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Archive for 20 de novembro de 2012

Gafanhoto no espeto, uma iguaria comum nas ruas chinesas

(The Big Menu – Face)

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No Japão moderno, o kabuki continua relativamente em voga. É o mais popular dos estilos tradicionais de drama japonês. Seus atores mais famosos fazem também papéis na TV e no cinema. Por exemplo, Bando Tamasaburo V, um onnagata bem conhecido, apareceu em diversas peças (não de kabuki) e filmes, geralmente em papéis femininos. Algumas trupes de kabuki usam atualmente atrizes nos papéis de onnagata. O Ichikawa Kabuki-za, por exemplo, é uma trupe só de mulheres formada depois da Segunda Guerra. Em 2003 uma estátua de Okuni foi construída perto de Kyoto, onde ocorreu em 24 de novembro de 2005, a “Terceira Proclamação das Obras-Primas da Herança Oral e Intangível da Humanidade” da UNESCO.

(Wikipédia)

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Kazuo Ohno

(em japonês 大野 一雄, Hakodate27 de outubro de 1906 – Yokohama1 de junho de 2010) foi um dançarino e coreógrafo japonês, considerado um mestre do teatro butô, arte que mistura dança e artes dramáticas. Fez parceria com Tatsumi Hijikata (1928-1986) e esteve três vezes no Brasil, nos anos de 1986, 1992 e 1997.

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O filho dele…

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O Butô é uma dança

que surgiu no Japão pós-guerra e ganhou o mundo na década de 1970. Criada por Tatsumi Hijikata (9 de março de 1928 – 21 de janeiro de 1986) na década de 1950 o butô é também inspirado nos movimentos de vanguarda: expressionismo, surrealismo, construtivismo… Juntamente com ele, Kazuo Ohno (27 de outubro de 1906 – 1 de junho de 2010) divide a criação desta dança.

O Butoh é o resultado, não artístico, mas muito mais filosófico,

da confluência de duas culturas completamente opostas e nitidamente anacrônicas: a ocidental, que vinha sendo consubstanciado pelos idos da modernidade de uma ideologia americana dos anos 50; e pela oriental, extremamente embasada em séculos e séculos da mais pura tradição milenar japonesa.

Tatsumi Hijikata e Kazuo Ohno, os expoentes e criadores da arte Butoh, buscaram nas vanguardas européias, como no expressionismo, no cubismo e no surrealimo, e nas danças japonesas, como Nô e Bugaku, a inspiração para a criação de suas artes. Seguindo a estética de artes que tinham como proposta a subversão de convenções, caracteristicamente assumidas pelas vanguardas, o Butoh busca uma forma de expressão que não seja necessariamente coreografada, nem presa a movimentos estereotipados que remetam a uma técnica específica.

O Butoh preocupa-se em expressar a individualidade do butoka, sem máscaras e véus de alegoria; expressar o que o ser humano tem de verdade em sua alma, em seu espírito, mesmo que para isso desvende o que pode haver de mais sórdido, solitário e trevas no interior do dançarino. E para que isso seja expresso, não cabe que o meio pela qual se dá a expressão seja preso à convenções que mascaram a verdade da alma humana.

O que deve ser feito, segundo a filosofia Butoh, é libertar-se das formas do corpo e do pensamento.

Kazuo Ohno, utilizava termos bastante sugestivos para a transmissão de seus conhecimentos aos seus discípulos, tais quais: o corpo morto – o qual sugere um corpo e uma alma vazia, livre, leve, sem empecilhos que o impeça de expressar-se. Aqui também está incluso a ideia do “olho de peixe” que lembra os olhos de um cadáver, sem vida e estático, porém, assim como o peixe, extremamente vivo e pronto para reagir, assim como deve ser o butoka; crayze dance, free style – referindo-se ao livrar-se de convenções que estipulam os movimentos do corpo e da mente, uma expressão pura, completamente concernente à peculiaridade de cada butoka; o passado, os mortos – segundo Kazuo, só somos hoje o que somos, graças aos nossos mortos; aqui está inclusa a ideia do zen budismo da transitoriedade das coisas, de que é necessário a morte para que haja a vida. Como toda a arte que fica grafada nas páginas da história, o Butoh expressa o que é universal, expressa o que é o ser humano com a sua torpe verdade. Assim, tanto para o butoka quanto para aqueles que o vêem dançar, as máscaras sociais são arrancadas e a verdade de cada um é brutalmente desvendada causando, consequentemente, uma espécie de alvoroço interior que nos obriga a sair de nossas estaticidades e conformações em busca do nosso verdadeiro eu.

Assim, se compreende o intento de Hijikata ao pretender o Butoh não como uma simples dança,

mas como uma filosofia.

(Fonte Wikipédia)

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Uma pequena amostra disso:

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Agnes Gonxha Bojaxhiu 

(Skopje26 de agosto de 1910 — Calcutá5 de setembro de 1997), conhecida mundialmente como Madre Teresa de Calcutá ouBeata Teresa de Calcutá, foi uma missionária católica de etnia albanesa, nascida no Império Otomano, na capital da atual República da Macedônia enaturalizada indiana, beatificada pela Igreja Católica em 2003. Considerada, por alguns, a missionária do século XX, fundou a congregação “Missionárias da Caridade“, tornando-se conhecida ainda em vida pelo cognome de “Santa das sarjetas”

(Leia muito mais em  pt.wikipedia.org/wiki/Madre_Teresa_de_Calcut%C3%A1)

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Irmã Dulce morreu em 13 de março de 1992, pouco tempo antes de completar 78 anos. A fragilidade com que viveu os últimos 30 anos da sua vida, com a saúde abalada seriamente – tinha 70% da capacidade respiratória comprometida – não impediu que ela construísse e mantivesse uma das maiores e mais respeitadas instituições filantrópicas do país, batendo de porta em porta pelas ruas de Salvador, nos mercados, feiras livres ou nos gabinetes de governadores, prefeitos, secretários, presidentes da República, sempre com a determinação de quem fez da própria vida um instrumento vivo da fé.

(Leia muito mais em http://www.irmadulce.org.br/bemaventurada/vida.php)

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De perfil, não tem banquinho algum

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Eu fiquei me batendo cerca de 30 minutos para entender o truque, foi em Praga. Vocês acham que ele faz como? Agora, que é interessante, é hehehee…

(Medrado Cidade da Luz)

SOBRE O Sr. MEDRADO:

Estarei fazendo trabalho neste College inglês. A construção é linda, os salões de filme. Não são espíritas,não, mas desenvolvem trabalhos sobre mediunidade, espiritualidade…muito interessante. Uma curiosidade: era casa de uma família, a quantidade de chaminés evidenciava o poder econômico, quanto mais chaminés, mais rica a família.

(Postado em 06 setembro 2012)

Além das palestras internacionais, ele faz pinturas recebidas através de sua mediunidade. Por exemplo:

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Tela de Monet, aos meus amigos, pintada em 05m. Alegre, festiva…que leve harmonia a vocês.

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Pintura de Renoir feita por mim, na Europa, em 12m34s. Lá fui eu nas minhas férias buscar recursos para a Cidade da Luz, nesta parceria com os espíritos, como sempre diz Renoir: “Transformar tintas em pães.”

(Medrado Cidade da Luz)

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Sr. Medrado

Arte de Judite, fundindo-me em uma pintura mediúnica que eu recebi.

Ficou muito legal. Parabéns, moça.

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Aqui eu nasci e seguramente vou morrer, pois dentro desta Cidade tem uma outra Cidade que amo, a da Luz, porém Salvador está maltratada, abandonada. Lamentável. Mesmo assim parabéns, São Salvador da Bahia.

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Há uma tendência hipócrita da sociedade a se tomar posturas teóricas do politicamente correto, a fim de não ser mal vista por certas posições. Assim, gostaria de ver, neste dia Nacional da Consciência Negra, as pessoas vivendo na prática o compromisso de reeducação da sociedade em respeito a todo tipo de desigualdade lícita e lídima, principalmente a partir das nossas crianças. O que faz você nesse sentido?

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.”
Nelson Mandela

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OUTRO FATO:

Realizamos na Cidade da Luz, já é o segundo ano, o festival: Meu filho é um show de talento, envolvendo as crianças da nossa escola e da comunidade. São 4 categorias, o vencedor de cada uma ganha uma caderneta de poupança com o depósito inicial de cem reais. Foi um sucesso. Os vencedores vão se apresentando a cada terça para o público. Ontem foi Juliana, 10 anos, da 4ª série, categoria cantor individual. Foi um delírio (rs) o público se levantou e a aplaudiu de pé, antes mesmo dela terminar de cantar. Ela ficou radiante e todos nós também. Essa garotada precisa ter uma alavancada em sua autoestima , pois passam dificuldades de toda natureza.

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SÓ MAIS UM…

O MAIS MATERIALMENTE DOLOROSO, TALVEZ…

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Muita gente diz que o alimentar a quem está com fome é assistencialismo. Muitos já criticaram as cestas básicas que oferecemos, o prato diário de comida que damos na Cidade da Luz. Lembro-me, nestas oportunidades, o que madre Tereza de Calcutá dizia, quando falavam com ela que não era para dar o peixe e sim ensinar a pescar:

“Meus pobres estão tão famintos, que não vão ter forças para sequer segurar a vara.

Eu os alimento e depois vocês dão o emprego.”

Ninguém ficou para ensinar a pescar. Meu pessoal da Cidade da Luz está indo aos supermercados pedirem doações para o Natal dos nossos assistidos e fala que o pessoal mais arrumadinho, assim como nós, classe média, média é o que menos ajuda. Passa ao largo, alguns até dizem que é obrigação do governo.

Sim, sabemos, mas em que vai nos empobrecer dar um 1 – 2kg de alimento para uma campanha.

Há quem pensa que não ter o que comer é passar da hora da refeição, é mais do que isto, é não se ver com expectativas. Faça alguma coisa por alguém, ainda que seja só no final do ano, mas faça. Minha mãe dizia que “ajudava os filhos dos outros, para encontrar amanhã quem ajudasse os filhos dela”.

Você tem filhos, netos…tem certeza de como será o amanhã deles?

Pelo sim, pelo não, faça aí o seu crédito na padaria divina.

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(Medrado Cidade da Luz – Face)

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D+!

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