Feeds:
Posts
Comentários

Archive for 1 de julho de 2017

Altivez…

26 de junho - O leão-do-atlas Schroeder descansa ao lado de um de seus filhotes no zoológico de Neuwied, na Alemanha (Foto: Thomas Frey/DPA via AP)

26 de junho – O leão-do-atlas Schroeder descansa ao lado de um de seus filhotes no zoológico de Neuwied, na Alemanha

(Foto: Thomas Frey/DPA via AP)

http://g1.globo.com/mundo/noticia/imagens-da-semana-de-24-a-30-de-junho-de-2017.ghtml

 

PUUUTZ…

AFFFFF….

KKKKKK

ACHO QUE EU MORRERIA DE FOME… RSRS – CADA CULTURA É “UMA!”

26 de junho - Mulher usa luvas para encher a boca de insetos em uma competição para ver quem consegue comer mais insetos promovida em um ponto turístico de Lijiang, na província de Yunnan, na China (Foto: Reuters/Stringer)

26 de junho – Mulher usa luvas para encher a boca de insetos em uma competição para ver quem consegue comer mais insetos promovida em um ponto turístico de Lijiang, na província de Yunnan, na China

(Foto: Reuters/Stringer)

*

27 de junho - Crianças brincam com armas de bolhas de sabão na costa do mar mediterrâneo durante o feriado de Eid al-Fitr em Tel Aviv, Israel (Foto: Amir Cohen/Reuters)

27 de junho – Crianças brincam com armas de bolhas de sabão na costa do mar mediterrâneo durante o feriado de Eid al-Fitr em Tel Aviv, Israel

(Foto: Amir Cohen/Reuters)

*

27 de junho - A fêmea de leopardo-de-amur Mia cuida de um de seus filhotes em recinto do zoológico de Leipzig, na Alemanha. Mia deu à luz dois leopardinhos machos no dia 22 de abril; eles ainda não foram batizados (Foto: Jens Meyer/AP)

27 de junho – A fêmea de leopardo-de-amur Mia cuida de um de seus filhotes em recinto do zoológico de Leipzig, na Alemanha. Mia deu à luz dois leopardinhos machos no dia 22 de abril; eles ainda não foram batizados

(Foto: Jens Meyer/AP)

O presidente dos EUA, Donald Trump, sorri enquanto ouve a fala do primeiro-ministro indiano, Narendra, Modi, em coletiva de imprensa conjunta em jardim da Casa Branca, em Washington, EUA (Foto: Saul Loeb/AFP)

O presidente dos EUA, Donald Trump, sorri enquanto ouve a fala do primeiro-ministro indiano, Narendra, Modi, em coletiva de imprensa conjunta em jardim da Casa Branca, em Washington, EUA

(Foto: Saul Loeb/AFP)

26 de junho - Cavalos islandeses correm tocados em grupo de volta do pasto aos estábulos em uma fazenda de Anspach, na Alemanha (Foto: Michael Probst/AP)

26 de junho – Cavalos islandeses correm tocados em grupo de volta do pasto aos estábulos em uma fazenda de Anspach, na Alemanha

(Foto: Michael Probst/AP)

http://g1.globo.com/mundo/noticia/imagens-da-semana-de-24-a-30-de-junho-de-2017.ghtml

Anúncios

Read Full Post »

O fisioterapeuta Masayuki Ozaki toma banho ao lado de sua boneca Mayu (Foto: Behrouz Mehri / AFP )

‘É humana’

“As mulheres japonesas têm o coração duro”, reclama, enquanto passeia com a boneca por uma praia. “São muito egoístas. Sejam quais forem meus problemas, Mayu, ela, sempre está aqui. Sou louco por ela e quero estar sempre com ela, que me enterrem com ela. Quero levá-la ao paraíso”.

Assim como ele, muitos homens no Japão possuem este tipo de bonecas, chamadas “rabu doru” (boneca do amor), sobretudo viúvos e portadores de deficiência, e não as veem como meros objetos sexuais, mas como seres com alma.

“Meu coração bate a mil por hora quando volto para casa com Saori”, garante Senji Nakajima, de 62 anos, enquanto vai fazer piquenique com sua companheira de silicone.

“Nunca me passaria pela cabeça enganá-la, nem com uma prostituta, porque para mim ela é humana”, explica este empresário, casado e pai de dois filhos.

*

“Li um artigo em uma revista sobre o tema destas bonecas e fui ver uma exposição. Foi amor à primeira vista”, suspira Ozaki, que leva Mayu para passear em cadeira de rodas, põe perucas nela, a veste e dá joias de presente.

“Quando minha filha entendeu que não era uma Barbie gigante, ficou com medo e achou nojento, mas agora já é suficientemente crescida para dividir a roupa com Mayu”, explica.

Masayuki Ozaki posa ao lado de suas bonecas de silicone em seu quarto (Foto: Behrouz Mehri / AFP )

*

Yoshitaka Hyodo, blogueiro de 43 anos, tem mais de dez dessas bonecas. Ele também tem uma namorada, de carne e osso, aparentemente bastante compreensiva.

“Agora é mais para se comunicar em um nível emocional”, afirma este homem, também fã de objetos militares, cercado de mulheres de plástico, às quais veste como soldados.

Uma atividade artesanal

Umas duas mil bonecas de silicone são vendidas no arquipélago, segundo profissionais do setor. Equipadas com cabeça e vagina desmontáveis, custam 5,3 mil euros (algo mais que 6 mil dólares).

“O que chamamos com pompa de ‘a indústria’ das bonecas do amor é uma atividade artesanal de nicho”, escreve a antropóloga Agnès Giard, que em 2016 dedicou um livro a este fenômeno e sua história no Japão.

As primeiras surgiram em 1981. A versão em silicone, depois em vinil e em látex, é do ano 2001.

“A tecnologia fez grandes progressos desde as horríveis bonecas infláveis dos anos 1970”, explica Hideo Tsuchiya, diretor da Orient Industry, um dos fabricantes japoneses.

“Agora têm uma aparência incrivelmente autêntica e você tem a sensação de tocar pele humana. Cada vez mais homens as compram porque têm a impressão de poder se comunicar com elas”.

Senji Nakaji faz piquenique ao lado de sua boneca (Foto: Behrouz Mehri / AFP )

Quando o fogo da paixão se apagou definitivamente entre ele e sua esposa, Masayuki Ozaki tomou uma decisão curiosa para preencher seu vazio. Comprou uma boneca de silicone que se tornou — ele garante — o amor de sua vida.

Com tamanho natural e aparência muito realista, apesar do olhar perdido, Mayu divide sua cama na casa da família em Tóquio, onde também moram sua mulher e a filha adolescente do casal.

“Depois que a minha mulher deu à luz, deixamos de fazer amor e senti uma profunda solidão”, contou à AFP este fisioterapeuta de 45 anos.

Senji Nakajima abraça boneca de silicone, enquanto dorme em um hotel romântico em Yachimata (Foto: Behrouz Mehri / AFP )

http://g1.globo.com/mundo/noticia/japoneses-perdem-esposas-e-encontram-o-amor-em-bonecas-de-silicone.ghtml

*

Resultado de imagem para casal japones

SERÁ QUE ELES – POR ACASO – TENTARAM “CUIDAR” DAS ESPOSAS COMO CUIDAM DESSAS BONECAS? – CERTEZA QUE NÃO!  MUITO JAPONÊS É MACHISTA E AUTORITÁRIO.

JAMAIS GENERALIZAR…

MAS… QUE A MAIORIA DEMONSTRA ISSO… É, É SIM! e AS ESPOSAS “SE OBRIGAM” A SER SUBMISSAS… É BEM TRISTE!

MAS… PA-RE-CE QUE AS NOVAS GERAÇÕES ESTÃO MELHORANDO ISSO… UFA! RSRS

ADORO MUITA COISA DA CULTURA JAPONESA. NAMOREI DOIS JAPINHAS, UM DE CADA VEZ… CLARO! RSRS APRENDI A COMER SASHIMI (QUE ADOOOOORO!!!) E A CANTAR EM JAPONÊS NOS KARAOKÊS. ATÉ HOJE, MAIS DE 40 ANOS SE PASSARAM, CONTINUO CANTANDO MINHAS 4 OU 5 MUSIQUINHAS + MPB + EM INGLÊS + …. rsrsrs

Mary

Resultado de imagem para casal japones

Resultado de imagem para casal japones

Resultado de imagem para casal japones

Resultado de imagem para casal japones

Resultado de imagem para casal japones

Resultado de imagem para casal japones

Resultado de imagem para casal japones

Resultado de imagem para casal japones

Read Full Post »

Resultado de imagem para Gitanes

O maior AMOR da minha VIDA fumava GITANES!

Resultado de imagem para Gitanes

Resultado de imagem para Gitanes

Resultado de imagem para Gitanes

Resultado de imagem para Gitanes

Resultado de imagem para vinho do porto

O Vinho do Porto é o orgulhoso e delicado vinho português. Há uma grande diversidade destes vinhos, que satisfazem o mais rigoroso dos paladares, e sabem bem em qualquer ocasião.

E para o ajudar a apreciar intensamente um Vinho do Porto, encontramos as 10 melhores formas de o saborear.

Um vinho do Porto é sempre uma primorosa escolha… Há Vinhos do Porto para todos os gostos – tinto, branco e até rosé – e, por isso, basta escolher o sabor certo, a ocasião exata, e talvez a pessoa ideal para o apreciar.

Depois de o termos ajudado a identificar o seu Vinho do Porto de eleição, chegou a altura de o ajudarmos a apreciar este avultado néctar intensamente.

Encontramos 10 formas de podermos saborear um bom Vinho do Porto…

CLIC E VEJA AS 10 FORMAS:

http://www.cruzeiros-douro.pt/pt/douro-blog/20152/as-dez-formas-de-saborear-um-vinho-do-porto/

Resultado de imagem para Suíça

Esta foi uma “mensagem subliminar” ao meu grande amor… se ele ainda estiver vivo… se ele – porventura – visitar este Bloguinho justamente hoje… rsrs

Resultado de imagem para Suíça

Resultado de imagem para Suíça

Resultado de imagem para Suíça

Resultado de imagem para Suíça

Google Imagens para KHG

Read Full Post »

Resultado de imagem para raças

Láááá atrás, estudamos muitas coisas interessantes e necessárias.

Uma delas e, necessária porque tem um parente do meu genro que era uma mistura feliz de uma negra com um índio, nós não nos lembrávamos COMO se designava esse mix. Então, consultado o Pai Google, nos certificamos: CAFUZO!

Mary

❥¸¸.•💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃💐🌷🌺💞💞❥¸¸.•💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃💐🌷🌺💞💞❥¸¸.•💞🍀🌹🌸

Por isso, me deu vontade de repartir com vocês essa recapitulação… rs Aqui vai:

Na sociedade do Brasil colonial, ser branco era estar no topo da escala, mas ser meio branco já conferia privilégios. A maioria dos bandeirantes e capitães do mato, que oprimiam índios e negros, era mestiça. Os brasileiros usavam vários termos para identificar a ancestralidade de alguém.
O clássico trio ensinado na escola: mulato, cafuzo e mameluco.
Resultado de imagem para Mulato
Mulato, resultado da mistura de europeus e africanos – na época colonial, quase sempre branco e negra -, vem de mula. Não era exatamente pejorativo. Na época da escravidão, a maioria dos mulatos eram livres e se ocupava de tarefas urbanas. Queria dizer que são híbridos, como o animal, nascido do cruzamento de cavalo com jumento. Outra possibilidade, que não é aceita pela maioria dos lexicógrafos (autores de dicionários), é que venha do árabe muwallad, filho de estrangeiro com islâmico (mas também estrangeiro puro criado como islâmico). 
Resultado de imagem para Mulato
❥¸¸.•💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃💐🌷🌺💞💞❥¸¸.•💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃💐🌷🌺💞💞❥¸¸.•💞🍀🌹🌸
Resultado de imagem para Cafuzo
Cafuzo ou carafuzo é resultado da união entre negro e índio. Vários dicionário, como oHouaiss, apontam “origem controversa”. O etnólogo angolano Óscar Bento Ribas afirma que vinha do quimbundo kufunzaka, “desbotar”. A etnolinguista Yeda Pessoa de Castro prefere a origem no termo bantu nkaalafunzu, “mestiço”. Seja como for, parece um nome dado pelos negros, diferentemente dos outros, criados pelos portugueses.
Resultado de imagem para Cafuzo
Resultado de imagem para Cafuzo
❥¸¸.•💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃💐🌷🌺💞💞❥¸¸.•💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃💐🌷🌺💞💞❥¸¸.•💞🍀🌹🌸
Resultado de imagem para raça Mameluco
Mameluco, mestiço de branco e índio, vem do árabe mamluk, que originalmente significava “escravo”, mas tinha um significado muito diferente pela época da descoberta do Brasil. Durante a Idade Média, escravos passaram a ser empregados nos exércitos muçulmanos e acabaram constituindo uma casta militar. Em 1250, uma revolta dos mamluk tomou o poder no Egito e formou o Sultanato Mameluco. Entre os portugueses, que viviam em guerra com os muçulmanos, os mamelucos eram considerados particularmente destemidos e perigosos – daí terem começado a chamar assim os mestiços das bandeiras ou capitães do mato.
💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃
Fonte: Aventuras na História, Edição 119.
*
Resultado de imagem para raça Mameluco
Mestiços mamelucos e outros originaram a nossa raça tipicamente “cabocla”. Nenhum brasileiro é branco ou negro. Todos são caboclos, mamelucos e outros.
Resultado de imagem para isis valverde
Eis um produto caboco que o mundo todo quer e admira…
Resultado de imagem para isis valverde
ISIS VALVERDE, atriz
Resultado de imagem para isis valverde
SE VOCÊ QUISER LER BEEEEEM MAIS SOBRE, CLIC:
💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃💞🍀🌹🌸🍃🌺🍃

Read Full Post »

Uma das border collie treinadas corre pela floresta devastada por um incêndio em Talca, no Chile, e espalha sementes, em foto de 23 de junho (Foto: Martin Bernetti/AFP)

As border collie Olivia, Das e Summer posam com suas mochilas especiais cheias de semente em meio a uma floresta devastada pelo fogo em Talca, no Chile, no dia 23 de junho (Foto: Martin Bernetti/AFP)

Francisca Torres (esquerda) e sua irmã Constanza, treinadoras do grupo de ativismo animal Pewos, preparam as mochilas de seus border collies com sementes em Talca, no Chile, no dia 23 de junho (Foto: Martin Bernetti/AFP)

Onde um dia houve milenares florestas nativas, hoje só restam troncos e terras queimadas. Mas em uma cruzada inédita, três cadelas da raça Border Collie se encarregam de semear essas zonas devastadas pelos incêndios florestais que atingiram o Chile no início do ano, os piores já registrados no país.

Um silêncio mortal invade as florestas da região de El Maule, onde em janeiro passado o fogo silenciou o trinado de aves e os uivos das raposas, que morreram ou fugiram das chamas que destruíram mais de 467 mil hectares em todo o país e deixaram 11 mortos.

Francisca Torres (esquerda) e sua irmã Constanza, treinadoras do grupo de ativismo animal Pewos, preparam as mochilas de seus border collies com sementes em Talca, no Chile, no dia 23 de junho (Foto: Martin Bernetti/AFP)

Mas desde março, os latidos de três cadelas Border Collie devolveram a esperança à zona, graças ao seu trabalho minucioso para ressemeá-la com sementes de árvores nativas, pasto e flores, que uma vez que germinarem atrairão para a floresta as aves e animais selvagens que fugiram do fogo.

“A parte principal disto é que a fauna possa viver”, diz à AFP Francisca Torres, dona das três cadelas que estão fazendo essa tarefa titânica.

Uma das border collie treinadas corre pela floresta devastada por um incêndio em Talca, no Chile, e espalha sementes, em foto de 23 de junho (Foto: Martin Bernetti/AFP)

‘Das’, de cinco anos e mãe de ‘Olivia’, de um ano, ao lado de ‘Summer’, também de um ano, saem disparadas da caminhonete de Francisca rumo ao local que devem reflorestar neste dia.

Carregam no dorso alforjes repletos de sementes, que caem no solo através de orifícios enquanto correm, pulam e brincam sem se dar conta do trabalho gigantesco que realizam.

Quando esvaziam as mochilas, Francisca, de 32 anos e que também é instrutora de cães para pessoas com deficiência, gratifica suas ajudantes com comida, antes de encher de novo as bolsas com sementes.

Uma das border collie treinadas corre pela floresta devastada por um incêndio em Talca, no Chile, e espalha sementes, em foto de 23 de junho (Foto: Martin Bernetti/AFP)

Ela treinou os três exemplares para obedecerem as suas ordens e não atacarem nenhum animal silvestre.

Segundo Francisca, diretora da Pewos, uma comunidade virtual sobre animais e meio ambiente com mais de 26 mil membros, os Border Collie se destacam por sua inteligência, energia e rapidez, e portanto são semeadores ideais.

Resultados promissores

A utilização de cães nesta tarefa é mais proveitosa do que se fosse feita por pessoas. Os cães podem percorrer até 30 km em um dia e espalhar até 10 quilos de sementes, enquanto um humano poderia semear no mesmo período apenas três quilômetros,explica Francisca.

As cadelas estão realizando esta tarefa há três meses, e já ressemearam 15 florestas diferentes da região de El Maule, onde em alguns lugares o pasto voltou a brotar, e já aparecem algumas pequenas árvores, enredadeiras e fungos, graças à umidade do inverno austral.

“Passamos por umas pradarias que já estão completamente verdes, e isso é trabalho delas três, de Summer, Olivia e Das”, conta Francisca, que financia essa tarefa principalmente do próprio bolso, junto com algumas doações.

Ela espera que no próximo verão austral as sementes já tenham germinado, que alguns animais – como lobos, insetos, beija-flores, lagartixas, macacos e lebres – retornem às florestas, e que os prados devastados pelas chamas se transformem em pasto para as vacas, cavalos e vitelos de agricultores duramente afetados pelos incêndios.

Na emergência, os voluntários da Pewos distribuíram folhagens para os animais e conseguiram veterinários para atender cães e gatos que foram queimados nos incêndios.

A esperança é que, quando a primavera chegar, as flores atraiam as abelhas, que ficaram em uma situação crítica nesta região após a queima de milhares de polinizadoras vitais para a existência da vida.

“A situação é super crítica porque elas não têm comida. As abelhas nesta época geralmente se alimentam de algumas árvores autóctones que nesta época ainda têm flores, e agora não há nada”, afirmou Constanza, irmã de Francisca, de 35 anos.

As abelhas quase desapareceram da zona, enquanto os avicultores clamam por alimentos para as poucas polinizadoras que sobreviveram às chamas.

“Nestas zonas não é possível quantificar os danos, (…) o que queimou foi muitíssimo e ardeu por muito tempo”, acrescentou.

Pewos espera que o trabalho das cadelas permita que as florestas e pradarias recuperem em cerca de cinco anos o ecossistema existente antes dos incêndios.

http://g1.globo.com/natureza/noticia/caes-ajudam-a-reflorestar-areas-devastadas-por-incendios-no-chile.ghtml

Read Full Post »

A imagem pode conter: planta, flor e atividades ao ar livre

 

 

A imagem pode conter: planta, flor e natureza

Dendrobium Purpuren

Resultado de imagem para Dendrobium purpureum

Resultado de imagem para Dendrobium purpureum

Resultado de imagem para Dendrobium purpureum

Resultado de imagem para Dendrobium purpureum

Hahaha! Essa foi a MELHOR!!!!

Read Full Post »