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Archive for 6 de novembro de 2012

Os  Weimaraners
são cães rápidos e ágeis, mas que se tornam excelentes cães de companhia se forem exercitados convenientemente. São cães afectuosos, sempre prontos para brincar.Muito protectores e territoriais, fazem bons cães de guarda, mostrando-se desconfiados de estranhos. Não se dão bem com outros cães e devem por isso ser bem socializados desde pequenos. Tudo isto faz do Weimaraner um cão bastante dominante, não adequado a donos inexperientes.

Inteligente, o Weimaraner aborrece-se facilmente com treino repetitivo. O dono precisa de paciência e consistência no treino deste cão. Esta raça adora agradar ao dono, mas não tolera injustiças, por isso aposte no reforço positivo. Bastante dependente dos donos, o Weimaraner não é um cão para o exterior. Prefere viver num apartamento junto do dono, desde que seja bem exercitados, do que ser albergados em zonas exteriores sem acesso à casa. Se deixado sozinho durante longos períodos de tempo, pode tornar-se destrutivo.
O Weimaraner não pode ser solto em locais que não estejam adequadamente vedados, pois o seu faro leva-o longe. Devido ao passado de caça, o Weimaraner gosta de ladrar para chamar o dono ou alertá-lo da presença de estranhos.

O Weimaraner necessita de bastante exercício para que mantenha a sua postura calma dentro de casa. Duas horas de exercício diário é o mínimo para este cão activo. Adoram recuperar bolas, paus e outros objectos, caminhar e correr e ainda nadar.

(Planeta dos Animais – Face)

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Mandala (मण्डल)

é a palavra sânscrita que significa círculo, uma representação geométrica da dinâmica relação entre o homem e o cosmo. De fato, toda mandala é a exposição plástica e visual do retorno à unidade pela delimitação de um espaço sagrado e atualização de um tempo divino.

Nas sociedades primitivas, o ciclo cósmico, que tinha a imagem de uma trajetória circular (circunferência), era identificado como o ano. O simbolismo da santidade e eternidade do templo aparece claramente na estrutura mandálica dos santuários de todas as épocas e civilizações. Uma vez que o plano arquitetônico do templo é obra dos deuses e se encontra no centro muito próximo deles, esse lugar sagrado está livre de toda corrupção terrestre. Daí a associação dos templos às montanhas cósmicas e a função que elas exercem de ligação entre a Terra e o Céu. Como exemplo, temos a enorme construção do templo de Borobudur, em Java, na Indonésia. Outros exemplos que podemos citar são as basílicas e catedrais cristãs da Igreja primitiva, concebidas como imitação da de Jerusalém Celeste, representando uma imagem ordenada do cosmos, do mundo.

A mandala como simbolismo do centro do mundo dá forma não apenas as cidades, aos templos e aos palácios reais, mas também a mais modesta habitação humana. A morada das populações primitivas é comumente edificada a partir de um poste central e coloca seus habitantes em contato com os três níveis da existência: inferior, médio e superior. A habitação para ele não é apenas um abrigo, mas a criação do mundo que ele, imitando os gestos divinos, deve manter e renovar. Assim, a mandala representa para o homem o seu abrigo interior onde se permite um reencontro com Deus. Um exemplo bem típico brasileiro de mandala, a partir da arquitetura, é a planta superior da Catedral de Brasília.

(Leia muuuuito mais em http://pt.wikipedia.org/wiki/Mandala)

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