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Archive for 13 de maio de 2017

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Melhora o humor
As sementes de abóbora são uma fantástica fonte de triptofano, um aminoácido conhecido por sua presença na carne de peru. Além de ser um dos aminoácidos mais vitais exigidos por nossos corpos, o triptofano é responsável pela produção de serotonina em nossos corpos, uma substância que desempenha um papel importante no controle de humor. Também é encontrado em algumas outras sementes, bem como aves, carne vermelha e peixe, dentre outros.

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Ajuda a dormir melhor
Sua busca por soluções para dormir pode acabar aqui. Além de ser um neurotransmissor da sensação do bem-estar, o triptofano encontrado em sementes de abóbora pode até melhorar o seu repouso. Esta substância permite que o corpo relaxe mais, e por isso é perfeita para um sono profundo e tranquilo.

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Melhora a saúde do coração
Comer alimentos ricos em fibras, como a abóbora, é incrivelmente benéfico para o seu coração. Estudos recentes descobriram que indivíduos do sexo masculino com uma dieta rica em fibras tinham 40% menos chance de contrair doenças coronárias do aqueles que consumiam menos fibras, enquanto que para as mulheres, a porcentagem foi de 25%. Além disso, o fitosterol encontrado em sementes de abóbora ajuda a combater o LDL, o chamado colesterol ruim, e isso tem um efeito positivo na saúde do seu coração.

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o significado das flores

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19 coisas hilárias que as crianças fazem aos animais de estimação

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Família trabalhava em condições análogas à escravidão no Espírito Santo (Foto: Edson Chagas/ A Gazeta)

Família trabalhava em condições análogas à escravidão no Espírito Santo

(Foto: Edson Chagas/ A Gazeta)

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Uma família de nove pessoas foi resgatada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e pela Polícia Federal em uma situação de trabalho semelhante à escravidão em uma plantação de tomate, em Brejetuba, no Espírito Santo.

Os membros da família trabalhavam sem receber salário, a troco de um pouco de comida, dormindo no chão de concreto frio de uma casa insalubre.

A jornada de serviço começava antes de o sol nascer e adentrava a noite. Toda atividade também era vigiada por capangas, que descarregavam palavras de ameaças e humilhações.

Com a segurança em risco, a família está escoltada pelas autoridades num hotel em Venda Nova do Imigrante, esperando pelo pagamento de seus direitos trabalhistas.

Trazidos de Ilhéus, na Bahia, essas pessoas estavam seis meses sem salário e tinham várias dívidas com o patrão.

“Lá, a gente era tratado igual cachorro. O dinheiro ficava todo na vendinha da propriedade. Eles prometeram R$ 40 mil e disseram que a gente ia ganhar dinheiro. Chegando lá, a gente passou a trabalhar de domingo a domingo, igual escravo, só para receber comida”, desabafa Gilmar Oliveira Borges, de 34 anos.

Os auditores fiscais classificaram o caso como típico trabalho análogo à escravidão. Somente em 2016, outras 20 pessoas foram libertadas, no mesmo município e setor agrícola, em atividade classificada como degradante e desumana.

Por mais que pareça algo típico do passado, essa relação é prática recorrente no Espírito Santo profundo, dos grotões, das fazendas, algumas trancadas com cadeados.

Com base das ações fiscais realizadas nos últimos dois anos, o MTE estima que mil trabalhadores atuam – ou atuaram em período recente – em regime análogo à escravidão no campo capixaba. Pelo menos 80% dos casos são constatados nas culturas do tomate e do café.

Na produção de tomate, centenas de trabalhadores são atraídos, com falsas promessas de emprego e de ganhos por produtividade, de estados vizinhos, como Minas Gerais e Bahia.

 

No café, o número ultrapassa cinco mil pessoas. Ao chegar no local de trabalho, são forçados a assinar um contrato de parceria, que, na maioria das vezes, segundo o MTE, é utilizado de forma fraudulenta para evitar a contratação por meio da Carteira de Trabalho.

Os trabalhadores geralmente são aliciados por um intermediário, chamado de gato. Os problemas começam antes desses profissionais chegarem às propriedades, mas se agravam ao encontrar instalações precárias.

O gato chega a cobrar o custo com transporte, os gastos com uniformes e ainda retém a maior parte dos ganhos dos trabalhadores.

No campo de trabalho não há banheiro (as necessidades fisiológicas são feitas no meio do mato). Não existe refeitório ou qualquer tipo de assistência. As vítimas são alojadas em casas sem estrutura ou barracões improvisados e precisam bancar a própria comida, que geralmente é comprada na venda do próprio dono da propriedade.

Até equipamentos de proteção individual e itens de higiene básica são cobrados dos trabalhadores, que veem sua dívida crescerem dia após dia, até virar um valor impagável.

No caso da família que atuava em Brejetuba, um caderno apreendido pelos fiscais identifica uma dívida de R$ 5,2 mil, somente no mercadinho da fazenda. Itens como arroz, farinha e papel higiênico são vendidos a preços acima do comércio, mas são a única opção de compra dos trabalhadores, já que eles ficam impedidos de acessar regiões comerciais próximas.

O auditor fiscal do trabalho, Rodrigo de Carvalho, afirma que esse caderno comprova trabalho escravo de servidão por dívida.

“Tudo eles descontam na vendinha. Não recebiam valor nenhum. A dívida ia cada vez crescendo mais, e eles não tinham como sair de lá. Eles ficavam presos nessa propriedade em função desse débito que contraíram com o empregador”.

Além disso, eles pagavam R$ 130 de aluguel por mês em uma residência precária e insalubre, onde vários deles tinham que dormir no chão. “Também tinham as fortes ameaças que eles sofriam no local”, completa Rodrigo.

Mapa  mostra o retrato do trabalho escravo no Espírito Santo (Foto: Infografia/ A Gazeta)

Mapa mostra o retrato do trabalho escravo no Espírito Santo

(Foto: Infografia/ A Gazeta)

A denúncia

Foi olhando uma propaganda do Disque 100, na televisão, sobre violações de direitos humanos, que Marcos Oliveira, de 27 anos, resolveu denunciar a situação em que a família vivia. Arrumou um telefone emprestado, e pediu socorro. A denúncia foi encaminhada ao MPT no Espírito Santo, que repassou o caso ao Ministério do Trabalho.

A primeira visita dos fiscais foi há duas semanas. Ao chegar à propriedade rural, foram ameaçados por alguns dos seus funcionários e precisaram recuar para buscar reforço.

“Quando chegamos ao local, começamos a ouvir uns gritos do meio do mato: ‘sai daqui, sai daqui’. A gente estava desguarnecido, sem proteção policial. Montamos uma equipe e voltamos na terça-feira (dia 9) com a Polícia Federal para resgatar toda a família”, conta Rodrigo.

A família, mesmo sem saber do que se tratava, viu na chegada dos fiscais a esperança de ganhar a liberdade. No entanto, a desconfiança do patrão em relação aos funcionários foi imediata e as ameaças aumentaram.

“O patrão falou que se soubesse que era eu que denunciei, os outros trabalhadores iam resolver comigo. No mesmo dia, o pessoal todo queria me pegar pra me linchar na roça. Fiquei escondido com um medo danado. Ficou todo mundo contra a gente, e vieram lá em casa tentando me pegar”, conta Marcos.

Flagrar as condições precárias e libertar os trabalhadores só foi possível após os auditores fiscais do Ministério do Trabalho conseguirem ajuda da Polícia Federal. “Mesmo com o reforço, chegaram mais de 20 homens, cercaram a gente”, complementa Rodrigo.

Outro lado

Por telefone, o advogado do dono da fazenda, Vanderlei Cesconetti, negou que o fazendeiro tenha cometido qualquer crime. Justificou que a terra foi arrendada pelo seu cliente, que, por sua vez, fez parcerias agrícolas com outras famílias.

No entanto, para o Ministério do Trabalho, esse modelo de contratação tem a finalidade de burlar a lei. “Em fiscalizações anteriores, esses auditores agiram com inverdade. Vamos processá-los. A mercearia é de um terceiro, de um comerciante local. Não teve ‘gato’, nem venda em mercearia do Vanderlei. São de 23 a 27 famílias no local. Desse total, apenas três estão alegando trabalho escravo. Todas as outras não alegam isso. Também não teve essa promessa de R$ 40 mil”.

Família vive há 20 anos na mão de aliciadores

Itabuna (BA), Uberlândia (MG), Sooretama (ES) e Vila Valério (ES). Esses são apenas alguns dos municípios por onde a família Oliveira passou, antes de chegar a Brejetuba. De fazenda em fazenda, as relações de trabalho degradantes ou análoga à escravidão se repetiam.

O filho mais novo, o Márcio, nunca soube o que é ter uma casa ou morar fora de uma relação de exploração. “Nasci dentro de uma fazenda e sempre vi meus pais indo de um lado para o outro, nas mãos de gatos, explorados”.

Desde quando saíram de Ilhéus, há duas décadas, a família já passou por pelo menos 23 municípios. Nas últimas quatro fazendas, o MTE identificou que o serviço era claramente análogo à escravidão.

Na propriedade de Vanderlei, onde aconteceu a libertação, os fiscais encontraram, logo de cara, as primeiras evidências de servidão por dívida.

“Apreendemos um bloco de anotações na venda. Nesse caderno é onde está as dívidas deles. Não tem compra de carne, nem bebida. De vez em quando tinha um frango. É só comida simples”, lembra Rodrigo, que completa: “O dinheiro não entrava para eles, era para pagar o gato”.

A fazenda onde estavam os trabalhadores fica na localidade de Alto Silveira, a quase 30 quilômetros de Brejetuba. Os trabalhadores ficaram os seis meses sem poder sair da propriedade.

“Eles não deixavam a gente ir embora. Nós só fomos uma vez (na cidade) para levar meu pai no hospital, mas tivemos que implorar. Falavam que a gente ia fugir e não pagar o que devia a eles”, afirma Marcos.

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http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/familia-e-resgatada-de-trabalho-semelhante-a-escravidao-no-es.ghtml

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Homem que participou do projeto notou que estava bebendo refrigerantes demais. (Foto: Divulgação)

Homem que participou do projeto notou que estava bebendo refrigerantes demais.

(Foto: Divulgação)

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Projeto mostra moradores do Rio e de Paris em meio ao lixo que produzem

FOTOS

Fotógrafo Rafael Duarte fez ensaio e que produzir um documentário para abordar os hábitos de consumo nas cidades. ‘A verdade é que as pessoas não têm noção do lixo que produzem”, diz.

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“Uma francesa ficou impressionada com a quantidade de bebidas alcoólicas que consumia. Outro, com o volume de cigarros que fumava. Ainda houve mais um que, só após participar dessa experiência, se deu conta de que bebia refrigerante demais. A verdade é que as pessoas não têm noção do lixo que produzem”, exemplificou o autor.

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Homem posa em meio ao lixo em sua casa (Foto: Rafael Duarte/Divulgação)

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Mulher posa com embalagens de iogurtes, águas e outros resíduos (Foto: Rafael Duarte/G1)

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Foto do projeto iTrash (Foto: Rafael Duarte/G1)

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Projeto iTrash (Foto: Rafael Duarte/G1)

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http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/projeto-mostra-moradores-do-rio-e-de-paris-em-meio-ao-lixo-que-produzem-fotos.ghtml

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Mulheres clicadas pelo fotógrafo rodeadas pelo próprio lixo (Foto: Rafael Duarte/G1)

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Marcos, Caio e Letícia posaram para as fotos com a mãe Carla  (Foto: Alexandre Maciel/Arquivo Pessoal)

Marcos, Caio e Letícia posaram para as fotos com a mãe Carla

(Foto: Alexandre Maciel/Arquivo Pessoal)

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Raquel e filha Valetina participaram do ensaio

Raquel e filha Valetina participaram do ensaio “Mães de Coração” em Sorocaba

(Foto: Alexandre Maciel/Arquivo Pessoal)

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“O amor destas mães transformou vidas e a sintonia entre eles está explícita em cada foto, em cada gesto de amor representado.”

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Jeane Pereira de Lima Collaço adotou a filha Roseane Botto quando ela tinha 12 anos  (Foto: Alexandre Maciel/Arquivo Pessoal)

Jeane Pereira de Lima Collaço adotou a filha Roseane Botto quando ela tinha 12 anos

(Foto: Alexandre Maciel/Arquivo Pessoal)

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Valquíria Sampaio Rodrigues com os filhos Rafael e Luíza, de Sorocaba (Foto: Alexandre Maciel/Arquivo Pessoal)

Valquíria Sampaio Rodrigues com os filhos Rafael e Luíza, de Sorocaba

(Foto: Alexandre Maciel/Arquivo Pessoal)

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http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/fotografo-reune-maes-e-filhos-adotivos-em-ensaio-amor-delas-transformaram-vidas.ghtml

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¯🍃🌸 ♥🍃.`•.¸.•🍃🌸🍃‿.•*´¯ 🍃🌸🍃 •AMOR…´¯🍃🌸 ♥🍃.`•.¸.•🍃🌸🍃

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Gosto para tudo…

Calça transparente com zíper esgota em fast fashion (Foto: Divulgação)

Calça transparente com zíper esgota em fast fashion

(Foto: Divulgação)

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Nas redes sociais, muitas pessoas caíram em cima do look. “Acho que vai ficar colada com suor quando entrar o verão”, comentou uma. “Não acredito, que calça horrível”, “Isso só pode ser uma piada”, disseram outras. 

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“Calça jeans reinventada” é pouco pra descrever a nova peça tendência da rede de fast fashion inglesa Topshop. A marca trocou o tecido denim por plástico em modelo de calça cropped  (ou seja, que termina acima do tornozelo) transparente. A dica fashion, segundo a etiqueta, é vestir o look com parte de baixo de biquíni ou casaco de paetê pra chamar bastante atenção.

Você usaria? Custa £55 (R$ 223) e já esgotou

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NEM QUE ME PAGASSEM!

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Calça jeans de plástico faz sucesso e esgota em vendas (Foto: Divulgação)

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http://revistaglamour.globo.com/Moda/noticia/2017/05/calca-jeans-de-plastico-e-sucesso-de-venda-em-rede-de-fast-fashion.html

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