Feeds:
Posts
Comentários

Archive for 25 de junho de 2012

Read Full Post »

Read Full Post »

Maio, 2012
Quebec, Canadá

Estudantes protestam contra lei que restringe manifestações

 

29 de Maio de 2012
Ginásio de Educação Física, Fundão, UFRJ

Alunos declaram apoio à greve dos professores e deflagram greve estudantil


Read Full Post »

Read Full Post »

Read Full Post »

20 de Junho, 2012
Av. Rio Branco, Rio de Janeiro

Marcha Contra a Mercantilização da Vida

“Que agonia”, disse alguém sobre essa imagem.
Verdade!
Marcha contra a Mercantilização da Vida
Av. Rio Branco – Rio de Janeiro – Brasil –  20 de junho de 2012
Cúpula dos Povos “Vamos tomar a frente para garantir um futuro melhor aos pequenos?! #vemcomagente” cupuladospovos.org.br

SOOOO-COOOOR-RRRROOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!

Read Full Post »

A fênix ou fénix (em grego ϕοῖνιξ) é um pássaro da mitologia grega que, quando morria, entrava em auto-combustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas. Outra característica da fénix é sua força que a faz transportar em voo cargas muito pesadas, havendo lendas nas quais chega a carregar elefantes. Podendo se transformar em uma ave de fogo.

Teria penas brilhantes, douradas, e vermelho-arroxeadas, e seria do mesmo tamanho ou maior do que uma águia. Segundo alguns escritores gregos, a fénix vivia exatamente quinhentos anos. Outros acreditavam que seu ciclo de vida era de 97.200 anos. No final de cada ciclo de vida, a fénix queimava-se numa pira funerária. A vida longa da fénix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual.

Os gregos parecem ter se baseado em Bennu, da mitologia egípcia, representado na forma de uma ave acinzentada semelhante à garça, hoje extinta, que habitava o Egito. Cumprido o ciclo de vida do Bennu, ele voava a Heliópolis, pousava sobre a pira do deus , ateava fogo em seu ninho e se deixava consumir pelas chamas, renascendo das cinzas.

Hesíodo, poeta grego do século VIII a.C., afirmou que a fênix vivia nove vezes o tempo de existência do corvo, que tem uma longa vida. Outros cálculos mencionaram até 97.200 anos.

De forma semelhante a Bennu, quando a ave sentia a morte se aproximar, construía uma pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morria queimada. Mas das cinzas erguia-se então uma nova fénix, que colocava piedosamente os restos da sua progenitora num ovo de mirra e voava com ele à cidade egípicia de Heliópolis, onde os colocava no Altar do Sol.

Dizia-se que estas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto. O imperador romano Heliogábalo (204-222 d. C.) decidiu comer carne de fénix, a fim de conseguir a imortalidade. Comeu uma ave-do-paraíso, que lhe foi enviada em vez de uma fénix, mas foi assassinado pouco tempo depois.

Atualmente os estudiosos creem que a lenda surgiu no Oriente e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como uma alegoria da morte e renascimento diários do astro-rei. Tal como todos os grandes mitos gregos, desperta consonâncias no mais íntimo do homem. Na arte cristã, a fénix renascida tornou-se um símbolo popular da ressurreição de Cristo.

Curiosamente, o seu nome pode dever-se a um equívoco de Heródoto, historiador grego do século V a.C.. Na sua descrição da ave, ele pode tê-la erroneamente designado por fénix (phoenix), a palmeira (phoinix em grego) sobre a qual a ave era nessa época representada.

  • A crença na ave lendária que renasce das próprias cinzas existiu em vários povos da antiguidade como gregos, egípcios e chineses. Em todas as mitologias o significado é preservado: a perpetuação, a ressurreição, a esperança que nunca têm fim.
  • Para os gregos, a fénix por vezes estava ligada ao deus Hermes e é representada em muitos templos antigos. Há um paralelo da fénix com o Sol, que morre todos os dias no horizonte para renascer no dia seguinte, tornando-se o eterno símbolo da morte e do renascimento da natureza.
  • Os egípcios a tinham por “Bennu” e estava relacionada a estrela “Sótis”, ou estrela de cinco pontas, estrela flamejante, que é pintada ao seu lado.
  • Na China antiga a fénix foi representada como uma ave maravilhosa e transformada em símbolo da felicidade, da virtude, da força, da liberdade, e da inteligência. Na sua plumagem, brilham as cinco cores sagradas.Roxo, Azul, Vermelha, Branco e Dourado.
  • No início da era Cristã esta ave fabulosa foi símbolo do renascimento e da ressurreição. Neste sentido, ela simboliza o Cristo ou o Iniciado, recebendo uma segunda vida, em troca daquela que sacrificou.
  • No Acidente na mina San José em 2010, a cápsula que estava retirando um por um dos 33 mineiros foi chamada de Fênix, porque o resgate deles a uma profundidade muito funda de terra lembra a ressureição da ave mítica das cinzas.

http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%AAnix

Read Full Post »

Garden of Earthly Delights (triptych, The full panel)

probably one of the scariest artworks of all time.

Bosch’s most famous and unconventional picture is The Garden of Earthly Delights (c.1500; Prado, Madrid) which, like most of his other ambitious works, is a large, 3-part altarpiece, called a triptych. This painting was probably made for the private enjoyment of a noble family. It is named for the luscious garden in the central panel, which is filled with cavorting nudes and giant birds and fruit. The triptych depicts the history of the world and the progression of sin. Beginning on the outside shutters with the creation of the world, the story progresses from Adam and Eve and original sin on the left panel to the torments of hell, a dark, icy, yet fiery nightmarish vision, on the right. The Garden of Delights in the center illustrates a world deeply engaged in sinful pleasures.

In reference to astrological alignments at the time this was painted, a lot of the instruments of torture are also musical instruments.

Read Full Post »

Geopoliticus Child Watching the Birth of the New Man(1943) – Salvador Dali

In this painting Salvador Dali gives us a large egg-shaped globe of the world out of which a man is struggling to “hatch”. This “new man” is coming out of North America – the United States. There is blood running out of the crack in the egg and the new man’s hand has England firmly in its grasp. In the foreground two figures are watching; one an adult the other a small child. The adult, of indeterminate sex, is drawing the child’s attention by pointing at the new man being birthed. The child is standing as if afraid – both hiding behind and holding on to the adult’s knees. The imagery here is fairly clear. America is emerging as the major force in the world. This new power is at the cost of some blood (World War II). The fate of England is in America’s hands.

Read Full Post »