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Archive for 17 de agosto de 2012

Papel… quem diria?

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*  Lisa-Rodden *

(Obvious)

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BOM DIA!!!

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E quem pensa que a bebida faz bem somente ao coração está enganado. Há muitas outras vantagens que o café pode trazer à saúde daqueles que o consomem, como por exemplo, a redução do risco de diabetes. “Quem bebe café tem menos chances de desenvolver diabetes porque a cafeína facilita o funcionamento da insulina na célula, permitindo a entrada do açúcar. Além disso, há outras substâncias antioxidantes presentes na bebida que também possuem essa função.” – explica o médico.

O Dr. Luis Antônio completa dizendo que outras pesquisas também revelaram a importância do café para a saúde das pessoas, sendo uma delas publicada em um tradicional periódico inglês. “Há um estudo muito recente, publicado em maio, no New England Journal of Medicine, que incluiu mais de 4.500 pessoas e mostrou que quem toma café morre menos de doenças cardiovasculares e menos de câncer. Existem também várias pesquisas que dizem que quem consome a bebida diminui a incidência de doença de Parkinson e diabetes.”

Mas por que então existe esse mito de que o café faz mal? Para o especialista o que pode acontecer é que existam pessoas sensíveis à bebida, não podendo fazer uso dela em excesso. “Não há malefícios. É claro que a pessoa que é sensível pode ser sensível ao café, ao chá, ao guaraná, e têm pessoas que não podem tomar a bebida. É imensa a quantidade de pessoas que consome e não passa mal. Todo mundo pode tomar café. O que se dizia antes é que o café provocava infarto e, hoje, as informações não apontam mais para essa direção.” – explica o médico, que ainda revela uma curiosidade: apesar de ser uma bebida bastante pedida por aqui, o brasileiro toma pouco café se comparado com os americanos. “O brasileiro toma pouco café, proporcionalmente, a outras regiões do mundo. O americano toma 120 ml por vez, enquanto o brasileiro bebe 50 ml por dose.”

(maisde50.com.br)

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* Ali Gulec* – (Obvious)

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* Carl Warner *

(Obvious)

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* Pierre Matter *

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Há muuuitas outras!

Adorei o trabalho desse rapaz!

Que criatividade “pesada” e linda…

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(Obvious)

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(Obvious)

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Azeite Extra Virgem ( 1ª Presagem de preferência )
contra a Osteoporose ( Óleo de Oliva! )

Guarde bem este nome: oleuropeína.
A substância, encontrada no azeite de oliva extravirgem, é a nova arma da nutrição para evitar e combater a osteoporose, doença que acelera a perda de massa óssea.

O cálcio que se cuide, porque seu posto solitário de melhor companheiro do esqueleto anda ameaçado. Calma, o mineral não vai perder seu lugar de destaque como protetor dos ossos – muito longe disso. A questão é que a ciência descobre fortes concorrentes para dividir com ele essa prestigiada posição. É o caso da oleuropeína, presente no azeite de oliva. Um estudo da Universidade de Córdoba, na Espanha, revela que esse tipo de polifenol aumenta a quantidade de osteoblastos, células que fabricam osso novinho em folha. Consumi-la , portanto, traria imensas vantagens para manter o arcabouço do corpo em pé ao longo da vida.

“O tecido ósseo é dinâmico, destruído e construído constantemente”, explica o geriatra Rodrigo Buksman, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, em Brasília. Os osteoblastos ajudam justamente a realizar a reconstrução. É como se fossem a massa corrida colocada na parede para tapar os furos que aparecem com o tempo. Sem essas células, os buracos ficam maiores, os ossos se enfraquecem e cresce o risco de fraturas. O envelhecimento e a menopausa provocam uma queda na concentração de osteoblastos no organismo. Daí a importância da reposição desses construtores, que recebem um belo reforço com a inclusão do azeite de oliva extravirgem no dia a dia, a melhor fonte de oleuropeína. “Aos 30 anos nosso corpo atinge a quantidade máxima de massa óssea e, a partir daí, começa a perdê-la”, nota o ortopedista Gerson Bauer, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Por isso é que se diz que a prevenção da osteoporose se inicia muito antes da maturidade. “Essa doença se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea, o que torna os ossos mais frágeis e propensos às fraturas”, arremata a nutricionista Clarisse Zanette, mestre em ciências médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Com o azeite, no mínimo, esse processo destrutivo demora mais tempo para ocorrer. E, se alguém quiser substituir sua fonte de oleuropeína de vez em quando, saiba que existe mais uma opção. “A substância também é fornecida pela azeitona, de onde o óleo é extraído”, diz Clarisse.

Não são apenas os ossos que se deliciam quando saboreamos um prato regado a azeite. O coração também se beneficia, porque suas veias e artérias ficam livres de entraves. “A gordura monoinsaturada, principal constituinte do óleo, interfere nos receptores do fígado que captam o colesterol circulante”, explica o cardiologista Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, em São Paulo. “Assim, há uma redução nas taxas da sua versão ruim, bem como de sua quantidade total.” Já os compostos fenólicos do azeite diminuem a oxidação do colesterol, processo crucial para a formação das placas que obstruem as artérias e causam as doenças cardiovasculares. “Esse poder se deve à sua intensa atividade antioxidante”, justifica a cardiologista Paula Spirito, do Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro. “Esses compostos impedem que os radicais livres – moléculas que provocam danos às células – oxidem o colesterol e contribuam com o aparecimento de placas nos vasos.” A circunferência abdominal é outra que agradece o consumo do azeite. É que o alimento ajuda a evitar a inflamação de uma área do cérebro chamada hipotálamo. A inflamação é provocada por dietas ricas em gorduras saturadas, presentes nas carnes e nos produtos de origem animal. Como o hipotálamo é o órgão responsável pelo controle da fome e do gasto energético, não é um exagero dizer que o óleo de oliva auxilia a manter a harmonia na massa cinzenta e, assim, a afastar os quilos a mais. Além disso, ele acelera a produção de um hormônio chamado GLP 1, que age no cérebro aumentando a saciedade e reduzindo o apetite.

A oleuropeína – voltamos a falar dela – tem participação no pelotão antiinflamatório. “Esse polifenol tem propriedades antioxidantes significativas, inibe a agregação de plaquetas e reduz a formação de moléculas inflamatórias em todo o corpo”, afirma a nutricionista Mércia Mattos, da Faculdade de Medicina de Marília, no interior paulista. Tantas propriedades se refletiriam em um menor risco de uma porção de males, entre eles infartos e derrames. Por falar em proteção, vale destacar, ainda, que esse antioxidante também resguarda as mitocôndrias, estruturas dentro das células responsáveis pela obtenção de energia – dessa forma, fica mais difícil uma célula se aposentar antes da hora.

Quando regamos o prato com azeite extravirgem, porém, não ganhamos apenas boas doses de oleuropeína. O tempero é uma ótima fonte de vitamina E. “Esse nutriente retarda o envelhecimento das células, diminuindo o risco de tumores e doenças do coração”, aponta a nutricionista Soraia Abuchaim, do Conselho Regional de Nutricionistas do Rio Grande do Sul. O melhor é que, para desfrutar de tudo isso, bastam 2 colheres por dia. Mas tem que ser do tipo extravirgem, que concentra maiores teores da substância. De preferência, use-o em saladas e ao finalizar pratos quentes – o azeite não gosta de calor e, se for lançado ao fogo, perde grande parte de suas qualidades.

E só o sabor, nesse caso, não basta, certo?

Dra. Maria Dora Ruiz Temoche

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