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Archive for 2 de maio de 2017

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Eunucos

eram homens castrados, que tiveram o pênis e os testículos (ou apenas os testículos) tirados fora. Os primeiros registros de homens sem bilau são do século 14 a.C. – e, ao que tudo indica, a prática sobreviveu até meados do século 20! A origem do nome ajuda a explicar o porquê dessa prática violenta: em sua origem grega, o termo eunoukhos pode ser traduzido como “guardião da cama”. No Oriente Médio e na China, eunucos foram usados como guardas ou serviçais dos haréns onde ficavam as esposas e concubinas reais. Muitos deles perdiam o bilau depois de virarem prisioneiros de guerra, mas na China muitos homens pobres submetiam-se voluntariamente à castração pra arranjar uma boquinha nos palácios da nobreza. Na Grécia antiga, a prática era usada como pena para impedir a reincidência em casos de estupro ou adultério, embora os gregos também costumassem castrar serviçais domésticos para torná-los mais dóceis e inofensivos. Uma coisa é certa: a principal finalidade da castração era tornar os eunucos sexualmente impotentes. Mas muitos que tinham só os testículos arrancados ainda eram capazes de ter ereções. Para isso, era preciso que a cirurgia ocorresse depois da puberdade. “A partir dessa idade, a testosterona, hormônio que regula o apetite sexual e tem papel fundamental na ereção, passa a ser produzido também pelas glândulas supra-renais. Elas fabricam entre 2% e 3% do hormônio. Parece pouco, mas muitas vezes o nível de hormônio era suficiente para um eunuco sustentar uma ereção”, afirma o urologista Jorge Hallak, da Sociedade Brasileira de Cancerologia, em São Paulo. Alguns “desbilauzados” não tinham tanta sorte. Era o caso dos castrati, cantores que a partir do século 16 faziam papéis femininos nas óperas italianas. Como eles tinham seus testículos retirados entre os 8 e 10 anos de idade – a idéia era impedir que a voz engrossasse -, os castrati ficavam impossibilitados de ter qualquer ereção.

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Sem lenço e sem documento

Eunucos existiram em vários países e seitas religiosas até o século 20

IMPÉRIO ASSÍRIO

As primeiras menções aos eunucos ocorrem no Império Assírio, que ocupou parte do Iraque e da Turquia do século 14 a.C. até o século 6 a.C. Alguns eunucos viraram altos funcionários imperiais – acreditava-se que eles eram menos corruptos porque não tinham descendentes para deixar heranças

IMPÉRIO CHINÊS

Desde o século 12 a.C., eunucos serviam como assessores políticos dos imperadores chineses e atendentes das esposas e concubinas imperiais. A prática durou milênios e só foi extinta no país após a Revolução Republicana (1911-1912), que derrubou a monarquia

IMPÉRIO ROMANO

No século 1, imperadores romanos empregaram eunucos como conselheiros da corte e funcionários estatais. A prática foi interrompida no ano 81 com uma lei do imperador Domiciano. Mas os eunucos ganharam sobrevida nos séculos seguintes no Império Romano do Oriente, na Ásia Menor

EUROPA

Cantores de ópera castrados, conhecidos como castrati, começaram a ser empregados no século 16, quando as mulheres foram proibidas de cantar nos corais da Igreja. A castração de rapazes para servir como cantores foi abolida pelo papa Leão XIII em 1878

IMPÉRIO OTOMANO

Nesse Império, que dominou a Turquia de meados do século 14 a 1922, os eunucos eram empregados nos palácios e na residência de qualquer pessoa que pudesse pagar por eles. A partir do século 16, os haréns da corte otomana eram guardados por eunucos negros, trazidos como escravos da Etiópia e do Sudão

SEITAS RELIGIOSAS

No século 3, a seita dos Valesii, que floresceu no território da Jordânia, castrava seus integrantes como forma de servir a Deus. A mesma coisa rolava na seita cristã Skoptzy, que se espalhou por regiões da Rússia e Romênia entre os séculos 18 e 20

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http://mundoestranho.abril.com.br/cultura/quem-foram-os-eunucos-eles-podiam-ter-erecao/

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Aunque la ley lo prohíbe desde 1860, aún existen hombres que se castran voluntariamente en la India, los hijras; hay cerca de 500.000. La mitología hindú está llena de dioses andróginos por lo que para el hijra no hay nada innoble en ello. Sin embargo, han ido cayendo en la marginalidad, lo que ha hecho que se agrupen e, incluso, han creado su propio partido político.

Hasta hace poco, había eunucos también en Yibuti (en el cuerno de África), donde era costumbre regalar a la futura esposa los genitales cortados de otro hombre como símbolo de su valor. A pesar de que la práctica ha ido desapareciendo con la llegada de los misioneros religiosos, algunas ancianas aún los conservan como recuerdo y los enseñan con orgullo a los visitantes.

http://www.muyhistoria.es/curiosidades/preguntas-respuestas/itodavia-existen-eunucos

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Eles vivem mais tempo

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Hijras fazem parte do culto da deusa-mãe Bahuchara Mata

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Eunucos atingiram o pico do seu poder na dinastia Ming, numa altura em que dominavam todos os postos administrativos.

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Eunucos se preparam para as celebrações do festival Raksha Bandhan, em Mumbai (Índia)

Reuters

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Os moradores de Campo Mourão, no norte do Paraná, comemoram nesta sexta-feira (28) uma data histórica. Há 50 anos, o então prefeito da cidade, Milton Luiz Pereira recebeu um carro de presente. O agrado foi concedido ao político pelos próprios moradores, em reconhecimento pelos bons serviços prestados à frente da administração municipal.

O político nascido em São Paulo, morou em Curitiba, onde se formou em direito. Em 1963, candidatou-se ao cargo de prefeito e foi eleito. Nos anos em que ficou à frente da prefeitura, ele mandou abrir estradas, construiu biblioteca, rede de esgoto e deixou as contas do município em dia. A gestão foi considerada inovadora para a época.

Porém, antes do fim do mandato, ele renunciou ao cargo, para assumir uma vaga de juiz federal. Foi quando os moradores fizeram uma vaquinha e decidiram presenteá-lo com um Fusca. A escolha não foi à toa. Pereira tinha vendido o carro da família para pagar contas e andava a pé pela cidade.

“Em tom de brincadeira, falava que não podiam ter feito isso com ele. Ele sempre deixava bem claro que nunca ia aceitar nada. Mas foi um gesto de carinho. Ele entendeu isso. Foi um reconhecimento da população”, lembra o filho do ex-prefeito, Marcus Vinicius Tadeu Pereira.

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… Milton Luiz Pereira, deixo o cargo de prefeito do município em 1967, ocasião em que foi presenteado pela comunidade com um Fusca zero km, …

O presente inesperado veio acompanhado de uma situação inusitada. Na hora da entrega, o Fusca não ligou. Os moradores, então, empurraram o carro até a casa do político, com ele e a família dentro. “Quem conta essas histórias, conta que foi uma situação engraçada, serviu para quebrar o gelo também”, diz Marcus.

Em um discurso gravado à época da renúncia, Milton Luiz Pereira disse que saía tranquilo do cargo. “Saio com a consciência tranquila do dever cumprido. Trabalhei o que pude. Não fiz mais porque talvez não fosse possível”, disse.

Depois da renúncia, ele nunca mais voltou a atuar na política. Dedicou-se à magistratura e chegou ao cargo de ministro do Superior Tribunal de Justiça. Ele morreu em 2012, horas depois do falecimento da mulher. O casal estava internado no mesmo hospital.

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Milton Luiz Pereira
foi um jurista e político brasileiro. Filho de José Benedito Pereira e Júlia Pinto Pereira, formou em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, em 1958. Wikipédia
 
Nascimento: 9 de dezembro de 1932, Itatinga, São Paulo
Falecimento: 16 de fevereiro de 2012

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Graças a Deus!!,

concluiu com alegria, o cidadão Milton Luiz Pereira ao lado da esposa, não menos feliz, Rizoleta Mary Pereira.

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VEJA O VÍDEO, GENIAL!!!!

http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/cidade-do-parana-comemora-data-em-que-ex-prefeito-recebeu-carro-de-presente.ghtml

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Bebê dá gargalhada, bate palma em batizado e vídeo viraliza: ‘Adora um banho’, diz a mãe

Família de Campo Limpo Paulista (SP) se divertiu durante a cerimônia realizada em abril. Vídeo soma mais de 500 mil visualizações no perfil da mãe do pequeno Gustavo, de 10 meses.

“Este” vídeo de um bebê que cai em gargalhadas e bate palmas durante o batizado na Igreja Católica repercutiu nas redes sociais nos últimos dias. A gravação, feita em abril na Paróquia Santa Luzia, em Campo Limpo Paulista (SP), somava mais de 500 mil visualizações até a noite desta segunda-feira (1°).

Como foi replicado em outros canais e perfis na internet, o vídeo teve um alcance ainda maior, que a família não consegue mensurar. Gustavo de Oliveira Dias Guimarães tem apenas 10 meses e, segundo a mãe, Juliane de Oliveira Dias Guimarães, de 29 anos, a criança foi a última a ser batizada no dia da celebração. A atitude do menino surpreendeu a todos os convidados.

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Bebê de Campo Limpo Paulista foi batizado em abril (Foto: Juliane de Oliveira/Arquivo pessoal)

“Ele adora tomar banho, adora uma água. Nós temos que trancar a porta quando damos banhos nele. Mas confesso que eu não esperava que ia gostar tanto do batismo”, lembra a auxiliar odontológica.

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Os pais optaram pelo batismo de imersão na água que, para eles, é uma cerimônia mais bonita. “Várias pessoas me criticaram por ele estar sem roupa, mas achamos que é diferente. Conversamos com o padre e ele aceitou. Mesmo tendo gente que ache estranho, o Gustavo se divertiu muito”, disse ao G1 a mãe, que tem mais uma filha de 7 anos.

 

A cerimônia ocorreu no dia 16 de abril, quando 10 crianças foram batizadas. No vídeo, o padre segura o bebê, que sorri a cada contato com a água. “Gustavo, eu te batizo em nome do Pai, em nome do filho e do Espírito Santo”, diz o padre com pausas, até terminar o batismo com palmas do público e comemoração da criança.

Tudo foi registrado por uma amiga dos pais da criança, que também foi acompanhar o batismo de outro bebê. As imagens foram publicadas na internet no dia 25 de abril com o intuito de familiares, que não estavam presentes na ocasião, verem a reação do menino. Desde então, segundo a mãe, milhares de pessoas compartilharam e se divertiram com atitude do Gustavo.

“Não achei que iria repercutir. Gente de todo o Brasil mandou mensagens falando dele, que acharam legal e deram muita risada”, finaliza a mãe.

Padrinhos registraram o batismo ao lado do padre e dos pais do pequeno Gustavo (à esq.) (Foto: Juliane de Oliveira/Arquivo pessoal)

Padrinhos registraram o batismo ao lado do padre e dos pais do pequeno Gustavo (à esq.)
(Foto: Juliane de Oliveira/Arquivo pessoal)
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ATUALIZADO DIARIAMENTE COM ZELO,  CARINHO & BOA INFORMAÇÃO

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Champanhe Goût de Diamants, avaliado em 1,82 milhão de dólares

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Formas

A sinestesia ajuda a explicar por que a maioria das pessoas nomeia estas figuras do mesmo jeito

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Olhe as figuras acima e diga: qual se chama “bouba” e qual se chama “kiki”?

Assim como quase todas as pessoas que ouvem essa pergunta, você provavelmente parece saber instintivamente a resposta: a pontiaguda é “kiki” e a curvilínea, “bouba”.

Não se trata de um truque nem uma mera curiosidade, mas de um fenômeno que parece se manifestar em diferentes culturas, mesmo aquelas sem escrita, e entre pessoas de todas as idades.

Tudo começou em Tenerife, uma ilha da Espanha, quando o psicólogo alemão Wolfgang Kohler começou a fazer experimentos apresentando às pessoas duas formas, uma com pontas e outra com curvas, e pedindo que elas as nomeassem como “takete” ou “baluba”.

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Tenerife

Fenômeno foi testado por psicólogo alemão em ilha espanhola

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A maioria disse que a figura pontiaguda era “takete” e a curvilínea, “baluba”. O resultado desse trabalho foi publicado em 1929.

Não chamou muita atenção nem foi levado a sério pela comunidade científica, permanecendo como uma mera curiosidade até 2001, quando dois pesquisadores americanos publicaram pesquisas sobre algo conhecido como sinestesia.

Vilayanur S. Ramachandran e Edward Hubbard, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, se dedicaram a estudar um fenômeno que faz as pessoas misturarem experiências sensoriais, inclusive sons e imagens.

Acredita-se que ele se manifeste em uma a cada 20 pessoas, mas Ramachandran suspeitava que as conexões sensoriais cruzadas eram uma característica do cérebro humano.

E o melhor meio de testar a hipótese era o experimento feito quase oito décadas antes pelo psicólogo alemão. O teste de Kohler mostrava como, por meio dos sons e formas apresentados por ele, as pessoas vinculavam sentidos diferentes: visão e audição.

Usando figuras similares, mas alterando ligeiramente seus nomes, os dois cientistas as apresentaram a um grupo que incluia estudantes americanos e falantes do idioma tamil: um índice assombroso de 95% dos participantes identificaram o desenho com pontas como “kiki” e o curvo como “bouba”.

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Humpty Dumpty

Diálogo em ‘Alice Através do Espelho’ explora a natureza das palavras

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Meu nome é Alice, mas…

Que nome mais estúpido! – Humpty Dumpty a interrompeu impacientemente. O que significa?

Por acaso, um nome precisa significar alguma coisa? perguntou Alice timidamente.

Claro que sim! disse Humpty Dumpty com um risinho — Meu nome significa exatamente a forma que tenho, uma forma, com certeza, muito bonita. Você por sua vez, com um nome assim, poderia ter qualquer forma.

* Diálogo de Alice Através do Espelho e O Que Ela Encontrou Por Lá (1871), de Lewis Carroll.

línea

Desde que foi confirmado o resultado de Kohler, várias áreas científicas têm explorado o efeito bouba/kiki e realizado mais estudos para entender suas implicações.

Será esse o elo perdido da linguagem?, se perguntam linguistas, destacando que talvez haja uma ligação entre os nomes de objetos e os sons e as formas que fazemos com os lábios para pronunciar uma palavra. Talvez tenha sido assim que nasceram os idiomas?

Ainda que, no início do século 20, o linguista suíço Ferdinand de Saussure tenha apresentado um sólido argumento que convenceu a maioria de seus pares da arbitrariedade da linguagem, o efeito bouba/kiki fez renascer a ideia de que o som de uma palavra pode estar vinculado a algum tipo de significado inerente.

Outros cientistas notaram que o efeito bouba/kiki não se manifesta apenas com a visão e a audição, mas também com outros sentidos, tais como paladar, olfato e tato.

Pense, por exemplo: entre uma água com gás e uma sem, qual é “bouba” e qual é “kiki”? E entre o chocolate ao leite e o amargo?

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Água sem e com gás

Qual é ‘kiki’ e qual é ‘bouba’?

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A ciência indica que nossos sentidos estão interconectados. Nossos cérebros formam víncuclos entre formas, sons e sabores,

Estudos como o de Merle Fairhust e seus colegas na Universidade de Londres, no Reino Unido, revelaram que a comida nos parece mais doce quando servida em um prato redondo em comparação com um quadrado ou triangular.

Outros experimentos mostraram que os sabores picantes – como o do gengibre e do wasabi – são percebidos de forma mais intensa se servidos em recipientes “kiki” (ásperos e pontiagudos) enquanto a comida parece ficar mais cremosa em recipientes “bouba” (suaves e redondos).

Um mundo por descobrir

Como explicar que possamos usar sons e formas sem significado para cruzar as fronteiras dos sentidos? Ainda não sabemos exatamente, mas estamos cientes de que isso ocorre.

“Temos todo um mundo por descobrir: se você escreve ‘vinho’ com uma letra pontiaguda e, depois, com uma arredondada e toma o mesmo vinho, você sente gostos distintos”, disse à BBC o chef Heston Blumental, que tem testado esse universo.

“Se você bebe um gole de vinho levantando a taça com a mão direita, o sabor é diferente de quando você faz isso com a esquerda: com uma delas, será mais adstringente. Se coloco uma música, isso também muda o sabor.”

Quem já teve a chance de desfrutar de um banquete de Blumenthal pôde viver essa aventura sensorial. Poucos exploram nossas percepções como ele.

O chef usa o efeito bouba/kiki para intensificar sabores e supreender, como quando apresentou pratos que se parecem com doces, mas têm gosto salgado.

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'Doces' salgados

O chef Blumenthal faz brincadeiras com nossos sentidos

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No entanto, não é preciso pagar muito dinheiro para descobrir esse mundo. Na verdade, fazemos isso o tempo todo. Falamos de cheiros nos referindo a ela como sons – o de menta seria de alta frequência enquanto o almíscar seria de baixa frequência. Ou quando dizemos que cores são ácidas, frias ou quentes.

“O que realmente é excitante é que isso revela que nossos sentidos estão sempre ativos e interagindo entre si sutilmente, e essas conexões moldam nossa percepção do mundo e de nós mesmos”, destaca o filósofo Barry Smith.

Agora, antes que você vá embora, podemos te fazer mais uma pergunta? Se tivesse de classificar limões e bananas em uma escala de velocidade, qual seria mais rápido?

A maioria das pessoas diria que os limões são velozes, e as bananas, lentas. Curioso, não?

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Banana e limão

Qual é mais veloz: a banana ou o limão?

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http://www.bbc.com/portuguese/geral-39685606

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Colaboração de CQCS – by celular

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