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Archive for 9 de abril de 2015

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Como ilustrar para uma criança o modo como ela foi concebida?
[ JornalCiencia ]

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Sociedad Argentina de Horticultura – Face

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AMOOOO!!!

Além de lindas, deliciooooosas…

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Vamos caminhando pela vida à fora…

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(tabaiá…) rs

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ESSE JÁ NASCEU ‘POMPOSO’!
Este incrível besouro com impressionante cor dourada é da espécie Chrysina resplendens.
Os tons de dourado em seu corpo impressionam até os especialistas mais renomados. Pode ser encontrado em diversas partes da América Central e pertence a família Scarabaeidae.

JornalCiência – Face

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CARACOL MARINHO

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Tem gente que é tããããão corajooooosa… rsrs

O mundo gastronômico adooora… rs

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Este é um escargot africano da Costa do Marfim. Além de africano, comestível.

Fonte: Wikipedia

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Não sei se esse é comestível… acho que não…

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Caramujo Africano:

praga tem envenenado animais silvestres no Rio de Janeiro – Brasil

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Caramujos gigantes passeiam tranquilamente sobre um cipó da Mata Atlântica

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Caramujos são monoicos (hermafroditas) por isto se for 1 par sempre vão ter muitos ovos pois eles não conseguem a fecundação devido a barreiras no seu próprio corpo como por exemplo liberação de esperma e óvulos somente em presença de outro da mesma espécie assim ambos botom ovos cada 1 em seu próprio ninho… Eles têm desenvolvimento direto(sem larvas)

Jéssica Maciel – YR

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Caramujos, lesmas e caracóis são moluscos presentes em praticamente todos os estados brasileiros. Sua proliferação acontece principalmente em regiões mais úmidas ou em épocas em que as temperaturas estejam mais amenas.

Sejam em áreas rurais, onde as lesmas podem afetar o plantio de diversas culturas como soja, feijão, amendoim e café, ou em ambientes urbanos, em que o grande vilão é o caramujo-africano (Achatina Fulica), que pode transmitir doenças. Estes animais podem se tornar pragas quando sua população aumenta desordenadamente.

Um dos motivos que causam o descontrole é a redução dos chamados “inimigos naturais”, animais que são predadores das lesmas.

Ataque de lesmas causa prejuízo à agricultores

No ano passado, agricultores de Simonésia, na Zona da Mata, sofreram as consequências do ataque de lesmas. O técnico da Emater, Ricardo Vitarelli, em entrevista à repórter Fernanda Pônzio no programa InterTV Rural, disse que a praga é de difícil controle, principalmente se o ataque for de grandes dimensões. “Para estes casos, é necessário o manejo integrado, quando várias técnicas são utilizadas a fim de reduzir ao máximo os prejuízos que esta praga pode causar”, esclarece.

Quando o ataque acontece em menores proporções, ou em ambientes com um tamanho reduzido é possível utilizar algumas técnicas para minimizar os efeitos do ataque das lesmas. 

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Dicas para acabar com lesmas e caramujos

Algumas dicas podem ajudar a reduzir as consequências causadas por lesmas e caramujos em infestações no campo. Mas que podem ser aproveitadas nos casos em que a praga ataca jardins e hortas urbanas. As orientações são da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa).

AAA) Armadilhas feitas com estopas ou panos embebidos em cerveja ou leite devem ser distribuídas sobre a superfície do terreno e ao redor das plantas, ao anoitecer. No dia seguinte, bem cedo, deve-se virar a estopa ou o pano e recolher as lesmas e caracóis que se abrigaram embaixo da armadilha. Estas pragas devem ser enterradas em valas distantes de poços ou cisternas e cobertas por uma camada de cal virgem não muito espessa.O processo de coleta deve ser repetido diariamente para a eliminação efetiva dos caramujos e lesmas. Não é recomendado o uso de sal de cozinha sobre o solo ou sobre a plantação. Além de não ter o efeito desejado, pode contaminar o solo e águas superficiais e subterrâneas, assim como também danificar as plantas. O procedimento de coleta, manuseio e eliminação de lesmas e caramujos deve ser feito com as mãos protegidas por luvas ou sacos plásticos. Ao final da atividade, deve-se descartar as luvas e lavar bem as mãos.
BBB) Alternativamente, a colocação de restos de hortaliças como talos, folhas e outros sobre jornais ou lona plástica, também servem como atrativos às lesmas e caramujos.
CCC) Uso de iscas dentro de caixinhas ou latas destampadas e enterradas na superfície do solo ao longo de toda a horta. A isca pode ser uma pequena quantidade de cerveja ou uma hortaliça, como o chuchu, misturada com sal. As lesmas e os caracóis são atraídos pela isca e pela ausência de luz e morrem por causa do sal no fundo do recipiente.
DDD) Distribuição de pedaços crus de abóbora ou chuchu nos canteiros da horta no final da tarde, procedendo-se no dia seguinte à coleta de lesmas e caracóis presentes sobre as iscas.
EEE) O uso de faixas de cal extinta de, pelo menos, 20 cm de largura ao redor da cultura após cada chuva ou semanalmente.
Em Belo Horizonte, salienta o Engenheiro Agrônomo e Analista Técnico da Insetan, Dhiego Freitas Rocha, não existem grandes infestações por caramujo africano.

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FONTE: http://www.dedetizacaoinsetan.com.br/perguntas-ao-especialista/como-acabar-com-lesmas-e-caramujos-que-podem-provocam-prejuizos-e-transmitir-doencas/

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Essa espécie de caracol, cujo nome científico é Connus pannaeus possui um veneno poderosíssimo formado por centenas de compostos, muitos deles encontrados até em venenos de cobra. Possui um substância que é particularmente centenas de vezes mais potente que a morfina. Pesquisas revelam que apenas uma gota do veneno desse “dócil” animal é suficiente para matar 20 pessoas adultas.

Apesar de terrível ele não é uma descoberta científica recente, a cerca de 25 anos os cientistas da Universidade de Utah isolaram a molécula do veneno desse caracol  e constataram que possuía um poder analgésico nos humanos. Os estudos não pararam por aí, esse só foi o ponta pé inicial de uma série de estudos que duraram mais de 20 anos para conseguirem sintetizar em laboratório o mesmo composto que atualmente é utilizado em um novo fármaco, chamado de Prialt (princípio ativo é a ziconotida).

Umas das grandes  vantagens desse novo medicamento é seu absurdo poder analgésico, sendo classificado como mil vezes mais potente que a morfina. O grande problema da morfina é o seu poder de viciamento por ser uma molécula opióide, derivado de ópio. Já a ziconotida não possui efeito viciante.

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Leia muuuuito mais:

http://www.jornalciencia.com/meio-ambiente/animais/440-terrivel-caracol-e-considerado-o-animal-mais-venenoso-do-mundo

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O caracol-do-cone possui um “dente” formado por quitina possuindo aspecto de um arpão cheio de microfarpas. O veneno é injetado de modo absolutamente rápido e não existe nenhuma espécie de antídoto para quem for “picado”.

Foto: Reprodução/WikipédiaCommons

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É importante salientar que esse veneno pode ser retirado de todos os caracóis do gênero Conus. O gene responsável pela fabricação do veneno parece ter sofrido uma mutação ao longo das gerações o que proporciona ao animal produzir suas toxinas rapidamente e com uma variedade espantosa de moléculas.

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O veneno pode ser retirado dos caracóis mortos ou com o caracol vivo. O grande problema de se retirar sua glândula após a morte é que dentro dela possui uma infinidade de milhares de compostos que muitas vezes não são usados pelo caracol para matar a presa e isso dificuldade a isolação dos principais princípios ativos. Já a retirada do veneno do caracol vivo também é complicado porque não é fácil lidar com um animal grande, extremamente perigoso e que não libera as toxinas facilmente.

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Belíssimo, mas… letal!

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FOTO é arte!

Conheça as fotografias impressionantes de Ratão Diniz, morador do Complexo da Maré e ex-aluno da Escola de Fotógrafos do Observatório das Favelas.

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Ballet… rsrs

Elefantes pesadões?

Esta foto mostra o quanto eles podem demonstrar leveza, assim como uma bailarina. Um elefante usa o rabo e as patas para conseguir se equilibrar. Assim, embora pesados, conseguem se sustentar muito bem, mesmo sem o apoio de uma das patas. As outras ficam parecendo pilares no chão.

Foto de Lindsay Powell

Biologia com o Prof. Jubilut

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Bom mesmo seria que pudessem viver a vida toda 

em seu habitat natural…

felizes…

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Abacaxis, também conhecidos como ananás, são uma infrutescência, ou seja, uma fruta com origem a partir de várias flores. Além disso, outro fato legal sobre os abacaxis é que eles fazem parte do grupo das bromélias. Você que mora na cidade e nunca viu uma plantação de abacaxis, tem a oportunidade de perceber tudo isso nesta foto.

Biologia com o Prof. Jubilut

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João Cobra trabalha com a produção de abacaxi há 20 anos em Tarauacá

(Foto: Duaine Rodrigues/ G1)

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Plantação de Abacaxi da Fazenda do Donato – Iporã-PR

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Homem colhe abacaxi com formato de coração

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Google tem as melhores e inusitadas imagens

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