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Archive for 15 de fevereiro de 2017

Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Que foi? Nunca viu um macaco punk?

Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

e malcriado!!!!

kkk

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

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Não chega perto! Estou de mau humor!

Pequenos ou Não, Todos Cabem no Meu Coração!

e grosso!!!! affff

kkkkkkkkkk

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http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=8813

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Hahaha

20 invenções atuais

Cubos “de gelo” feitos de aço

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Você quer deixar sua água mineral gelada, ou qualquer outra bebida, mas quer evitar o uso de cubos de gelo? Basta colocar esses cubos de aço que vão gelar sua bebida em alguns minutos!

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(imagine… acho que em 30 segundos… eles dão conta! pffff… Mary)

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20 invenções atuais

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20 invenções atuais

Bolas aquecedoras

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Já essas bolinhas fazem justamente o contrário. Basta coloca-las em algum preparo líquido, como uma sopa, e elas vão esquentar o alimento. Depois, é só removê-las. Você vai economizar gás!

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20 invenções atuais

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20 invenções atuais

Caneca que espreme o saquinho de chá

Você quer aproveitar o máximo do chá, mas não quer colocar a mão dentro da bebida quente correndo o risco de se queimar? Essa é a invenção perfeita para você, porque colocar a mão não é nada higiênico. Esta caneca faz tudo por você: basta puxar a cordinha e a caneca vai espremer o saquinho de chá ao máximo.

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20 invenções atuais

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20 invenções atuais

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kkkkkkkkkkkkk

tem muuuuito mais… espanto!!!! kkkkkkkkkkkkkkk

Já é madruga!

Quem quiser ver coisas bem INUSITADAS, clic:

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=7709

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Do Portão de Brandenburgo, em Berlim, ao Museu Guggenheim de Bilbao, do Arco do Triunfo de Paris ao Palácio dos Doges em Veneza, ou ao Coliseu, em Roma, passando pela London Bridge e pela Torre de Belém, em Lisboa – sem excluir obras espectaculares contemporâneas em várias capitais, todas retratadas à noite, sob iluminação artificial –, são imagens que enriquecem os olhos e emocionam.
 
Diz seu autor, Luke Shepard, estudante da American University em Paris; “este vídeo é uma celebração do brilho e da diversidade da arquitectura Europa afora”.
 
Ele e uma amiga viajaram durante três meses por 36 cidades em 21 países europeus com a ambição de “capturar algumas das grandes estruturas arquitectónicas europeias de uma forma nova, diferente”.
 
O vídeo é composto de milhares de fotos transformadas em vídeo, com o objectivo de “inspirar a apreciação por essas obras-primas realizadas pela mão do homem”.
 
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http://player.vimeo.com/video/71501596

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País era um dos líderes europeus em incidência de consumo de álcool, tabaco e maconha entre os jovens no final dos anos 90, mas em menos de duas décadas se converteu em modelo a ser seguido.

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Islândia é
um país nórdico insular europeu situado no oceano Atlântico Norte. O seu território abrange a ilha homônima e algumas pequenas ilhas no oceano Atlântico, localizadas entre a Europa continental e a Groenlândia. Wikipédia
 
Moeda: Coroa islandesa
População: 323.002 (2013) Banco Mundial
Língua oficial: Língua islandesa
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Islândia, não é moda entre adolescentes consumir bebidas alcóolicas. E encontrar um jovem que fume tabaco ou maconha é até difícil.

Os dados sobre o uso de substâncias que causam dependência expõem um cenário em que apenas 5% dos jovens entre 14 e 16 anos dizem ter consumido álcool no mês anterior.

Além disso, apenas 3% dizem fumar tabaco diariamente e 7% consumiram maconha ao menos uma vez nos últimos 30 dias.

Enquanto isso, a média europeia é de 47%, 13% e 7%, respectivamente. Na América Latina, 35% dos jovens entre 13 e 15 anos dizem ter consumido álcool no último mês e 17% fumam diariamente, segundo dados da Unicef.

Mas a Islândia nem sempre foi um modelo a se seguir: no final dos anos 90, era um dos países europeus com maior incidência de consumo de álcool e tabaco entre jovens.

Como foi possível transformar, em menos de duas décadas, os hábitos de adolescentes no território de pouco mais de 300 mil habitantes?

Pesquisa de comportamento

As razões do êxito islandês estão no programa Youth in Iceland (Juventude na Islândia), iniciado em 1998, cujo pilar está na pesquisa contínua dos hábitos e preocupações dos adolescentes.

“Se você fosse o diretor de uma empresa farmacêutica, você não lançaria um novo analgésico no mercado sem fazer uma pesquisa prévia”, disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, Jón Sígfusson, diretor do Centro Islandês para a Pesquisa e Análise Social, responsável pelo Youth in Iceland.

“É o mesmo com qualquer setor, desde a agricultura à infraestrutura. Por que não seria assim quando se trata de jovens?”, pergunta, retoricamente.

“Muitas vezes se atua em função apenas de impressões. E isso é muito perigoso. É preciso ter informações que sejam confiáveis e, a partir disso, podem ser tomadas decisões”, explica Sígfusson.

Ele explica que o programa mapeia, por meio de questionários aplicados a cada dois anos, adolescentes de todas as escolas do país.

 

Entre outras variáveis, são coletados dados sobre padrões de consumo, características das famílias, evasão escolar e problemas emocionais dos jovens.

Com esses elementos, são elaborados informes específicos para cada distrito e escola.

“Fazemos a coleta de dados e, dois meses depois, as escolas recebem os resultados novos”, destaca o responsável pelo programa.

Responsabilidade dos adultos

O passo seguinte é analisar esses dados num trabalho conjunto entre escolas, comunidades e municípios, que identificam os principais fatores de risco e proteção contra o consumo de álcool e drogas.

A partir daí, pensa-se em como fortalecer os segundos e enfraquecer os primeiros.

“Nada aconteceu de um dia para o outro. Mas foi possível atuar porque os dados nos ensinavam, por exemplo, a grande importância do fator parental”, indica Sígfusson.

“Isso mostrou a necessidade de informar os pais e lhes explicar que eles são o principal fator preventivo para seus filhos: passar tempo com eles, apoiá-los, controlá-los, vigiá-los”, explica.

Segundo o diretor do Youth in Iceland, antes de começar o programa, uma das principais medidas preventivas que era ensinar às crianças os efeitos negativos do uso de drogas.

Porém, essa ação sozinha não funcionava. Foi então que o enfoque sofreu uma drástica mudança.

“Os responsáveis não são as crianças, e sim nós, adultos. Devemos criar um entorno onde eles fiquem bem e tenham a opção de preencher seu tempo com atividades positivas. Isso diminui a probabilidade de eles consumirem substâncias maléficas”, afirma.

Os estudos mostraram que a maior participação em atividades extracurriculares e o aumento do tempo passado com os pais diminuem o risco de se consumir álcool e outras substâncias.

Por isso, a Islândia aumentou os recursos destinados à oferta de atividades para adolescentes, como esportes, música, teatro e dança.

E desde 2002 foi proibido que, salvo exceções, as crianças menores de 12 anos e adolescentes de 13 a 16 anos andem sozinhos na rua depois das 20h e das 22h, respectivamente.

Projeto internacional

Os resultados obtidos pela Islândia levaram à criação, em 2006, do programa Youth in Europe (Juventude na Europa), cujo objetivo é expandir a metodologia do país nórdico a outras localidades do continente.

Em apenas dez anos, mais de 30 municípios europeus adotaram o projeto.

“Nunca trabalhamos com países inteiros porque, por um lado, é muito difícil ter o apoio do governo nacional. E, sobretudo, porque este é um trabalho que deve ser desenvolvido a nível local”, afirma Sígfussen, que também dirige o projeto europeu.

Todas as cidades participantes conduzem os mesmos questionários. Assim elas têm uma ideia dos hábitos dos adolescentes e dos fatores de risco e proteção em cada lugar.

“Essa metodologia é participativa, comunitária e se faz de baixo para cima, baseada em evidências científicas. É o que nós tentamos imitar do modelo da Islândia”, aponta Patricia Ros, diretora do Serviço de Prevenção de Vício da Prefeitura de Terragona, que participa desde 2015 do Youth in Europe.

Foram coletados dados de 2,5 mil jovens de escolas do município espanhol.

“São coisas tão óbvias que todo mundo”, diz Ros. “O esporte, por exemplo. Qualquer criança de 5 anos entende que quem pratica esporte se droga menos. Mas o que não entendem é que quando a criança passa para ensino secundário (entre 12 e 16 anos), pelo menos em Terragona, não há mais atividades extracurriculares”, afirma.

“Então, claro que é o esporte. Mas temos que colocá-lo ao alcance da maioria desses adolescentes que, quando acabam as aulas, não têm muitas alternativas ao ócio”, acrescenta.

Como no caso islandês, as medidas tomadas após a análise dos dados dependerão de cada momento e de cada bairro.

A exemplo do que acontece na cidade espanhola, cada município participante adota a metodologia islandesa para buscar suas próprias respostas.

“Claro que as culturas são diferentes. Não podemos dizer que o que funciona na Islândia vai funcionar em outros lugares”, diz Sigfusson.

“Mas se estivermos num município, digamos, da América Latina, e trabalharmos com gente de lá que conhece como funciona seu sistema, o primeiro passo seria a realização de uma mapeamento para ver como é a situação. E partir daí, localizaríamos os fatores preventivos para se avançar”, explica.

“Alguns me dizem que é um enfoque quase ingênuo, porque é muito lógico. Mas é assim mesmo”, conclui.

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Aurora boreal no fiorde Hedins, Islândia
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Capital da Islândia, Reiquiavique

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A Islândia fica no que se chama de dorsal meso-atlântica, uma cadeia de montanhas submarinas gigantesca de 18 mil quilômetros de comprimento, …
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Quanto aos vulcões, o mais famoso deles é Eyjafjallajökull (tente falar isso rápido três vezes) kkkkk
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Quanto à religião, a maioria dos islandeses é protestante – a principal instituição do país é a Igreja Nacional da Islândia
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A Islândia é um exemplo de país capitalista que “deu certo” (se é que isso é possível). Sempre foi um país de livre econômia de mercado, com impostos relativamente baixos se comparado com outros membros da comunidade européia, provendo assistência sanitária universal e formação superior gratuíta a todos os seus cidadãos. Em 2009 a Islândia foi considerada Pela ONU o terceiro país mais desenvolvido do mundo. 
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Esta igrejinha fica na pequena vila de Öræfi, no sul da Islândia, e é cercada por musgos. Construída em 1884, a casa tem teto de pedras cobertas por musgo …
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… Cavalos selvagens da Islândia
(foto: Grazi Bastos)
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Islândia verão
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A irreverente página no Facebook da Polícia da Islândia
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Essa iguaria que você deve pensar duas vezes antes de comer. Esse é um prato típico da Islândia, feito basicamente de carne podre de tubarão.
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Para quem acha quem acha que já comeu de tudo nesta vida, ainda não viu nada.

O tubarão utilizado, o tubarão-da-groenlândia, é, em si, venenoso, quando se encontra fresco, produzindo efeitos semelhantes a uma embriaguez extrema, devido a uma concentração elevada de ácido úrico. Mas, pode ser consumido após cozedura em várias águas ou após ser enterrado para putrefacção durante vários meses, sendo exposto a vários ciclos de congelação e descongelação.

Possui um cheiro intenso de amoníaco, não muito diferente de muitos produtos de limpeza. É normalmente servido em cubos com um palito e consumido acompanhado por cálices da aguardente local, denominada brennivín. O consumo de hákarl é frequentemente associado a robustez e força.

Trata-se em parte de um alimento de gosto adquirido, que necessita de algum tempo para a habituação. Aconselha-se aos principiantes que tapem o nariz ao tentarem ingerir o primeiro pedaço, de forma a evitarem o surgimento de vómitos, devido ao odor intenso.

Pode possuir uma cor avermelhada ou branca. O hákarl, em especial a variedade vermelha, é considerado de digestão fácil para pessoas com úlceras.

A preparação tradicional do hákarl começa com o corte em pedaços da carne do tubarão. Em seguida, a carne é enterrada com pedras, para apodrecer entre 6 a 12 semanas, dependendo da estação, para depois ser pendurada a secar numa cabana, durante 2 a 4 meses. Durante a secagem, o tubarão desenvolve uma crosta acastanhada, que é removida antes de servir. O método moderno consiste em comprimir a carne do tubarão num contentor de plástico de grandes dimensões.

Bom resumindo…. você vai para Groelândia e come uma carne podre e fedida.

O hákarl é carne de tubarão decomposta. O tubarão fica enterrado para fermentar em seus próprios fluidos durante vários meses, em seguida, é cortado em tiras e pendurado para secar

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Cabeças de bacalhau secando na Islândia. Bonito, bonito, não é.
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