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Archive for 21 de agosto de 2012

Manuscrito Voynich

é um misterioso livro ilustrado com um conteúdo incompreensível. Imagina-se que tenha sido escrito há aproximadamente 600 anos por um autor desconhecido que se utilizou de um sistema de escrita não-identificado e uma linguagem ininteligível. É conhecido como “o livro que ninguém consegue ler”.

Ao longo de sua existência registrada, o manuscrito Voynich tem sido objeto de intenso estudo por parte de muitos criptógrafos amadores e profissionais, incluindo alguns dos maiores decifradores norte-americanos e britânicos ao tempo da Segunda Guerra Mundial (todos os quais falharam em decifrar uma única palavra). Esta sucessão de falhas transformou o manuscrito Voynich num tema famoso da história da criptografia, mas também contribuiu para lhe atribuir a teoria de ser simplesmente um embuste muito bem tramado – uma sequência arbitrária de símbolos.

A teoria hoje mais aceita é de que o manuscrito tenha sido criado como arte no século XVI como uma fraude. O fraudador teria sido o mago, astrólogo e falsário inglês Edward Kelley com ajuda do filósofo John Dee para enganar Rodolfo II da Germânia (do Sacro Império Romano-Germânico).

O livro ganhou o nome do livreiro polaco-estadunidense Wilfrid M. Voynich, que o comprou em 1912. A partir de 2005, o manuscrito Voynich passou a ser o item MS 408 na Beinecke Rare Book and Manuscript Library da Universidade de Yale. A primeira edição fac-símile foi publicada em 2005 (Le Code Voynich), com uma curta apresentação em francês do editor, Jean-Claude Gawsewitch, ISBN 2350130223.

O manuscrito Voynich deve sua denominação a Wilfrid Michael Voynich, um americano de ascendência polonesa, mercador de livros, que adquiriu o livro no colégio Jesuíta de Villa Mondragone, em Frascati, em 1912, através de padre jesuíta Giuseppe (Joseph) Strickland (1864-1915). Os Jesuítas precisavam de fundos para restaurar a vila e venderam a Voynich 30 volumes da sua biblioteca, que era formada por volumes do Colégio Romano que tinham sido transportados ao colégio de Mondragone junto com a biblioteca geral dos Jesuítas, para evitar sua expropriação pelo novo Reino de Itália. Entre esses livros estava o misterioso manuscrito.

Com o livro, Voynich encontrou uma carta de Johannes Marcus Marci (15951667), reitor da Universidade de Praga e médico real de Rodolfo II da Germânia, com a qual enviava o livro a Roma, ao amigo polígrafo Athanasius Kircher para que o decifrasse.

Na carta, que ostenta no cabeçalho Praga, 19 de agosto de 1665 (ou 1666), Marci declarava ter herdado o manuscrito medieval de um amigo seu (conforme revelaram pesquisas, era um muito conhecido alquimista de nome Georg Baresch), e que seu dono anterior, o Imperador Rodolfo II do Sacro Império Romano, o adquirira por 600 Ducados, cifra muito elevada, acreditando que se tratasse de algo escrito por Roger Bacon.

Voynich afirmou que o livro continha pequenas anotações em Grego antigo e datou o mesmo do século XIII.

A definição da data do pergaminho ainda é controversa, mas é possível situar a elaboração do texto no final do século XVII: uma análise por radiação infravermelha revela a presença de uma assinatura sucessivamente apagada: Jacobi a Tepenece, na época Jacobus Horcicki, morto em 1622 e principal alquimista a serviço de Rodolfo II do Sacro Império. Como “Jacobi” recebeu o título de Tepenece em 1608, isso prova não ser confiável informação da aquisição do manuscrito antes disso.

Além disso, uma das plantas representadas em desenho na Seção “Botânica” é quase idêntica ao girassol, que somente passou a existir na Europa depois do Descobrimento da América, o que leva o manuscrito a ser posterior a 1492.

(Leia muito mais: wikipédia)

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(Hierophant)

Fiquei muuuuito curiosa após ver esses desenhos.

Gosto muito de detalhes e… a impressão que tive (acho que a de muita gente) é que

esse moço era vegetariano… ou… entendia muito de épocas de plantio e leguminosas…

Também vejo que – parece – que ele “fala” sobre elevação, viagem astral, ou vida após vida…

ou será que eu é que estou “viajando??? rsrs

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Seriam mulheres numa piscina???

Aaaaaffff!!! rsrsrs

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Arte:

ALEXANDER  LYAMKIN

(Hierophant)

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Retrato…

Retrato feito com rolhas de garrafas de vinho!

(Ideias Green)

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Amazon / Amazoff
O desmatamento da Amazônia não causa apenas a perda da sua rica biodiversidade. A destruição da floresta também contribui para o aumento da temperatura do planeta, a extinção de espécies e o colapso das economias locais. E para reverter este cenário pouco animador, há necessidade de se investir em atividades econômicas ecologicamente e socialmente mais sustentáveis.

(Ideias Green)

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(Greenpeace International)

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Ninguém construirá em teu lugar, as pontes que precisarás passar…

(Nietzsche)

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Bicicletas enfileiradas formam cerca em chácara.

(Ideias Green)

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Paredes em tubos de PVC, com

suporte para Bike!

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Blusa sinalisa área do ciclista!

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Elec-trike

Triciclo elétrico para uso urbano desenvolvindo pelo designer Dimitrios Niavis.

(Ideias Green)

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(Gente Miúda)

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Gelatina…

feita nas peças do Lego… que ideia ótima!!!

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D  E  P  R  E  S  S  à O

Cuidaaado!!!

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Cientistas espanhóis confirmaram que a ingestão das chamadas comidas rápidas (fast food) está fisiologicamente ligada à depressão.
Os resultados, que indicam que os consumidores de fast food têm 51% a mais de probabilidade de desenvolver a depressão, foram publicados no jornal médico Public Health Nutrition.
Os pesquisadores incluíram na categoria de comidas rápidas, além dos tradicionais sanduíches, hambúrgueres e pizzas, as comidas industrializadas assadas, como croissants, doughnuts, tortinhas etc.
Além da associação entre as comidas rápidas e a depressão, os cientistas das universidades de Granada e Las Palmas identificaram uma relação dose-resposta.
Isso significa que, quanto maior é a ingestão de fast food, maior é a probabilidade de desenvolvimento da depressão.
A pesquisa também identificou o padrão social das pessoas sob maior risco.
Segundo a pesquisadora Almudena Sánchez-Villegas, os maiores consumidores de comida rápida são solteiros, fisicamente pouco ativos e possuem hábitos alimentares ruins, com a ingestão de poucas frutas e vegetais.
Outras duas características que se destacaram são fumar e trabalhar mais de 45 horas por semana.
O estudo, considerado de larga escala, analisou pessoas que nunca sofreram de depressão e nem nunca tomou antidepressivos.
Os voluntários – 12.059 em 2011 e 8.964 em 2012 – foram acompanhados por pelo menos seis meses.
Os resultados confirmam as conclusões de outro estudo realizado no ano passado na Grã-Bretanha, quando se demonstrou que alimentos industrializados podem causar depressão.
“Embora mais estudos sejam necessários, a ingestão desse tipo de comida deve ser controlado por conta de suas implicações tanto sobre a saúde corporal (obesidade e doenças cardiovasculares), quanto sobre a saúde mental,” disse Sánchez-Villegas.  
(Hierophant)
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DICA DE FEIJÕES DELICIOSOS…
(Aline Ribeiro – * Nutricionista*)

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