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Archive for 13 de agosto de 2017

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Cromeleque dos Almendres localiza-se na freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe, no concelho de ÉvoraDistrito de Évora, em Portugal.

Constitui-se num círculo de pedras pré-histórico (cromeleque) com 95 monólitos de pedra. É o monumento megalíticodo seu tipo mais importante da Península Ibérica, e um dos mais importantes da Europa, não apenas pelas suas dimensões, como também pelo seu estado de conservação.

Junto com o menir dos Almendres, localizado nas proximidades, o conjunto é classificado pelo IGESPAR como Imóvel de Interesse Público desde 1974, foi elevado a Monumento Nacional em 2015.

cromeleque localiza-se próximo ao topo de uma encosta suave, voltada a leste, num monte de 413 metros de altitude, a cerca de 12 km a oeste da cidade de Évora.[3] O conjunto foi descoberto em 1964 pelo investigador Henrique Leonor Pina, durante os trabalhos de mapeamento para a Carta Geológica de Portugal.[2][3] Naquela altura foi realizada a limpeza da vegetação que ocupava o sítio e foram descobertos algumas peças de cerâmica e um machado de pedra polida.

Nas últimas décadas foram realizadas várias campanhas arqueológicas no local, organizadas por Mário Varela Gomes. Grande parte dos monólitos, que se encontravam caídos, foram recolocados nas suas posições originais durante os trabalhos.

O cromeleque encontra-se numa propriedade privada, mas a zona do monumento foi cedida à Câmara Municipal de Évora para uso público.

História e contexto

A região de Évora é densamente coberta por sítios arqueológicos que vão desde o início do Neolítico (7000 a 8000 anos atrás) até a Idade do Ferro, abrangendo meniresantasnecrópoles e povoações pré-históricas. O cromeleque dos Almendres pertence, assim, ao universo megalítico eborense e está relacionado com outros círculos de pedras das proximidades, como o Cromeleque da Portela de Mogos, em Montemor-o-Novo.

Fases da evolução do Cromeleque dos Almendres ao longo do Neolítico.

Segundo os trabalhos arqueológicos realizados no local, acredita-se que o conjunto foi formado em três etapas:

  • No final do Neolítico Antigo (fim do sexto milénio a.C.) foi erigido um conjunto de monólitos de pequeno tamanho, agrupados em três círculos concêntricos. O maior destes círculos media 18,80 m e o menor, 11,40 m. Actualmente há vinte e dois menires de pé neste recinto, dois tombados e restos de estruturas de sustentação de cinco outros;
  • No Neolítico Médio (quinto milénio a.C.) foi erigido a oeste dos círculos anteriores um novo recinto com a forma de duas elipses concêntricas, irregulares, adossadas ao recinto mais antigo. A elipse mais externa mede 43,60 m em seu eixo maior e 36 m no eixo menor. Durante os trabalhos arqueológicos foram encontrados ali vinte e nove menires em pé e dezassete tombados, além de estruturas de sustentação de onze menires já desaparecidos;
  • No Neolítico Final (terceiro milénio a.C.) os dois recintos foram modificados, especialmente o menor, que foi transformado numa espécie de átrio do recinto maior. Com a remodelação, o recinto menor possivelmente passou a orientar a entrada no recinto elíptico, com uma função nas solenidades sócio-religiosas que se realizavam ali. Além disso, é possível que nesse período tenham sido acrescentados aos dois recintos alguns monólitos com gravuras e que alguns menires tenham sido parcialmente aplainados, transformando-os em estelas.

No Calcolítico o conjunto deixou de ser utilizado, provavelmente pela influência das sociedades de metalurgistas que substituíram a cultura megalítica atlântica.

Características

Trata-se de um cromeleque erguido na encosta voltada a nascente de uma colina. Os monólitos são predominantemente de tamanho pequeno, de forma ovóidesub-paralelepipédica e sub-cilíndrica, mas alguns chegam a ter 2,5 a 3 metros de altura e possuem forma fálica ou estelarSão compostos por diferentes tipos de quartzodioritos, o que revela uma origem variada para os monólitos. Dois afloramentos de quartzodioritos e granodioritos localizados a 250 m e 1 km do cromeleque podem ter sido usados para esculpi-los.

Os menires de grande tamanho foram colocados sobre alvéolos (cavidades) previamente preparados que chegam até o substrato rochoso sob o solo. Uma coroa de pedras era colocada ao redor da base destes menires, depois coberta de terra e pedras menores, o que ajudava na sustentação. Os menires menores tinham alvéolos também menores, e os de menor dimensão eram sustentados apenas por uma coroa de pedras. Actualmente existe uma planta da disposição cada um destes monólitos, todos numerados, possibilitando a identificação das características individuais de cada um.

Menires decorados

Dez dos monólitos do cromeleque apresentam decoração em forma de relevos ou gravuras, dos quais quatro possuem apenas “covinhas” (série de pequenos buracos escavados na pedra).

Os outros são:

Menir 64, com relevos de círculos e raquetas.

  • Menir 48: apresenta uma pequena figura antropomórfica associada a um báculo.
  • Menir 57: numa face propositalmente aplainada mostra uma série de treze relevos em forma de báculos. Essas figuras ocorrem também em outros menires e são, provavelmente, representações de objetos de prestígio social construídos em xisto e materiais perecíveis. De fato, báculos de xisto são encontrados em monumentos megalíticos alentejanos.
  • Menir 56: numa face aplainada apresenta uma representação estilizada de uma grande face humana, com nariz, olhos e boca. Pode ser considerado uma estátua-menir.
  • Menir 76: também possui uma figura antropomórfica, como o menir 56. A decoração de ambos se assemelha ao de menires do Cromeleque da Portela de Mogos.
  • Menir 64: localizado próximo ao centro do recinto maior, apresenta relevos em forma de raquetas e círculos.
  • Menir 58: possui três representações de discos solares, associados a linhas onduladas que representam raios.

Cromeleque dos Almendres, Guadalupe, Évora, Portugal, 2014

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromeleque_dos_Almendres

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Templo de Gdantija

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Templo de Gdantija, em Malta

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Ggantija (“Torre dos Gigantes”) é um complexo neolítico, de templos megalíticos na ilha Mediterrânica de Gozo. Os templos Ggantija são os primeiros de uma série de Templos megalíticos de Malta. Seus construtores erigeram os dois templos de Ggantija durante o neolítico (c. 3600-2500 aC), o que torna esses templos velhos de mais de 5500 anos e umas das mais antigas estruturas religiosas humanas do mundo. Templos megalíticos de Malta, juntamente com outras estruturas semelhantes, foram designados Património Mundial da UNESCO,

Os templos foram, provavelmente, o seio dum culto da fertilidade; os arqueólogos acreditam que as figuras e numerosas estátuas encontradas no local estão ligadas a esse culto. Segundo o folclore Gozitano local, gigantes construíram esses templos e usaram-nos como locais de culto.

Os templos Ggantija erguem-se no fim do planalto Xagħra, voltados para o sudeste.

Na realidade, este monumento megalítico é constituído por dois templos, construídos lado a lado e dentro de um muro de fronteira. O que esta situado a sul é maior e mais velho, datado de, aproximadamente, 3600 aC. Também é o mais bem preservado.

https://pt.wikipedia.org/wiki/%C4%A0gantija

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Um Bom Pai

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Um bom pai não é aquele que nunca perde a paciência, mas é aquele que dialoga muito com os seus filhos, que tem prazer em entrar no mundo deles, que não os deixa do lado de fora da sua história. Ninguém tem filhos sabendo o que é ser pai. Ser pai exige um constante treino, em que os erros corrigem as rotas e as lágrimas acertam os caminhos. Educar filhos é uma tarefa complexa. Costumo brincar e dizer que os melhores filhos para serem educados são os dos outros e não os nossos. E fácil educar os filhos dos outros, pois não temos vínculos nem dificuldades com eles. Sem vínculo, o amor não cresce, mas onde há vínculos há sempre problemas e atritos. Não acredite em manuais mágicos de educação. Acredite na sua sensibilidade.

A melhor educação que os pais podem dar aos seus filhos é dividir a sua história com eles. O melhor treino da emoção é falar das suas frustrações, dos seus momentos de hesitação, das suas conquistas, dos seus sonhos, dos seus erros. Nunca houve tantos divórcios, mas o ser humano não deixa de se unir. Porquê? Porque viver em família é uma das experiências mais prazerosas da existência.

Os pais não devem ter vergonha de pedir desculpa aos seus filhos quando se zangarem ou agirem injustamente para com eles. Eu peço desculpa às minhas filhas quando falho. Porque é que não me escondo atrás do meu conhecimento e da minha autoridade? Porque desejo treiná-las de forma a tornarem-se mais humanas, a aprenderem a não ter medo de errar, a falarem dos seus sentimentos e a transformarem as suas derrotas em experiências de rida.

O melhor presente para os filhos é dar o seu tempo e a sua presença. Elogie-os muito mais do que criticá-los. Nunca critique ninguém sem antes o elogiar. Os elogios animam a alma. Precisamos de aprender a linguagem da emoção. Quem almeja ver dias felizes precisa de aprender a chorar. Quem deseja ser um sábio precisa de reconhecer a sua debilidade. Quem quer ser um mestre precisa de aprender a ser, antes de tudo, um grande aluno na escola da vida.

Augusto Cury, in ‘Treinar as Emoções Para Ser Feliz’

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Michael Phelps, 28 medalhas olímpicas e aposentado. Maior atleta da história só quer ser um bom pai

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Também adoro: MATISSE!

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Vida e obra de Henri Matisse (1869 – 1954).

O esteta da simplicidade e da cor

Aos 19 anos de idade, estudante de Direito em Paris, Henri Matisse dividia seu tempo entre o trabalho vespertino de escriturário em uma firma de advocacia e, pela manhã, as aulas em uma escola de desenho. Foi quando uma crise de apendicite o deixou um longo tempo preso à cama e assim, afastado do trabalho burocrático, começou a se dedicar com mais afinco à pintura. “Antes, o cotidiano me aborrecia. Ao pintar, passei a sentir-me gloriosamente livre e tranqüilo”, ele dizia.

Henri Emile Bernoit Matisse nasceu no último dia do ano de 1869, em Le Cateau, no norte da França. Era filho de um farmacêutico e comerciante de grãos, que sonhava em fazer do filho um próspero advogado. Contudo, Matisse preferiu abandonar a carreira jurídica e dedicar-se integralmente à pintura. Enquanto freqüentava como ouvinte a Escola de Belas-Artes, em Paris, ia ao Louvre para copiar os quadros de grandes mestres ali expostos.

No começo, tudo parecia ir bem. Matisse teve quatro obras expostas no Salão da Sociedade Nacional de Belas Artes e foi convidado para ser membro associado da entidade. Contudo, seu flerte inicial com a estética impressionista contrariou as expectativas da parcela mais conservadora da crítica e ele passou a encontrar dificuldades em divulgar seu trabalho.

A situação se radicalizou quando participou do célebre Salão de Outono de 1905, em Paris, ao lado de Albert Marquet, Maurice Vlaminck e André Derain, que rejeitavam a paleta suave dos impressionistas e aderiram às cores fortes e aos traços expressivos, próximos aos de Vincent van Gogh e Paul Gauguin. A crítica detestou e reagiu com violência.

Matisse e seus colegas foram então chamados de “fauves”, numa livre tradução, “bestas selvagens”. Daí surgiu o termo “fauvismo”, utilizado inicialmente de forma pejorativa, para definir o movimento, de duração efêmera.

Porém, o escândalo e a controvérsia ajudaram a divulgar o nome de Matisse e a aproximá-lo de marchands mais esclarecidos e das vanguardas estéticas de seu tempo. O artista passou a vender um quadro atrás do outro e a fazer viagens pela Europa, África e Ásia, onde manteve contato com novas influências que se refletiram em seu trabalho, desde a tapeçaria oriental aos arabescos da arte islâmica.

Mas foi na luminosa cidade de Nice, na Riviera Francesa, com suas construções brancas e o mar azul do Mediterrâneo ao fundo, que Henri Matisse encontrou seu principal refúgio. Distanciado cada vez mais dos arroubos fauvistas, o artista buscava a harmonia e a paz de espírito. “Sonho com uma arte do equilíbrio, pureza e serenidade, isenta de temas inquietantes e perturbadores”, dizia. “Quero que minha arte seja como uma boa poltrona em que se descansa o corpo cansado”.

Em 1941, combalido por um câncer no intestino, Matisse foi submetido a duas cirurgias, que lhe tolheram os movimentos e o deixaram em uma cadeira de rodas. Foi nesse período que passou a trabalhar mais intensamente com uma técnica que desenvolvera desde 1937: a aplicação de tinta em papel recortado, os famosos gouaches découpées, que serviriam para ilustrar seu livro Jazz, de 1947. As fotos desta época mostram Matisse em seu quarto de hotel, com tesoura na mão e pilhas de papel colorido no chão.

Cada vez mais recluso, cercado de plantas e de pássaros que criava livremente no quarto, Henri Matisse viveu até 1954. Seu último trabalho foi o projeto de decoração de uma pequena capela na cidade montanhesa de Vence. Para a construção, despojada e banhada de sol, desenhou vitrais azulados e murais com finos traços negros sobre azulejos brancos. Considerava ter atingido ali a plenitude da simplicidade, sua obra-prima.

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Curiosidades

  • Tempos bicudos
    Henri Matisse casou em 1898, com Amélie Parayre, que ajudou o marido servindo-lhe de modelo e confeccionando chapéus para complementar a renda familiar. A situação financeira do casal nos primeiros anos após o casamento era crítica, ao ponto de Matisse ter que recorrer ao emprego de assistente de cenógrafo, encarregado de pintar folhas de louro para a decoração do pavilhão onde seria realizada Exposição Universal de 1900.
  • Uma ajuda providencial
    Uma das primeiras pessoas a acreditar no talento de Henri Matisse foi a escritora Gertrude Stein. Colecionadora de arte, ela comprou vários quadros do início de carreira de Matisse. Foi ela também quem o apresentou a muitos marchands parisienses, o que ajudou a divulgar o nome de Matisse entre as principais galerias da capital francesa.
  • Ilustrador de James Joyce
    Matisse foi também um exímio ilustrador. Entre seus trabalhos no gênero, destacam-se as gravuras que fez para uma edição de Flores do Mal, do poeta Baudelaire, e para o romance Ulysses, de James Joyce. Em 1937, também desenhou os cenários e os figurinos para uma montagem teatral de O Vermelho e o Negro, de Stendhal.
  • Pintando na cama
    Quando caiu enfermo, vitimado pelo câncer, Matisse continuou a pintar, embora passasse bom tempo na cama. Ele fixava pontas de carvão na extremidade de longas varas e, com elas, rabiscava as paredes e o teto de sua suíte no hotel Régina, em Nice.
  • Duelo de gigantes
    Picasso e Matisse nutriram uma convivência baseada na competição e, ao mesmo tempo, na admiração mútua. Ambos conquistaram fãs arrebatados e radicais no mundo das artes. “Picassistas” e “matissistas” chegavam a trocar ofensas e defendiam de forma ardorosa a suposta supremacia de seu respectivo ídolo. “Ninguém nunca olhou tão atentamente para meu trabalho quanto Picasso, nem tão atentamente ao trabalho dele como eu”, ponderava o próprio Matisse.

Contexto histórico

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Ombro a ombro com picasso

  • Matisse é considerado por muitos críticos e historiadores da arte, junto com Pablo Picasso, o pintor mais importante e revolucionário do século 20. Uma de suas maiores inovações foi libertar a cor do caráter naturalista. Em 1905, por exemplo, ao pintar o retrato de sua esposa, pôs uma sombra verde no meio do rosto dela. “Quando pinto um verde, não significa dizer grama; quando pinto um azul, não quer dizer céu”, observava.É curioso notar que a obra de Matisse, ao contrário da de Picasso, não absorveu nenhum dos grandes momentos de tensão da história européia na primeira metade do século passado. Durante a Primeira Guerra Mundial, após não conseguir se alistar por que já havia passado da idade máxima permitida para o recrutamento, praticamente deixou de pintar, preferindo dedicar-se ao estudo do violino. Quando estourou a Segunda Guerra, já estava muito mais atormentado com a própria saúde, lamentando ter que deixar Nice por causa do avanço das tropas inimigas.

    As obras iniciais de Matisse, sobretudo “Luxo, Calma e Volúpia”, de 1904, com suas pinceladas isoladas, ainda são tributárias do neo-impressionismo, embora já anunciasse uma simplificação dos traços e dos volumes. Com o tempo, sua pintura evoluirá para uma crescente busca pela pureza da forma, da linha e das cores, o que atingirá seu ponto máximo nos gouaches découpées, os trabalhos de colagem com papel recortado.

    O crítico italiano Giulio Carlo Argan afirmava que a obra de Henri Matisse era, de certo modo, uma resposta negativa ao cubismo. “Ao cubismo, que analisa racionalmente o objeto, ele contrapõe a intuição sintética do todo”. Em uma das obras mais famosas do artista, “A Dança”, no qual cinco figuras humanas se alongam e dançam de mãos dadas, Argan vê a suprema realização do objetivo central da trajetória artística de Matisse: expressar a máxima complexidade por meio de uma enorme simplicidade.

Sites relacionados

  • Museu Matisse – Site com reprodução de inúmeros desenhos e telas do artista. Em inglês e francês.
  • Resultado de imagem para O Torso de Gesso
  • ‘O Torso de Gesso’ (1919), obra de Matisse que está no Masp.
  • Masp – Conheça a obra “O Torso de Gesso”, que pertence ao acervo do Museu de Arte de São Paulo.

http://www.henri-matisse.net/paintingssectionone.html

  • Henri Matisse Art Gallery – Galeria virtual, com muitas obras de Matisse, organizadas por ordem alfabética. Em inglês.

 

Principais obras

Resultado de imagem para Luxo, Calma e Volúpia

  1. Luxo, Calma e Volúpia (1904)- O quadro pertence à uma das primeiras fases de Matisse, ainda fortemente influenciado pelo neo-impressionismo. 

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  1. A Janela Aberta (1905)- Exposto no Salão de Outono, que deu origem ao nome “fauvismo”

Resultado de imagem para Madame Matisse Matisse

  1. Madame Matisse (1905)- O abandono do uso naturalista da cor. O quadro também é conhecido como “Retrato com Listra Verde”.

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  1. A Dança (1909-1910)- Uma das realizações mais notáveis de Matisse, que expressa vigor e leveza ao mesmo tempo.

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  1. Interior vermelho (1947)- Um dos mais expressivos dos inúmeros quadros com cenas de interiores de casas pintadas por Matisse.

Resultado de imagem para Jazz Matisse

  1. Jazz (1947)- Série de 20 gravuras feitas em papel recortado, técnica que marcaria os últimos trabalhos do artista.

Fonte: 

http://mestres.folha.com.br/pintores/08/

MINHA FONTE:

http://7dasartes.blogspot.com.br/2011/10/vida-e-obra-de-henri-matisse-1869-1954.html

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Resultado de imagem para Auto-Retrato Vincent van Gogh

Biografia de Vincent van Gogh
Van Gogh (1853-1890) foi um importante pintor holandês, um dos maiores
representantes da pintura pós-impressionista.

Vincent Willem van Gogh (1853-1890) nasceu em Zundert, uma pequena aldeia
holandesa, no dia 30 de março de 1853. Filho de um pastor calvinista era uma
criança rebelde e insociável. Em 1869 ingressou num internato provinciano. Em
1869 foi para Haia trabalhar com o tio que abriu a sucursal da Galeria Goupil, uma
importante empresa que comerciava obras e livros. Depois de três anos é mandado
para Bruxelas, onde passa dois anos. Depois vai para Londres, sempre a serviço da
galeria.
Em 1875, van Gogh consegue sua transferência para Paris, onde julgava poder
libertar-se de todas as suas frustrações. Em abril de 1876, após indispor-se com os
clientes, é demitido do grupo Goupil. Vai para Inglaterra onde aceita o cargo de
professor em escolas primárias de pequenas cidades. Nesse mesmo ano, em
dezembro, vai para Etten, onde encontra sua família, mas suas relações familiares
continuam difíceis, só se sente compreendido por Theo, seu irmão mais novo.
Van Gogh torna-se depressivo e sofre seguidas crises nervosas, passa longos
períodos de solidão. Em 1877 consegue emprego em uma livraria em Dordrecht, até
que decide seguir a carreira do pai. Ingressa no Seminário Teológico da
Universidade de Amsterdã. Reprovado por falta de base entra na Escola Evangélica,
em Bruxelas. Consegue o lugar de pregador missionário nas minas de carvão de
Borinage, na Bélgica. Em 1879 é demitido, pois prega pouco e preocupa-se
demasiadamente com os doentes e as crianças.
Em 1880 vai para Bruxelas, e com o dinheiro que o irmão lhe manda, estuda
anatomia e perspectiva. Passa os dias desenhando. Em 1881 muda-se para Haia,
onde é acolhido pelo pintor Mauve. Pinta aquarelas, onde aparecem marinheiros,
pescadores e camponeses. Escreve para o irmão “Eu não quero pintar quadros, eu
quero pintar a vida”. Em julho de 1882 pinta seu primeiro quadro a óleo. No ano
seguinte volta para a casa dos pais, onde passa os dias lendo e pintando.
Em 1885 seu pai morre repentinamente. Nesse mesmo ano pinta “Os Comedores de
Batata”, em um ambiente sombrio e tons escuros. Em novembro viaja para
Antuérpia, onde em janeiro de 1886 inicia estudos na Academia local. Em fevereiro é
acolhido por Theo, em Paris, que dirige a Galeria Goupil. Nessa época pinta “Pai
Tanguy” (1887). Encontra-se com Pissarro, Degas, Gauguin, Seurat. Em dois anos
pinta 200 quadros, entre eles, o “Auto Retrato” (1887).
Van Gogh encontra-se com a saúde precária e segue os conselhos de Toulouse-
Lautrec, vai para o campo e em fevereiro está em Arles, pintando ao ar livre. Pinta
mais de 100 quadros, entre eles, “Girassóis” (1888) e “Armand” (1888). Convida
Gauguin para trabalharem juntos, mas Van Gogh tem crises de humor. Há relatos
que sua amante teria se envolvido com Gauguin e ao descobrir discute e agride o
amigo com uma navalha. Arrependido corta um pedaço de sua orelha e manda num
envelope para a mulher que motivou a briga. É recolhido para o hospital e em
seguida vai para casa e pinta o “Auto Retrato com a Orelha Cortada” (1888).

Em maio de 1889 ele mesmo pede ao irmão que o interne. Vai para o Hospital de
Saint-Rémy e transforma seu quarto em um ateliê. Fez mais de duzentos novos
quadros, centenas de desenhos. Theo é chamado, mas não pode visitar o irmão,
pois sua mulher espera o primeiro filho. Pede a Signac, um amigo pintor, que vá
visitá-lo. Signac sai impressionado com a pintura de Van Gogh e leva alguns amigos
à casa de Theo para ver os quadros. O jornal Mercúrio de França faz elogios ao
pintor. Uma exposição na Galeria de Bruxelas é organizada, mas só vende um
quadro “A Vinha Vermelha”, o único que teria sido vendido durante a vida do pintor.
Van Gogh deixa Saint-Rémy em maio de 1890. Vai para Auvers, sob os cuidados do
Dr. Gachet que o examina e diz que a situação é grave. Pinta mais de 200 desenhos
e mais de 40 quadros, entre eles, “Os Ciprestes”, “Trigal com Corvos” e “Retrato do
Dr. Gachet”. No dia 27 de julho, Van Gogh sai para o campo de trigo com um
revólver na mão, no meio do campo dá um tiro no peito sendo socorrido, mas não
resiste.
Van Gogh morreu em Alvers, França, em 29 de julho de 1890. No dia de sua morte,
no sótão da Galeria Goupil, em Paris, 700 quadros amontoavam-se sem comprador.
A fama só veio após sua morte. Grande parte de sua história está descrita nas 750
cartas que escreveu para seu irmão Theo, e que evidenciava a forte ligação entre os
dois.

Obras de Van Gogh

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A Igreja em Nuenen, 1884

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Os Comedores de Batata, 1885

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A Casa Paroquial de Nuenen, 1885

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Caveira com Cigarro Aceso, 1886

Resultado de imagem para Guinguette de Montmartre van goghGuinguette de Montmartre, 1886

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A Italiana, 1887

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A Ponte Debaixo da Chuva, 1887

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Natureza Morta com Absinto, 1887

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Dois Girassóis Cortados, 1887

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Auto-Retrato com Chapéu de Palha, 1887

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Pai Tanguy, 1887-1888

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Auto-Retrato Dedicado a Gauguin, 1888

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Terraço do Café na Praça do Fórum, 1888

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A Casa Amarela, 1888

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Barcos de Saintes-Maries, 1888

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O Velho Moinho, 1888

Resultado de imagem para La Mousmé van GoghLa Mousmé, 1888

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Detalhe do quadro… 

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A Vinha Vermelha, 1888

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Girassóis, 1888

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O Quarto de Van Gogh em Arles, 1889

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Noite Estrelada, 1889

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Auto-Retrato com Orelha Cortada, 1888

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Campo de trigo com ciprestes – 1889

Resultado de imagem para Os Ciprestes, 1889 van Gogh

Detalhe do quadro…

liiiindo demais!

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Oliveiras, 1889

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Os Ciprestes, 1889

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A Sesta, 1890

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A Ronda dos Prisioneiros, 1890

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Amendoeiras, 1890

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A Igreja de Auvers, 1890

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Trigal com Corvos, 1890

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Retrato de Dr. Gachet, 1890

EXCERTOS

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«Calculo que, com uma pensão duns setenta e cinco francos mensais, há-de haver
meio de me internar, de modo a que eu tenha tudo quanto precisar. 
Em seguida, empenhar-me- ei, caso seja possível, em poder sair durante o dia para ir
desenhar ou pintar ao ar livre. Pois, se aqui saio todos os dias, julgo que o sistema
pode continuar. 
Pagando mais, previno-te de que seria menos feliz. A companhia dos outros
doentes, compreendes, não me é de todo desagradável, até me distrai. Mas um
aposento separado… Resta saber como serão os regulamentos duma instituição
como essa. 
Quanto a mim, bem sabes que não teria escolhido precisamente a loucura se me
fosse dado escolher. No entanto, talvez tenha a consolação de poder continuar a
trabalhar um pouco na pintura.»

https://www.wook.pt/livro/ultimas-cartas- ao-meu- irmao-theo- vincent-van- gogh/3050038

Resultado de imagem para O que sou eu aos olhos da maioria das pessoas? Uma não entidade, ou um homem excêntrico e desagradável – alguém

“O que sou eu aos olhos da maioria das pessoas? Uma não entidade, ou um homem
excêntrico e desagradável – alguém que não tem e nunca terá posição na vida, em
suma, o menor dos menores. Muito bem, mesmo que isso fosse verdade, devo
querer que o meu trabalho mostre o que vai no coração de um homem excêntrico e
desse joão-ninguém.” – Carta de Vincent ao irmão Théo (21 de julho de 1882).

http://obviousmag.org/archives/2013/07/van_gogh_e_o_elogio_a_loucura.html

Google Imagens ma-ra-vi-lhooooo-sas!!!

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Graciiiiiinha D+++!

Fotos em Movimento

FOTOS QUE SE MOVEM!!!!

Feche os olhos por um momento, e respire profunda e lentamente. Abra-os devagar, e aprecie a beleza destas comoventes fotos em movimento criadas pelo designer e fotógrafo francês Julien Douvier. São imagens híbridas, onde apenas alguns dos elementos na foto são animados. Quando chegar ao final da série, tenho certeza que você se sentirá muito mais sereno. 
 

A apresentação é acompanhada por música – recomendamos que ligue suas caixas de som. Para iniciá-la, clique no botão de play.

http://pt.bcdn.biz/Files/2016/6/21/3e5b1d09-7af2-4da7-bbdf-50f01d8d3fae.mp3

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