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Archive for 20 de julho de 2017

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Gente,

voltei de mais uma seção de cinema.

Hoje: TRANSFORMERS!

Pensei que não curtiria, mas me enganei.

Muito movimentado e cheeeeeeeeeiiiiiiioooooo de computação!

Interessante sobre isso… aqueles supercarros, aqueles bonecões imensos metálicos – os Transformers – … kkk

mas a história tem a velha (e adorada) temática do duelo entre o BEM e o MAL.

Valeu!

Mary

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Já sabemos que a angustia em Transformers – O Último Cavaleiro vai ser grande devido a reviravolta de ver Optimus não defendendo mais os humanos, … (Google)

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Os filmes de Transformers estão nas mãos do diretor Michael Bay desde 2007. Desde então já foram lançados cinco filmes mostrando a eterna guerra entre os Autobotse os Decepticons. Infelizmente, para os fãs da saga, o filme Transformers: O último cavaleiro além de ter recebido as mesmas críticas negativas que o resto da franquia também apresentou uma baixa bilheteria.

O universo de Transformers é muito vasto e não falta espaço para continuar explorando a jornada dos Autobots, afinal de contas, eles viajam pelo universo explorando outros planetas e buscando recursos para seus objetivos. Então, qual o problema com a franquia? Por que ela tem decaído a cada novo filme? A busca por algo que torne Transformers mais atraente e rentável é, sem sombra de dúvidas, a maior preocupação de seus produtores atualmente, e aqui vão algumas formas de que os filmes de Transformes poderiam ser melhorados.

1 – Adeus, Michael Bay

Esse é o primeiro tópico da lista por um motivo muito específico: todos os seguintes se tornam muito mais fáceis de se realizar a partir desse. A franquia Transformers nada mais é do que o “estilo” exagerado de Bay fazer cinema: explosões, explosões, explosões, cena sensual da Megan Fox (ou de qualquer outra atriz envolvida no projeto) e mais explosões. Ok, o primeiro filme de Transformers foi bom, e apesar dos defeitos, contava uma história, mas as sequências tinha roteiros mal desenvolvidos, inconsistentes e mostravam apenas motivos rasos para mais lutas gigantescas entre os robôs. Se você quer uma má notícia, o diretor afirmou em entrevista que já existem mais14 roteiros prontos para Transformers. PAREM ESSE HOMEM, POR FAVOR!!!

2 – Reboot

Com Michael Bay fora de Transformers podemos começar a corrigir os erros que ele cometeu, ou seja, uma nova sequência de filmes exigiria um reboot pesado. A nova história teria que recontar a mitologia dos AutobotsDecepticons e o planeta de Cybertron sem a quantidade de contradições dos filmes de Bay. Vale lembrar que muitos personagens importantes da história original foram completamente esquecidos pelos roteiristas que aproveitaram apenas Optimus Prime, Bumblebee e Megatron. Outra sugestão? Criar designs mais próximos da Geração 1 de Transformers, com exceção dos principais robôs, todos os outros são muito parecidos e facilmente confundíveis nos filmes de Bay.

3 – Autobots menos sádicos

No nosso artigo 5 momentos em que Optimus Prime foi tão cruel quanto os decepticons citamos alguns momentos em que o protagonista de Transformers não foi lá um herói tão bom. No terceiro filme, Transformers: o lado oculto da lua, os Autobotsnegligenciaram a Terra, deixando os Decepticons tomarem conta de Chicago. Os filmes de Michael Bay desenvolveram apenas um grupo de robôs violentos, que apesar de dizerem lutar pela justiça, liberdade e paz fazem  todo o oposto. Seria interessante ver nas telas os Autobots como exploradores que desejam aprender sobre a Terra e não destruí-la inconsequentemente.

4 – Menos Terra, mais Cybertron

Transformers é uma história épica sobre duas facções, os Autobots e os Decepticons, que buscam recursos em todo o universo para manter controle sobre o seu planeta de origem, Cybertron. Então, por que em todos os filmes de Bay esses conflitos se passam na Terra? Seria incrível ver Optimus Prime explorando outros planetas, tendo contato com outras espécies. Além de abrir inúmeras possibilidades para o roteiro, também acabaria com o formato atual dos filmes que às vezes foca nos conflitos dos personagens humanos mais do que o necessário e faz piadas imbecis sobre masturbação e funções corporais. Além de todos os problemas no roteiro, Michael Bayainda tem um péssimo senso de humor.

5 – Megatron

Da mesma forma que os Autobots precisam de mais desenvolvimento mostrando o lado de exploradores e pesquisadores, o vilão Megatron também precisa de algumas explicações. Nos filmes de Bay, o decepticon simplesmente chega metendo o louco, destruindo e explodindo tudo porque bem.. É um filme do Michael Bay. Mas pense comigo, todos os grandes vilões das histórias tem uma boa motivação e uma personalidade desenvolvida. Pense comigo: Darth Vader em Star WarsVoldemort em Harry Potter... Uma nova sequência de filmes poderia trabalhar mais as motivações e a personalidade do vilão que tem um enorme potencial para ser marcante no cinema.

http://www.fatosdesconhecidos.com.br/5-formas-de-melhorar-os-filmes-de-transformers/

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Boa madrugada, Gente!

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A comissão de estudos do Comitê Brasileiro de Têxteis e do Vestuário, formado pela ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), ONG Criança Segura, dentre outras entidades que representam o setor, trabalham no sentido de regulamentar a fabricação de artigos de vestuário infantil no país, para diminuir os fatores de risco para as crianças. Nesse sentido, foi publicada a lei NBR 16365/2015, referente à segurança de roupas infantis. A lei traz várias recomendações de segurança para a roupa infantil, entre elas os tipos de tecidos mais indicados.

O segmento de moda infantil tem um crescimento expressivo no país e a indústria têxtil está investindo cada vez mais em tecidos tecnológicos extremamente confortáveis e com inúmeros benefícios, que proporcionam melhor caimento e conforto.  São usadas tecnologias a fim de fabricar roupas mais resistentes que secam mais rápido e quase não amassam. Porém, é preciso ter muita cautela, pois nem todos os tecidos são indicado para uso infantil, já que as crianças têm a pele mais sensível. É preciso ter atenção não só com as roupas usadas pelas crianças, mas também com outros artigos como toalhas, mantas, edredons e revestimento de cadeirinhas e carrinhos. Não há ainda nenhuma lei que regulamente estes outros produtos infantis, que também tem tecidos em sua composição. Por isso os pais devem ficar atentos à composição destes materiais.

Recomendações importantes

  • O tecido mais indicado para a confecção de roupas infantis ainda é o algodão. Além da maciez, é uma fibra que permite que a pele respire, absorvendo o suor do corpo;
  • Não é indicado o uso de tecidos sintéticos para crianças, por conter muitas substâncias químicas que podem causar alergias e outros problemas mais graves. Além disso, esses tecidos derretem facilmente em contato com altas temperaturas e não deixam a pele respirar.
  • Tecidos felpudos como algumas lãs, soltam pêlos que podem atingir os olhinhos, boca e nariz do bebê, causando irritações e alergias. O melhor é procurar tecidos anti-alérgicos para as mantas e casaquinhos;
  • Roupas em tecidos nobres como o linho e o cashimir não são práticos nem confortáveis;
  • Peças em brim e jeans devem ter uma gramatura leve, para não atrapalhar os movimentos da criança;
  • Vale a pena investir em tecidos de alta qualidade e durabilidade, contanto que sejam de fibras naturais e ofereçam maciez, conforto e flexibilidade.

TIPOS DE FIBRAS

Todos os tecidos são feitos de fibras e existem basicamente três tipos de fibras: as naturais, as artificiais e as sintéticas.  As principais fibras utilizadas atualmente pela indústria têxtil são:

Fibras naturais

Fibras naturais foram as primeiras a serem utilizadas na fabricação de roupas. São derivadas de fontes orgânicas e podem ter três origens, a origem animal (lã e seda);a origem mineral (amianto); e a origem vegetal (algodão, juta, cânhamo, linho). Os tecidos de fibras naturais são bem confortáveis, flexíveis, duráveis e resistentes. Além de serem práticos, de toque agradável e deixarem a pele respirar, as fibras naturais não deformam. A desvantagem é que amassam com facilidade e podem desbotar com o tempo.

Fibras artificiais

Os tecidos artificiais provêm de: fibras celulósicas, tais como acetatos e viscose, e “fibras proteicas”, procedentes de matérias como o milho e óleos vegetais. Imitam perfeitamente a seda, o cetim e o algodão. No século XX houve um grande avanço na indústria química, que passou a usar novas técnicas para extrair fibras de fontes naturais para produzir novos tecidos. As fibras artificiais são resistentes, desbotam pouco e têm um toque sedoso. Secam rápido e quase não amassam. Como desvantagem, por não absorverem a transpiração, podem deixar odor nas peças. Devem ser passadas a ferro a baixas temperaturas e sem vapor, pois queimam com facilidade. É muito importante olhar sempre as etiquetas que estão nas roupas para saber como lavar, estender, secar e passar.

Fibras sintéticas

Os tecidos sintéticos são feitos de fibras produzidas pelo homem usando como matéria-prima produtos da indústria petroquímica. As mais conhecidas são o poliéster PES, a poliamida PA, o acrílico PAC, o polipropileno PP e o poliuretano elastomérico PUR (Elastano), além das aramidas (Kevlar e Nomex). Até o fim da Primeira Guerra Mundial, a Alemanha era o centro da indústria química, que depois passou a ser liderada pelos EUA, que promoveu um grande desenvolvimento na produção de tecidos sintéticos. Esse tipo de tecido tem características muito parecidas com as dos tecidos de fibras artificiais com muitas desvantagens. As roupas de microfibras, de nanotecnologia e os ecologicos de origem de garrafas PETs, estão cheios de produtos químicos e corantes, tornando-os um perigo potencial para a saúde.

Os tecidos sintéticos usam uma grande parte das reservas petroquímicas do planeta, lembrando que são recursos não renováveis; Só na fabricação de poliéster são jogados na natureza metais pesados e outras substâncias altamente tóxicas, algumas delas cancerígenas, que além de poluírem a natureza, podem causar irritações em peles mais sensíveis. Além de tudo isso são usadas grandes quantidades de água durante o processo de fabricação de tecidos feitos com fibras sintéticas.

CONHEÇA AS SIGLAS

As siglas abaixo são as mais comuns:

Fibras de origem vegetal
Abacá – CB
Algodão – CO
Juta – CJ
Linho – CL
Rami – CR
Cânhamo – CH
Sisal – CS
Côco – CC

Fibras de origem animal
Lã – WO
Seda – SK ou S
Alpac – WP
Cashemere – WS

Fibras de origem mineral
Amianto – A
Fibras artificiais
Acetato – CA
Lyocel ou Liocel – CLY
Modal – CMO
Viscose – CV

Fibras sintéticas
Acrílico – PAC
Elastano – (poliuretano ou spandex) – PUE
Poliéster – PES
Poliamida – PA
Polipropileno – PP
Poliuretano Elastomérico – PUR
Aramidas- AR
Polietileno – PP
Polietilenotereftalato – PET ou PFT
Vinilal – PVA+
Triacetato – CTA

Fonte: Publicado originalmente em: http://itsagirl.com.br/2015/11/05/conheca-os-tecidos-mais-indicados-para-roupas-infantis/

Publicado 17 de novembro de 2016 por 

http://tanianeiva.com.br/2016/11/17/conheca-os-tecidos-mais-indicados-para-roupas-infantis/

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Resultado de imagem para plânctons

JÁ QUE CHEGAMOS ATÉ AQUI… MAIS INFORMAÇÕES, ENTÃO:

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Bentos, plânctons e néctons: uma forma de classificar o ecossitema marinho

 
Quando pensamos no ambiente marinho como ecossistema, a categorização mais lembrada é estratificada da seguinte maneira:

  • fitoplâncton
  • zooplâncton
  • vertebrados

No entanto, estas duas primeira podem ser generalizadas em um único grupo e esta última pode receber uma outra denominação, além também de se levar em conta mais um outro grupo.

O primeiro grupo, reúne o fito e o zooplâncton no chamado planctônicos. A eles se identifica a ausência do poder de locomoção, sendo arrastados por correntezas ou flutuando à deriva, embora haja exceções de alguns invertebrados. Sobretudo, pelo fitoplâncton, os planctônicos se tornam a base da cadeia alimentar, pois dentre eles estão os produtores ou fotossintetizantes e que são os seres essenciais para a produção de O2 e captação de CO2. O zooplâncton contribui para o equilíbrio ecológico e é composto de seres microscópicos até animais em estágio larval; estes organismos podem permanecer a vida inteira como plâncton ou apenas durante a fase de larva ou de ovo.

O segundo grupo é o que leva o nome de nectônicos. Nesse grupo os seres têm a condição contrária a dos plânctons, nele, os seres possuem não só órgão para a locomoção, como também, adaptações fisiológicas. Os exemplos mais próximos de nossa realidade são os peixes e mamíferos aquáticos. Como no primeiro grupo, este é divido entre aqueles que permaneceram a maior parte da vida pela coluna d’água (os pelágicos) e aqueles que passam a maior parte em contato com o substrato (os demersais). Neste caso, a importância destes animais é encontrada em seu valor econômico. Por serem mais diversos, as atividades comerciais são centradas neles.

Por fim, o terceiro grupo é o dos chamados bentônicos. Refere-se aos seres que vivem associados ao substrato ou a parte mais profunda do mar. Dentro desse grupo pode haver as seguintes divisões:

  • Sésseis, fixos no substrato, como as esponjas e algas macroscópicas;
  • E os que se locomovem pelo substrato, como caranguejos e estrela-do-mar.
Ou
  • Fitobento: exemplificados pelas micro algas e plantas aquáticas enraizadas;
  • Zoobento: animais e protistas.

Se considerar tamanho, ainda teria mais uma:

  • Macrofauna: para os organismos vistos a olho nu
  • Microfauna: seres com o seu desenvolvimento no substrato como os protistas.
  • Meiofauna: são exemplificados por moluscos, seres que vivem permanentemente enterrados.

Fontes

Comuns aos três:
http://www.grupoescolar.com/pesquisa/planctons–nectons–bentos.html
Plânctons:
http://escolakids.uol.com.br/plancton.htm
http://escola.britannica.com.br/article/482226/plancton
http://www.todamateria.com.br/plancton/
http://www.coladaweb.com/biologia/reinos/plancton
http://www.infoescola.com/biologia/plancton/
Néctons:
http://aomarbiologico.blogspot.com.br/2013/07/nectons-definicao.html
http://massaliquida.blogspot.com.br/2012/04/qual-o-significado-dos-termos-plancton.html
http://meioambiente.culturamix.com/ecologia/fauna/comunidades-marinhas-plancton-necton-e-bentons  
Bentos: 
http://meioambiente.culturamix.com/ecologia/fauna/comunidades-marinhas-plancton-necton-e-bentons
http://brasilescola.uol.com.br/biologia/comunidades-marinhas.htm 

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