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Archive for 10 de outubro de 2012

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(My Sweet Poison – Face)

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Segue abaixo trechos de entrevista para Revista Palmares:
Revista Palmares: Você se considera uma “sábia negra”?

Não, eu me considero uma aprendiz. Dizem que eu sou uma sábia. Na semana passada, fui homenageada com uma placa como mestra de saberes populares. Então eu digo: a negra que eu sou, o ser humano que eu sou, sou porque aprendi com os meus mestres. Meus primeiros mestres foram meus pais. Meus segundos mestres foram os outros negros da comunidade do Engenho Velho da Federação. Na primeira escola que estudei, minha primeira professora escrevia as letras e os números em uma pequena pedra, uma lousa apoiada em madeira. Meu lápis era também feito de pedra. Aqueles negros, aquelas negras, mulheres e homens da comunidade onde nasci, cresci e moro até hoje, foram os meus primeiros mestres. Naquele tempo a família era extensa. A comunidade era uma família. E ali a gente ensinava o que aprendia. Toda criança era responsabilidade de todo adulto. A gente aprendia dentro de casa a fazer as coisas, a cuidar da casa, a cuidar de outros. Como era a terceira filha e a mais velha das mulheres, aprendi também a ter cuidado com outros e com as crianças. A sabedoria que tenho hoje é que me foi passada por eles.

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Leia muito mais em:

http://hipersessao.blogspot.com.br/2010/06/entrevistas-com-makota-valdina-pinto.html

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*** Prá quem prefere ver corpo jovem…

aqui vai a modelo abaixo, liiinda, afixado o mesmo pensamento de Makota Valdina ***

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(Gente Miúda – Face)

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Cão-zinho… rs

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Komondor Westminster Dog

(Nature Lovers – Face)

 

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(Obvious – Face)

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Huuuuummmm….

Delicinhas…

rsrsrs

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publicado em artes e ideias por 

Precisamos de uma revolução. A realidade é uma trampa. Vive livre ou morre! Para o norte-americano Dan Tague estas

palavras de revolta ganham sentido numa sociedade que prefere gastar dinheiro na guerra do que a educar as suas crianças.

Para mostrar ao mundo a sua raiva, só precisou de dobrar e amarrotar algumas notas de dólar, para mostrar as mensagens que escondem.

“Sou um artista político”, dispara Dan Tague, de modo a que não restem dúvidas a quem ainda as pudesse ter. Uma afirmação redundante, pois basta olhar para um dos seus trabalhos mais emblemáticos, em que usou notas de dólar – num híbrido que junta a escultura com a fotografia –, para descobrir um conjunto de declarações políticas que mostram o alcance da sua crítica.

We Need a RevolutionReality SucksState of Fear ou The End is Near, são algumas das mensagens que se podem ler no conjunto de papelinhos valiosos que foram amalgamados e dobrados a preceito, de modo a que os caracteres que neles existem criem frases de pendor político e interventivo. Baptizada de Live Free or Die, esta colectânea de peças coloca o dedo na ferida: as pessoas tornaram-se tão fixadas e atraídas pelo dinheiro que as notas de dólar acabam por ser, nos dias de hoje, um formidável expediente para veicular frases de intervenção política.


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“Nas sociedades actuais ter dinheiro é sinónimo de status”, argumenta Dan Tague, em entrevista à Obvious.

O dinheiro que se pode obter com o esforço e o talento, o capital que conseguimos acumular, o valor monetário das obras ou produtos

que produzimos, tudo é avaliado em dólares, euros, reais ou iuanes. “Geralmente, fala-se sobre as pessoas em termos monetários.

Desportistas, actores, músicos e outros artistas são normalmente apresentados desta forma pelos media”, salienta.

Daí que a mensagem comummente transmitida pela sociedade é a de que o valor de uma pessoa assenta no valor monetário que a mesma pode representar.

“Se este princípio se torna numa força motriz, capaz de levar as outras pessoas a emulá-lo,

então estaremos a caminhar para um futuro que se tornará cada vez mais sombrio”, vaticina.

“Penso que esta é a perspectiva errada para se criar um novo paradigma para a sociedade, um paradigma baseado na comunidade e na aceitação”.

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Notas de um, cinquenta ou até de cem dólares – actualmente existem sete notas de dólar de valor diferente.

Todas elas têm uma forte conteúdo político, seja ele explícito (pois estamos perante a moeda com maior influência na economia global),

ou implícito, como demonstrou Dan Tague. Para este último caso é necessário muita perspicácia e criatividade, assim como perícia para dobrar,

torcer, sobrepor e, por vezes, amarrotar estes papéis que tantos cobiçam para as suas carteiras.

Para tornar mais expressivas as suas pequenas obras de arte, a opção passou por fotografá-las e ampliá-las,

para que todos possam ver com clareza as ideias que cada uma revela.

Definindo-se como artista multi-media e activista, um dos ideais que advoga é o direito à educação.

“É um direito que está a ser retirado por via de cada dólar que é gasto na guerra”.

Pior, “apesar do muito que se gasta nas forças armadas, não existe um orçamento ou uma preocupação social

que tenha em conta a necessidade de criar habitações adequadas ou a melhoria dos cuidados médicos da população,

especialmente no caso da saúde mental”. Um rol de direitos que só podem ser comprados por quem pode, “pois estão dependentes do status económico” de cada um.

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Nascido em Nova Orleães, a cidade que tanto sofreu em 2005 devido à devastação do Furacão Katrina,

o artista tem bem presente na sua memória o abandono a que esteve votada a capital mundial do Jazz, não só na altura da catástrofe

como antes e ao longo de muito tempo. “Muitas das minhas peças têm origem na minha raiva”, confessou numa entrevista à revista online Luxe Immo.

“O governo negligenciou muitos estados no Sul dos Estados Unidos da América e nunca deu um cêntimo para a educação.

Para onde é que o dinheiro foi?”

Não admira, portanto, que a sua arte, as mensagens que quer transmitir, tenham em conta todos aqueles que são

“deixados de parte pelas equações financeiras dos governos”, alinhando-se com os que lutam por uma mudança no paradigma sobre o qual as

sociedades do presente estão assentes, em que o dinheiro é que dita as regras do jogo.

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Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2012/10/activismo_politico_em_notas_de_dolar.html#ixzz28v7SBRbr

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