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Archive for 19 de julho de 2017

Plânctons… lindos!

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Inúmeros seres vivos minúsculos, sem capacidade de locomoção, flutuam à deriva nos mares e em outros meios aquáticos do mundo. Esses organismos são chamados de plâncton. Eles podem ser vegetais, animais ou de outros tipos.

Plâncton Planet

Exposição de artes de plânctonhttp://www.maritimemuseum.co.nz/plankton-arts-exhibition

Mestre em Ciências Biológicas (UFF, 2016)
Graduada em Biologia (UNIRIO, 2014)

 

Composto por seres microscópicos que apresentam baixo poder de locomoção, o plâncton constitui um dos mais importantes grupos de organismos aquáticos, sendo o principal responsável pela produtividade primária nestes ecossistemas

Composição e classificação

Englobando uma variedade de organismos, o plâncton pode ser classificado em diferentes categorias de acordo com critérios como dimensão, habitat e duração da vida planctônica. Em termos biológicos, estes organismos podem ser divididos em bacterioplâncton, que inclui as bactérias e algas azuis (i.e. Cyanophyceae); fitoplâncton, composto pelas algas microscópicas e protistas autótrofos; e zooplâncton, que inclui os animais e protistas heterotróficos. Esta última categoria, por sua vez, compreende desde organismos unicelulares até vertebrados como larvas e ovos de peixes, cujas formas planctônicas são especialmente classificadas como ictioplâncton, devido à sua importância econômica e ecológica (i.e. recrutamento dos peixes). Além destes, alguns protistas fotossintetizantes que também são heterótrofos (i.e. alimentam-se de outras formas planctônicas), são denominados mixoplâncton.

Em relação à dimensão, o plâncton pode ser agrupado em seis classes: fentoplâncton, que corresponde aos indivíduos de menor tamanho (0,02 a 0,2 µm), picoplâncton (0,2 a 2µm), nanoplâncton (2 a 20 µm), microplâncton (20 a 200 µm), mesoplâncton (200 µm a 20 mm), macroplâncton (2 a 20 cm) e megaloplâncton, classe macroscópica composta principalmente por organismos do zooplâncton (> 20cm).

A classificação do plâncton também pode estar relacionada ao seu habitat. O plâncton marinho (Haliplâncton) divide-se em dois grupos, Neirítico e Oceânico, que correspondem, respectivamente, aos organismos que habitam as águas costeiras antes e depois do limite da plataforma continental. O plâncton estuarino é composto por indivíduos que habitam ecossistemas costeiros e toleram variações de salinidade, enquanto que o plâncton dulcícola (Limnoplâncton) é formado por organismos que habitam apenas ecossistemas de água doce.

O tempo de vida plânctonica também pode ser utilizado como critério de classificação para estes organismos. O Holoplâncton consiste nos indivíduos que permanecem no plâncton por todo o seu ciclo de vida, enquanto que o Meroplâncton corresponde aos organismos que apresentam apenas uma fase de seu ciclo na forma planctônica, migrando para o bento ou nécton em sua fase adulta. O Ticoplâncton, por outro lado, é constituído por organismos bentônicos que são ocasionalmente levados para o ambiente pelágico por ação de correntes fortes.

Flutuabilidade

Em geral, os organismos planctônicos são mais densos do que a água; a carapaça de sílica de uma diatomácea, por exemplo, tem densidade em torno de 2,60 g cm-3, enquanto a densidade da água marinha aproxima-se de 1,02 g cm-3. Como consequência, estes organismos desenvolveram estratégias adaptativas a fim de evitar sua submersão, dentre as quais pode-se citar o aumento da força de flutuação, obtido pelo movimento do corpo ou partes deste, e a redução do peso específico. Esta última pode ser alcançada pela simples redução do tamanho corporal, ou ainda pela presença de substâncias de baixa densidade como gases e óleos em cavidades corporais, favorecendo a flutuação. O aumento da superfície de sustentação do corpo também promove maior resistência ao afundamento, e está relacionado ao formato do corpo (com formas achatadas apresentando maior resistência) e à presença de apêndices como espinhos e longos filamentos.

Distribuição

Transportados passivamente por correntes e movimentos d’água, o plâncton apresenta uma distribuição espacial em ambos os planos horizontal (ao longo de quilômetros) e vertical (em termos de profundidade), assim como variações temporais nictemerais e sazonais. Espacialmente, a distribuição do plâncton ocorre de forma agregada (i.e. em manchas), de acordo com os fatores físicos e químicos que regulam o crescimento destes organismos como a luminosidade, temperatura, salinidade e a disponibilidade de nutrientes. A ação de correntes e fortes ventos também pode influenciar a distribuição das espécies, assim como as interações biológicas que ocorrem entre estas, porém em menor escala.

O padrão vertical de distribuição do plâncton na coluna d’água também está ligado ao gradiente de parâmetros abióticos, em especial à luminosidade. Este fator influencia na taxa fotossintética, que decai conforme o aumento da profundidade, como também nas migrações sazonais e verticais realizadas por estes organismos, que migram para a superfície da água durante a noite, e tendem a submergir ao amanhecer. Além da luminosidade, a temperatura também pode afetar a migração vertical dos organismos, especialmente quando ocorre a formação de termoclina. Este fenômeno causa a estratificação da coluna d’água, dificultando a migração dos organismos entre as distintas camadas d´água (i.e. com diferentes densidades).

Leia também:

Referência:

Biologia Marinha. Pereira, R. C., & Soares-Gomes, A. (2002). Rio de Janeiro: Interciência, 2, 608.

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Do Face da amiga Cláudia Yoshida

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A larva de uma estrela do mar é um tipo de plâncton. Essa é uma das fotos a serem expostas no Zoológico de Londres

(Fotos: Richard R. Kirby)

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ENCONTREI MATÉRIA NECESSÁRIA… PRECISO BLOGAR AQUI… VALE A PENA LER!

O processo de fabricação de fibras e tecidos sintéticos, solta resíduos tóxicos e após esses tecidos serem transformados em roupas, continuam soltando micropartículas durante a sua lavagem. Novos estudos mostram que enormes quantidades de minúsculas fibras de tecidos sintéticos estão indo parar nos oceanos a partir das máquinas de lavar roupa domésticas.  Ao lavar roupas de malha, lã ou tecido plano feitas de poliéster, acrílico e nylon, pequenas microfibras são eliminadas durante o processo, independente se são fibras virgens ou recicladas. Por serem muito pequenas, os filtros das máquinas de lavar convencionais não conseguem retê-las.

Publicado 15 de julho de 2016 por Tânia Neiva
Tecidos sintéticos prejudicam a saúde e poluem os oceanos

Esse post foi publicado originalmente no meu blog It’s a Girl. Lá eu falo sobre os riscos dos tecidos sintéticos para a saúde de crianças e adultos. Além de prejudicar a saúde de quem usa uma roupa feita com esse tipo de tecido, essas fibras também poluem o meio ambiente. Mais uma vez a indústria da moda prejudicando o meio ambiente. Os tecidos sintéticos são os preferidos da indústria por serem mais baratos do que as fibras naturais, mas eles são derivados do petróleo, sendo, portanto, altamente tóxicos. Esses tecidos não deveriam ser utilizado para vestuário, principalmente de crianças. pois não se sabe ao certo qual o real impacto que eles causam à saúde em longo prazo. Os pais devem pensar seriamente nesse assunto e avaliar se vale à pena comprar algumas marcas infantis que utilizam tecidos sintéticos em suas roupas.

O processo de fabricação de fibras e tecidos sintéticos, solta resíduos tóxicos e após esses tecidos serem transformados em roupas, continuam soltando micropartículas durante a sua lavagem. Novos estudos mostram que enormes quantidades de minúsculas fibras de tecidos sintéticos estão indo parar nos oceanos a partir das máquinas de lavar roupa domésticas.  Ao lavar roupas de malha, lã ou tecido plano feitas de poliéster, acrílico e nylon, pequenas microfibras são eliminadas durante o processo, independente se são fibras virgens ou recicladas. Por serem muito pequenas, os filtros das máquinas de lavar convencionais não conseguem retê-las.

Essas micropartículas ( com menos de um milímetro de diâmetro) e fibras acabam contaminando plâncton, que serve de  alimento para os animais aquáticos. O plâncton marinho é composto por milhares de organismos microscópicos. Esses pequenos animais acabam ingerindo micropartículas de plástico que se soltam durante a lavagem de roupas  sintéticas e poluem os oceanos. Isso vem prejudicando outros animais maiores que se alimentam de plâncton, como tartarugas marinhas, baleias, aves e peixes. Pequenos animais se alimentam do plástico contaminado e ao longo da cadeia alimentar, acabam propagando a intoxicação até os seres humanos. Toneladas de peixes, camarões, lulas, lagostas e caranguejos comem plâncton e depois são pescados e vendidos para consumo humano.

Foi realizado um estudo recente intitulado “A poluição da microfibra e a Indústria de Vestuário,” sob direção da Dr. Patricia Holden, microbiologista ambiental na Escola Bren de Ciência e Gestão Ambiental da Universidade da Califórnia. Esse estudo descobriu que um casaco de lã sintética (a que mais solta microfibras) lança uma média de 1,7 gramas de microfibras por lavagem, dos quais cerca de 40% entra nos sistemas de água naturais. Estas fibras sintéticas estão criando um impacto negativo sobre a vida aquática, com evidência de bioacumulação na cadeia alimentar.

Segundo o mesmo estudo, entre a composição química das substâncias encontradas, três quartos são de poliéster, e o resto é formado por poliamida, polipropileno e acrílico. Essas substâncias correspondem à composição dos tecidos sintéticos. Para combater o problema da poluição das águas, os pesquisadores sugerem que as empresas fabricantes de máquinas de lavar considerem a importância de novas pesquisas e tecnologias capazes de reduzir as emissões de microfibras nas redes de esgoto, como a ultrafiltração. Novas tecnologias inovadoras estão sendo desenvolvidas para reduzir a quantidade de água utilizada no processo de lavagem, para que menos microfibras sintéticas sejam liberadas pelas peças de vestuário. Porém, mesmo que a emissão de microfibras seja reduzida, os tecidos sintéticos continuarão a representar um risco à saúde humana.

Fibras sintéticas

Fibras sintéticas

Microplastico

Microplásticos

Os tecidos feitos de garrafas PET recicladas, que são erroneamente ditos ecológicos, também liberam microfibras na lavagem como os tecidos de poliéster virgem e o problema é que não são biodegradáveis como as fibras de tecidos naturais como algodão ou artificiais como modal, liocel e viscose. A melhor solução seria a fabricação somente de plásticos biodegradáveis feitos de amido de plantas que dissolvem na terra ou água e utilizar somente novos fios sintéticos feitos de cana de açúcar, milho, trigo e beterraba.

Em 12 de Maio de 2016, foi lançada durante a Cúpula de Moda de Copenhague a campanha Ocean Clean Wash, uma parceria entre o Fashion Institute da Dinamarca e a ONG Plastic Soup Foundation. A campanha reúne mais de 80 membros de uma coalizão mundial e resultou em uma proibição de microesferas de plástico em produtos de cuidados pessoais nos Estados Unidos e uma pressão contínua para aplicat a proibição também na Europa.

Já aderiram mais de 70 organizações, líderes ambientais e cientistas que assinaram uma declaração de apoio a esta iniciativa. A iniciativa convida empresas de moda, fabricantes de máquinas de lavar roupa e a indústria têxtil para assinar Carta Ocean Clean Wash e juntar forças para acabar com o problema.

Uma equipe de cineastas e pesquisadores conseguiram filmar pela primeira vez, um grupo de copépodes (um tipo de zooplâncton que se alimenta de algas no oceano) que se alimenta com partículas de plástico. As imagens, gravadas através de um microscópio, foram feitas pelo Laboratório Marinho de Plymouth, na Inglaterra, que visa aumentar a consciência sobre como a poluição está afetando até mesmo as menores criaturas do mar. Os pequenos pontos verdes são pedaços de microplásticos coloridos com corante fluorescente.

Veja o vídeo, clic:

http://tanianeiva.com.br/2016/07/15/tecidos-sinteticos-prejudicam-saude-e-poluem-os-oceanos/

OU

veja aqui:

E MAIS UM…

 

 

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casas, pequenas

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AQUELA DO POST ANTERIOR… LINDA… RSRSRS

casas, pequenas

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Um “studio” no Canadá

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http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=3353

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“Ninhos!”

casas diferentes

É simplesmente apaixonante a forma como os japoneses pensam. Eles são tão excêntricos e criativos, mas também têm uma ética de trabalho incrível e sempre fazem o seu melhor. Então, sempre que alguém do Japão vem com uma ideia que parece ousada, ninguém tira sarro daquela iniciativa. Pelo contrário. Eles conseguem se organizar e executar o plano. Estas 24 casas estranhamente maravilhosas mostrarão o que eu quero dizer.

casas diferentes

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casas diferentes

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O edifício dourado à esquerda é projetado para parecer um copo de cerveja Asahi, e a gotícula à direita é o que foi derramado. Infelizmente, eles não conseguiram sustentá-la na posição vertical. Você pode acreditar que uma empresa séria realmente aprovou isso?

casas diferentes

casas diferentes

ESTA CASINHA POR DENTRO É TÃO BEM DIVIDIDA, TÃO FOOOOOFA!!!! RSRS

VOU TENTAR ENCONTRAR AS IMAGENS QUE JÁ POSTEI HÁ TEMPOS…

http://www.primeirahora.com.br/noticia/82391/arquitetos-japoneses-se-superam-na-criacao-de-belas-casas-com-pouco-espaco

ACHEEEEEIIII!!!! 

UM COMENTÁRIO… E CREIO QUE SIM = É VERDADE!

1up disse:

A questão desses “criações” de arquitetos não é o espaço.

O que ocorre é que o preço pra se montar uma casa dessa e muito alto.

Ou seja, se vc tem mt dinheiro a ponto de conseguir gastar com isso, então na verdade não precisa construir uma casa em tão pouco espaço.

Ou vice versa: Se você não tem dinheiro pra comprar um terreno maior, então não terá tb pra construir uma casa como essa.

http://obutecodanet.ig.com.br/index.php/2011/11/04/arquiteto-japones-cria-casa-em-minusculo-pedaco-de-terreno/

CONTINUANDO… “NINHOS!”

casas diferentes

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LEIA SOBRE… CLIC:

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=9920

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Valor bissurdo! kkk

benefícios do repolho

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LEIA TUDO SOBRE… CLIC:

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=9924

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Como fazer nuggets crocrantes com um toque especial de alho

Você quer encantar seus familiares no jantar? Bem, esta é a receita perfeita! Um  nuggets especial feito com frango fresco temperado com especiarias e alho para dar um toque especial, revestido de uma massa crocante perfeitamente temperada e saborosa. O melhor de tudo é que esta delícia é assada e não frita! O resultado é uma refeição leve (ou lanche) que todos vão saborear e pedir mais!

Nuggets de frango assado ao alho (serve 4 porções)

Ingredientes:

• 1 quilo de peito de frango desossado ​​e sem pele cortados em pedaços grandes (como mostra a imagem)
• 10 dentes de alho bem picados
• 2 colheres de chá de sal divididas em duas partes
• 2 colheres de chá de pimenta-do-reino divididas em duas partes
• 6 xícaras de cereal matinal de milho sem açúcar (corn flakes)
• 1/2 xícara de parmesão ralado
• 1 colher de chá de páprica
• 1 e 1/2 colher de chá de alho em pó
• 1 xícara de farinha para uso geral
• 1/2 xícara de creme de leite
• Óleo para untar a forma e papel-manteiga

Modo de preparo:

1. Preaqueça o forno a 200 graus. Forre uma forma com papel-manteiga e reserve por enquanto.

2. Em uma tigela de tamanho médio, misture os pedaços de frango, o alho, 1 colher de chá de sal e 1 colher de chá de pimenta-do-reino e deixe o tempero incorporar por alguns minutos.

3. Na tigela do processador de alimentos, adicione os flocos de milho, o queijo parmesão, o restante do sal e pimenta-do-reino, o alho em pó e a páprica. Processe até que os flocos de milho estejam menores (mas não deixe virar pó). Coloque a mistura em uma tigela de tamanho médio e reserve. Se não tiver processador, pode usar o liquidificador para isso.

4. Despeje a farinha de trigo em um saco plástico selável de tamanho grande. Adicione os pedaços de frango ao saco e agite uniformemente até que todos pedaços estejam revestidos com farinha.

5. Disponha agora o frango já revestido de farinha de trigo em uma tigela de tamanho médio. Regue com o creme de leite e um pouco de óleo e adicione-o à mistura de flocos de milho. Mexa bem até que todos os pedaços estejam envolvidos pelos flocos.

7. Asse por cerca de 20 minutos, ou até o frango ficar dourado e crocante. Está pronto! Bom apetite! 

Fonte: tiphero

Que tal servir essa delícia com uma saborosa salada de tomates, pepino e abacate? Seria a combinação perfeita!

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=9923

🐣🐓🌼🌻🌸🌹🐣🐓🍀🌿🍂🌺 BOM APETITE! 🌼🌻🌸🌹🐣🐓🍀🌿🍂🌺🐣🐓

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