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Archive for 24 de outubro de 2012

(Amo Amar Você – Face)

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Respeitar ciclistas (e todo o mundo! né?) 

é DEVER de todos!!!

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Esse é o Mosaico da Mobilidade Sustentável!

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E a carinha de inocência que

mostram quando fazem as piores artes??

Não há o que pague! Só o dono entende!

E ama sempre!!! rsrs

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(Amo Amar Você – Face)

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Estão no

Palácio da Pena – Sintra – Portugal…

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Este é o PALÁCIO DA PENA

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Quinta da Regaleira – Sintra – Portugal…

Belíssima!

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e há muuuito mais em SINTRA.

Adorei!

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(Fonte: Wikipédia)

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(My Sweet Poison – Face)

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O Dia das Bruxas (Halloween -lido Ralouín- é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural,

que ocorre basicamente em países anglo-saxônicos, mas com especial relevância nos

Estados UnidosCanadáIrlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos

(não existe referências de onde surgiram essas celebrações).

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Ray Villafane elevou para um patamar superior a arte de transformar abóboras em peças decorativas.

Desde as simples Jack-o-lantern até às espantosas esculturas criadas por Ray Villafane,

a abóbora é um elemento central das festividades do Halloween.

Um pequeno aperitivo para o Halloween que se aproxima.

(Obvious – Face)

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Kkkkk… com uma vassoura moderna destas,

até eu quero ser uma bruxinha de Halloween… hahaha

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Mas…

hahahahaha

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Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês),

acredita-se que assim se deu origem ao nome atual da festa: Hallow Evening → Hallowe’en → Halloween.

Rapidamente se conclui que o termo “Dia das bruxas” não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação

apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.

Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo

restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows’ Eve.

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Joules Dalou… Arte!

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Antony Gormley

trabalha há mais de 25 anos a figura humana em esculturas baseadas em vectores,

através de investigação do corpo e da memória. Usa o seu próprio corpo como material, tema e ferramenta, desenvolvendo uma

preocupação recorrente com a condição humana.

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Londrino de 60 anos, trabalha metal em espiral e cubos a que, muitas vezes, dá a forma de uma homem de pé,

com as pernas e braços colados ao corpo. O seu trabalho mais conhecido é, provavelmente, o “Angel of the North”(1998),

uma escultura que se situa

em Gateshead, Inglaterra, e que representa um homem de braços abertos que se assemelham a asas.

Há também a escultura “Another Place”,  erigida na praia de Crosby, Liverpool.

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Gormley descreve o seu trabalho como uma tentativa de materializar o espaço para além da aparência em que vivemos,

tentando usar o corpo não

como um objecto, mas como um lugar – um vestígio de um acontecimento real de uma pessoa num determinado tempo e local.

Confuso? Pense numa escultura como numa memória do que aconteceu, tal como uma fotografia.
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(Obvious – Face)

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Escaravelhos, abelhas, gafanhotos, borboletas, aranhas, escorpiões – se os dispensa vivos, talvez consiga apreciar-lhes a beleza

bem guardados dentro duma campânula de vidro, como máquinas antigas num museu que tanto é de arte,

como de história natural, como de engenharia.

(Obvious – Face)

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(Mike Libby – Face)

Um trabalho de minúcia que resulta nestas criaturas a meio caminho entre uma jóia e um aparelho de alta precisão.

No caso de animais como borboletas ou abelhas, as peças são coladas no exoesqueleto do animal.

Não ficamos com insectos a funcionar movidos a corda,

mas a sugestão do mecanismo e das suas possibilidades está lá.

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Sobre o que o motiva, acrescenta: “Faço isto há tanto tempo que às vezes me esqueço do porquê. Em parte é o desafio, é um trabalho de facto complicado, sobretudo numa área tão pequena, mas se funcionar do ponto de vista visual, é aí que está a gratificação. Também gosto de fazer as pessoas parar e prestar atenção, e usarem a sua própria imaginação”. E qual a relação deste InsectLab com os outros projectos artísticos de Libby? “ O InsectLabpermite-me fazer uma coisa conhecida, fazer alguma coisa a partir de bichos mortos e relógios partidos, mas o meu outro trabalho é muito mais aberto. Há alguns temas de história natural em que os projectos se cruzam, bem como o processo de reconciliar e fazer corresponder coisas que se calhar não combinam de forma muito fácil (ou demasiado fácil!)”.

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(Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2011/10/eu_insecto_as_esculturas_de_mike_libby.html#ixzz2AB6QtAdN)

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