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Archive for abril \30\+00:00 2013

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(Anjos Animais – Face)

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Delícias… rsrs

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PÃO RECHEADO

para: lanche, tira gosto, …

Sugestão para recheio: queijo, requeijão, creme de cebola, creme de alho, molho de strogonoff,

creme de palmito, cogumelos…
Após o recheio leve ao forno para gratinar e sirva.

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Pão com Ovo no forno, sem fritura… huuum!!

Reparem que está na forma, logo não foi frito e sim assado.

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Cebola Australiana!!! 

INGREDIENTES
1 cebola grande
Água o suficiente
500 g de farinha de trigo
4 ovos
1 xícara de chá de leite
1 colher de chá de pimenta caiena
1 pitada de paprica
500 g de farinha de rosca
Óleo para fritar

MODO DE PREPARO
– Retire a casca da cebola, tomando cuidado para não retirar muita casca
– Usando uma faca afiada, dividir a cebola em 4 partes, começando do alto para a raiz, deixando aproximadamente 1 cm de raiz
– Repita esse processo ate chegar em 16 partes
– Coloque a cebola em um recipiente e cubra com água fervente, reserve ate as pétalas começarem a abrir
– Em seguida mergulhe em água gelada e reserve ate a — cebola se abrir em flor e depois leve a mesma para uma peneira ate escorrer toda água
– Bata os ovos com o leite, junte sal, pimenta e páprica
– Passe a cebola na farinha de trigo na batida de ovos, empane na farinha e rosca, e frite em óleo quente

Tempo de preparo: 30min
Rendimento: 2 porções

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(Cecília Mamede – Lúcia Müller – Face)

 

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Bolo sem leite, sem glúten e sem ovo

Ingredientes: 


200 ml de suco de laranja; 
1/2 copo (200 ml) de óleo; 
1 copo cheio (200 ml) de açúcar; 
1 pitada de sal; 
2 copos e 1/2 (200 ml) de farinha de arroz; 
1 colher de sopa bem cheia de fermento em pó; 
1 colher de café de farinha de linhaça (ela substitui o ovo). 

Modo de Preparo: 


Bata todos os ingredientes no liquidificador;
Coloque em uma forma untada com óleo; 
Leve ao forno médio, pré-aquecido, por cerca de 40 minutos, ou até dourar.

Tempo de preparo: 50 minutos 
Rendimento: 8 porções

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(Cecília Mamede – Lúcia Müller – Face)

*

Adorei!

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PASSEIO SOCRÁTICO
(Frei Betto)

“Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos

com monges do Tibete,
da Mongólia, do Japão e da China.

Eram homens serenos, comedidos,
recolhidos, e em paz nos seus mantos cor de açafrão…

Em outro dia, eu observava o movimento do

Aeroporto de São Paulo: a
sala de espera estava cheia de

Executivos com telefones celulares,
preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam.
Com certeza, já haviam tomado

o seu café da manhã em casa;
mas, como a companhia aérea oferecia outro café,

todos comiam vorazmente.
Aquilo me fez refletir: “Qual dos dois modelos vistos por mim,
até aqui, realmente produz felicidade?”.

Passados alguns dias, encontrei Daniela, 10 anos, no elevador,
às nove da manhã, e perguntei: “Não foi à aula?”.
E ela me respondeu: “Não. Eu só tenho aula à tarde”.
Comemorei: “Que bom! Isto significa, então, que, de manhã,
você pode brincar, ou dormir até mais tarde!…”.
“Não;”, retrucou-me ela,

“tenho tanta coisa a fazer, de manhã…”.
“Que tanta coisa?”, perguntei. “Aulas de inglês;

de balé; de pintura;
piscina”, e começou a elencar seu 

programa de garota robotizada… 

Fiquei pensando: “Que pena! A Daniela não me disse:
“Tenho aula de meditação”.

Vê-se que esta mos construindo super-homens
e super-mulheres, totalmente equipados, mas,
emocionalmente infantilizados.

Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha,
em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje,
tem sessenta academias de ginástica e três livrarias!
Não tenho nada contra malhar o corpo… Mas, preocupo-me com a
desproporção em relação à malhação do espírito.

Acho ótimo,
vamos todos morrer esbeltos. Alguns perguntarão “Como estava o defunto?”.
E outros responderão:

“Olha…, uma maravilha, não tinha uma celulite!”…

Mas, como fica a questão da subjetividade?

Da espiritualidade?
Da ociosidade amorosa? Hoje, a palavra é virtualidade.

Tudo é virtual.
Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter
uma amiga íntima em Tóquio,

sem nenhuma preocupação, porém,
de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual.
Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais.
E somos também eticamente virtuais…

A palavra hoje é “entretenimento”.

Domingo, então, é o dia nacional
da imbecilização coletiva.

Imbecil, o apresentador; imbecil,
quem vai lá e se apresenta no palco;

imbecil, quem perde a tarde
diante da telinha…
E como a publicidade não consegue vender felicidade, ela nos
passa a ilusão de que felicidade é o

resultado da soma de prazeres:
“Se tomar este refrigerante, calçar este tênis,
usar esta camisa, comprar este carro…, você chega lá!”.
O problema é que, em geral, “não se chega”! Pois, quem cede
a tantas propagandas desenvolve, de tal maneira, o seu desejo,
que acaba precisando de um analista, ou de remédios.
E quem, ao contrário, resiste, aumenta a sua neurose.

O grande desafio é começar a ver o quanto

é bom ser livre de todo
esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista.
Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental
três requisitos são indispensáveis: a amizade, a auto-estima,
e a ausência de estresse.

Mas, há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno.
Na Idade Média, as cidades adquiriam status

construindo uma catedral;
hoje, no Brasil, constrói-se um Shopping Center.

É curioso: a maioria
dos Shoppings Centers tem linhas arquitetônicas de
catedrais estilizadas; neles, não se pode ir de qualquer maneira,
é preciso vestir roupa de “missa de domingo”.
E ali dentro se sente uma sensação paradisíaca:
não há mendigos, não há crianças de rua,
não se vê sujeira pelas calçadas…

Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno:
aquela musiquinha de esperar dentista.

Observam-se vários nichos:
capelas com os veneráveis objetos de consumo,
acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista,
sente-se no reino dos céus. Mas, aquele que só pode comprar passando
cheque pré-datado, ou a crédito, ou, ainda,

entrando no “cheque especial”,
se sente no purgatório.
E pior:

aquele que não pode comprar,
certamente vai se sentir no inferno…
Felizmente, terminam todos

na eucaristia pós-moderna,
irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo
hambúrguer do McDonald…

Por tud o isto, costumo dizer aos balconistas
que me cercam à porta das lojas, que estou, apenas,
fazendo um “passeio socrático”.

E, diante de seus olhares
espantados,explico: “Sócrates, filósofo grego,
também gostava de descansar a

cabeça percorrendo o centro
comercial de Atenas.
Quando vendedores como vocês o assediavam,

ele respondia:
“Estou, apenas, observando quantas coisas

existem e das
quais não preciso para ser feliz!”

*

Frei Beto, como sempre, arrasando na LUCIDEZ!

NECESSÁRIO!!!

***

Mas…

e quem foi

SÓCRATES?

Sócrates era considerado pelos seus
contemporâneos um dos
homens mais sábios e inteligentes.
Em seus pensamentos,
demonstra uma necessidade grande de
levar o conhecimento para os cidadãos gregos.
Seu método de transmissão de
conhecimentos e sabedoria
era o diálogo. Através da palavra,
o filósofo tentava
levar o conhecimento sobre as coisas
do mundo e do ser humano.

+

Leia muito mais, em:

http://www.suapesquisa.com/socrates/

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Lady Shamrock, a vaca marcada com o código QR, virou celebridade na Inglaterra.

O código liga a informações sobre a produção de leite, comida favorita e cuidados que os

donos tomam com o animal.

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O código QR também está na cabeça dos jogadores de futebol.

Na Inglaterra, times usaram esta estratégia para incentivar os torcedores a apostar nos resultados das partidas.

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Crédito:

 Bromley FC/Divulgação

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Projeto de um salão futurista apresentado em Veneza.

Em cada código, a pessoa pode se informar sobre os detalhes a obra.

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Crédito: Muntgebouw/Divulgação

As moedas marcadas com o código remetem a informações sobre o

comemorações e eventos da monarquia holandesa.

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O QUE É CÓDIGO “QR”?

O que é e para que serve o código QR?
O código QR é um símbolo bi­di­men­sio­nal. Foi inventado em 1994 pela Denso, uma das principais empresas do grupo Toyota, e foi aprovado como padrão in­ter­na­cio­nal pela ISO (ISO/IEC 18004) em junho de 2000. Este símbolo bi­di­men­sio­nal era destinado ao uso no controle de produção de peças automotivas, mas acabou se espalhando por toda a economia. O código QR é visto agora todos os dias e em todos os lugares pelo mundo, sobretudo por quatro razões:

  • Possui características su­pe­rio­res aos códigos de barras li­nea­res, como a possibilidade de agregar muitos dados em alta densidade e dar suporte a caracteres kanji (caracteres da língua japonesa com origem em caracteres chineses)
  • Pode ser usado por qualquer pessoa sem custos, uma vez que a Denso abriu mão dos direitos de patente para o domínio público
  • A estrutura dos dados não é um requisito padrão para os usos atuais
  • A maioria dos telefones celulares no Japão e nos principais paí­ses já é de smartphones, equipados com câmeras que permitem a leitura de códigos QR, acessando ime­dia­ta­men­te informações na web, SMS ou até chamadas telefônicas.

***

Leia muito mais em: 

http://www.revistatecnologiagrafica.com.br/index.php?option=com_content&view=

article&id=2690:o-que-e-e-para-que-serve-o-codigo-qr&catid=60:normalizacao&Itemid=185

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