentado. No presente artigo, são descritos alguns de seus aspectos históricos, sociais, econômicos, sua produção e sua composição química.3 de jan de 2002
Origem, produção e composição química da cachaça – QNEsc
qnesc.sbq.org.br/online/qnesc18/18-A01.pdf
Qual é o PH da cachaça?
Enquanto a aguardente de cana pode Page 9 5 ser obtida da diluição do destilado simples, a cachaça deve ser obtida exclusivamente da destilação do mosto fermentado de cana-de-açúcar. Por fim, as aguardentes devem possuir teor alcoólico entre 38 e 54% v/v a 20 °C, enquanto a cachaça de 38 a 48% v/v a 20 °C.
Aguardentes e Cachaça 2013 – FCA/Unesp
http://www.fca.unesp.br/Home/Instituicao/Departamentos/…/aguardentes-e-cachaca-2013.pdf
O que é a cabeça da cachaça?
A cachaça é o caldo de cana fermentado e destilado. Na fermentação, microorganismos conhecidos por leveduras convertem o açúcar da garapa em álcool. … É a chamada “cachaça de cabeça”, cerca de 10% do volume total, que contém alto teor de substâncias voláteis e faz um estrago danado no organismo de quem a consome.24 de jan de 2018
Como é feita a cachaça? | Superinteressante
https://super.abril.com.br/historia/como-e-feita-a-cachaca/
Quais são as melhores cachaças do Brasil?
Conheça o ranking das dez melhores cachaças
01 Porto Morretes Premium. Origem: Morretes (PR) …
02 Reserva do Gerente Carvalho. Origem: Guarapari (ES) …
03 Companheira Extra Premium. Origem: Jandaia do Sul (PR) …
04 Sanhaçu Umburana. Origem: Chã Grande (PE) …
05 Reserva 51. …
06 Leblon Signature Merlet. …
07 Porto Morretes Tradição. …
08 Weber Haus Extra Premium Lote 48 (6 anos)
Mais itens…
Conheça o ranking das dez melhores cachaças – Bartender Store
bartenderstore.com.br/dez-melhores-cachacas/
Quais as causas da ressaca?
Esse efeito diurético leva à desidratação, que causa os sintomas de boca seca, sede, dor de cabeça, irritação e câimbras. O ADH só volta a ser produzido pelo sistema nervoso central quando os níveis de álcool tornam-se baixos, geralmente após horas de eliminação excessiva de água.8 de dez de 2018
Por que temos ressaca após a bebedeira? • MD.Saúde
https://www.mdsaude.com/2008/12/ressaca-e-intoxicao-pelo-lcool.html
Qual o mal que a cerveja faz ao fígado?
E ainda que ele seja capaz de regenerar a si próprio, o consumo excessivo de álcool pode causar uma série de problemas no fígado, como gordura no fígado, hepatite alcoólica, cirrose, doença hepática gordurosa não alcoólica e câncer no fígado.13 de out de 2017
Cerveja Faz Mal Para o Fígado? – MundoBoaForma.com.br
https://www.mundoboaforma.com.br/cerveja-faz-mal-para-o-figado/
Quanto tempo o álcool fica no fígado?
Um fígado que funciona adequadamente é capaz de metabolizar cerca de 10 ml de álcool por hora. Dependendo da quantidade de álcool que está presente no organismo, se estima que em torno de 10 horas, o corpo é capaz de recuperar seu estado normal.28 de nov de 2017
Quanto tempo dura o álcool no sangue? – VIAGEM DO ROCK
viagemdorock.com.br/noticia/238305/quanto-tempo-dura-o-alcool-no-sangue
Qual matéria prima é utilizada no Brasil para produzir álcool?
(2) Fermentação de açúcares: No Brasil, a principal matéria-prima utilizada para a produção do etanol é a cana-de-açúcar. Nos Estados Unidos, utiliza-se o milho. … 2º) Moagem da cana-de-açúcar: A cana é triturada nas moendas das usinas, liberando assim o seu caldo conhecido como garapa.
Processo de produção de álcool. Fabricação e produção de álcool …
https://m.mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/processo-producao-alcool.htm
Quem criou a Cana-de-açúcar?
Quando os espanhóis descobriram o ouro e a prata das civilizações Azetca e Inca, no início do século XVI, o cultivo da cana e a produção de açúcar foram esquecidos. Oficialmente, foi Martim Affonso de Souza que em 1532 trouxe a primeira muda de cana ao Brasil e iniciou seu cultivo na Capitania de São Vicente.
A História da Cana-de-açúcar – Da Antiguidade aos Dias Atuais
http://www.udop.com.br/index.php?item=noticias&cod=993
O que o álcool pode causar no corpo humano?
Dependendo da quantidade ingerida e da condição física do indivíduo, os efeitos imediatos do álcool no organismo podem ser:
Fala arrastada, sonolência, vômitos,
Diarreia, azia e queimação no estômago,
Dor de cabeça, dificuldade para respirar,
Visão e audição alteradas,
Alteração na capacidade de raciocínio,
Mais itens…
•31 de ago de 2018
Saiba quais são os Efeitos do Álcool no Organismo – Tua Saúde
https://www.tuasaude.com/efeitos-do-alcool-no-organismo/
O que o álcool pode causar no organismo?
O uso excessivo e prolongado do álcool pode irritar a mucosa estomacal, causando a gastrite. … Assim sendo, é compreensível o porquê das pessoas que estão bebendo em jejum se afetam mais rapidamente e o porquê do álcool em excesso, ao longo do tempo, pode causar a cirrose hepática.
Os efeitos do excesso de álcool no organismo – Mundo Educação
https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/…/os-efeitos-excesso-alcool-no-organismo.htm
O que acontece com o fígado de quem bebe?
O órgão responsável por metabolizar o álcool é o fígado, e ele só metaboliza em média uma dose de bebida alcoólica por hora. Quando bebemos uma cerveja ou uma caipirinha, o álcool logo é absorvido pelo nosso sistema gastrointestinal. … “É como se o álcool forçasse o trabalho do fígado, que fica sobrecarregado”, diz Ana.
Saiba como cada parte do seu corpo sofre com o excesso de álcool …
https://www.minhavida.com.br/…/13014-saiba-como-cada-parte-do-seu-corpo-sofre-co…
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Do que é feito o álcool?
O álcool etílico ou etanol pode ser obtido a partir de vegetais ricos em açúcar, como a cana-de-açúcar, a beterraba e as frutas do amido, extrato da mandioca, do arroz e do milho, e da celulose extraída da matéria principalmente dos eucaliptos. A maior parte do álcool produzido é obtida através da cana-de-açúcar.
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL NOS ÚLTIMOS 12 ANOS – CEPA
http://www.cepa.if.usp.br/energia/energia1999/Grupo1B/palcooll.html
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Qual é a característica do álcool?
Características do álcool. O álcool é um líquido incolor, inflamável e com cheiro característico. Ele é obtido por fermentação de substâncias açucaradas ou amiláceas ou ainda por processos sintéticos. … Quimicamente, os álcoois são compostos orgânicos caracterizados pelo grupo hidroxila (OH).
Características do álcool – Toda Matéria
https://www.todamateria.com.br/caracteristicas-do-alcool/
Porque o álcool é considerado uma droga?
Apesar do desconhecimento por parte da maioria das pessoas, o álcool também é considerado uma droga psicotrópica, pois ele atua no sistema nervoso central, provocando uma mudança no comportamento de quem o consome, além de ter potencial para desenvolver dependência.
Álcool – Cebrid-Unifesp/EPM
https://www2.unifesp.br/dpsicobio/cebrid/folhetos/alcool_.htm
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… drogas é mesmo o álcool, que mata mais do que qualquer outra droga em nosso país, seja por causas diretas, como o coma alcoólico, por exemplo, …

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Álcool e drogas na adolescência


adolescência é uma fase muito delicada do indivíduo, representando a passagem da infância para a fase adulta. Nesse momento da vida, não só o corpo passa por mudanças importantes, como também começam a mudar os papéis, as relações sociais e o comportamento. É uma fase de incertezas, experimentações e descobertas, em que as possibilidades da vida adulta começam a se abrir ao mesmo tempo em que ainda não se adquiriu experiência e maturidade suficientes para se responsabilizar totalmente pelas próprias escolhas. 

É exatamente nessa fase da vida que sentimentos de antipatia e simpatia são mais percebidos e sentidos pelos jovens, que passam a buscar nas amizades o conforto e o consolo para seus principais dilemas. Aliás, dilema é o que mais aparece nesta fase. Amores não correspondidos, baladas não permitidas, objetos de consumo fora das possibilidades, pais ausentes, muito rígidos ou permissivos de mais, amigos com maior ou menor poder aquisitivo, viagens dos sonhos, enfim, são tantas as questões vividas pelos jovens que daria para preencher uma grande lista aqui. Mas, o assunto aqui não é a adolescência em si, e sim a escolha de se envolver com drogas e trilhar rumos incertos, que podem levar a destinos não tão agradáveis e prazerosos. 

Drogas na adolescência. Quem já passou por essa fase sabe que a realidade é bem complexa. Seja para quem se envolve com elas, seja para quem convive com quem se torna, na maioria das vezes, dependente. Quem ainda não passou por essa fase é ótimo estar lendo esse texto e refletir um pouco sobre esta que é uma preocupação nacional. 

Experimentar drogas tem sido uma prática muito comum entre os adolescentes. Se há alguns anos os jovens tinham que rodar a cidade em busca de um baseado (maconha), hoje já é possível trocar uma ideia com alguns amigos e saber ao certo onde encontrar. E não só maconha. Diversas outras drogas estão cada vez mais fáceis de serem acessadas, inclusive por crianças. Sim! Infelizmente elas também são alvo deste círculo vicioso que envolve usuários e traficantes 

A seguir, o assunto será abordado em diferentes aspectos. Mas, claro que não é possível esgotar a questão, afinal de contas, sempre há diferentes pontos de vista a considerar quando se trata de qualidade de vida e saúde. Também há de se levar em conta que esse é um tema de cunho social e com um pano de fundo político e cultural bem marcante. 

DROGAS LÍCITAS
A discussão acerca do uso de entorpecentes pode ser muito mais ampla do que imaginamos, uma vez que a tendência é que se enxergue como drogas nocivas aquelas cujo uso é proibido, mas temos que levar em consideração que existem drogas lícitas e ilícitas. Entre as drogas lícitas, ou seja, aquelas cujo uso não é proibido, estão o álcool e o cigarro, que não podem ser considerados menos prejudiciais à vida e à saúde das pessoas pelo simples fato de serem legalizados. 

No Brasil, além de as propagandas de bebidas alcóolicas serem numerosas e explorarem o desejo dos jovens pela busca do prazer imediato, associando o álcool a humor, diversão e relaxamento, a lei que proíbe o uso destas bebidas para menores de 18 anos não é seguida à risca e os adolescentes normalmente não encontram dificuldades para comprá-las e consumi-las em festas ou até mesmo em bares. 

Além disso, também existem medicamentos que podem ser usados de forma abusiva, como calmantes e descongestionantes nasais, por exemplo; bem como solventes que são vendidos para outros fins, como a “cola de sapateiro”, mas que têm o poder de causar alterações no estado da mente quando inalados. 

DROGAS ILÍCITAS
As drogas ilícitas são aquelas consideradas proibidas de serem produzidas, comercializadas e consumidas, são aquelas consideradas mais perigosas, como, por exemplo, a maconha, a cocaína, o ecstasy, a heroína e o crack. Essas substâncias podem deprimir (relaxamento), estimular (excitamento) ou perturbar (alteração na percepção, alucinações) a atividade cerebral, às vezes combinando mais de um efeito. Em alguns países, determinadas drogas são permitidas sendo que seu uso é considerado normal e integrante da cultura. 

A proibição, muitas vezes, dá a falsa impressão de que o uso de drogas ilícitas é incomum ou eficazmente combatido. Isso, porém, não corresponde à realidade. Além de não ser difícil ter acesso a essas substâncias, o fato de serem ilegais pode mascarar a necessidade de maior controle de seu uso e dificultar a ajuda ao dependente, que muitas vezes precisa de auxílio médico e psicológico, mas acaba sendo tratado como um criminoso. 

As drogas ilícitas, por serem proibidas, entram no país de forma ilegal. É o tráfico de drogas que promove a comercialização, feita sem a autorização das autoridades. Dentre as consequências das drogas ilícitas é possível citar a violência gerada em todas as fases de produção até o consumidor final. As demais consequências são: arritmia cardíaca, trombose, AVC, necrose cerebral, insuficiência renal e cardíaca, depressão, alterações nas funções motoras, perda de memória, disfunções no sistema reprodutor e respiratório, câncer, espinhas, convulsões, desidratação, náuseas e exaustão. 

Vale dizer que a dependência de drogas é algo que tem tratamento. Com auxílio médico e familiar o indivíduo pode deixar de usar drogas e voltar a ter uma vida social normal. 

ADOLESCÊNCIA
Na adolescência, fase em que se busca autonomia e fortalecimento da identidade, é comum que o indivíduo se aproxime mais dos amigos do que da família, buscando novas referências. E é justamente por ser um momento delicado e de muitas incertezas que os adolescentes se tornam vítimas fáceis do abuso de drogas lícitas e ilícitas, buscando aventuras, prazer imediato, fuga ou até mesmo uma aproximação do mundo dos adultos. 

Nesse período, um profundo mergulho no mundo do álcool e de outras drogas pode acarretar grandes danos à saúde e à vida da pessoa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o alcoolismo é uma doença que causa dano triplo ao indivíduo, prejudicando o corpo, a mente e a vida social (família, trabalho, estudos etc.). No que diz respeito aos adolescentes, o risco de dependência se difere do que acontece com os adultos, pois além dos demais riscos, o álcool deixa os adolescentes mais vulneráveis à violência e a acidentes, bem como atrapalha o aproveitamento escolar e o desenvolvimento, uma vez que o cérebro ainda está em processo de amadurecimento, podendo sofrer danos irreversíveis e acarretar problemas futuros, como doenças hepáticas e problemas psiquiátricos. Além disso, por terem um metabolismo mais rápido, os adolescentes vivenciam os efeitos das drogas de forma potencializada. 

No que diz respeito aos adolescentes, é comum que o uso de tóxicos diminua ou cesse com a chegada da vida adulta, com seus consequentes compromissos e obrigações. Para aqueles que desenvolvem dependência, será mais difícil encarar os desafios da nova fase, uma vez que sua relação com a droga pode afetá-los em todos os aspectos. Esse processo nocivo passa pela experimentação, normalmente por curiosidade e influência de amigos, passando pelo uso eventual, depois pelo uso frequente, até chegar à dependência. 

DADOS
Dados divulgados no estudo Prevalência do uso de drogas e desempenho escolar entre adolescentes, de Beatriz Franck Tavares, Jorge Umberto Beria e Maurício Silva de Lima, mostram que álcool e tabaco são de fato as drogas mais utilizadas por jovens e adolescentes. O uso de outros tóxicos, no entanto, se difere em países mais desenvolvidos daqueles ainda em desenvolvimento. Nos primeiros, a maconha é o entorpecente ilícito mais usado, enquanto nos segundos, os solventes têm mais adesão. 

Os números apresentados pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) apontam que entre os brasileiros de 12 a 17 anos, 5,2% são dependentes de álcool; 2,2%, de tabaco; 0,6%, de maconha; 0,2, de tranquilizantes. A média de início de consumo de álcool é de 12,5 anos, com uma tendência de que os jovens comecem cada vez mais cedo. Além disso, 15,5% dos estudantes do ensino médio e fundamental admitem que já usaram solventes e inalantes pelo menos uma vez. E segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2012, cerca de 15 mil alunos da rede pública fumaram crack pelo menos uma vez. 

A Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE/IBGE) de 2015, com alunos entre 13 e 15 anos, trouxe como dados de adolescentes que já experimentaram bebidas alcoólicas o percentual de 55,5% (56,1% de meninas e 54,8% de meninos) e de jovens que já experimentaram drogas ilícitas, 9%. Em relação ao cigarro, 19% afirmaram já tê-lo experimentado. Dessa forma, é possível concluir que, de fato, a porta de entrada para outras drogas é mesmo o álcool, que mata mais do que qualquer outra droga em nosso país, seja por causas diretas, como o coma alcoólico, por exemplo, como indireta, como acidentes de carro. 

EFEITOS
Em um primeiro momento, o uso da maior parte das drogas provoca efeitos muito positivos como sensação de bem estar, felicidade e coragem. O problema é que seus efeitos a longo prazo podem ser muito graves, especialmente quando utilizadas por muito tempo. 

Quem usa drogas pode vir a ter problemas sérios no funcionamento do coração, do fígado, pulmões e até mesmo do cérebro. Além disso, drogas em geral causam vício, ou seja, uma boa parte delas causa habituação, o que significa que o corpo vai precisando de uma dose cada vez superior para conseguir obter os mesmos resultados positivos. Essa habituação aumenta muito o risco de morte por overdose – para alguns tipos de drogas. 

A overdose acontece quando se usa uma dose excessiva de uma droga ou medicamento, o que pode provocar sérios problemas, especialmente a nível respiratório, podendo surgir dificuldade para respirar e acúmulo de líquido nos pulmões, o que acaba impedindo a respiração e pode levar à morte. 

Os sintomas podem variar de acordo com o tipo de droga, a forma como foi utilizada e se houve ou não mistura de outras drogas. Portanto, se houver suspeita de que alguém está tendo uma overdose é muito importante chamar imediatamente a ajuda médica ou levar a pessoa ao hospital, iniciando o tratamento para overdose o mais rápido possível. 

EFEITOS NA GRAVIDEZ
Os efeitos das drogas na gravidez podem ser observados na mulher e no bebê, e pode levar a aborto, parto pré-maturo, restrição do crescimento, baixo peso para a idade gestacional e mal formação congênita. 

O bebê poderá sofrer uma crise de abstinência das drogas logo após o nascimento, pois o seu organismo já estará viciado. Nesse caso, o bebê poderá apresentar sintomas como chorar muito, ficar muito irritado e ter dificuldade para se alimentar, dormir e respirar, necessitando de internação hospitalar. 

PRINCIPAIS TIPOS DE DROGAS
– Drogas naturais: como a maconha que é feita da planta cannabis sativa, e o ópio que tem origem nas flores da papoula; 

– Drogas sintéticas: que são produzidas de forma artificial em laboratórios, como o ecstasy e o LSD; 

– Drogas semi-sintéticas: como heroína, cocaína e crack, por exemplo. 

PREVENÇÃO
A família do adolescente que se envolve com drogas pode ajudar reconhecendo sua parcela de participação no que está ocorrendo. Depositar toda responsabilidade no adolescente ou nas amizades chamadas de “más companhias”, não solucionará o problema. Isso sem contar que pensar assim não parece muito condizente com a realidade. Há estudos que apontam quem quando um adolescente usa drogas está, na verdade, dando um “grito”por limites ausentes. Deixar a situação seguir sem tomar atitudes pode fazer a situação se agravar e fugir do controle. 

Ao descobrirem que o filho adolescente está usando drogas, alguns pais tendem a se sentirem culpados, questionando-se onde erraram na educação do filho, o motivo de tal fato estar acontecendo com eles já que nunca deixaram faltar nada em casa. Outros pais buscam a internação de seus filhos esperando um método de cura imediata. Há alguns que recebem a notícia acusando o grupo social a qual o filho pertence. 

Uma das formas de prevenir o uso de drogas entre os adolescentes é a informação, para que o adolescente tenha consciência dos riscos e dos efeitos do uso de drogas no organismo. É importante lembrar que, sim, existe um prazer momentâneo causado pelo uso dessas substâncias, mas que os danos são muito maiores do que esse prazer, sem falar que aquele que experimenta nunca sabe que tipo de relação irá desenvolver com a droga, podendo se livrar dela facilmente, mas também podendo desenvolver uma nociva e destrutiva dependência. 

Se o adolescente, em seu próprio lar, está exposto ao abuso de álcool e outras drogas, suas chances de se envolver com elas aumenta muito, não só pelo fator genético, como também ambiental. O “exemplo” conta muito nesse momento, levando em consideração que a lei de que menores de 18 anos não devem ingerir álcool seja cumprida, mesmo no ambiente do lar e sob a vigilância dos responsáveis. 

Além disso, proporcionar um ambiente rico em atividades prazerosas, buscando despertar aptidões e novos interesses, evita que o jovem se interesse pelas drogas por puro tédio ou falta de perspectivas. 

A atenção e o diálogo em casa, no entanto, são as principais armas no combate à adição. É importante que os pais estejam atentos ao comportamento dos filhos e que sinceramente se interessem e participem de suas vidas e de suas questões pessoais, compreendendo que problemas que possam parecer irrelevantes e bobos para um adulto podem ter um peso grande na vida do adolescente, como uma briga com os amigos ou com o(a) namorado(a). Cabe ao adulto ouvir, procurar compreender e oferecer possíveis recursos para enfrentar todos os tipos de questões sem recorrer a artifícios. 

Para saber mais, leia também:
Dependência, quando o hábito vira vício 

http://brasil.planetasaber.com/theworld/monographics/seccions/cards/default.asp?pk=3389&art=39

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Estudo destaca estreita relação entre álcool, drogas e violência
Consumo de álcool ou de pelo menos um tipo de droga esteve associado a mais da metade das mortes violentas ocorridas na cidade de São Paulo no período analisado.



A descoberta é que o consumo de álcool ou de pelo menos um tipo de droga guarda associação com mais da metade (55%) das mortes violentas ocorridas na capital paulista entre 2014 e 2015. (STVIOD/ 132 imagens/ Pixabay)
Por Peter Moon
Um grupo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) publicou os resultados de uma pesquisa a respeito da associação entre o consumo de álcool e drogas com a ocorrência de mortes violentas.
O trabalho coloca em números os dados dessa relação, no caso, na cidade de São Paulo. A descoberta é que o consumo de álcool ou de pelo menos um tipo de droga guarda associação com mais da metade (55%) das mortes violentas ocorridas na capital paulista entre 2014 e 2015.
O trabalho é resultado do pós-doutorado do epidemiologista Gabriel Andreuccetti, com a supervisão do professor Heráclito Barbosa de Carvalho, do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP, e em colaboração com o Departamento de Medicina Legal da mesma universidade, com a University of California, Berkeley, e apoio do Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo. O artigo foi publicado no periódico Injury e contou com apoio da FAPESP.
Para obter dados para o levantamento, Andreuccetti empregou um método de amostragem probabilística usando a cidade de São Paulo como população-alvo.
“Os casos amostrados eram vítimas adultas, feridas fatalmente, que tiveram causa de morte súbita, inesperada, violenta ou de outra forma não natural, e que deram entrada nas principais instalações médicas forenses que atendem toda a cidade e seus 96 distritos”, disse à Agência FAPESP.
Segundo a legislação, as vítimas de morte súbita, inesperada ou violenta devem obrigatoriamente ser submetidas a um procedimento de autópsia pelas equipes de perícias médico-legais (EPML). Anualmente, ocorrem em São Paulo cerca de 7 mil mortes que se enquadram nessa classificação. A maioria é composta por homicídios (26%), seguida pelos óbitos relacionados ao trânsito (20%) e por suicídios (10%).
O trabalho de levantamento de casos de mortes violentas ocorreu entre junho de 2014 e dezembro de 2015. Para obter uma amostra representativa da cidade, Andreuccetti coletou amostras de sangue de cadáveres durante autópsias pelas diversas EPML da cidade, em diferentes dias e horários da semana, ao longo de 19 meses.
Vítimas que receberam seis ou mais horas de tratamento médico devido ao evento de lesão ou que sobreviveram pelo mesmo período antes da morte foram excluídas da amostra.
“Há um grande número de casos de pessoas que deram entrada no hospital e vão parar no Instituto Médico Legal. Em muitos destes casos, a lesão fatal ocorreu de forma violenta ou súbita, sendo que a vítima pode ter estado sob efeito de drogas no momento do acidente, crime ou suicídio. Mas, devido à internação por mais de seis horas, os vestígios de álcool e drogas no sangue podem sofrer influência após o evento traumático. Esses casos foram excluídos do levantamento”, disse Andreuccetti.
O resultado final do levantamento chegou a uma amostra com 365 mortes, todas violentas, súbitas ou inesperadas, que deram entrada no IML. A amostra reuniu 104 homicídios (28,5% do total), 56 vítimas de acidentes de trânsito (ou 15,3%), 44 suicídios (12,1%), 26 quedas (7,1%) e 21 casos de envenenamento ou intoxicação (5,8%). Em 114 casos (31,2%), a morte súbita ou violenta ocorreu de formas que não as anteriores.
“Devido a diversas ações governamentais no começo da década (2010), a mortalidade no trânsito paulistano caiu consideravelmente, junto com a mortalidade por homicídios que vem caindo desde a década passada. Hoje a taxa de mortes por homicídios é maior do que no trânsito. Mas São Paulo é um caso atípico. No Brasil como um todo, essas flutuações foram bem menores, e continua-se morrendo muito por essas duas causas”, disse Andreuccetti.
Homens e jovens
Uma vez estabelecidas as situações onde ocorreram as mortes, o passo seguinte foi identificar quais apresentavam vestígios de álcool ou de drogas no sangue. Para tanto, amostras de sangue de todas as vítimas foram submetidas a uma triagem abrangente dos casos positivos para uma variedade de medicamentos, drogas ilícitas e álcool.
Foram verificadas a concentração de álcool no sangue (via cromatografia gasosa), bem como a presença de outras drogas, incluindo anfetaminas, sedativos (calmantes) e ansiolíticos (barbitúricos e benzodiazepínicos), maconha, cocaína, opioides (metadona, morfina, heroína) e pó de anjo (fenciclidina). A presença de drogas no sangue foi detectada por meio do ensaio de imuno-absorção enzimática (ELISA), posteriormente confirmada por espectrometria de massa.
Das 365 vítimas, 202 (55,3%) haviam ingerido álcool antes de morrer, ou estavam sob efeito de drogas no momento do falecimento, sendo que 63 só ingeriram álcool, 92 só usaram drogas e 47 fizeram as duas coisas.
“De cada duas vítimas, uma apresentava resquícios de álcool e/ou drogas no sangue. Isso significa que mais da metade das vítimas fez uso de álcool ou drogas imediatamente antes de morrer”, disse Andreuccetti.
O álcool foi a substância mais prevalente entre as vítimas que fizeram uso de qualquer tipo de substância psicoativa, seguido pela cocaína, maconha e os calmantes e ansiolíticos. Mais especificamente, entre as 202 vítimas positivas para álcool e/ou drogas, 30,1% ingeriram álcool, 21,9% cocaína, 14% maconha e 11,5% benzodiazepínicos. 16,2% usaram álcool e qualquer uma dessas drogas.
“Não esperávamos prevalência tão elevada de drogas na amostragem. De cada cinco vítimas que usaram drogas, quatro usaram cocaína ou maconha. É um dado preocupante”, disse Andreuccetti.
No caso das vítimas de acidentes de trânsito, quase metade (42,9%) tinha traços de álcool no sangue e uma em cinco (21,4%) estava sob efeito de uma ou mais substâncias. “Isso mostra que as drogas influenciam mais a violência interpessoal e o álcool os acidentes de trânsito”, disse Andreuccetti.
Com relação aos homicídios, em nada menos que 59,6% das mortes foi acusada a presença de alguma substância psicoativa ou álcool no sangue, sendo que 16,3% usaram álcool e cocaína juntos.
No que tange aos casos de suicídio, o álcool teve a menor representação de toda a amostragem. Apenas 9,1% do suicidas haviam ingerido álcool. Por outro lado, foi nesse grupo que o uso de benzodiazepínicos se revelou um dos mais prevalentes. Um em cada cinco estava sob efeito desses medicamentos (18,2%).
Do total de 202 mortes positivas para o uso de álcool ou drogas, havia nove homens para cada mulher. E cerca de uma em cada três vítimas tinha menos de 30 anos. “É nessa faixa que se concentra o maior número de vítimas de homicídio no Brasil. E foi nessa faixa etária que se verificou uma maior prevalência do uso de outras drogas, em combinação ou não com o álcool”, disse Andreuccetti.
A participação étnica se mostrou similar: metade dos mortos era branco (50,3%) e a outra metade composta por indivíduos de outra etnia (pardos, negros, etc.) (49,7%). 60,5% das mortes ocorreram no período das 6 da tarde às 6 da manhã. Morre-se de forma violenta mais à noite do que de dia na cidade de São Paulo.
Histórico criminal
Um dado revelador é que, das 365 mortes, 15,9% das vítimas tinham algum histórico criminal. Entre esses, o uso de outras drogas além do álcool e o uso múltiplo de substâncias foram maiores do que entre as vítimas que não possuíam histórico criminal.
Sempre que possível, Andreuccetti tentou quantificar as vítimas segundo o local de ocorrência da lesão fatal. Isso foi feito verificando-se a região da cidade onde o evento da lesão ocorreu. Assim sendo, inferiu-se que a maioria das mortes por violência quando sob a influência de drogas ocorre no centro e na periferia, ou seja, onde se concentram os maiores centros de comércio e a população de baixa renda, respectivamente.
“Isso sugere que há um componente socioeconômico, mas para sabermos mais seria necessário realizar um estudo específico. Por outro lado, o uso de álcool associado a essas mortes parece estar mais disseminado por toda a cidade de São Paulo”, disse Andreuccetti.
De acordo com o epidemiologista, conhecer essas estatísticas é um passo importante para tentar começar a reduzir os números de mortes violentas relacionadas ao consumo de álcool e drogas na cidade de São Paulo e em outras grandes cidades do país.
“Todas essas mortes causam um prejuízo enorme à sociedade em termos de serviços hospitalares e socorro de emergência, sem falar na dor para os familiares e no significado da perda pela violência de uma pessoa que poderia continuar trabalhando, estudando e produzindo”, disse.
LEIA TAMBÉM: A mudança climática vai nos tirar (também) a cerveja

Agência FAPESP, 17-10-2018.

http://domtotal.com/noticia/1302656/2018/10/estudo-destaca-estreita-relacao-entre-alcool-drogas-e-violencia/

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