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Archive for 12 de maio de 2017

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dieta do sangue

Trata-se de uma dieta particularmente interessante quando o assunto é chá, uma bebida nutricional que é mundialmente conhecida por seus grandes benefícios para a saúde. Consumi-lo todos os dias já é um hábito saudável, mas podemos trazer grandes avanços para nosso bem-estar e até amenizar problemas de saúde ao relacionar o chá com o grupo sanguíneo. 

Muitas pessoas se interessaram por essa dieta, que hoje tem um grande número de seguidores, incluindo a atriz Demi Moore, que, aos 53 anos, mantém uma aparência bem mais jovial e, claro, muita saudável. No entanto, muitos estudiosos criticaram a eficácia da dieta, pois dizem que não há nenhuma evidência científica sobre ela.

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LEIA E SAIBA BEM MAIS:

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=7918

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Ainda recém-nascidos, Bia e Lucas foram fotografados com as injeções que Viviane precisou aplicar durante a gestação (Foto: Cláudia Oseki/DIvulgação)

Ainda recém-nascidos, Bia e Lucas foram fotografados com as injeções que Viviane precisou aplicar durante a gestação

(Foto: Cláudia Oseki/DIvulgação)

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‘Me sinto completa’, diz mãe que tomou mais de 500 injeções para manter duas gestações

Viviane descobriu que é portadora de trombofilia após perder um filho recém-nascido. Mãe guardou agulhas para fazer ensaio fotográfico de bebês.

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Este domingo (14) terá um significado especial para a fisioterapeuta Viviane Kim, de Mogi das Cruzes. Será o primeiro Dia das Mães com os três filhos: Lívia, Beatriz e Lucas. A data, para a fisioterapeuta de 37 anos, é sinônimo de conquista, já que para levar as gestações de Beatriz e Lucas adiante, ela precisou tomar injeções diárias na barriga para evitar a coagulação do sangue, causada pelo diagnóstico de trombofilia. Todo esse esforço está estampado em ensaios fotográficos que ela decidiu fazer quando as duas crianças nasceram.

A trombofilia de Viviane foi causada por uma mutação genética. Apesar disso, na gestação de Lívia, sua filha mais velha, hoje com 12 anos, tudo transcorreu normalmente e o distúrbio não se manifestou. A descoberta veio após a perda do segundo filho, Felipe, que nasceu prematuro aos seis meses de gestação, e morreu depois de uma internação de 15 dias.

Desde então, Viviane iniciou uma saga em busca de uma explicação sobre o que poderia ter acontecido. Com a descoberta da doença, a mãe encarou o desafio de engravidar por mais duas vezes para ver a família completa, apesar do risco de hemorragia durante o parto.

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Viviane aplicava injeções diariamente para evitar a coagulação do sangue (Foto: Cláudia Oseki/ divulgação)

Viviane aplicava injeções diariamente para evitar a coagulação do sangue

(Foto: Cláudia Oseki/ divulgação)

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Foram meses de tratamento para poder engravidar. A gestação de Beatriz foi cercada de cuidados e do acompanhamento da médica Venina Viana de Barros, que há 30 anos é obstetra e atualmente trabalha no Hospital das Clínicas de São Paulo. “A trombofilia aumenta o risco para a trombose, que é o entupimento das veias. Com a variação hormonal da gestação, as chances de se desenvolver trombose aumenta”, explica a médica.

 

Durante a gestação de Beatriz foram aplicadas 280 injeções, a partir da terceira semana de gravidez. “As injeções são subcutâneas e ficava roxo onde eu aplicava. Não doía, mas eu tinha bastante marcas roxas e eu não me importava com isso, só pensava que estava fazendo bem para ela. Meu marido não gostava de ver. No final da gestação, como a pele já estava bastante esticada, era mais difícil e ele não me ajudava. Quem me ajudou algumas vezes foi a minha filha Lívia”, conta.

A partir das 25 semanas veio a preocupação também com a pressão alta. No último dia antes do parto, as injeções são suspensas para que o sangue não “afine” demais e cause o risco de hemorragia. No dia da cesárea de Beatriz, Viviane estava muito aflita e com medo que a doença causasse alguma complicação para o bebê que estava prestes a chegar. “O meu maior medo era que ela não conseguisse respirar e tivesse que ir para a UTI, igual ao que aconteceu com o Felipe. Eu estava bem nervosa, chorando bastante.”

Apesar do susto e todos os cuidados para o parto, Beatriz nasceu com 2,5 kg e 45 centímetros, no dia 25 de abril de 2014. A bebê nasceu depois de 37 semanas de gestação porque o líquido amniótico estava baixo. Logo depois do parto, Viviane pode ver a sua filha, amamentar por uma hora, ainda dentro do centro cirúrgico, e as duas se recuperam juntas no hospital até o dia da alta médica.

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Viviane é mãe de Lívia (à esquerda), de Lucas, que está no seu colo, e de Beatriz (à direita) (Foto: Cláudia Oseki / divulgação)

Viviane é mãe de Lívia (à esquerda), de Lucas, que está no seu colo, e de Beatriz (à direita)

(Foto: Cláudia Oseki / divulgação)

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Mais um recomeço

Mesmo com duas filhas, Lívia (na época com 9 anos) e a recém chegada Bia, Viviane diz que ainda não se sentia completa e queria mais um filho. No seu íntimo, a vontade maior era ter um menino, já que tinha perdido Felipe anos atrás.

Foi então que ela e o marido resolveram procurar a médica Venina novamente. “Eu sempre tive a vontade de ter mais filhos, uma família grande. Eu tinha a sensação que faltava alguma coisa. Me achavam louca por conta da ideia, por eu ter que passar por tudo aquilo [injeções] de novo. Meu marido ainda tinha um pouco de receio, mas conversamos e decidimos que ia ser logo.”

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Gravidez de Lucas foi cercada de cuidados, assim como a gestação de Bia por conta da trombofilia (Foto: Cláudia Oseki/ divulgação)

Gravidez de Lucas foi cercada de cuidados, assim como a gestação de Bia por conta da trombofilia

(Foto: Cláudia Oseki/ divulgação)

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Antes mesmo de retornar ao médico, Viviane descobriu que já estava grávida. Os cuidados durante a gestação foram os mesmos: injeções diárias, exames de ultrassom a cada 15 dias e acompanhamento da pressão arterial semanalmente.

Viviane “se completou” no dia 19 de junho de 2016, quando Lucas veio ao mundo pesando 2,630 kg e medindo 45,5 cm. Durante as 38 semanas de gestação foram exatas 310 injeções, já que no final da gravidez foi preciso aplicar mais de uma ampola por dia. “Eu vejo isso tudo como uma superação. Se eu consegui passar pela morte do Felipe e hoje estar aqui com meus três filhos e meu marido, é sinal de que eu passo por qualquer coisa agora. O Felipe veio com uma missão, foi através dele que eu descobri a doença e pude dar a luz a duas crianças pelas quais eu sou apaixonada.”

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Viviane hoje se diz feliz ao ver a casa cheia com os três filhos saudáveis (Foto: Cláudia Oseki/ divulgação)

Lucas é o filho mais novo de Viviane, de dez meses

(Foto: Cláudia Oseki/ divulgação)

Lucas é o filho mais novo de Viviane, de dez meses (Foto: Cláudia Oseki/ divulgação)

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LEIA MAIS e MAIS:

http://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/me-sinto-completa-diz-mae-que-tomou-mais-de-500-injecoes-para-manter-duas-gestacoes.ghtml

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KKKKKKKKK

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Genial, sempre! AMO!

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Receita da Semana: Salada de Batatas Alemã

VEJA A RECEITA DE FAZER SALADA DE BATATAS, ESTILO ALEMÃO. CLIC:

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=9489

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